Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
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Composição ilustrativa: livro SDD em Delphi, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.

13 out 2026
Composição ilustrativa: livro Delphi Vivo, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos.

29 set 2026

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1.147 artigos
Ilustração conceitual sobre APIs da CBS: webhook e download assíncrono no ERP

APIs da CBS: como adaptar webhook e download assíncrono no seu ERP

A integração fiscal não termina quando o sistema envia uma requisição. Nas APIs assíncronas da apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a abertura de uma consulta inicia um processo que pode ser concluído mais tarde, com um arquivo de retorno obtido em etapa própria.

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A integração fiscal não termina quando o sistema envia uma requisição. Nas APIs assíncronas da apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a abertura de uma consulta inicia um processo que pode ser concluído mais tarde, com um arquivo de retorno obtido em etapa própria. Essa distinção é importante para quem mantém ERPs em Delphi e para profissionais contábeis que dependem da consistência dos dados recebidos pelo sistema.

Em 14 de outubro de 2026, a Receita Federal registrou a versão 1.1 das Regras Comuns de Solicitação e Retorno das APIs assíncronas. A revisão atualizou o conteúdo da notificação enviada ao webhook e o fluxo de obtenção e download do arquivo de retorno por meio de urlAssinada. Não se trata, portanto, de apenas trocar uma URL: a implementação precisa separar claramente a abertura, o acompanhamento, a autorização temporária de download e a leitura do arquivo.

Este artigo percorre o fluxo confirmado na documentação oficial, explica seus efeitos operacionais, delimita o que vale especificamente para débitos e créditos e propõe um roteiro de implementação e testes. Também aponta divergências entre páginas oficiais que merecem tratamento defensivo no código.

Este roteiro complementa o guia de integração da apuração assistida ao ERP. Para contextualizar a evolução dos ambientes, consulte também o anúncio inicial das APIs da CBS; os contratos a implementar são os da documentação oficial atual, não os de versões anteriores.

· Régys Borges da Silveira
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Composição ilustrativa com a capa do livro Da teoria à próxima aula, de Régys Borges da Silveira, sobre uma mesa clara.

Da teoria à próxima aula: meu novo livro sobre ensino e aprendizagem

Uma aula pode terminar com o quadro preenchido, os exercícios corrigidos e a sensação de que o conteúdo foi apresentado com clareza. Ainda assim, uma pergunta continua aberta: o que cada aluno consegue explicar ou fazer depois dessa experiência?

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Uma aula pode terminar com o quadro preenchido, os exercícios corrigidos e a sensação de que o conteúdo foi apresentado com clareza. Ainda assim, uma pergunta continua aberta: o que cada aluno consegue explicar ou fazer depois dessa experiência? Quando essa pergunta reaparece no encontro seguinte, a dificuldade não é apenas encontrar outra atividade. É decidir o que observar, qual apoio oferecer e o que vale a pena retomar.

É a partir desse problema que apresento meu livro Da teoria à próxima aula, um guia prático para compreender o aluno e acompanhar a aprendizagem, da educação básica ao ensino superior. A proposta é aproximar os fundamentos de quem aprende das decisões de quem ensina: planejar, explicar, escutar uma resposta, interpretar um erro e escolher a próxima intervenção.

Neste artigo, quero mostrar como organizei essa proposta, a quem a leitura se destina e que tipo de uso ela permite. Não se trata de anunciar uma receita capaz de resolver qualquer turma, nem de apresentar mais uma ferramenta obrigatória. O convite é construir critérios para uma pergunta cotidiana: diante do que o aluno demonstrou, qual será o próximo passo?

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual sobre ICMS de insumos agropecuários em Santa Catarina: cBenef, isenção, redução e diferimento

ICMS de insumos agropecuários em SC: como remapear o cBenef e separar isenção, redução e diferimento

A alteração das regras catarinenses para operações com insumos agropecuários exige uma revisão que é, ao mesmo tempo, tributária e tecnológica. Para a contabilidade, o desafio é reconhecer corretamente a hipótese aplicável a cada saída.

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A alteração das regras catarinenses para operações com insumos agropecuários exige uma revisão que é, ao mesmo tempo, tributária e tecnológica. Para a contabilidade, o desafio é reconhecer corretamente a hipótese aplicável a cada saída. Para quem desenvolve ou mantém emissores fiscais em Delphi, o ponto é traduzir essa análise em cadastros, regras de decisão, vigências e testes que não simplifiquem indevidamente a operação.

O Decreto nº 1.427/2026, em vigor em 27 de fevereiro de 2026 e com efeitos a partir de 1º de março de 2026, introduziu alterações no RICMS/SC-01, inclusive na disciplina de insumos agropecuários do Anexo 2. A Tabela 5.2A de cBenef da SEF/SC, na versão consultada, passou a apresentar registros novos e também datas finais para registros anteriores.

O percurso deste artigo é deliberadamente prático: primeiro, separar o que muda no direito material do que muda na tabela de códigos; depois, compreender os três tratamentos que não podem ser confundidos — redução de base, isenção e diferimento —; por fim, organizar uma rotina de parametrização e validação para documentos fiscais. A premissa é simples: o cBenef deve decorrer da hipótese fiscal efetivamente enquadrada, e não apenas do nome comercial do produto.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de devolução de mercadoria e correspondência entre itens de dois documentos fiscais.

NT 2025.002 v1.52: referências por item e validações nas devoluções

Uma devolução pode estar corretamente calculada e, ainda assim, carregar uma referência insuficiente para o autorizador. Se o ERP guarda apenas a chave da nota original no cabeçalho, falta uma informação importante para o novo fluxo: qual item daquele documento está sendo devolvido em cada linha da NF-e atual.

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Uma devolução pode estar corretamente calculada e, ainda assim, carregar uma referência insuficiente para o autorizador. Se o ERP guarda apenas a chave da nota original no cabeçalho, falta uma informação importante para o novo fluxo: qual item daquele documento está sendo devolvido em cada linha da NF-e atual.

A NT 2025.002 reúne adequações da Nota Fiscal Eletrônica para a reforma tributária, incluindo o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Entretanto, implementar sua versão 1.52 não significa refazer indistintamente todas as funcionalidades previstas desde 2025. O histórico dessa revisão destaca a correção da regra VC02-50 e a mudança de prazo da VC02-14, ambas relevantes para devoluções.

O roteiro deste artigo concentra-se nessas alterações e nas regras próximas necessárias para implementá-las. Vamos acompanhar o vínculo entre os itens, a geração do grupo DFeReferenciado, as verificações de emitente e destinatário e os testes que ajudam a diagnosticar rejeições. A conferência documental considera as versões 1.51 e 1.52 e o comunicado posterior de cronograma, consultados em 14 de outubro de 2026.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de separação entre valor do produto, componentes tributários e total do documento.

Preço líquido, tributos e total da NF-e: como entender e conferir os cálculos na reforma tributária

Um cliente informa que o produto deve custar R$ 300,00. O sistema precisa emitir a nota, demonstrar os tributos e identificar o valor líquido.

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Um cliente informa que o produto deve custar R$ 300,00. O sistema precisa emitir a nota, demonstrar os tributos e identificar o valor líquido. Em outra venda, a empresa define primeiro quanto deseja atribuir à mercadoria antes dos tributos e pede ao sistema que forme o preço final. Os dois pedidos parecem semelhantes, mas exigem percursos matemáticos diferentes.

Durante a transição tributária, essa diferença ganha outra camada: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) podem participar da mesma operação com bases distintas. Além disso, o modo de representar um valor no documento fiscal não determina, sozinho, como ele será tributado.

Este artigo explica os cálculos nos dois sentidos, relaciona os resultados aos campos da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e apresenta critérios para conferir um sistema de gestão empresarial (ERP). O foco é uma venda simplificada, com as premissas expostas. As regras e o cronograma foram conferidos em 14 de outubro de 2026; datas futuras mencionadas correspondem às previsões dos documentos consultados.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de um computador e uma nuvem conectados, representando alternativas de execução de IA.

IA local ou na nuvem: o que muda em custo, privacidade e desempenho

A empresa quer usar IA para analisar código ou consultar documentos internos. Uma parte da equipe prefere executar o modelo em uma máquina própria; outra quer consumir um serviço na nuvem.

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A empresa quer usar IA para analisar código ou consultar documentos internos. Uma parte da equipe prefere executar o modelo em uma máquina própria; outra quer consumir um serviço na nuvem. A discussão costuma começar por preço e terminar em afirmações absolutas: local seria sempre privado, nuvem seria sempre mais poderosa e uma ferramenta instalada no computador não enviaria informações para fora.

Este é o sexto capítulo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Depois de discutir contexto, instruções e verificações, vamos avaliar onde executar o modelo. O objetivo é construir critérios para uma escolha consciente, não indicar um vencedor universal. O plano de avaliação apresentado é uma proposta: não realizamos um ensaio comparativo de modelos ou equipamentos neste artigo.

Escolher onde executar a IA exige olhar também para dados, permissões, avaliação e custos de operação. IA Além da Conversa aprofunda essas camadas e a escolha de uma arquitetura adequada à tarefa. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar o percurso antes de investir em infraestrutura. Se sua curiosidade é entender o mecanismo interno, Do Zero ao LLM com Delphi constrói um modelo pequeno em Object Pascal: um laboratório educacional para estudar treinamento e geração, não um substituto para modelos comerciais de produção.

· Régys Borges da Silveira
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