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Régys Borges da Silveira

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Tag: Arquitetura de Software

13 outubro 2026

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Escrito por Régys Borges da Silveira
Representação conceitual de especificação, código Delphi, testes e inteligência artificial conectados por rastreabilidade

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes. O problema não é a velocidade em si. É a possibilidade de acelerar uma interpretação que nunca foi confirmada.

Uma demanda curta quase sempre contém decisões ocultas. O que exatamente deve acontecer? Para quem? Em quais condições? O que conta como erro? Que dados não podem ser alterados? Qual tela, serviço ou processo legado será afetado? Sem respostas, o código pode estar sintaticamente correto e, ainda assim, materializar um comportamento inadequado.

O desenvolvimento orientado por especificação — frequentemente resumido como SDD, de Specification-Driven Development — propõe inverter uma ordem comum: antes de pedir código, define-se o comportamento que o software deve apresentar e as condições pelas quais esse comportamento será considerado aceitável. Código, arquitetura, testes e contribuições de IA passam a responder a essa referência.

Isso não exige transformar toda demanda em um documento extenso. Exige reduzir ambiguidades relevantes, tornar decisões inspecionáveis e construir uma cadeia entre intenção, implementação e verificação. Em Delphi, essa prática é útil tanto em aplicações visuais VCL e FireMonkey quanto em APIs, integrações e sistemas legados.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de SDD em Delphi.

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13/10/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de software, Inteligência Artificial Agentes de IA, APIs, Arquitetura de Software, casos de fronteira, contratos de software, critérios de aceite, Delphi, desenvolvimento orientado por especificação, especificação de software, Firemonkey, inteligência artificial, MCP, RAG, rastreabilidade, SDD, sistemas legados, Testes de Software, vcl Deixe um comentário
12 outubro 2026

Modelos Gemini para programação: preços, raciocínio e quando usar cada um

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração conceitual de módulos de software, calendário e controle giratório sobre uma bancada clara, representando escolha de modelo, preço e raciocínio

Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples até que a mesma ferramenta precisa explicar uma rotina antiga, revisar uma alteração delicada e investigar um defeito que aparece somente em produção. São problemas diferentes. Usar sempre o modelo mais caro pode desperdiçar dinheiro; insistir no mais barato pode consumir o tempo que se pretendia economizar.

No caso do Google, nomes como Flash, Flash-Lite e Pro ajudam a localizar famílias, mas não substituem a leitura da documentação. O número maior também não resolve sozinho a escolha: uma versão estável e uma versão em prévia têm implicações diferentes para quem mantém um sistema empresarial.

Este artigo apresenta os modelos relevantes para assistência textual ao desenvolvimento, os preços da Gemini Developer API e os controles de raciocínio. Também propõe um roteiro de uso em Delphi e critérios para avaliar resultados. A consulta foi realizada em 2 de outubro de 2026; preços e disponibilidade precisam ser reconferidos antes da contratação ou da implantação.

Uma janela de contexto maior ou outro modelo não resolve, por si só, o projeto da integração. IA Além da Conversa aprofunda como organizar contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos ao redor do modelo. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar esse percurso além da comparação de preços. Se a tarefa é evoluir uma aplicação Delphi existente, Delphi Vivo complementa a leitura com diagnóstico de dependências, testes e modernização incremental.

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12/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Arquitetura de Software, automação, Custos de IA, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Software, gemini, Gemini API, google, Google AI Studio, inteligência artificial, LLM, modelos de linguagem, object pascal, programação, raciocínio, revisão de código, Testes de Software Deixe um comentário
07 outubro 2026

Delphi na era dos agentes: como conectar ERPs à IA com MCP

Escrito por Régys Borges da Silveira
Diagrama conceitual de um ERP em Delphi conectado a um agente de IA por um servidor MCP local

Um ERP concentra informações e regras que sustentam a operação de uma empresa: cadastro de clientes, catálogo de produtos, estoque, faturamento, políticas comerciais e rotinas administrativas. Ao mesmo tempo, agentes de IA estão mudando a expectativa sobre como as pessoas consultam e operam sistemas. Em vez de navegar por múltiplas telas, o usuário pode formular uma intenção: “quais produtos estão abaixo do estoque mínimo?” ou “prepare um orçamento para este cliente”.

A aparente simplicidade dessas perguntas esconde uma questão de arquitetura. Um agente não deveria receber acesso genérico ao banco de dados, nem ser estimulado a reproduzir por tentativa e erro as regras que o ERP já possui. Tampouco faz sentido transformar cada detalhe interno do sistema em uma ferramenta disponível para um modelo de linguagem.

O caminho mais seguro e sustentável é expor capacidades delimitadas, com contratos claros e controles proporcionais ao risco. Nesse cenário, o Model Context Protocol (MCP) oferece uma forma de apresentar ferramentas, recursos e instruções para clientes compatíveis, enquanto o ERP permanece como fonte de verdade para suas regras de negócio.

Conheça o livro: Delphi na Era dos Agentes.

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07/10/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, Integração de sistemas, Inteligência Artificial Agentes de IA, Arquitetura de Software, controle de acesso, Delphi, Delphi 13, erp, estoque, faturas, integração de sistemas, inteligência artificial, JSON-RPC, MCP, MiniERP, Model Context Protocol, Observabilidade, segurança de APIs, stdio, Testes de Software Deixe um comentário
05 outubro 2026

Jev na prática: quando usar um modelo de decisão em vez de um LLM

Escrito por Régys Borges da Silveira
Composição colorida contrapondo geração aberta de conteúdo, à esquerda, e decisões estruturadas com probabilidades, à direita, conectadas por um núcleo híbrido e revisão humana

Durante os últimos anos, inteligência artificial aplicada a software tornou-se quase sinônimo de grandes modelos de linguagem, os LLMs. Quando um sistema precisa classificar uma solicitação, escolher uma ferramenta ou avaliar um texto, tornou-se comum enviar um prompt a um modelo generativo e pedir uma resposta em JSON. Essa solução funciona, mas levanta uma pergunta importante: se o programa precisa somente de uma decisão, por que utilizar um mecanismo projetado principalmente para gerar linguagem?

O Jev, apresentado pela TypeSafe AI em setembro de 2026, parte dessa pergunta. Em vez de escrever uma explicação, ele recebe informações sobre um caso e responde a perguntas delimitadas com valores tipados e probabilidades. A proposta chama atenção pelo custo e pela velocidade divulgados, mas o aspecto mais interessante é arquitetural: o modelo não recebe autoridade sobre o fluxo; ele fornece julgamentos que o código pode combinar, limitar e encaminhar para revisão.

Neste artigo, explicarei o paradigma que sustenta o Jev, suas três primitivas, uma integração prática e os critérios para escolher entre Jev, LLM, regras determinísticas e classificadores tradicionais. Também examinarei limitações e pesquisas iniciais, porque saída estruturada, confiança e baixo custo não tornam uma decisão automaticamente correta.

A escolha entre uma decisão tipada e uma resposta gerada só faz sentido dentro do processo que utilizará o resultado. IA Além da Conversa aprofunda a arquitetura ao redor dos modelos: contexto, ferramentas, permissões, avaliação e operação. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como definir essas fronteiras no seu projeto. Para registrar comportamentos esperados, exceções e critérios de aceite em uma implementação Delphi, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. São conexões de método, não uma afirmação de que os livros ensinam especificamente o Jev.

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05/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Agentes de IA, api, Arquitetura de Software, automação, classificação, Confiança, Delphi, inteligência artificial, Jev, LLM, Machine Learning, Modelos de Decisão, Probabilidade, Python, Revisão Humana, Saída Estruturada, Sistemas Empresariais, System One, TypeSafe AI, TypeScript Deixe um comentário
29 setembro 2026

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Escrito por Régys Borges da Silveira
Código Delphi em editor ao lado de um diagrama de modernização incremental de sistema legado

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos. Essa realidade pode gerar duas reações igualmente arriscadas: não mexer em nada ou decidir reescrever tudo.

A primeira conserva problemas conhecidos e reduz, aos poucos, a capacidade de adaptação. A segunda troca riscos visíveis por riscos novos: funcionalidades esquecidas, diferenças de comportamento, longos períodos sem entrega relevante e uma convivência difícil entre o sistema antigo e o substituto em construção. Entre esses extremos há uma disciplina de engenharia: modernizar progressivamente, em mudanças pequenas, verificáveis e reversíveis.

Modernizar não significa aplicar tecnologias recentes a qualquer custo. Significa aumentar a capacidade de entender, alterar, testar, entregar e operar o software com menos incerteza. Em um sistema Delphi, isso pode envolver desde tornar a compilação repetível até reduzir o acoplamento entre formulários VCL, regras de negócio e acesso a dados. O ponto de partida não é uma lista de ferramentas; é um diagnóstico honesto do risco.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Delphi Vivo.

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29/09/2026 Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Sistemas legados APIs, Arquitetura de Software, builds reproduzíveis, CI/CD, Delphi, DUnitX, Firebird, FireDAC, manutenção de software, modernização incremental, Observabilidade, Refatoração, Régys Borges da Silveira, rollback, segurança de software, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
18 setembro 2026

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Escrito por Régys Borges da Silveira
Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

Se sua dificuldade é transformar um pedido à IA em trabalho que possa ser conferido, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos e critérios de aceite ligados a código e testes. Consulte o sumário e a degustação gratuita na página do livro para avaliar essa base de engenharia. Ao longo deste artigo, outras leituras complementam os temas de manutenção e integração, conforme a necessidade.

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18/09/2026 Delphi, Inteligência Artificial ACBr, Agentes de IA, Arquitetura de Software, automação, codex, Delphi, Engenharia de Software, erp, IA Generativa, lazarus, LLM, MCP, modernização de legado, object pascal, Privacidade, produtividade, Qualidade de Software, Segurança, Testes Automatizados Deixe um comentário
16 setembro 2026

Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial

Escrito por Régys Borges da Silveira

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.

  • Comprar o livro impresso na UICLAP
  • Comprar para Kindle na Amazon

Uma ponte entre o Delphi e os agentes de IA

Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.

O livro apresenta o Model Context Protocol (MCP) como essa ponte. Em vez de permitir acesso irrestrito, o sistema publica capacidades específicas, com contratos claros, argumentos validados e respostas controladas. A inteligência artificial pode descobrir e utilizar essas capacidades, enquanto as regras continuam no lugar em que devem estar: dentro da aplicação que conhece o negócio.

O desafio não é substituir o ERP por inteligência artificial, mas permitir que agentes utilizem suas capacidades de forma útil, segura e governável.

Do protocolo ao código executável

Esta não é uma obra apenas conceitual. Ao longo do livro, construímos em Delphi 13 um servidor MCP local, sem depender de uma biblioteca MCP externa. A implementação torna visíveis as mensagens e as decisões do protocolo, passando por JSON-RPC, transporte `stdio`, descoberta de capacidades, tools, resources e prompts.

O percurso utiliza o TechStore, um MiniERP fictício e funcional. Com ele, exploramos consultas de estoque, clientes, produtos e faturas, além da preparação controlada de um orçamento. Essa distinção é importante: preparar uma operação não significa confirmá-la. Ações críticas continuam sujeitas a autorização e decisão humana.

Ao longo da leitura, você aprenderá:

  • como agentes usam ferramentas e contexto;
  • como funciona o MCP e seu ciclo de mensagens;
  • como implementar um servidor MCP em Delphi;
  • como modelar contratos para tools, resources e prompts;
  • como conectar consultas do ERP sem expor SQL arbitrário;
  • como tratar segurança, autorização, observabilidade e testes;
  • como extrair uma regra presa a um evento VCL e transformá-la em um serviço reutilizável;
  • como publicar e testar a primeira tool de um ERP real.

Um laboratório funcional, com limites explícitos

Um dos cuidados centrais do livro é separar demonstração de produção. O exemplo é funcional, compilável e testável, mas não finge resolver sozinho temas como identidade confiável, autorização corporativa, implantação remota e observabilidade em escala. Esses limites são apresentados com clareza, junto das evidências e decisões necessárias para evoluir a arquitetura.

Meu objetivo foi oferecer não apenas código, mas critérios. Quais capacidades devem ser expostas? Quais dados precisam ser protegidos? Quando uma aprovação humana é indispensável? Como testar uma integração antes de permitir que ela afete uma operação real? Essas perguntas são tão importantes quanto fazer o primeiro pedido MCP funcionar.

Para quem é este livro

Delphi na Era dos Agentes foi escrito principalmente para desenvolvedores Delphi e profissionais que mantêm sistemas corporativos, especialmente ERPs. Ele também será útil para arquitetos de software, líderes técnicos e pessoas que precisam avaliar, com os pés no chão, como agentes de IA podem participar de processos empresariais.

Não é necessário chegar sabendo MCP. A jornada começa pelos fundamentos e avança gradualmente até uma integração completa. Quem já trabalha com Delphi encontrará uma ligação direta entre conceitos novos e problemas conhecidos da rotina de manutenção e evolução de sistemas.

Código para acompanhar a leitura

O livro possui um repositório público com o projeto completo do TechStore ERP, um projeto-modelo neutro, uma demonstração VCL e testes executáveis. A proposta é que você leia com o código aberto, compile cada marco e compare as mensagens do protocolo com o comportamento da aplicação.

Acessar os exemplos no GitHub

Onde comprar

A primeira edição foi publicada em 16 de setembro de 2026. Você pode escolher entre o eBook Kindle — também disponível no Kindle Unlimited — e o livro impresso no formato 16 × 23 cm, com 244 páginas.

  • Comprar o livro impresso na UICLAP
  • Comprar para Kindle na Amazon

Depois de mais de 20 anos trabalhando com sistemas corporativos e automação comercial, publicar este livro é uma forma de compartilhar um caminho que considero especialmente promissor para a comunidade Delphi: aproveitar o que os agentes de IA têm de melhor sem abandonar a precisão, o controle e a responsabilidade que o software empresarial exige.

Espero que a leitura ajude você a transformar curiosidade em prática — e a construir sua primeira integração MCP com segurança.

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16/09/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, automação empresarial, Delphi, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, erp, integração de sistemas, inteligência artificial, JSON-RPC, MCP, Model Context Protocol, segurança de software, servidor MCP, sistemas corporativos Deixe um comentário
16 setembro 2026

Delphi Unit Backtrace: descubra quem usa uma unit e como ela chega ao DPR

Escrito por Régys Borges da Silveira

Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo. Uma unit pode ser usada por outra, que é usada por uma terceira, até chegar ao arquivo principal do projeto.

Foi para tornar essa investigação mais prática que criei o Delphi Unit Backtrace. A primeira versão pública já está disponível no GitHub, com executáveis para Win32 e Win64. A ferramenta recebe um arquivo .dproj e o nome da unit, descobre o fonte correspondente e percorre as dependências no sentido inverso: da unit escolhida até seus consumidores e, quando existe essa ligação, até o DPR.

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16/09/2026 Notícias análise de dependências, Arquitetura de Software, cláusula uses, Código Legado, Delphi, Delphi 13, Delphi Unit Backtrace, Desenvolvimento Delphi, Ferramentas Delphi, grafo de dependências, object pascal, Open Source, RAD Studio, Refatoração, units Delphi Deixe um comentário
04 setembro 2026

Atropos: como otimizar automaticamente a cláusula uses no Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Quem trabalha há bastante tempo com Delphi provavelmente já encontrou units com cláusulas uses enormes, formadas por dezenas de dependências que ninguém sabe ao certo se ainda são necessárias. Algumas foram adicionadas automaticamente pela IDE, outras eram utilizadas por trechos de código que já não existem e muitas permanecem na seção interface mesmo sendo necessárias apenas na implementação. Embora pareça um problema meramente estético, esse acúmulo pode aumentar o acoplamento entre as units, dificultar a manutenção e ampliar desnecessariamente o impacto de cada alteração realizada no projeto.

Remover essas dependências manualmente nem sempre é simples. Excluir uma unit da cláusula uses, compilar o projeto e repetir o processo até encontrar todas as dependências desnecessárias pode consumir muito tempo, principalmente em sistemas antigos ou de grande porte. Além disso, algumas units possuem efeitos colaterais durante a inicialização da aplicação e não podem ser removidas apenas porque seus símbolos não aparecem diretamente no código. É nesse cenário que o Atropos se apresenta como uma ferramenta interessante para a comunidade Delphi.

O Atropos é um projeto open source (github.com/ViniAbreu/Atropos) criado para analisar e otimizar automaticamente as cláusulas uses de projetos Delphi. A ferramenta identifica units aparentemente não utilizadas, verifica quais dependências podem ser transferidas da seção interface para a seção implementation e modifica os arquivos de código. Depois disso, ela tenta compilar o projeto para confirmar que as alterações continuam válidas. Se a compilação falhar, os arquivos modificados são restaurados automaticamente.

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04/09/2026 Notícias Arquitetura de Software, Atropos, cláusula uses, Clean Code, Código Legado, Delphi, DelphiAST, dependências de software, Desenvolvimento Delphi, Ferramentas Delphi, object pascal, Open Source, Otimização de Código, performance no Delphi, Refatoração Deixe um comentário
25 agosto 2026

Delphi Vivo: meu novo livro sobre como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo

Escrito por Régys Borges da Silveira

Há sistemas Delphi que sustentam empresas inteiras há muitos anos, eles faturam, controlam estoque, emitem documentos fiscais, conversam com bancos, integram setores e preservam regras que foram construídas depois de incidentes, mudanças legais, negociações e necessidades que já não cabem em uma documentação simples.

Esses sistemas continuam importantes. O problema é que, com o tempo, cada mudança começa a custar mais, a versão do Delphi fica para trás. Componentes deixam de receber atualizações. O build depende de uma máquina específica. Regras de negócio aparecem em Forms, DataModules, SQL, triggers e integrações. Testes automatizados são poucos ou inexistentes. A equipe sabe que precisa avançar, mas não consegue demonstrar que a próxima alteração preservará aquilo que mantém a empresa funcionando.

Foi a partir dessa realidade que escrevi Delphi Vivo: Como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo.

O livro já está disponível em edição impressa pela UICLAP e em versão digital para Kindle na Amazon.

  • Comprar a edição impressa na UICLAP
  • Comprar a edição digital na Amazon
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25/08/2026 Notícias Arquitetura de Software, CI/CD, Delphi, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, DUnitX, erp, Firebird, FireDAC, inteligência artificial, modernização de software, Observabilidade, Refatoração, sistemas legados, vcl Deixe um comentário
21 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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21/08/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Prompts, Engenharia de Software, FireDAC, Firemonkey, inteligência artificial, object pascal, RAD Studio, SDD, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
16 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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15 julho 2026

Delphi Horse: Simplifique suas APIs com Auto-binding e Validação de DTOs

Escrito por Régys Borges da Silveira

Quem desenvolve APIs em Delphi utilizando o framework Horse sabe o quanto ele é leve, rápido e extremamente eficiente. No entanto, à medida que a aplicação cresce, começamos a nos deparar com um problema comum em nossos controllers: o excesso de código repetitivo (o famoso boilerplate) para ler payloads de requisições e validar os dados de entrada.

Se você se cansa de escrever dezenas de linhas checando se campos obrigatórios foram preenchidos, se e-mails são válidos ou se um valor numérico está no intervalo correto, você precisa conhecer o horse-dto.

Neste artigo, vamos entender como esse middleware automatiza o processo de desserialização e validação declarativa de dados usando atributos no Delphi.

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15/07/2026 Notícias api, Arquitetura de Software, backend, boss delphi, Clean Code, Delphi, DTO, horse, horse-dto, lazarus, microserviços, Middleware, pascal, REST API, validação Deixe um comentário
14 julho 2026

Horse e DEXT: Entenda as diferenças e saiba quando utilizar cada framework no Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

É extremamente comum encontrar desenvolvedores Delphi em fóruns, grupos de Telegram ou redes sociais fazendo perguntas como:

  • “Vale a pena trocar o Horse pelo DEXT?”
  • “O DEXT é melhor que o Horse?”
  • “Qual framework devo utilizar em um novo projeto?”

Essas perguntas costumam partir de uma premissa equivocada: a de que o Horse e o DEXT disputam exatamente o mesmo espaço.

Na prática, eles possuem filosofias arquiteturais bastante diferentes. Embora ambos possam ser utilizados para criar APIs REST eficientes, eles foram concebidos para resolver problemas distintos. O objetivo deste artigo não é eleger um vencedor, mas esclarecer onde cada abordagem se destaca e ajudar você a escolher a ferramenta mais adequada para cada cenário.

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14/07/2026 Notícias API REST, Arquitetura de Software, backend, boas praticas, Clean Code, Delphi, Desenvolvimento de Software, dev delphi, dext, horse, Manutenibilidade, microframework, mvc, programacao delphi, sistemas corporativos Deixe um comentário
10 julho 2026

Arquitetura Avançada no Delphi: Desvendando o Ciclo de Vida do Servidor e a Inicialização Estruturada (UseStartup) no Horse

Escrito por Régys Borges da Silveira

No desenvolvimento de APIs modernas e microsserviços com Delphi e Lazarus, o Horse se consolidou como o framework mais querido devido à sua simplicidade, leveza e alta velocidade. No entanto, à medida que os sistemas corporativos crescem, a necessidade de organização arquitetural, controle físico sobre conexões e conformidade com nuvens (como Docker e Kubernetes) torna-se crucial.

Recentemente, o ecossistema do Horse recebeu uma atualização de peso, focada justamente em infraestrutura corporativa: o suporte a Server Lifecycle Hooks (Ganchos de Ciclo de Vida do Servidor), o Graceful Shutdown (Desligamento Suave) unificado e o padrão de inicialização estruturada via UseStartup. Neste artigo, vamos explorar essas novidades e construir um exemplo didático e completo.

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10/07/2026 Notícias api, Arquitetura de Software, backend, Clean Code, Delphi, freepascal, graceful shutdown, horse, Indy, lazarus, lifecycle hooks, Microsserviços, rest, usestartup, webbroker Deixe um comentário
23 junho 2026

Do Acoplamento à Resiliência: A Evolução Arquitetural do Rad IA (v0.0.26 a v0.0.28)

Escrito por Régys Borges da Silveira

Se você desenvolve em Delphi, sabe que integrar componentes com a IDE através da Open Tools API (OTA) sempre foi um desafio — principalmente quando o assunto é testabilidade. Manter a IDE responsiva enquanto threads em background realizam chamadas de rede assíncronas para APIs de Inteligência Artificial exige uma arquitetura blindada.

Nas últimas semanas, o Rad IA (nosso assistente de IA focado em Delphi) passou por uma transformação profunda. Saímos de um acoplamento direto com a IDE e APIs de rede para um modelo arquitetural moderno, com inversão de controle, isolamento completo em testes unitários offline e testes automatizados de estresse de rede.

Neste artigo, vou guiar você pela jornada técnica das versões v0.0.26, v0.0.27 e a recém-lançada v0.0.28, detalhando os padrões de projeto (Design Patterns) aplicados que você também pode adotar nos seus projetos Delphi.

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23/06/2026 Notícias Arquitetura de Software, Clean Code, Delphi, Injeção de Dependência, Inversão de Controle, Mocking, Open Tools API, padrões de projeto, Programação Assíncrona, Qualidade de Código, Rad IA, Resiliência de Rede, SonarQube, testes unitários, vcl Deixe um comentário
20 junho 2026

Bastidores do Rad IA v0.0.26 — De Identidade Visual Premium a uma Arquitetura IoC/DIP Robusta no Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Se você tem acompanhado a evolução do Rad IA — nosso plugin open-source de assistência de IA integrado nativamente à IDE do Delphi (Alexandria, Athens e Florence) —, sabe que nosso compromisso vai muito além de “envelopar APIs de IA”. Buscamos trazer produtividade real para o desenvolvedor Object Pascal sob as regras mais rígidas de Clean Code, SOLID e segurança em runtime.

Na recém-lançada versão v0.0.26, demos um salto gigantesco. Redesenhamos a experiência visual do chat para torná-la mais orgânica e premium, e realizamos uma profunda reforma estrutural de engenharia de software na base de código do plugin.

Neste artigo, convido você a dar uma olhada nos bastidores do que mudou no Rad IA, nas decisões de arquitetura que tomamos e em como blindamos o plugin contra travamentos e concorrência no Delphi.

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20/06/2026 Notícias Arquitetura de Software, Clean Code, Delphi, DUnitX, Injeção de Dependência, inteligência artificial, Inversão de Controle, object pascal, Open Tools API, Rad IA, Refatoração, SOLID, testes unitários, Thread Safety Deixe um comentário
23 abril 2026

Reforma Tributária 2026: Como Adaptar seu ERP em Delphi com Apoio de Inteligência Artificial

Escrito por Régys Borges da Silveira

A reforma tributária brasileira não é apenas uma mudança legislativa — ela representa uma transformação estrutural na forma como empresas operam, calculam impostos e se relacionam com o fisco. Para empresas de software que desenvolvem ou mantêm sistemas ERP, essa mudança traz um impacto direto e inevitável.

Com a introdução de novos tributos como IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), além da padronização nacional da NFS-e, o nível de complexidade das regras fiscais aumenta significativamente. Isso exige não apenas atualizações pontuais, mas uma revisão profunda da lógica de negócio implementada nos sistemas.

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23/04/2026 Notícias ACBr, API Fiscal, Arquitetura de Software, automação fiscal, backend fiscal, cálculo tributário, cbs, Delphi fiscal, desenvolvimento corporativo, ERP Delphi, IA no desenvolvimento, ibs, integração ERP, inteligência artificial, legado Delphi, manutenção de sistemas, modernização de sistemas, NF-e 2026, NFS-e nacional, refatoração Delphi, reforma tributária 2026, regras fiscais, sistema ERP, Software House, Split Payment Deixe um comentário
21 abril 2026

IA para Desenvolvimento de ERP Web em 2026: Comparativo Real entre Codex, Antigravity e Claude

Escrito por Régys Borges da Silveira

O desenvolvimento de sistemas ERP sempre esteve diretamente ligado às tecnologias dominantes de cada época. Durante muitos anos, ferramentas como Delphi foram protagonistas na construção de aplicações robustas, especialmente no ambiente desktop, oferecendo alta produtividade e forte integração com regras de negócio complexas. Ainda hoje, inúmeros sistemas críticos em operação utilizam Delphi como base, o que torna sua relevância inquestionável no cenário corporativo.

Com a evolução tecnológica, surgiram novas demandas como escalabilidade, acesso via navegador e integração entre múltiplas plataformas. Nesse contexto, arquiteturas modernas baseadas em React no frontend e frameworks como NestJS e Next.js no backend passaram a dominar o desenvolvimento de ERPs web, trazendo maior flexibilidade e alcance.

Paralelamente a essa transformação, a inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio e passou a atuar como parte ativa no processo de desenvolvimento. Modelos como Codex, Antigravity e Claude são capazes de projetar, implementar e otimizar sistemas completos, atuando desde a definição arquitetural até a geração de código em larga escala.

Diante desse cenário híbrido — onde sistemas legados em Delphi convivem com aplicações web modernas — torna-se essencial compreender como utilizar a IA de forma estratégica. Este artigo apresenta um comparativo prático entre os principais modelos de IA para codificação, analisando custo, benefício e assertividade, além de propor uma abordagem eficiente para seu uso no desenvolvimento de ERPs modernos e na evolução de sistemas existentes.

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21/04/2026 Notícias Agentes de IA, antigravity ai, APIs REST, Arquitetura de Software, claude ai, codex, delphi programação, Desenvolvimento de Software, ERP web, fullstack, integração de sistemas, inteligência artificial, modernização de sistemas, nestjs, nextjs, produtividade com IA, React, sistemas ERP Deixe um comentário
18 abril 2026

IA Local: Guia de Configuração do Ollama e Integração ao VS Code com Cline

Escrito por Régys Borges da Silveira

O uso de Inteligência Artificial no desenvolvimento de software tornou-se um requisito para manter a eficiência. No entanto, a dependência de APIs externas traz desafios como latência, custos variáveis e, principalmente, preocupações com a privacidade de códigos proprietários.

Neste artigo, detalho como configurar o Ollama, o motor principal para execução de LLMs localmente, os modelos deepseek, e como integrá-lo ao seu fluxo de trabalho no VS Code utilizando o Cline para garantir um ambiente seguro e de alta performance.

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18/04/2026 Notícias Arquitetura de Software, Cline, DeepSeek, IA Local, LLM, Ollama, Privacidade, produtividade, VS Code Deixe um comentário
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