Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
Composição ilustrativa: livro SDD em Delphi, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.

13 out 2026
Capa oficial do livro ACBr com IA na Prática ao lado dos conceitos contexto, ação e evidência.

ACBr com IA na Prática para desenvolver em Delphi com mais critério

Quem mantém um sistema comercial em Delphi conhece a distância entre receber uma sugestão e entregar uma alteração confiável. Uma configuração precisa corresponder ao ambiente instalado, um documento deve representar os dados corretos e uma correção precisa sobreviver à compilação, aos testes e à operação.

5 out 2026
Ilustração conceitual de um núcleo ligado a documentos, ferramentas e verificação por um ciclo de trabalho.

Harness de IA: o que faz um modelo virar um agente capaz de trabalhar

Uma IA pode explicar uma rotina Delphi com clareza e ainda assim não conseguir conduzir sua correção até uma entrega confiável. Entre compreender o pedido e terminar o trabalho existem arquivos a localizar, ações a autorizar, testes a executar e resultados a conferir.

30 out 2026

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Ato Técnico Conjunto nº 9/2026: o que os 25 GTIs do IBS sinalizam para sistemas fiscais

A implementação da reforma tributária sobre o consumo depende de regras tributárias, mas também de processos, dados, documentos eletrônicos e sistemas capazes de executar essas regras com consistência. É nesse ponto que o Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 9, de 20 de outubro de 2026, merece atenção de desenvolvedores Delphi, fornecedores de ERP, equipes fiscais e escritórios de…

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A implementação da reforma tributária sobre o consumo depende de regras tributárias, mas também de processos, dados, documentos eletrônicos e sistemas capazes de executar essas regras com consistência. É nesse ponto que o Ato Técnico Conjunto RFB/CGIBS nº 9, de 20 de outubro de 2026, merece atenção de desenvolvedores Delphi, fornecedores de ERP, equipes fiscais e escritórios de contabilidade.

O ato disciplina a organização e o funcionamento dos trabalhos de cooperação entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e a Diretoria Executiva do Comitê Gestor do IBS (DIREX). Seu foco é a implementação da reforma tributária sobre o consumo. Na prática, ele cria uma estrutura de governança técnica: coordenações e 25 Grupos de Trabalho Interinstitucionais (GTIs) para organizar a interlocução e os trabalhos conjuntos.

A relevância é clara: entre os grupos há frentes dedicadas a documentos fiscais, declarações, arrecadação, tecnologia e interoperabilidade, qualidade de dados e Simples Nacional. Esses temas estão diretamente conectados às rotinas de emissão, escrituração, integração e conferência tributária. Mas há uma distinção essencial para decisões responsáveis: o Ato nº 9/2026 não aprova, por si só, um novo leiaute, schema, API, regra de validação, prazo de implantação ou obrigação acessória específica.

Este artigo apresenta o que foi efetivamente instituído, indica quais grupos devem entrar no radar técnico e contábil e propõe uma forma objetiva de transformar acompanhamento regulatório em preparação controlada — sem antecipar como obrigação aquilo que ainda depende de publicação específica.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de um núcleo ligado a documentos, ferramentas e verificação por um ciclo de trabalho.

Harness de IA: o que faz um modelo virar um agente capaz de trabalhar

Uma IA pode explicar uma rotina Delphi com clareza e ainda assim não conseguir conduzir sua correção até uma entrega confiável. Entre compreender o pedido e terminar o trabalho existem arquivos a localizar, ações a autorizar, testes a executar e resultados a conferir.

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Uma IA pode explicar uma rotina Delphi com clareza e ainda assim não conseguir conduzir sua correção até uma entrega confiável. Entre compreender o pedido e terminar o trabalho existem arquivos a localizar, ações a autorizar, testes a executar e resultados a conferir. Quando a tarefa demora, aparece outra dificuldade: retomar o que estava acontecendo sem confundir intenção com progresso.

É nesse espaço que entra o harness de agentes de IA. O termo parece acrescentar mais uma sigla ao vocabulário, mas descreve uma questão bastante familiar a quem desenvolve sistemas: como organizar a execução ao redor de um componente que, sozinho, não resolve todo o processo? Neste artigo, vamos construir o conceito, distinguir suas peças e acompanhar exemplos de programação e trabalho cotidiano.

Este é um capítulo complementar de síntese da série IA na prática. Em vez de repetir cada tecnologia, vamos entender como contexto, ferramentas, validação e continuidade podem compor uma estrutura de trabalho. Os exemplos são propostas didáticas, não integrações executadas nem resultados medidos em um produto.

Se sua dúvida é como transformar uma boa resposta em uma solução que a equipe consiga operar, IA Além da Conversa desenvolve esse percurso: contexto, recuperação de informações, ferramentas, permissões, avaliação e custos. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita na página do livro para avaliar se essa abordagem atende ao seu projeto. Para o passo seguinte, conectar capacidades de um ERP em Object Pascal, Delphi na Era dos Agentes apresenta um laboratório com servidor MCP local e MiniERP educacional.

· Régys Borges da Silveira
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eSocial S-1.3: o que mudou em 26/10 e como preparar a folha para dezembro

A atualização da documentação do eSocial S-1.3 exige uma leitura cuidadosa de quem desenvolve, parametriza ou opera sistemas de folha. Não basta identificar que o Manual de Orientação do eSocial (MOS) recebeu uma consolidação: é preciso separar o que é instrução documental, o que já entrou em produção e o que ainda tem implantação programada.

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A atualização da documentação do eSocial S-1.3 exige uma leitura cuidadosa de quem desenvolve, parametriza ou opera sistemas de folha. Não basta identificar que o Manual de Orientação do eSocial (MOS) recebeu uma consolidação: é preciso separar o que é instrução documental, o que já entrou em produção e o que ainda tem implantação programada.

A Nota Orientativa S-1.3 nº 12/2026, publicada em 21/10/2026, lista alterações no MOS, inclusive em conteúdos associados aos eventos S-2200, S-2230, S-2500 e S-8200. Porém, o marco técnico para implementação não decorre automaticamente da data de publicação do manual. Para isso, a referência é a Nota Técnica S-1.3 nº 07/2026, revisão de 20/10/2026, que distingue etapas de produção.

Este artigo percorre as mudanças que entraram em produção em 26/10/2026, os cuidados com cadastros e processos trabalhistas e a preparação para a etapa prevista para 14/12/2026. A proposta é transformar documentos técnicos em uma agenda de análise para desenvolvedores Delphi, software houses, escritórios contábeis e equipes de Departamento Pessoal.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de documento externo separado da autorização para executar ações.

Prompt injection: como um documento pode tentar manipular seu agente de IA

Um assistente recebeu uma tarefa simples: consultar a política comercial e explicar as condições de uma proposta. No meio do documento, porém, existe um trecho que manda alterar o destinatário e considerar a operação aprovada.

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Um assistente recebeu uma tarefa simples: consultar a política comercial e explicar as condições de uma proposta. No meio do documento, porém, existe um trecho que manda alterar o destinatário e considerar a operação aprovada. A pergunta central não é apenas se a inteligência artificial reconhecerá a tentativa. É também se o sistema permitirá que uma frase encontrada em um arquivo se transforme em autorização para agir.

Esse problema sintetiza os principais cuidados da série sobre IA na prática porque reúne as decisões discutidas nos capítulos anteriores: contexto, documentos, ferramentas, testes e supervisão. Quanto mais útil fica uma integração, mais importante é distinguir o que o sistema pode ler daquilo que ele pode executar. Neste artigo, vamos explicar a injeção de instruções, analisar um exemplo fictício e construir critérios para revisar agentes conectados a sistemas empresariais. Não se trata de um teste de invasão nem de uma avaliação de um modelo específico.

Se o agente já lê documentos e usa ferramentas, a próxima decisão é como preservar identidade, permissões e responsabilidade fora da resposta do modelo. IA Além da Conversa aprofunda essas camadas junto com contexto, avaliação e operação. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como incorporar esses controles ao desenho da sua solução. Para estudar capacidades delimitadas de um ERP em Object Pascal, Delphi na Era dos Agentes complementa a leitura com contratos, aprovação e um laboratório MCP. Nenhuma dessas leituras é uma garantia de imunidade a ataques.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de cadastro alfanumérico conectado a banco de dados e sistema empresarial.

CNPJ alfanumérico no ERP: cadastros, validação e integrações

Um identificador com letras pode atravessar a tela de cadastro e falhar somente na integração bancária, no relatório ou na montagem de um documento fiscal. Essa é a dificuldade do CNPJ alfanumérico: atualizar um campo não resolve todas as suposições de que o cadastro contém apenas números.

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Um identificador com letras pode atravessar a tela de cadastro e falhar somente na integração bancária, no relatório ou na montagem de um documento fiscal. Essa é a dificuldade do CNPJ alfanumérico: atualizar um campo não resolve todas as suposições de que o cadastro contém apenas números.

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, CNPJ, identifica entidades e estabelecimentos nos procedimentos pertinentes. Seu novo formato amplia as combinações possíveis, sem transformar o identificador em valor para cálculo aritmético. Para um sistema de gestão empresarial, ou ERP, ele deve ser tratado como informação textual desde a entrada até a transmissão.

Este artigo considera as fontes consultadas em 5 de outubro de 2026 e propõe uma revisão técnica, especialmente útil para equipes Delphi. A mudança cadastral não foi criada pela reforma tributária, embora se encontre com a preparação dos sistemas fiscais. O guia de 2027 contextualiza essa preparação, e a discussão de conformidade além da autorização ajuda a avaliar os testes.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de três caminhos de papel que convergem para um carimbo, representando cenários de planejamento antes da validação oficial.

CBS em 2027: como planejar antes da definição da alíquota

Uma empresa precisa negociar preços, organizar compras e preparar o orçamento do próximo ano. O contador pede uma simulação da CBS, enquanto a equipe de desenvolvimento pergunta qual percentual deverá entrar no sistema.

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Uma empresa precisa negociar preços, organizar compras e preparar o orçamento do próximo ano. O contador pede uma simulação da CBS, enquanto a equipe de desenvolvimento pergunta qual percentual deverá entrar no sistema. A dificuldade aparece quando uma estimativa divulgada na imprensa começa a circular internamente como se já fosse uma regra aprovada.

A notícia do Senado de 26 de outubro de 2026 trouxe esse problema para o centro do planejamento. Ela aborda o avanço da definição da Contribuição sobre Bens e Serviços, a CBS, e identifica os percentuais citados como estimativas sem caráter oficial. Nas fontes oficiais consultadas até 27 de outubro de 2026, esta pesquisa não localizou ato que permita apresentar um percentual geral definitivo para 2027. Esse é o corte temporal da análise. Fonte: Agência Senado.

É possível trabalhar nesse intervalo. O caminho é registrar o que está previsto na legislação, explicitar as hipóteses financeiras e organizar a aprovação dos parâmetros. O objetivo deste artigo é mostrar como fazer isso, com atenção à relação entre contabilidade, gestão e sistemas empresariais.

· Régys Borges da Silveira
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