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07 outubro 2026

Vendi em 2026 e recebi uma devolução em 2027: como tratar a transição tributária

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração editorial de devolução com registros relacionados e controles verificáveis.

Uma venda de dezembro pode voltar ao depósito em janeiro. Para o cliente, a devolução parece uma reversão simples. Para a empresa, ela atravessa uma mudança de tributos: a operação original pertence a um período e o retorno da mercadoria acontece em outro. Se o sistema recalcular tudo usando apenas as regras da data atual, pode perder justamente a informação necessária para tratar a transição.

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) não deve ser usada como uma borracha que apaga o histórico de PIS/Pasep e Cofins. Existe regra específica para bens devolvidos a partir de 2027 relativos a vendas anteriores. O objetivo deste artigo é explicar essa regra e propor um procedimento de conferência, sem transformar um exemplo em receita universal de emissão.

A pesquisa foi encerrada em 5 de outubro de 2026. O guia das obrigações de 2027 apresenta o panorama; aqui, o foco é a ligação entre venda, mercadoria devolvida, documento e crédito. Leia também o procedimento técnico de referência por item na devolução com ACBr, que trata de outra parte do problema.

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07/10/2026 Contabilidade, Reforma Tributária ACBr, auditoria fiscal, cbs, cofins, contabilidade, crédito tributário, Delphi, devolução, Documentos Fiscais, erp, estoque, NF-e, pis, reforma tributária, transição tributária, XML Deixe um comentário
07 outubro 2026

Delphi na era dos agentes: como conectar ERPs à IA com MCP

Escrito por Régys Borges da Silveira
Diagrama conceitual de um ERP em Delphi conectado a um agente de IA por um servidor MCP local

Um ERP concentra informações e regras que sustentam a operação de uma empresa: cadastro de clientes, catálogo de produtos, estoque, faturamento, políticas comerciais e rotinas administrativas. Ao mesmo tempo, agentes de IA estão mudando a expectativa sobre como as pessoas consultam e operam sistemas. Em vez de navegar por múltiplas telas, o usuário pode formular uma intenção: “quais produtos estão abaixo do estoque mínimo?” ou “prepare um orçamento para este cliente”.

A aparente simplicidade dessas perguntas esconde uma questão de arquitetura. Um agente não deveria receber acesso genérico ao banco de dados, nem ser estimulado a reproduzir por tentativa e erro as regras que o ERP já possui. Tampouco faz sentido transformar cada detalhe interno do sistema em uma ferramenta disponível para um modelo de linguagem.

O caminho mais seguro e sustentável é expor capacidades delimitadas, com contratos claros e controles proporcionais ao risco. Nesse cenário, o Model Context Protocol (MCP) oferece uma forma de apresentar ferramentas, recursos e instruções para clientes compatíveis, enquanto o ERP permanece como fonte de verdade para suas regras de negócio.

Conheça o livro: Delphi na Era dos Agentes.

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07/10/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, Integração de sistemas, Inteligência Artificial Agentes de IA, Arquitetura de Software, controle de acesso, Delphi, Delphi 13, erp, estoque, faturas, integração de sistemas, inteligência artificial, JSON-RPC, MCP, MiniERP, Model Context Protocol, Observabilidade, segurança de APIs, stdio, Testes de Software Deixe um comentário
07 outubro 2026

Dot da OpenAI para delegar trabalho contínuo e integrar tarefas ao Codex

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração conceitual de coordenação na nuvem conectada a tarefas de pesquisa e código com revisão humana.

Um problema de desenvolvimento raramente termina na primeira conversa. Um cliente envia outro detalhe, uma dependência muda ou o teste revela uma condição diferente da prevista. A tarefa passa a incluir não apenas produzir uma resposta, mas acompanhar o que falta, reunir novas informações e reconhecer quando uma decisão precisa voltar ao responsável.

É nesse espaço que entra o Dot da OpenAI. A novidade interessa menos pela aparência personalizável e mais pela proposta de continuidade: atribuir uma responsabilidade à IA e acompanhar sua evolução entre conversas. Isso pode ajudar no desenvolvimento e nas rotinas profissionais, desde que continuidade não seja confundida com autorização irrestrita.

Neste artigo, explico o conceito, sua relação com o Codex, onde o trabalho acontece e como formular uma primeira delegação. Os exemplos são propostas didáticas, não relatos de uma implantação testada. Disponibilidade e comportamento foram conferidos na documentação em 5 de outubro de 2026 e podem mudar.

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07/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Agentes de IA, automação, ChatGPT, codex, delegação, Delphi, Desenvolvimento de Software, Dot, engenharia de contexto, governança de IA, liderança, OpenAI, Privacidade, produtividade, revisão de código, tarefas agendadas Deixe um comentário
06 outubro 2026

Estoque na virada de 2027: como preparar o inventário para os créditos da CBS

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração editorial de estoque com registros relacionados e controles verificáveis.

Uma empresa pode chegar a janeiro de 2027 com o emissor fiscal atualizado e, ainda assim, perder a oportunidade de demonstrar corretamente um crédito ligado ao estoque. O problema não está apenas no cálculo. Está na falta de ligação entre a mercadoria que permanece no depósito, sua aquisição, o tratamento tributário anterior e a regra que permite o aproveitamento.

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) substitui as contribuições PIS/Pasep e Cofins na transição federal. Essa mudança não transforma automaticamente todo produto armazenado em crédito. O estoque precisa ser examinado por natureza, origem e situação tributária. Este artigo explica a regra legal e propõe uma preparação conjunta entre contador, empresa e desenvolvedor do sistema de gestão empresarial, chamado ERP.

A análise considera as fontes consultadas em 5 de outubro de 2026. Para o panorama dos documentos e obrigações, consulte o guia da reforma tributária em 2027. Aqui, o foco é o inventário: como produzir evidência antes de aplicar um percentual.

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06/10/2026 Contabilidade, Reforma Tributária cbs, cofins, contabilidade, crédito presumido, Delphi, erp, estoque, gestão fiscal, ibs, importação, inventário, mercadorias, pis, reforma tributária, regime regular, transição tributária Deixe um comentário
06 outubro 2026

Modelos da OpenAI para programação: comparação, preços e quando usar cada um

Escrito por Régys Borges da Silveira
Mesa clara de desenvolvimento com notebook mostrando um fluxo de decisão e computador com código desfocado, representando a escolha de modelos de IA para programar.

Escolher um modelo de inteligência artificial para programar parece simples até aparecer a conta — ou até o modelo mais barato errar uma alteração delicada. O nome mais novo nem sempre é o melhor para toda tarefa, assim como o maior preço por token não garante o menor custo por solução concluída. E há uma confusão comum: assinatura do ChatGPT ou do Codex não é a mesma coisa que cobrança pela API.

Neste guia, comparo os modelos gerais que a OpenAI apresenta como opções atuais de referência — GPT-6 Astra, GPT-6.1 Sol e GPT-6 Luna — pela perspectiva de quem escreve, revisa, explica e automatiza software. Também explico o que fazer com o GPT-5.3-Codex, que aparece em conversas e artigos recentes, mas foi descontinuado. Os preços são os publicados para a API em 2 de outubro de 2026; confira a página oficial antes de adotar um orçamento, pois modelos e tarifas mudam.

Escolher o modelo é apenas uma parte do trabalho. Para estudar como contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos se combinam em uma solução operável, conheça IA Além da Conversa e leia a degustação gratuita na página do livro. Se o desafio é orientar as alterações de código com requisitos e critérios de aceite, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. Essas leituras aprofundam o método, não indicam um fornecedor vencedor.

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06/10/2026 Inteligência Artificial agentes de programação, API da OpenAI, codex, depuração, descontinuação de modelos, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Software, Geração de Código, GPT-6, GPT-6 Astra, GPT-6 Luna, GPT-6.1 Sol, modelos de linguagem, OpenAI, preços de API, programação, raciocínio, reasoning effort, Responses API, revisão de código, tokens Deixe um comentário
05 outubro 2026

Reforma tributária em 2027: guia de obrigações para NF-e, NFC-e, CT-e, CT-e OS e NFS-e

Escrito por Régys Borges da Silveira
Guia da reforma tributária em 2027 com cinco documentos fiscais e integração entre emissão, pagamento e apuração.

A virada para 2027 não será uma simples troca de siglas no sistema fiscal. Empresas precisarão conviver com tributos antigos e novos, revisar cadastros e preços, adaptar documentos eletrônicos e conferir uma apuração cada vez mais dependente da qualidade das informações transmitidas. Para quem desenvolve um sistema de gestão empresarial (ERP) ou orienta uma carteira contábil, o problema começa quando essas mudanças são resumidas a uma frase: “em janeiro muda tudo”.

Não muda tudo ao mesmo tempo, nem da mesma maneira para todos. Algumas obrigações começaram em 2026; outras têm marco em janeiro de 2027; determinadas regras de validação entram depois. Uma nota técnica publicada também não significa que todos os seus campos sejam imediatamente obrigatórios em produção.

Este guia organiza a transição nacional e aprofunda cinco documentos: Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), Conhecimento de Transporte Eletrônico para Outros Serviços (CT-e OS) e Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). O objetivo é permitir que contador, empresa e desenvolvedor localizem a obrigação e a transformem em trabalho verificável.

Data de corte: 5 de outubro de 2026. Datas futuras abaixo são marcos documentados nessa data, não confirmação de implantação real. Regras locais, regimes setoriais e novos atos podem exigir complementação. Este é um guia nacional de consulta, não uma promessa de esgotar todas as situações tributárias possíveis.

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05/10/2026 Nota Fiscal Eletrônica, Reforma Tributária Apuração Assistida, cbs, cclasstrib, cronograma fiscal, cst, ct-e, ct-e os, danfe, erp, ibs, icms, Imposto Seletivo, ISSQN, MEI, NF-e, nfc-e, nfs-e, reforma tributária, Simples Nacional, Software Fiscal, Split Payment Deixe um comentário
05 outubro 2026

Liderança ampliada: usar IA sem terceirizar o julgamento humano

Escrito por Régys Borges da Silveira
Líder analisando informações com apoio de inteligência artificial sem abrir mão do julgamento humano

A entrada da inteligência artificial na rotina de trabalho criou uma possibilidade concreta para líderes: gastar menos energia na organização inicial de informações e mais energia naquilo que exige presença, critério e responsabilidade. O problema começa quando essa possibilidade é confundida com autorização para transferir decisões à ferramenta.

Uma resposta bem redigida, uma lista de prioridades aparentemente coerente ou um resumo de reunião não são, por si só, bons julgamentos. São materiais de trabalho. Podem acelerar uma análise, revelar lacunas e oferecer opções. Ainda assim, não conhecem por completo a história da equipe, os compromissos assumidos, as relações de confiança, os riscos de uma escolha nem os efeitos que uma mensagem terá sobre pessoas específicas.

Usar IA com maturidade na liderança depende menos de descobrir o comando perfeito e mais de estabelecer fronteiras claras: o que a tecnologia pode preparar, o que o líder precisa verificar e aquilo que continua indelegável. Essa distinção protege a qualidade das decisões e evita que a eficiência operacional seja conquistada à custa de responsabilidade humana.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Liderança Ampliada.

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05/10/2026 Gestão de Pessoas, Inteligência Artificial, Liderança, Produtividade conflitos, delegação, desenvolvimento de pessoas, Ética em IA, feedback, gestão de equipes, gestão de pessoas, governança, IA Generativa, inteligência artificial, julgamento humano, liderança, liderança ampliada, prioridades, produtividade, reuniões, rotina de gestão, tomada de decisão Deixe um comentário
05 outubro 2026

Jev na prática: quando usar um modelo de decisão em vez de um LLM

Escrito por Régys Borges da Silveira
Composição colorida contrapondo geração aberta de conteúdo, à esquerda, e decisões estruturadas com probabilidades, à direita, conectadas por um núcleo híbrido e revisão humana

Durante os últimos anos, inteligência artificial aplicada a software tornou-se quase sinônimo de grandes modelos de linguagem, os LLMs. Quando um sistema precisa classificar uma solicitação, escolher uma ferramenta ou avaliar um texto, tornou-se comum enviar um prompt a um modelo generativo e pedir uma resposta em JSON. Essa solução funciona, mas levanta uma pergunta importante: se o programa precisa somente de uma decisão, por que utilizar um mecanismo projetado principalmente para gerar linguagem?

O Jev, apresentado pela TypeSafe AI em setembro de 2026, parte dessa pergunta. Em vez de escrever uma explicação, ele recebe informações sobre um caso e responde a perguntas delimitadas com valores tipados e probabilidades. A proposta chama atenção pelo custo e pela velocidade divulgados, mas o aspecto mais interessante é arquitetural: o modelo não recebe autoridade sobre o fluxo; ele fornece julgamentos que o código pode combinar, limitar e encaminhar para revisão.

Neste artigo, explicarei o paradigma que sustenta o Jev, suas três primitivas, uma integração prática e os critérios para escolher entre Jev, LLM, regras determinísticas e classificadores tradicionais. Também examinarei limitações e pesquisas iniciais, porque saída estruturada, confiança e baixo custo não tornam uma decisão automaticamente correta.

A escolha entre uma decisão tipada e uma resposta gerada só faz sentido dentro do processo que utilizará o resultado. IA Além da Conversa aprofunda a arquitetura ao redor dos modelos: contexto, ferramentas, permissões, avaliação e operação. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como definir essas fronteiras no seu projeto. Para registrar comportamentos esperados, exceções e critérios de aceite em uma implementação Delphi, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. São conexões de método, não uma afirmação de que os livros ensinam especificamente o Jev.

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05/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Agentes de IA, api, Arquitetura de Software, automação, classificação, Confiança, Delphi, inteligência artificial, Jev, LLM, Machine Learning, Modelos de Decisão, Probabilidade, Python, Revisão Humana, Saída Estruturada, Sistemas Empresariais, System One, TypeSafe AI, TypeScript Deixe um comentário
05 outubro 2026

ACBr com IA na Prática para desenvolver em Delphi com mais critério

Escrito por Régys Borges da Silveira
Capa oficial do livro ACBr com IA na Prática ao lado dos conceitos contexto, ação e evidência.

Quem mantém um sistema comercial em Delphi conhece a distância entre receber uma sugestão e entregar uma alteração confiável. Uma configuração precisa corresponder ao ambiente instalado, um documento deve representar os dados corretos e uma correção precisa sobreviver à compilação, aos testes e à operação. A inteligência artificial pode ajudar nesse percurso, mas uma resposta convincente ainda não demonstra que o trabalho foi resolvido.

É com essa preocupação que apresento meu novo livro, ACBr com IA na Prática: Inteligência artificial aplicada ao dia a dia do desenvolvimento com Delphi e ACBr. A proposta é aproximar a IA dos problemas concretos de desenvolvimento, diagnóstico e manutenção, sem transferir a ela a responsabilidade por decisões técnicas ou fiscais. O centro da leitura é um método de trabalho que o desenvolvedor consegue acompanhar, conferir e repetir.

Neste artigo, explico o recorte da obra, o que o leitor encontra nos materiais e como começar a aplicar essa abordagem em uma tarefa pequena. Não é preciso dominar inteligência artificial para entender a proposta. É importante, porém, reconhecer que produtividade não deve ser medida apenas pela quantidade de código produzido ou pela velocidade da primeira resposta.

Conheça o livro ACBr com IA na Prática, consulte o sumário e leia a degustação na página oficial.

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05/10/2026 Delphi, Inteligência Artificial ACBr, Agentes de IA, Automação Comercial, Delphi, Desenvolvimento de Software, diagnóstico, DUnitX, homologação, inteligência artificial, livros, manutenção de software, nfc-e, object pascal, Régys Borges da Silveira, sistemas fiscais, skills, Testes Automatizados Deixe um comentário
04 outubro 2026

Horse, Prometheus e Grafana: passo a passo para monitorar sua API Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração de componentes conectados representando aplicação, coleta e visualização de métricas.

Uma API responder a uma chamada não significa que sabemos como ela se comporta ao longo do dia. Quantas requisições chegaram? Qual rota ficou lenta? O aumento de tráfego trouxe mais erros? Para responder, precisamos medir o funcionamento da aplicação e observar essas medidas ao longo do tempo, sem depender apenas de alguém perceber que o sistema está demorando.

Neste tutorial vamos construir um laboratório local com o Horse, meu middleware horse-prometheus, o coletor Prometheus e o Grafana. O objetivo é chegar a um painel compreensível, passando por verificações intermediárias. Não basta copiar uma consulta e encontrar um gráfico: precisamos entender de onde o número veio e o que ele permite concluir.

O cenário principal é Windows com uma aplicação console Delphi e Docker Desktop executando contêineres Linux. Os arquivos usam Prometheus 3.5.0 e Grafana 12.2.0, versões fixadas para evitar mudanças silenciosas. O exemplo compilou no Delphi 10 Seattle com Horse 3.3.10 e middleware 1.0.1, e a coleta e os quatro gráficos foram conferidos no laboratório. Não é um ensaio de desempenho nem configuração de produção; outras plataformas não foram testadas.

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04/10/2026 Desenvolvimento de Software APIs, Delphi, Docker, Docker Compose, Grafana, horse, http, latencia, metricas, Middleware, Monitoramento, object pascal, Observabilidade, Prometheus, PromQL, séries temporais Deixe um comentário
02 outubro 2026

Ato Técnico Conjunto nº 8/2026: o que muda nos documentos fiscais eletrônicos para IBS e CBS

Escrito por Régys Borges da Silveira
Documento técnico aprovado conectado a diferentes documentos fiscais e às etapas de especificação, teste e produção

Em 29 de setembro de 2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços assinaram o Ato Técnico Conjunto nº 8. O documento aprova versões específicas de notas e informes técnicos aplicáveis à CBS e ao IBS em oito modelos de documentos fiscais eletrônicos. Para empresas de software, escritórios contábeis e contribuintes, trata-se de uma referência formal importante. Também é um texto curto que pode produzir uma interpretação longa e equivocada.

O risco está em ler “documentação aprovada” como sinônimo de “todas as regras obrigatórias imediatamente”. Não é isso que o ato estabelece. Ele identifica quais versões receberam aprovação conjunta, determina onde os documentos serão disponibilizados e vincula seus efeitos à publicação. As datas de homologação, produção e ativação de cada regra continuam nos respectivos documentos técnicos. Este artigo organiza esse mapa, destaca as mudanças mais relevantes e propõe um roteiro para adaptar sistemas sem transformar uma data isolada em cronograma universal.

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02/10/2026 Contabilidade, Desenvolvimento de Software bp-e, cbs, CGIBS, ct-e, danfe, Documentos Fiscais Eletrônicos, erp, homologação, ibs, NF-e, NF3e, NFAg, nfc-e, NFCom, NFGas, nota tecnica, receita federal, reforma tributária, Software Fiscal, SVRS Deixe um comentário
02 outubro 2026

RadIA 2.17.18: o que mudou desde a versão 2.15 e como a comunidade ajudou o projeto a evoluir

Escrito por Régys Borges da Silveira
Linha de evolução do RadIA conectando as versões 2.15, 2.16 e 2.17.18 dentro de um ambiente de desenvolvimento Delphi

Quando publiquei o artigo sobre o RadIA 2.15, o projeto já havia deixado de ser apenas uma janela de conversa dentro do Delphi. Aquela versão reunia validação de código, refatoração semântica, diagnóstico do depurador, automação VCL e uma política mais clara para operações capazes de modificar um projeto.

Pouco mais de um mês depois, o número da versão chegou a 2.17.18. Seria fácil contar essa história como uma sucessão de funcionalidades, mas isso esconderia o aprendizado mais importante. O RadIA ampliou o que consegue fazer, porém a mudança mais profunda ocorreu na forma como essas capacidades são testadas, recuperadas quando algo dá errado e ajustadas a partir da experiência de quem usa o Delphi todos os dias.

Entre as tags v2.15.0, de 16 de agosto de 2026, e v2.17.18, de 29 de setembro, o histórico público do projeto registra 206 commits e mudanças em 292 arquivos, com 30.775 linhas adicionadas e 2.278 removidas. Números não medem qualidade por si sós, mas revelam a extensão do trabalho: a evolução alcançou o núcleo agentivo, a integração com a IDE, a interface, a documentação, o instalador e, sobretudo, os testes.

A ferramenta amplia as possibilidades, mas uma mudança confiável ainda começa por explicar o que deve ser feito e como conferir o resultado. SDD em Delphi aprofunda esse método com especificações, contratos, critérios de aceite e ligação entre implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como orientar suas próximas tarefas com apoio de IA. Quando essas tarefas envolvem um sistema existente que precisa continuar funcionando, Delphi Vivo complementa o percurso com modernização incremental e proteção de comportamentos. São leituras sobre engenharia, não manuais desta versão do RadIA.

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02/10/2026 Delphi, Inteligência Artificial Agentes de IA, automação de desenvolvimento, Comunidade Delphi, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, DUnitX, FireDAC, FireDAC Advisor, IDE64, inteligência artificial, MCP, Open Tools API, RAD Studio, RadIA, software livre, terminal integrado, vcl 2 comentários
01 outubro 2026

IA além da conversa: o que existe entre o modelo e uma solução confiável

Escrito por Régys Borges da Silveira
Diagrama conceitual entre um modelo de linguagem e uma solução de IA confiável, com contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e operação.

Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes. Essa capacidade é útil, mas não resolve, por si só, o problema de colocar inteligência artificial em uma atividade real de uma organização.

Uma solução operável precisa lidar com questões que não aparecem necessariamente na tela de conversa: de onde vêm as informações, quais delas estão atualizadas, quem pode vê-las, quando o sistema pode executar uma ação, como registrar o que aconteceu, como verificar a qualidade das respostas e como manter custos e riscos sob controle. O modelo é uma parte relevante do sistema, mas não é o sistema inteiro.

A diferença importa porque decisões de arquitetura tomadas cedo podem ampliar a complexidade sem melhorar o resultado. Em outros casos, uma implementação simples demais cria respostas sem evidência, acesso inadequado a dados ou automações que ninguém consegue auditar. O objetivo não deve ser construir o sistema mais sofisticado. Deve ser escolher a menor arquitetura capaz de produzir valor verificável, com segurança, governança e observabilidade.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de IA Além da Conversa.

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01/10/2026 Arquitetura de Software, Inteligência Artificial, Produto e Tecnologia Agentes de IA, arquitetura de IA, avaliação de IA, chatbot, Dados, function calling, governança de IA, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, MCP, modelos de linguagem, Observabilidade, permissões, produto digital, RAG, Segurança, workflows Deixe um comentário
01 outubro 2026

DeRE: como adaptar geradores e validadores XML após a ampliação de maxOccurs

Escrito por Régys Borges da Silveira

A atualização de um esquema XML pode parecer um ajuste pequeno quando vista apenas como uma mudança de atributo. Em uma integração fiscal, porém, um limite de cardinalidade define até onde um arquivo pode crescer sem falhar na validação estrutural. Por isso, a ampliação do maxOccurs do grupo {infoConta} em dois eventos da Declaração de Regimes Específicos (DeRE) exige atenção tanto de quem desenvolve emissores em Delphi quanto de quem responde pela consistência contábil das informações.

Em comunicado publicado em 21 de setembro de 2026, a Receita Federal do Brasil (RFB) e o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) informaram a atualização do pacote técnico de XSD destinado à Produção Restrita — Empresas Piloto. A mudança elevou os limites do evento D-1011, Plano Geral de Contas Comentado, e do D-1101, Balancete Mensal. Os servidores desse ambiente foram atualizados na noite de 21 de setembro, e a recepção oficial de XML com os novos limites começou em 22 de setembro de 2026, conforme o comunicado da RFB no SPED.

Este artigo explica o que efetivamente mudou, separa o fato confirmado das implicações técnicas razoáveis e propõe um percurso de adequação. O ponto central é simples: o XML pode passar a comportar mais ocorrências de {infoConta} nos dois eventos indicados, mas a atualização não altera, segundo a comunicação oficial, regras de negócio, tipos de dados nem os demais campos dos leiautes.

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01/10/2026 Contabilidade, Delphi, Tecnologia Fiscal Balancete Mensal, cbs, CGIBS, D-1011, D-1101, Delphi, DeRE, Empresas Piloto, geração de XML, ibs, Integração Fiscal, maxOccurs, Plano de Contas, Produção Restrita, receita federal, validação XML, XML, XSD Deixe um comentário
30 setembro 2026

Simples Nacional em 2027: opção pelo regime regular de IBS e CBS e impactos no ERP

Escrito por Régys Borges da Silveira

A entrada de IBS e CBS na rotina das empresas optantes pelo Simples Nacional cria uma decisão operacional relevante: manter esses tributos no recolhimento unificado ou optar por sua apuração e recolhimento pelo regime regular. A escolha não equivale a sair do Simples Nacional para todos os tributos, mas altera processos de faturamento, documentos fiscais, apuração, controles de crédito e integração entre empresa, contador e sistema de gestão.

Para quem trabalha com contabilidade, a questão exige leitura cuidadosa das regras e dos prazos. Para desenvolvedores Delphi e equipes de ERP, ela exige modelagem de vigências, separação de cálculos e mecanismos de auditoria que evitem tratar uma opção semestral como simples parâmetro permanente de cadastro. Neste artigo, vamos diferenciar o que está confirmado em fontes oficiais, os pontos que dependem de validação específica e um roteiro prático para preparar pessoas e software.

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30/09/2026 Delphi, Reforma Tributária, Simples Nacional, Tecnologia Fiscal apuração tributária, automação fiscal, cbs, CGSN, Compliance Tributário, contabilidade, créditos tributários, DAS, Delphi, Documentos Fiscais Eletrônicos, ERP fiscal, ibs, Não-Cumulatividade, receita federal, reforma tributária, regime regular, Simples Nacional, sistemas contábeis Deixe um comentário
29 setembro 2026

cClassTrib na prática: por que uma nota autorizada ainda pode estar tributariamente errada

Escrito por Régys Borges da Silveira
Documento fiscal atravessando três camadas de verificação: existência do código, compatibilidade técnica e contexto tributário

Uma nota fiscal autorizada não é necessariamente uma nota tributariamente correta. Essa diferença, que já existia antes da reforma tributária, ganha importância com o Código de Classificação Tributária do IBS e da CBS, o cClassTrib. O autorizador consegue verificar se o código existe, se combina com o CST informado e se pode ser usado naquele modelo de documento. Ele não consegue, sozinho, conhecer todos os fatos da operação e decidir se o tratamento jurídico escolhido pelo contribuinte é o adequado.

O tema foi levantado no episódio “cClassTrib: o código que decide o imposto do item na nota”, do Radar Tributário. A ideia central é pertinente: deixar de receber uma rejeição não encerra a análise tributária. Mas algumas expressões usadas no vídeo, como “o código que decide o imposto”, precisam de contexto para não sugerir que um campo isolado substitui a interpretação da operação.

Neste artigo, explico o que o cClassTrib representa, o que as rejeições 1023, 1024 e 1025 realmente verificam, por que o NCM não produz um “de/para” universal e como contabilidade e desenvolvimento podem revisar a parametrização sem transformar uma tabela oficial em piloto automático.

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29/09/2026 Desenvolvimento de Software, Reforma Tributária Apuração Assistida, cbs, cclasstrib, CST IBS CBS, Documentos Fiscais Eletrônicos, erp, ibs, NBS, NCM, NF-e, nfc-e, nfs-e, Nota Técnica 2025.002, reforma tributária, Simples Nacional, Software Fiscal, XML fiscal Deixe um comentário
29 setembro 2026

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Escrito por Régys Borges da Silveira
Código Delphi em editor ao lado de um diagrama de modernização incremental de sistema legado

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos. Essa realidade pode gerar duas reações igualmente arriscadas: não mexer em nada ou decidir reescrever tudo.

A primeira conserva problemas conhecidos e reduz, aos poucos, a capacidade de adaptação. A segunda troca riscos visíveis por riscos novos: funcionalidades esquecidas, diferenças de comportamento, longos períodos sem entrega relevante e uma convivência difícil entre o sistema antigo e o substituto em construção. Entre esses extremos há uma disciplina de engenharia: modernizar progressivamente, em mudanças pequenas, verificáveis e reversíveis.

Modernizar não significa aplicar tecnologias recentes a qualquer custo. Significa aumentar a capacidade de entender, alterar, testar, entregar e operar o software com menos incerteza. Em um sistema Delphi, isso pode envolver desde tornar a compilação repetível até reduzir o acoplamento entre formulários VCL, regras de negócio e acesso a dados. O ponto de partida não é uma lista de ferramentas; é um diagnóstico honesto do risco.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Delphi Vivo.

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29/09/2026 Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Sistemas legados APIs, Arquitetura de Software, builds reproduzíveis, CI/CD, Delphi, DUnitX, Firebird, FireDAC, manutenção de software, modernização incremental, Observabilidade, Refatoração, Régys Borges da Silveira, rollback, segurança de software, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
29 setembro 2026

NFS-e sem IBS e CBS pode ser autorizada, mas não necessariamente está conforme: o que muda em 2026

Escrito por Régys Borges da Silveira

A adaptação da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) aos campos de IBS e CBS exige uma distinção que parece simples, mas tem efeito direto no desenvolvimento de sistemas e na rotina contábil: autorização técnica não é sinônimo automático de conformidade tributária. Uma nota pode passar pelo autorizador sem rejeição sistêmica e, ainda assim, estar sem uma informação que já se tornou obrigatória para aquela operação.

Para equipes que mantêm ERPs em Delphi, integrações fiscais e rotinas de escrituração, essa diferença muda a forma de priorizar o trabalho. Não basta testar se o XML ou a requisição é aceito. É preciso saber para quais operações o preenchimento é exigido, qual ambiente deve emitir o documento e como demonstrar a correção de inconsistências quando elas forem identificadas.

Neste artigo, vamos separar os cronogramas aplicáveis em 2026, explicar o caso particular das microempresas e empresas de pequeno porte do Simples Nacional, traduzir o impacto para software houses e contabilidades e propor um roteiro de implantação. Como os marcos de outubro, novembro e dezembro de 2026 eram futuros na data da pesquisa que embasa este texto, a leitura deve ser prospectiva e acompanhada de revisão normativa antes da entrada em produção.

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29/09/2026 Contabilidade, Delphi, Reforma Tributária, Tecnologia Fiscal api, automação fiscal, cbs, conformidade tributária, contabilidade, Delphi, documento fiscal eletrônico, Emissor Nacional, erp, ibs, IBS e CBS, nfs-e, NFS-e nacional, PNCT, reforma tributária, Simples Nacional, Software Fiscal, validação fiscal Deixe um comentário
28 setembro 2026

Simples Nacional híbrido: o que termina em 30 de setembro de 2026, o que pode ser cancelado até 30 de novembro e por que a alíquota da CBS importa

Escrito por Régys Borges da Silveira

A transição para o IBS e a CBS cria, para empresas do Simples Nacional, uma decisão operacional que não se confunde com a própria adesão ao regime simplificado. A legislação admite que a empresa permaneça no Simples para os demais tributos e, ao mesmo tempo, apure e recolha IBS e CBS conforme as regras do regime regular. É o arranjo chamado informalmente de Simples Nacional híbrido.

Para o primeiro semestre de 2027, a escolha pelo regime regular teve janela de 1º a 30 de setembro de 2026. A opção, contudo, não deve ser interpretada como uma decisão irreversível imediatamente após seu envio: as informações oficiais indicam possibilidade de cancelamento até 30 de novembro de 2026, com previsão de eventual postergação dessa data pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) em razão da publicação da alíquota de referência da CBS. Este artigo organiza o que foi confirmado, distingue os momentos de decisão e traduz o tema em uma agenda prática para contadores e desenvolvedores Delphi.

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28/09/2026 Contabilidade, Reforma Tributária, Simples Nacional, Tecnologia Fiscal alíquota de referência, apuração fiscal, automação contábil, cbs, CGSN, contabilidade tributária, créditos tributários, DAS, Desenvolvimento Delphi, ibs, Obrigações Acessórias, receita federal, reforma tributária, regime regular, Simples híbrido, Simples Nacional, sistemas fiscais, transição tributária Deixe um comentário
28 setembro 2026

NFS-e até 2027: cronograma das mudanças e o que é verdade sobre o Portal Nacional

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração de uma NFS-e conectando uma prefeitura, uma empresa com ERP e o ambiente nacional de dados

Uma informação repetida com convicção pode parecer norma antes mesmo de alguém abrir a norma. Foi o que aconteceu com a afirmação de que, a partir de 1º de janeiro de 2027, todas as notas fiscais de serviço eletrônicas só poderão ser emitidas pelo Portal Nacional. A frase mistura mudanças verdadeiras, públicos diferentes e datas distintas. O resultado é uma orientação equivocada para empresas, contadores e desenvolvedores.

A resposta curta é: não existe uma determinação geral para que todo contribuinte abandone o emissor municipal e passe a digitar notas exclusivamente no portal web nacional em 01/01/2027. Há, porém, obrigações específicas que não devem ser minimizadas. Este artigo separa os conceitos, identifica quem realmente deve usar o Emissor Nacional, organiza os marcos documentados de setembro de 2026 ao fim de 2027 e mostra como acompanhar novas alterações sem transformar previsão em fato.

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28/09/2026 Nota Fiscal Eletrônica, Reforma Tributária ADN, API NFS-e, Ato Conjunto RFB CGIBS 4/2026, cbs, cronograma fiscal, DPS, Emissor Nacional, erp, ibs, ISSQN, Lei Complementar 214/2025, MEI, municípios, nfs-e, NFS-e nacional, Nota Técnica 009, Portal Nacional da NFS-e, reforma tributária, Simples Nacional, Software Fiscal Deixe um comentário
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