Mais uma Conference chegando, esse ano vou falar de integração de plugins à IDE do Delphi/RAD Studio, vem comigo entender como criar seus próprios plugins e vou mostrar um pouco do RadIA como caso de uso, bora lá.
Quem desenvolve APIs de alta performance no ecossistema Delphi e Lazarus conhece bem o Horse. Ele se consolidou como o framework web mais querido e utilizado devido à sua filosofia minimalista, velocidade e consumo irrisório de recursos.
No entanto, à medida que a web evolui, novos desafios surgem. Até então, para enviar qualquer resposta HTTP, o Horse dependia de carregar todo o payload de dados na memória do servidor para depois escrevê-lo fisicamente no socket do cliente. Para grandes relatórios JSON, exportações em lote ou transmissões de dados em tempo real, isso gerava picos de consumo de memória física (heap) sob alta concorrência.
Com a chegada das arquiteturas modernas de Inteligência Artificial Generativa (onde o modelo responde palavra por palavra via tokens) e dashboards de monitoramento contínuo, a transmissão incremental de dados tornou-se mandatória. É com muito orgulho que anunciamos o suporte nativo a Web Streams e Server-Sent Events (SSE) no Horse!
Continue lendo…O ecossistema Horse continua se consolidando como a escolha número um para desenvolvedores Delphi e Lazarus que buscam velocidade, leveza e simplicidade na criação de APIs REST. Mas, à medida que nossas aplicações crescem, precisamos de ferramentas profissionais para lidar com segurança, arquivos e validação.
Hoje, trago para vocês um review completo de três novos middlewares essenciais que finalizei hoje, focados em deixar suas APIs Delphi/Lazarus blindadas, prontas para upload de arquivos e com validações de dados dinâmicas. Vamos conhecer cada um deles!
Continue lendo…Quem desenvolve APIs robustas e de alta performance no Delphi utilizando o framework Horse sabe que a velocidade e a simplicidade sempre foram os pilares do projeto. No entanto, à medida que os sistemas crescem e migram para arquiteturas de microsserviços baseadas em contêineres e Kubernetes, duas necessidades tornam-se críticas: observabilidade em tempo real (APM) e a capacidade de rodar múltiplos servidores isolados no mesmo processo (Multi-Instance) de forma segura.
Neste artigo, vamos explorar a nova feature do ecossistema do Horse: a introdução de Lifecycle Hooks do Servidor, Hooks Nativos de Telemetria e o suporte completo a Lifecycle de Múltiplas Instâncias Isoladas.
Continue lendo…No desenvolvimento de APIs modernas, a comunicação tradicional baseada em ciclos de requisição e resposta (HTTP tradicional) nem sempre é suficiente. Quando precisamos de atualizações em tempo real com baixíssima latência — como em painéis financeiros, sistemas de chat, telemetria de frotas ou dashboards de monitoramento — os WebSockets se tornam indispensáveis.
Com orgulho, apresentamos a nova especificação e suporte nativo a conexões bidirecionais baseadas no protocolo RFC 6455 (WebSockets) no núcleo e provedores do framework Horse. O suporte foi desenvolvido com foco em alta performance, thread-safety, concorrência e total compatibilidade com Delphi e Lazarus/FPC.
Continue lendo…Recentemente, o framework Horse recebeu atualizações muito importantes para suporte a gRPC utilizando o transporte nativo HTTP/2. Desde então, muitos desenvolvedores que testaram a tecnologia com Node.js ou outras linguagens começaram a se perguntar: como estruturar um cliente robusto em Delphi?
Desenvolver aplicações móveis (FMX) ou desktop integradas com gRPC exige atenção a conceitos importantes de arquitetura de software, como resiliência de rede, gerenciamento de threads e estratégias offline. Neste artigo, vamos responder às principais dúvidas sobre reconexão automática, keepalive, ciclo de vida de conexões e como aplicar Offline First de maneira eficiente.
Continue lendo…Quem desenvolve APIs em Delphi utilizando o framework Horse sabe o quanto ele é leve, rápido e extremamente eficiente. No entanto, à medida que a aplicação cresce, começamos a nos deparar com um problema comum em nossos controllers: o excesso de código repetitivo (o famoso boilerplate) para ler payloads de requisições e validar os dados de entrada.
Se você se cansa de escrever dezenas de linhas checando se campos obrigatórios foram preenchidos, se e-mails são válidos ou se um valor numérico está no intervalo correto, você precisa conhecer o horse-dto.
Neste artigo, vamos entender como esse middleware automatiza o processo de desserialização e validação declarativa de dados usando atributos no Delphi.
Continue lendo…É extremamente comum encontrar desenvolvedores Delphi em fóruns, grupos de Telegram ou redes sociais fazendo perguntas como:
- “Vale a pena trocar o Horse pelo DEXT?”
- “O DEXT é melhor que o Horse?”
- “Qual framework devo utilizar em um novo projeto?”
Essas perguntas costumam partir de uma premissa equivocada: a de que o Horse e o DEXT disputam exatamente o mesmo espaço.
Na prática, eles possuem filosofias arquiteturais bastante diferentes. Embora ambos possam ser utilizados para criar APIs REST eficientes, eles foram concebidos para resolver problemas distintos. O objetivo deste artigo não é eleger um vencedor, mas esclarecer onde cada abordagem se destaca e ajudar você a escolher a ferramenta mais adequada para cada cenário.
Continue lendo…No desenvolvimento de microsserviços e APIs web com Delphi e Lazarus, o Horse consolidou-se como a escolha número um devido à sua simplicidade, robustez e performance extrema. No entanto, em sistemas que processam milhares de requisições por segundo, pequenos detalhes arquiteturais podem se tornar gargalos de infraestrutura.
Recentemente, foi incorporada ao core do Horse uma melhoria estratégica muito solicitada para cenários de alta concorrência: a centralização do pool de buffers de memória (IMemoryBufferPool). Neste artigo, vamos entender qual problema essa evolução resolve debaixo do capô e como você pode, opcionalmente, extrair o máximo dela em seus próprios middlewares e rotas.
Continue lendo…Se você desenvolve APIs em Delphi ou Lazarus, com certeza já conhece ou ouviu falar do Horse. Ele conquistou a comunidade Pascal por ser um framework extremamente rápido, minimalista e projetado para alta concorrência. Porém, o verdadeiro poder do Horse se revela quando começamos a expandir suas capacidades usando middlewares.
Os middlewares funcionam como interceptadores no ciclo de vida das requisições HTTP, permitindo que você injete segurança, controle de tráfego, telemetria e automação com pouquíssimas linhas de código. Nos últimos anos, tenho trabalhado ativamente no desenvolvimento de uma suíte de middlewares focada em solucionar desafios reais de aplicações corporativas, garantindo portabilidade entre Delphi e FPC/Lazarus.
Neste artigo, apresento os 11 middlewares de minha autoria que você pode adotar hoje mesmo para elevar o nível técnico das suas APIs.
Continue lendo…No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as conexões ativas dos usuários.
Com a nova atualização do Horse, o framework web minimalista mais popular do ecossistema Delphi e Lazarus, introduzimos o suporte nativo ao Graceful Shutdown (Desligamento Suave). Neste artigo, vamos entender como esse recurso funciona, quais são os ganhos reais para suas aplicações e como utilizá-lo na prática.
Continue lendo…No desenvolvimento de microsserviços modernos, a velocidade de comunicação entre APIs é um dos fatores mais críticos para a escalabilidade de toda a infraestrutura. É por isso que o gRPC (baseado em HTTP/2 e Protocol Buffers) tornou-se o padrão ouro de comunicação interna em gigantes da tecnologia, superando o tradicional REST/JSON em termos de vazão e uso de banda.
Recentemente, no ecossistema do Horse — o micro-framework web preferido dos desenvolvedores Delphi e Lazarus —, iniciamos uma jornada intensa de engenharia de software para construir um provedor gRPC nativo (Cleartext h2c) capaz de bater de frente com os gigantes do mercado, como C#, Go e Rust. O resultado? Alcançamos a marca de 9.773 QPS (requisições por segundo) com uma latência média de apenas 20ms no host local.
Neste artigo, vou revelar os bastidores técnicos de como implementamos otimizações em nível de hardware, CPU, alocação de heap e concorrência para atingir essa marca histórica de performance no Delphi.
Continue lendo…Se você desenvolve APIs robustas e de alta performance em Delphi ou Lazarus, com certeza já conhece ou utiliza o Horse. Hoje, trazemos uma novidade incrível e muito aguardada pela comunidade que acaba de ser integrada oficialmente ao Core do framework: os Lifecycle Hooks (Ganchos de Ciclo de Vida)!
Inspirado em padrões consolidados de ecossistemas web modernos (como Fastify e Express), o Horse agora oferece 5 momentos distintos no pipeline de execução de uma requisição. Isso abre portas para você plugar regras de auditoria de dados, caching inteligente, criptografia de payloads, monitoramento de latência e muito mais, mantendo sua aplicação limpa e altamente manutenível.
Continue lendo…No desenvolvimento de APIs modernas e microsserviços com Delphi e Lazarus, o Horse se consolidou como o framework mais querido devido à sua simplicidade, leveza e alta velocidade. No entanto, à medida que os sistemas corporativos crescem, a necessidade de organização arquitetural, controle físico sobre conexões e conformidade com nuvens (como Docker e Kubernetes) torna-se crucial.
Recentemente, o ecossistema do Horse recebeu uma atualização de peso, focada justamente em infraestrutura corporativa: o suporte a Server Lifecycle Hooks (Ganchos de Ciclo de Vida do Servidor), o Graceful Shutdown (Desligamento Suave) unificado e o padrão de inicialização estruturada via UseStartup. Neste artigo, vamos explorar essas novidades e construir um exemplo didático e completo.
Continue lendo…No desenvolvimento de APIs modernas e microsserviços, é muito comum nos depararmos com o seguinte cenário: você precisa expor uma API pública para consumo externo na porta 80, mas ao mesmo tempo precisa expor um painel administrativo ou endpoints de monitoramento de métricas em uma porta interna reservada (como a porta 8080).
No ecossistema Delphi e Lazarus, o Horse consolidou-se como o framework web mais popular, leve e minimalista. No entanto, historicamente o framework operava sob uma fachada central baseada em métodos de classe estáticos (singletons globais). É exatamente aqui que entra a nova e poderosa funcionalidade da arquitetura Multi-Instance.
Neste artigo, vamos explorar como o Horse foi redesenhado para suportar servidores logicamente isolados rodando concorrentemente no mesmo processo de aplicação, e entender o “pulo do gato” de infraestrutura para colocar isso de pé em produção.
Continue lendo…Quem me acompanha por aqui sabe o quanto eu defendo a criação de APIs web modernas, escaláveis e robustas utilizando o Delphi. O ecossistema evoluiu drasticamente nos últimos anos com o amadurecimento de soluções como o micro-framework Horse e a chegada do inovador Dext Framework (um framework full-stack completo que traz padrões modernos semelhantes ao .NET Core para o Object Pascal). Juntos, eles provam que é possível desenvolver soluções de altíssima performance para a web com a mesma maturidade, recursos e segurança que costumamos ver em plataformas como Node.js, .NET ou Go.
No entanto, manter um core enxuto significa que a evolução de recursos adicionais deve acontecer através de um ecossistema de middlewares. Nos últimos dias, estive trabalhando ativamente no desenvolvimento e refinamento de cinco novos middlewares de alta performance e padrão enterprise para suprir necessidades cruciais de segurança, otimização e observabilidade em aplicações Delphi e Lazarus no Horse.
Neste artigo, vou detalhar o que cada um deles faz, por que você deve utilizá-los em seus projetos e como começar de forma simples e rápida.
Continue lendo…O desenvolvimento de APIs com Delphi utilizando o Horse revolucionou a forma como criamos serviços rápidos, minimalistas e eficientes. No entanto, à medida que nossas aplicações crescem e passam a rodar em ambientes de produção complexos, surge um grande desafio: como saber exatamente o que está acontecendo por debaixo do capô em tempo real?
Monitorar uma aplicação em produção apenas analisando arquivos de log estáticos (ou pior, esperando o cliente reclamar de lentidão) não é mais viável. É aqui que entra a Observabilidade e seus pilares principais: a coleta de métricas e o rastreamento distribuído (Distributed Tracing).
Continue lendo…Informamos que, no dia 25/07, das 7h às 19h, o ambiente Mainframe do CNPJ ficará totalmente indisponível, para realização de manutenção programada para implantação do CNPJ Alfanumérico. Durante esse período, não será possível acessar a base Mainframe, incluindo consultas e demais operações que dependam desse ambiente.
Continue lendo…O desenvolvimento de software com Delphi tem passado por uma evolução incrível nos últimos anos. Com compiladores modernos, suporte a multiplataforma e frameworks inovadores, a linguagem continua sendo a espinha dorsal de sistemas robustos em todo o mundo. E agora, estamos vivenciando uma nova revolução: o uso de assistentes de inteligência artificial (coding agents) no dia a dia da programação, como Cursor, GitHub Copilot, Claude e Gemini.
No entanto, essa ajuda tecnológica traz um desafio clássico para o ecossistema Delphi. As IAs, por mais inteligentes que sejam, nem sempre conhecem de forma nativa as particularidades do gerenciamento de memória do Delphi, a correta ordem de destruição de objetos, ou a sintaxe moderna do framework Dext. Como resultado, é comum que elas sugiram códigos propensos a memory leaks (vazamentos de memória) ou que violem as regras de análise estática.
É exatamente para solucionar essa lacuna que tenho o orgulho de apresentar o AgentKit4D (Delphi Agent Quality Kit). Um projeto desenvolvido para atuar como uma ponte de qualidade de código estrita, alinhando desenvolvedores humanos e assistentes de IA sob as melhores práticas da engenharia de software moderno.
Continue lendo…O ecossistema Delphi sempre teve uma relação curiosa com dependências. Temos bibliotecas excelentes, frameworks maduros, componentes de todos os tipos e uma comunidade extremamente produtiva. Mas, por muito tempo, o fluxo de baixar, versionar, compilar, registrar e configurar pacotes continuou dependendo de uma combinação de scripts, paths manuais, instaladores variados e conhecimento tribal.
O Boss original, criado pela HashLoad, foi uma resposta importante para essa dor. Ele trouxe uma ideia simples e poderosa para o Delphi: declarar dependências em um manifesto, instalar pacotes a partir de repositórios Git e organizar tudo dentro da pasta modules. O Boss4D nasce como uma evolução dessa ideia, mas com uma decisão central: ser 100% nativo em Delphi.
Com a versão 1.0.1, o projeto chega a um marco importante. O Boss4D deixa de ser apenas uma CLI experimental e passa a se consolidar como um pequeno ecossistema de produtividade para projetos Delphi: linha de comando, GUI, integração com RAD Studio, diagnósticos, cache, workspaces, auditoria de licenças, plugins e suporte a compilação multiplataforma.
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