O RadIA nasceu com uma proposta simples de explicar e difícil de executar bem: levar inteligência artificial para dentro do Delphi sem transformar a IDE em apenas mais uma janela de chat. A ideia sempre foi que a IA pudesse participar do fluxo real de desenvolvimento, com acesso controlado a contexto, projeto, editor, designer, build, testes, debugger e evidências.
A versão 2.7.0 é importante porque não tenta vender uma novidade isolada. Ela fecha uma baseline funcional determinística. Em outras palavras: pega capacidades que vinham amadurecendo nas versões anteriores e as consolida em um conjunto mais previsível, mais validado e mais fácil de demonstrar.
O foco desta release é clareza operacional. O RadIA precisa entender melhor a intenção do usuário, escolher o caminho certo dentro da IDE, pedir consentimento quando houver risco, executar ações reais e deixar evidências suficientes para que o desenvolvedor confie no resultado.
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