Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
Composição ilustrativa: livro SDD em Delphi, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.

13 out 2026
Capa oficial do livro ACBr com IA na Prática ao lado dos conceitos contexto, ação e evidência.

ACBr com IA na Prática para desenvolver em Delphi com mais critério

Quem mantém um sistema comercial em Delphi conhece a distância entre receber uma sugestão e entregar uma alteração confiável. Uma configuração precisa corresponder ao ambiente instalado, um documento deve representar os dados corretos e uma correção precisa sobreviver à compilação, aos testes e à operação.

5 out 2026

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1.165 artigos
Ilustração conceitual sobre DeRE 1.3.0: novos leiautes para sistemas fiscais de regimes específicos

DeRE 1.3.0: Receita e CGIBS aprovam novos leiautes; veja o que muda para sistemas fiscais

A Declaração de Regimes Específicos, ou DeRE, passa por uma atualização técnica relevante para quem desenvolve, mantém ou opera sistemas fiscais. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) comunicaram a aprovação da versão 1.3.0 da documentação técnica pelo Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 6, de 28 de setembro de 2026.

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A Declaração de Regimes Específicos, ou DeRE, passa por uma atualização técnica relevante para quem desenvolve, mantém ou opera sistemas fiscais. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) comunicaram a aprovação da versão 1.3.0 da documentação técnica pelo Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 6, de 28 de setembro de 2026. Não se trata apenas de um novo manual: o pacote reúne regras de negócio, tabelas, leiautes XML e esquemas de validação que afetam a preparação, a transmissão e o processamento das informações.

Para escritórios contábeis, áreas fiscais e fornecedores de ERP — inclusive equipes que trabalham com Delphi — o ponto central é transformar a documentação em processos verificáveis. Isso envolve revisar cadastros, plano de contas, geração de XML, tratamento de retornos e rotinas de fechamento. Neste artigo, vamos separar o que foi confirmado oficialmente, o que isso sugere para a arquitetura do sistema e quais cuidados precisam orientar a implantação.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de caminhão e ônibus associados a comprovantes e elementos de totalização fiscal.

NT 2026.004 RTC: como preparar CT-e e BP-e para novos valores líquidos e totalizações

Conferência de 23 de outubro de 2026: o aviso oficial da SVRS informa implantação das NTs 2026.004 no ambiente de homologação da SVRS. Isso complementa o cronograma geral até 26 de outubro e não comprova disponibilidade em todos os autorizadores.

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Conferência de 23 de outubro de 2026: o aviso oficial da SVRS informa implantação das NTs 2026.004 no ambiente de homologação da SVRS. Isso complementa o cronograma geral até 26 de outubro e não comprova disponibilidade em todos os autorizadores. A previsão principal de produção continua em 16 de novembro; os marcos específicos do CT-e Simplificado permanecem separados.

A Nota Técnica 2026.004 RTC altera aspectos relevantes da emissão de documentos fiscais eletrônicos ligados ao transporte e ao transporte de passageiros. Para quem desenvolve em Delphi, mantém componentes de XML, integra web services autorizadores ou responde pela sustentação de um ERP, a mudança não se resume à inclusão de campos: ela alcança a formação dos valores documentais, a conferência de totais, cenários de contingência e, no CT-e Simplificado, a própria distribuição das informações tributárias entre cabeçalho e itens.

Para a área contábil e fiscal, o ponto central é interpretar corretamente a transição. A documentação técnica trata IBS e CBS como tributos calculados “por fora”, mas estabelece uma regra específica para impedir duplicidade na totalização de 2026. A composição indicada para 2027 não pode ser aplicada retrospectivamente como se já representasse a validação transitória de 2026.

Este guia apresenta o que está confirmado nas notas técnicas oficiais de CT-e e BP-e, diferencia cronogramas e propõe um roteiro de implementação. Também delimita o que ainda não deve ser tratado como requisito técnico confirmado para NFCom, NF3-e, NFAg e NFGas.

Atualização de 19 de outubro de 2026: o cronograma principal de CT-e e BP-e foi revisado conforme o comunicado do ENCAT de 15 de outubro. A homologação foi postergada para até 26 de outubro; a produção continua prevista para 16 de novembro. Os cronogramas específicos descritos para CT-e Simplificado e para a regra de 2027 permanecem separados.

· Régys Borges da Silveira
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Mockup ilustrativo do livro Não Comece do Zero, com capa branca e laranja, ao lado de materiais de trabalho organizados.

Não Comece do Zero: meu novo livro sobre trabalho reutilizável com IA

Você prepara um material com inteligência artificial, explica o público, fornece documentos, corrige a linguagem e ajusta o resultado. Depois de algumas rodadas, o trabalho fica bom.

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Você prepara um material com inteligência artificial, explica o público, fornece documentos, corrige a linguagem e ajusta o resultado. Depois de algumas rodadas, o trabalho fica bom. Na semana seguinte, precisa produzir algo parecido e percebe que boa parte das decisões continua espalhada naquela conversa. O material foi salvo, mas o caminho para produzi-lo ainda depende da sua memória.

É esse problema que abordo em Não Comece do Zero, meu novo livro, com o subtítulo Crie especificações e prompts reutilizáveis para produzir materiais melhores com inteligência artificial. A proposta é ajudar o leitor a preservar contexto, regras, fontes e critérios de qualidade em arquivos que possam ser consultados, revisados e usados novamente.

Neste artigo, apresento a obra, explico o que significa construir uma especificação reutilizável e mostro uma forma pequena de experimentar a ideia. O objetivo é que a próxima tarefa aproveite decisões já conferidas, em vez de exigir uma reconstrução completa do trabalho. Ao final, você encontra os caminhos para conhecer a leitura e escolher sua edição.

· Régys Borges da Silveira
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Ato Técnico Conjunto nº 9/2026: o que os 25 GTIs do IBS sinalizam para sistemas fiscais

A implementação da reforma tributária sobre o consumo depende de regras tributárias, mas também de processos, dados, documentos eletrônicos e sistemas capazes de executar essas regras com consistência. É nesse ponto que o Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 9, de 20 de outubro de 2026, merece atenção de desenvolvedores Delphi, fornecedores de ERP, equipes fiscais e escritórios de…

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A implementação da reforma tributária sobre o consumo depende de regras tributárias, mas também de processos, dados, documentos eletrônicos e sistemas capazes de executar essas regras com consistência. É nesse ponto que o Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 9, de 20 de outubro de 2026, merece atenção de desenvolvedores Delphi, fornecedores de ERP, equipes fiscais e escritórios de contabilidade.

O ato disciplina a organização e o funcionamento dos trabalhos de cooperação entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e a Diretoria Executiva do Comitê Gestor do IBS (DIREX). Seu foco é a implementação da reforma tributária sobre o consumo. Na prática, ele cria uma estrutura de governança técnica: coordenações e 25 Grupos de Trabalho Interinstitucionais (GTIs) para organizar a interlocução e os trabalhos conjuntos.

A relevância é clara: entre os grupos há frentes dedicadas a documentos fiscais, declarações, arrecadação, tecnologia e interoperabilidade, qualidade de dados e Simples Nacional. Esses temas estão diretamente conectados às rotinas de emissão, escrituração, integração e conferência tributária. Mas há uma distinção essencial para decisões responsáveis: o Ato nº 9/2026 não aprova, por si só, um novo leiaute, schema, API, regra de validação, prazo de implantação ou obrigação acessória específica.

Este artigo apresenta o que foi efetivamente instituído, indica quais grupos devem entrar no radar técnico e contábil e propõe uma forma objetiva de transformar acompanhamento regulatório em preparação controlada — sem antecipar como obrigação aquilo que ainda depende de publicação específica.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de um núcleo ligado a documentos, ferramentas e verificação por um ciclo de trabalho.

Harness de IA: o que faz um modelo virar um agente capaz de trabalhar

Uma IA pode explicar uma rotina Delphi com clareza e ainda assim não conseguir conduzir sua correção até uma entrega confiável. Entre compreender o pedido e terminar o trabalho existem arquivos a localizar, ações a autorizar, testes a executar e resultados a conferir.

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Uma IA pode explicar uma rotina Delphi com clareza e ainda assim não conseguir conduzir sua correção até uma entrega confiável. Entre compreender o pedido e terminar o trabalho existem arquivos a localizar, ações a autorizar, testes a executar e resultados a conferir. Quando a tarefa demora, aparece outra dificuldade: retomar o que estava acontecendo sem confundir intenção com progresso.

É nesse espaço que entra o harness de agentes de IA. O termo parece acrescentar mais uma sigla ao vocabulário, mas descreve uma questão bastante familiar a quem desenvolve sistemas: como organizar a execução ao redor de um componente que, sozinho, não resolve todo o processo? Neste artigo, vamos construir o conceito, distinguir suas peças e acompanhar exemplos de programação e trabalho cotidiano.

Este é um capítulo complementar de síntese da série IA na prática. Em vez de repetir cada tecnologia, vamos entender como contexto, ferramentas, validação e continuidade podem compor uma estrutura de trabalho. Os exemplos são propostas didáticas, não integrações executadas nem resultados medidos em um produto.

Se sua dúvida é como transformar uma boa resposta em uma solução que a equipe consiga operar, IA Além da Conversa desenvolve esse percurso: contexto, recuperação de informações, ferramentas, permissões, avaliação e custos. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita na página do livro para avaliar se essa abordagem atende ao seu projeto. Para o passo seguinte, conectar capacidades de um ERP em Object Pascal, Delphi na Era dos Agentes apresenta um laboratório com servidor MCP local e MiniERP educacional.

· Régys Borges da Silveira
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eSocial S-1.3: o que mudou em 26/10 e como preparar a folha para dezembro

A atualização da documentação do eSocial S-1.3 exige uma leitura cuidadosa de quem desenvolve, parametriza ou opera sistemas de folha. Não basta identificar que o Manual de Orientação do eSocial (MOS) recebeu uma consolidação: é preciso separar o que é instrução documental, o que já entrou em produção e o que ainda tem implantação programada.

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A atualização da documentação do eSocial S-1.3 exige uma leitura cuidadosa de quem desenvolve, parametriza ou opera sistemas de folha. Não basta identificar que o Manual de Orientação do eSocial (MOS) recebeu uma consolidação: é preciso separar o que é instrução documental, o que já entrou em produção e o que ainda tem implantação programada.

A Nota Orientativa S-1.3 nº 12/2026, publicada em 21/10/2026, lista alterações no MOS, inclusive em conteúdos associados aos eventos S-2200, S-2230, S-2500 e S-8200. Porém, o marco técnico para implementação não decorre automaticamente da data de publicação do manual. Para isso, a referência é a Nota Técnica S-1.3 nº 07/2026, revisão de 20/10/2026, que distingue etapas de produção.

Este artigo percorre as mudanças que entraram em produção em 26/10/2026, os cuidados com cadastros e processos trabalhistas e a preparação para a etapa prevista para 14/12/2026. A proposta é transformar documentos técnicos em uma agenda de análise para desenvolvedores Delphi, software houses, escritórios contábeis e equipes de Departamento Pessoal.

· Régys Borges da Silveira
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