Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
Composição ilustrativa: livro SDD em Delphi, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.

13 out 2026
Capa oficial do livro ACBr com IA na Prática ao lado dos conceitos contexto, ação e evidência.

ACBr com IA na Prática para desenvolver em Delphi com mais critério

Quem mantém um sistema comercial em Delphi conhece a distância entre receber uma sugestão e entregar uma alteração confiável. Uma configuração precisa corresponder ao ambiente instalado, um documento deve representar os dados corretos e uma correção precisa sobreviver à compilação, aos testes e à operação.

5 out 2026
Avaliação de uma solução de IA por casos, critérios e resultados observáveis.

Como avaliar uma solução de IA antes de colocá-la em produção

Uma demonstração pode terminar com uma resposta convincente e ainda deixar a tarefa incompleta. O assistente afirma que preparou um orçamento, mas o registro não existe; interpreta corretamente o pedido, mas consulta um documento vencido; entrega uma orientação útil, mas expõe informações que o usuário não deveria receber.

2 nov 2026

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Habilitação ao Fundo de Compensação do ICMS: o pedido pode ser apresentado sem declaração de aptidão?

A transição tributária trouxe uma tarefa que combina interpretação normativa, organização documental e capacidade operacional: a habilitação de titulares de benefícios onerosos de ICMS à compensação financeira prevista para a redução desses benefícios. Para a área contábil, o tema exige rastreabilidade entre o benefício concedido, suas condições e os registros econômicos da empresa.

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A transição tributária trouxe uma tarefa que combina interpretação normativa, organização documental e capacidade operacional: a habilitação de titulares de benefícios onerosos de ICMS à compensação financeira prevista para a redução desses benefícios. Para a área contábil, o tema exige rastreabilidade entre o benefício concedido, suas condições e os registros econômicos da empresa. Para desenvolvedores Delphi e equipes de tecnologia fiscal, exige processos capazes de separar cadastros, evidências, cálculos e protocolos por espécie de benefício.

A dúvida prática é objetiva: se ainda não houver declaração de aptidão publicada para o programa ou instrumento estadual, o contribuinte pode transmitir seu requerimento? A resposta normativa é mais delimitada do que algumas leituras estratégicas sugerem. A Portaria RFB nº 635/2025 prevê expressamente a hipótese de inexistência dessa declaração antes do pedido. Isso sustenta que a falta de publicação prévia não impede, por si só, a apresentação do requerimento. Não significa, contudo, que a declaração deixe de ter relevância para a concessão da habilitação.

Neste artigo, vamos distinguir o que as normas efetivamente estabelecem das escolhas de gestão que dependem do caso concreto. O percurso passa pelo fundamento do Fundo, pelos requisitos do procedimento, pela função da declaração de aptidão, pelos efeitos do silêncio administrativo e pelos controles que contabilidade e tecnologia podem começar a estruturar.

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Avaliação de uma solução de IA por casos, critérios e resultados observáveis.

Como avaliar uma solução de IA antes de colocá-la em produção

Uma demonstração pode terminar com uma resposta convincente e ainda deixar a tarefa incompleta. O assistente afirma que preparou um orçamento, mas o registro não existe; interpreta corretamente o pedido, mas consulta um documento vencido; entrega uma orientação útil, mas expõe informações que o usuário não deveria receber.

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Uma demonstração pode terminar com uma resposta convincente e ainda deixar a tarefa incompleta. O assistente afirma que preparou um orçamento, mas o registro não existe; interpreta corretamente o pedido, mas consulta um documento vencido; entrega uma orientação útil, mas expõe informações que o usuário não deveria receber. Antes de colocar uma solução de inteligência artificial em produção, precisamos definir o que significa funcionar e quais evidências sustentam essa conclusão.

Na série sobre IA na prática, discutimos contexto, testes, documentos, ferramentas e permissões. Este artigo acrescenta uma etapa transversal: avaliar o comportamento da solução inteira antes de ampliar seu uso. Vamos construir os conceitos necessários, desenhar um conjunto pequeno de situações e examinar um ensaio executado com dados sintéticos. O objetivo não é produzir um ranking de modelos, mas ajudar a equipe a decidir se uma mudança pode avançar e onde ainda precisa de correção.

Para aprofundar a arquitetura que reúne contexto, ferramentas, permissões, avaliação e operação, conheça IA Além da Conversa e leia a degustação gratuita na página do livro. A conexão com requisitos, contratos e critérios de aceite em Object Pascal está em SDD em Delphi. Essas leituras ajudam a organizar o percurso além de uma demonstração isolada.

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NT 2023.002 v1.02: impactos da eliminação da emissão assíncrona e da inutilização na NF-e e NFC-e

A emissão de documentos fiscais eletrônicos depende tanto da interpretação tributária quanto da estabilidade dos fluxos técnicos do emissor. Quando uma nota técnica aponta a eliminação de modalidades ou serviços, o efeito não se limita a uma tela do ERP: pode alcançar filas, persistência de dados, monitoramento, conciliação fiscal, atendimento ao cliente e procedimentos internos de escritórios contábeis.

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A emissão de documentos fiscais eletrônicos depende tanto da interpretação tributária quanto da estabilidade dos fluxos técnicos do emissor. Quando uma nota técnica aponta a eliminação de modalidades ou serviços, o efeito não se limita a uma tela do ERP: pode alcançar filas, persistência de dados, monitoramento, conciliação fiscal, atendimento ao cliente e procedimentos internos de escritórios contábeis.

A listagem institucional de documentos do Portal da NF-e da SVRS apresenta a Nota Técnica 2023.002 v1.02 com dois temas objetivos: a extinção da possibilidade de emissão assíncrona para NF-e e NFC-e e a eliminação dos serviços de inutilização desses documentos no Acre, na Bahia e em São Paulo. Este artigo examina o alcance que pode ser afirmado com segurança, as consequências operacionais que merecem preparação e os pontos que ainda dependem da consulta ao texto integral e a atos aplicáveis.

O percurso é deliberadamente cauteloso. Primeiro, separaremos o anúncio institucional de interpretações técnicas. Depois, veremos como essa mudança afeta a arquitetura de um emissor, especialmente em aplicações Delphi. Por fim, apresentaremos um plano prático de inventário, testes e validação para desenvolvimento e contabilidade trabalharem com a mesma referência.

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Ilustração conceitual sobre NT 2026.010 e DANFE da NF-e: revisão técnica e escopo confirmado

NT 2026.010 v.1.00 e o DANFE da NF-e: escopo confirmado, cuidados técnicos e limites da apuração

Conferência de 23 de outubro de 2026: o PDF oficial da NT 2026.010 v1.00 foi acessado integralmente. O cronograma da página 3 indica implantação em produção em 1º de dezembro de 2026.

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Conferência de 23 de outubro de 2026: o PDF oficial da NT 2026.010 v1.00 foi acessado integralmente. O cronograma da página 3 indica implantação em produção em 1º de dezembro de 2026. As antigas ressalvas de acesso foram substituídas pelas evidências do documento; QR Code e regime de apuração ainda têm dependências expressamente previstas para nota futura.

A Nota Técnica 2026.010 v.1.00 entrou no radar de quem mantém emissores de NF-e, componentes de impressão, ERPs em Delphi e rotinas de conferência fiscal. O motivo é objetivo: o portal da SEFAZ Virtual do Rio Grande do Sul (SVRS) descreve a nota como voltada a alterações no leiaute de impressão do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), modelo 55, necessárias à representação dos tributos instituídos pela Reforma Tributária do Consumo (RTC).

Para desenvolvedores, mudar o DANFE exige conferir mapeamento, paginação e impressão. Para a contabilidade, importa distinguir o que será representado no documento auxiliar e como conferir os valores, sem antecipar exigências de outras notas técnicas.

Este artigo percorre três planos. Primeiro, delimita o escopo confirmado da NT 2026.010. Em seguida, examina os campos, os modelos de referência e o cronograma do PDF oficial. Por fim, propõe uma forma prática de organizar desenvolvimento, conferência fiscal e comunicação interna, distinguindo o que já está especificado do que depende de documentação complementar.

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Ilustração conceitual sobre DeRE 1.3.0: novos leiautes para sistemas fiscais de regimes específicos

DeRE 1.3.0: Receita e CGIBS aprovam novos leiautes; veja o que muda para sistemas fiscais

A Declaração de Regimes Específicos, ou DeRE, passa por uma atualização técnica relevante para quem desenvolve, mantém ou opera sistemas fiscais. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) comunicaram a aprovação da versão 1.3.0 da documentação técnica pelo Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 6, de 28 de setembro de 2026.

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A Declaração de Regimes Específicos, ou DeRE, passa por uma atualização técnica relevante para quem desenvolve, mantém ou opera sistemas fiscais. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) comunicaram a aprovação da versão 1.3.0 da documentação técnica pelo Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 6, de 28 de setembro de 2026. Não se trata apenas de um novo manual: o pacote reúne regras de negócio, tabelas, leiautes XML e esquemas de validação que afetam a preparação, a transmissão e o processamento das informações.

Para escritórios contábeis, áreas fiscais e fornecedores de ERP — inclusive equipes que trabalham com Delphi — o ponto central é transformar a documentação em processos verificáveis. Isso envolve revisar cadastros, plano de contas, geração de XML, tratamento de retornos e rotinas de fechamento. Neste artigo, vamos separar o que foi confirmado oficialmente, o que isso sugere para a arquitetura do sistema e quais cuidados precisam orientar a implantação.

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Ilustração de caminhão e ônibus associados a comprovantes e elementos de totalização fiscal.

NT 2026.004 RTC: como preparar CT-e e BP-e para novos valores líquidos e totalizações

Conferência de 23 de outubro de 2026: o aviso oficial da SVRS informa implantação das NTs 2026.004 no ambiente de homologação da SVRS. Isso complementa o cronograma geral até 26 de outubro e não comprova disponibilidade em todos os autorizadores.

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Conferência de 23 de outubro de 2026: o aviso oficial da SVRS informa implantação das NTs 2026.004 no ambiente de homologação da SVRS. Isso complementa o cronograma geral até 26 de outubro e não comprova disponibilidade em todos os autorizadores. A previsão principal de produção continua em 16 de novembro; os marcos específicos do CT-e Simplificado permanecem separados.

A Nota Técnica 2026.004 RTC altera aspectos relevantes da emissão de documentos fiscais eletrônicos ligados ao transporte e ao transporte de passageiros. Para quem desenvolve em Delphi, mantém componentes de XML, integra web services autorizadores ou responde pela sustentação de um ERP, a mudança não se resume à inclusão de campos: ela alcança a formação dos valores documentais, a conferência de totais, cenários de contingência e, no CT-e Simplificado, a própria distribuição das informações tributárias entre cabeçalho e itens.

Para a área contábil e fiscal, o ponto central é interpretar corretamente a transição. A documentação técnica trata IBS e CBS como tributos calculados “por fora”, mas estabelece uma regra específica para impedir duplicidade na totalização de 2026. A composição indicada para 2027 não pode ser aplicada retrospectivamente como se já representasse a validação transitória de 2026.

Este guia apresenta o que está confirmado nas notas técnicas oficiais de CT-e e BP-e, diferencia cronogramas e propõe um roteiro de implementação. Também delimita o que ainda não deve ser tratado como requisito técnico confirmado para NFCom, NF3-e, NFAg e NFGas.

Atualização de 19 de outubro de 2026: o cronograma principal de CT-e e BP-e foi revisado conforme o comunicado do ENCAT de 15 de outubro. A homologação foi postergada para até 26 de outubro; a produção continua prevista para 16 de novembro. Os cronogramas específicos descritos para CT-e Simplificado e para a regra de 2027 permanecem separados.

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