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Tag: Agentes de IA

01 outubro 2026

IA além da conversa: o que existe entre o modelo e uma solução confiável

Escrito por Régys Borges da Silveira
Diagrama conceitual entre um modelo de linguagem e uma solução de IA confiável, com contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e operação.

Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes. Essa capacidade é útil, mas não resolve, por si só, o problema de colocar inteligência artificial em uma atividade real de uma organização.

Uma solução operável precisa lidar com questões que não aparecem necessariamente na tela de conversa: de onde vêm as informações, quais delas estão atualizadas, quem pode vê-las, quando o sistema pode executar uma ação, como registrar o que aconteceu, como verificar a qualidade das respostas e como manter custos e riscos sob controle. O modelo é uma parte relevante do sistema, mas não é o sistema inteiro.

A diferença importa porque decisões de arquitetura tomadas cedo podem ampliar a complexidade sem melhorar o resultado. Em outros casos, uma implementação simples demais cria respostas sem evidência, acesso inadequado a dados ou automações que ninguém consegue auditar. O objetivo não deve ser construir o sistema mais sofisticado. Deve ser escolher a menor arquitetura capaz de produzir valor verificável, com segurança, governança e observabilidade.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de IA Além da Conversa.

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01/10/2026 Arquitetura de Software, Inteligência Artificial, Produto e Tecnologia Agentes de IA, arquitetura de IA, avaliação de IA, chatbot, Dados, function calling, governança de IA, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, MCP, modelos de linguagem, Observabilidade, permissões, produto digital, RAG, Segurança, workflows Deixe um comentário
18 setembro 2026

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Escrito por Régys Borges da Silveira
Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

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18/09/2026 Delphi, Inteligência Artificial ACBr, Agentes de IA, Arquitetura de Software, automação, codex, Delphi, Engenharia de Software, erp, IA Generativa, lazarus, LLM, MCP, modernização de legado, object pascal, Privacidade, produtividade, Qualidade de Software, Segurança, Testes Automatizados Deixe um comentário
16 setembro 2026

Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial

Escrito por Régys Borges da Silveira

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.

  • Comprar o livro impresso na UICLAP
  • Comprar para Kindle na Amazon

Uma ponte entre o Delphi e os agentes de IA

Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.

O livro apresenta o Model Context Protocol (MCP) como essa ponte. Em vez de permitir acesso irrestrito, o sistema publica capacidades específicas, com contratos claros, argumentos validados e respostas controladas. A inteligência artificial pode descobrir e utilizar essas capacidades, enquanto as regras continuam no lugar em que devem estar: dentro da aplicação que conhece o negócio.

O desafio não é substituir o ERP por inteligência artificial, mas permitir que agentes utilizem suas capacidades de forma útil, segura e governável.

Do protocolo ao código executável

Esta não é uma obra apenas conceitual. Ao longo do livro, construímos em Delphi 13 um servidor MCP local, sem depender de uma biblioteca MCP externa. A implementação torna visíveis as mensagens e as decisões do protocolo, passando por JSON-RPC, transporte `stdio`, descoberta de capacidades, tools, resources e prompts.

O percurso utiliza o TechStore, um MiniERP fictício e funcional. Com ele, exploramos consultas de estoque, clientes, produtos e faturas, além da preparação controlada de um orçamento. Essa distinção é importante: preparar uma operação não significa confirmá-la. Ações críticas continuam sujeitas a autorização e decisão humana.

Ao longo da leitura, você aprenderá:

  • como agentes usam ferramentas e contexto;
  • como funciona o MCP e seu ciclo de mensagens;
  • como implementar um servidor MCP em Delphi;
  • como modelar contratos para tools, resources e prompts;
  • como conectar consultas do ERP sem expor SQL arbitrário;
  • como tratar segurança, autorização, observabilidade e testes;
  • como extrair uma regra presa a um evento VCL e transformá-la em um serviço reutilizável;
  • como publicar e testar a primeira tool de um ERP real.

Um laboratório funcional, com limites explícitos

Um dos cuidados centrais do livro é separar demonstração de produção. O exemplo é funcional, compilável e testável, mas não finge resolver sozinho temas como identidade confiável, autorização corporativa, implantação remota e observabilidade em escala. Esses limites são apresentados com clareza, junto das evidências e decisões necessárias para evoluir a arquitetura.

Meu objetivo foi oferecer não apenas código, mas critérios. Quais capacidades devem ser expostas? Quais dados precisam ser protegidos? Quando uma aprovação humana é indispensável? Como testar uma integração antes de permitir que ela afete uma operação real? Essas perguntas são tão importantes quanto fazer o primeiro pedido MCP funcionar.

Para quem é este livro

Delphi na Era dos Agentes foi escrito principalmente para desenvolvedores Delphi e profissionais que mantêm sistemas corporativos, especialmente ERPs. Ele também será útil para arquitetos de software, líderes técnicos e pessoas que precisam avaliar, com os pés no chão, como agentes de IA podem participar de processos empresariais.

Não é necessário chegar sabendo MCP. A jornada começa pelos fundamentos e avança gradualmente até uma integração completa. Quem já trabalha com Delphi encontrará uma ligação direta entre conceitos novos e problemas conhecidos da rotina de manutenção e evolução de sistemas.

Código para acompanhar a leitura

O livro possui um repositório público com o projeto completo do TechStore ERP, um projeto-modelo neutro, uma demonstração VCL e testes executáveis. A proposta é que você leia com o código aberto, compile cada marco e compare as mensagens do protocolo com o comportamento da aplicação.

Acessar os exemplos no GitHub

Onde comprar

A primeira edição foi publicada em 16 de setembro de 2026. Você pode escolher entre o eBook Kindle — também disponível no Kindle Unlimited — e o livro impresso no formato 16 × 23 cm, com 244 páginas.

  • Comprar o livro impresso na UICLAP
  • Comprar para Kindle na Amazon

Depois de mais de 20 anos trabalhando com sistemas corporativos e automação comercial, publicar este livro é uma forma de compartilhar um caminho que considero especialmente promissor para a comunidade Delphi: aproveitar o que os agentes de IA têm de melhor sem abandonar a precisão, o controle e a responsabilidade que o software empresarial exige.

Espero que a leitura ajude você a transformar curiosidade em prática — e a construir sua primeira integração MCP com segurança.

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16/09/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, automação empresarial, Delphi, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, erp, integração de sistemas, inteligência artificial, JSON-RPC, MCP, Model Context Protocol, segurança de software, servidor MCP, sistemas corporativos Deixe um comentário
06 setembro 2026

Qual IA usar para programar? Comparando GPT, Gemini e DeepSeek em custo e capacidade

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação. Hoje, com ferramentas como Codex e outros agentes de desenvolvimento, podemos entregar tarefas muito maiores: analisar um repositório, compreender uma arquitetura existente, alterar vários arquivos, executar comandos, compilar o projeto, rodar testes, investigar erros e continuar trabalhando até encontrar uma solução.

Essa evolução trouxe um problema que até pouco tempo praticamente não existia: qual modelo devemos utilizar para programar?

A resposta parece simples. Se existe um modelo mais poderoso, basta utilizá-lo. Porém, quando começamos a usar agentes diariamente, essa estratégia pode se tornar desnecessariamente cara. Modelos diferentes possuem preços bastante diferentes e, principalmente, tarefas de desenvolvimento possuem níveis de complexidade completamente distintos. Utilizar o modelo mais poderoso disponível para alterar um campo de uma API ou criar um CRUD pode representar desperdício de capacidade e dinheiro.

No extremo oposto, escolher sempre o modelo mais barato também não é necessariamente uma boa estratégia. Uma tarefa complexa entregue a um modelo menos capaz pode exigir várias tentativas, consumir mais tokens, produzir alterações incorretas e demandar intervenção humana. No final, aquilo que parecia barato pode custar mais.

Neste artigo quero analisar justamente esse problema, comparando algumas das principais opções disponíveis atualmente para desenvolvimento de software: DeepSeek V4 Flash, DeepSeek V4 Pro, Gemini 3.1 Pro, GPT-5.6 Terra, GPT-5.6 Sol e GPT-6 Astra.

Mais importante do que simplesmente declarar qual deles é “o melhor”, quero chegar a uma pergunta que considero muito mais relevante para quem utiliza IA profissionalmente:

Quanto de inteligência realmente precisamos comprar para cada tarefa de desenvolvimento?

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06/09/2026 Notícias Agentes de IA, AI Code Router, codex, DeepSeek, Desenvolvimento Assistido por IA, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento Delphi, Engenharia de Software, gemini, GPT, IA Generativa, IA para Programação, inteligência artificial, Node.js, Programação com IA Deixe um comentário
26 agosto 2026

IA Além da Conversa: meu novo livro sobre como transformar modelos de linguagem em soluções reais

Escrito por Régys Borges da Silveira

Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

Essa facilidade, porém, pode criar uma impressão enganosa: a de que uma boa conversa já representa uma solução completa. Não representa.

Quando um sistema precisa consultar informações confiáveis, manter estado, utilizar ferramentas, respeitar permissões, produzir efeitos externos e operar de maneira segura, o modelo de linguagem passa a ser apenas uma parte da arquitetura.

Foi a partir dessa diferença que escrevi IA Além da Conversa: Como transformar modelos de linguagem em soluções inteligentes, seguras e operáveis.

Comprar a edição física na Uiclap

Amazon digital: https://www.amazon.com.br/dp/B0HGNP6P1Y

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26/08/2026 Notícias Agentes de IA, arquitetura de IA, Automação Inteligente, bancos vetoriais, Engenharia de Software, function calling, governança de IA, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, MCP, modelos de linguagem, Observabilidade, RAG, segurança de IA Deixe um comentário
21 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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21/08/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Prompts, Engenharia de Software, FireDAC, Firemonkey, inteligência artificial, object pascal, RAD Studio, SDD, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
17 agosto 2026

RadIA da 2.10 à 2.12.3: mais simples por fora, mais sólido por dentro

Escrito por Régys Borges da Silveira

A versão 2.10 marcou uma mudança importante no RadIA. Foi nela que o projeto ganhou uma camada semântica estrutural própria para Object Pascal, aproximando o agente do código real, dos símbolos, dos tipos, da herança e das interfaces presentes em um projeto Delphi.

Depois dessa fundação, surgiu uma pergunta inevitável: como entregar toda essa capacidade sem exigir que o usuário compreenda a arquitetura interna do produto antes de conseguir utilizá-lo?

O desafio não era remover recursos. Também não era transformar o RadIA em um assistente limitado, capaz apenas de gerar pequenos trechos de código. A proposta sempre foi mais ampla: integrar chat, agente, editor, compilação, testes, debugger, Form Designer, terminal, conhecimento local, MCP, extensões e automações dentro do Delphi.

O verdadeiro desafio era reduzir a carga cognitiva sem reduzir o produto.

Esse foi o eixo principal do trabalho realizado entre as versões 2.10 e 2.12.3. Nesse período, o RadIA ganhou uma jornada inicial mais direta, passou a explicar melhor o que está fazendo, deixou escolhas importantes visíveis, organizou sua presença dentro da IDE e recebeu novos testes de integração para situações que só aparecem quando o software encontra a vida real: uma IDE sem projeto aberto, uma janela acoplada, uma troca rápida entre projetos ou um módulo recriado internamente pela Open Tools API.

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17/08/2026 Notícias Agentes de IA, automação, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, Experiência do Usuário, inteligência artificial, object pascal, Open Tools API, produtividade, Programação Assistida por IA, RAD Studio, RadIA, Testes Automatizados Deixe um comentário
16 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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16/08/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Prompts, Engenharia de Software, FireDAC, Firemonkey, inteligência artificial, object pascal, RAD Studio, SDD, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
13 agosto 2026

RadIA 2.7.0: uma base funcional determinística para programar Delphi com IA dentro da IDE

Escrito por Régys Borges da Silveira

O RadIA nasceu com uma proposta simples de explicar e difícil de executar bem: levar inteligência artificial para dentro do Delphi sem transformar a IDE em apenas mais uma janela de chat. A ideia sempre foi que a IA pudesse participar do fluxo real de desenvolvimento, com acesso controlado a contexto, projeto, editor, designer, build, testes, debugger e evidências.

A versão 2.7.0 é importante porque não tenta vender uma novidade isolada. Ela fecha uma baseline funcional determinística. Em outras palavras: pega capacidades que vinham amadurecendo nas versões anteriores e as consolida em um conjunto mais previsível, mais validado e mais fácil de demonstrar.

O foco desta release é clareza operacional. O RadIA precisa entender melhor a intenção do usuário, escolher o caminho certo dentro da IDE, pedir consentimento quando houver risco, executar ações reais e deixar evidências suficientes para que o desenvolvedor confie no resultado.

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13/08/2026 Notícias Agentes de IA, Delphi, DUnitX, geração de projetos, ide, inteligência artificial, object pascal, Open Source, produtividade, RAD Studio, RadIA, revisão de código Deixe um comentário
11 agosto 2026

RadIA 2.6.2: do chat com IA ao agente que cria, compila, depura e valida projetos Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Desde o ultimo artigo, publicado na versao 2.3.0, o RadIA deixou de ser apenas uma plataforma com contexto compactado e avancou para uma experiencia agentiva mais completa dentro do Delphi. A sequencia 2.3.1 ate 2.6.2 trouxe rotas de execucao mais claras, ChatGPT Pro via Codex CLI, terminal de alta fidelidade, publicacao de skills para CLIs, criacao de projetos por prompt, validacao com build, debugger e DUnitX, alem de correcoes importantes de usabilidade e instalacao.

No artigo da versao 2.3.0, o foco principal foi o RTK interno do RadIA: uma camada para reduzir o volume de resultados enviados ao modelo sem perder a evidencia original. Aquela entrega tratava um problema essencial para agentes de IA: contexto nao e infinito, e um runtime serio precisa saber o que deve lembrar, o que pode resumir e o que precisa preservar integralmente.

De la para ca, o RadIA evoluiu em outra direcao igualmente importante: transformar essa base agentiva em uma experiencia mais pratica, mais visivel e mais proxima do trabalho diario no Delphi.

Entre as versoes 2.3.1 e 2.6.2, o projeto avancou em cinco frentes:

  1. execucao mais clara entre chat, agente, CLI e MCP;
  2. terminal e CLIs externos mais bem integrados;
  3. portabilidade de skills e extensoes;
  4. criacao de projetos Delphi por linguagem natural;
  5. estabilidade e usabilidade para testes reais no Delphi 12 e 13.

O resultado e um RadIA menos dependente de explicacao previa. O usuario pode conversar, pedir uma acao, criar um projeto, aprovar um plano, ver a IDE trabalhar, acompanhar build, testes e debugger, e conferir a versao instalada nas proprias janelas.

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11/08/2026 Notícias Agentes de IA, ChatGPT Pro, Codex CLI, Debugger, Delphi, DUnitX, Form Designer, inteligencia artificial, MCP, object pascal, Open Source, produtividade, RAD Studio, RadIA, terminal Deixe um comentário
08 agosto 2026

RadIA 2.3.0: como compactar o contexto da IA pode mudar a forma de programar no Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Se você acompanha o RadIA, já sabe que a proposta do projeto não é colocar apenas mais uma janela de chat dentro do Delphi. O objetivo é permitir que a inteligência artificial participe de fluxos reais de desenvolvimento: inspecionar o projeto aberto, localizar símbolos, alterar arquivos, compilar, executar testes, analisar diffs e apresentar evidências verificáveis.

Esse tipo de experiência tem um desafio que normalmente aparece somente quando o agente começa a executar tarefas longas: o volume de contexto cresce muito rápido.

Uma compilação pode produzir centenas de hints. Uma suíte de testes pode repetir milhares de linhas de sucesso. Um diff pode ter centenas de kilobytes. Uma busca na base de conhecimento pode retornar trechos extensos. Se todo esse conteúdo continuar sendo reenviado integralmente ao modelo a cada nova decisão, a IA passa a gastar contexto, tempo e possivelmente dinheiro relendo informações que já foram processadas.

O RadIA 2.3.0 enfrenta esse problema com um RTK interno, escrito em Delphi e integrado diretamente ao Agent Runtime.

RTK, neste contexto, é uma camada de compactação de resultados de ferramentas. Em vez de entregar ao modelo todo o payload bruto em cada passo, o RadIA cria uma projeção menor, determinística e orientada às evidências que realmente importam. O resultado original não é apagado: ele permanece armazenado e pode ser recuperado por resumo ou por faixa sem executar a ferramenta novamente.

O efeito esperado é simples de explicar: menos ruído no contexto, mais espaço para raciocínio, menos repetição e maior capacidade de sustentar tarefas longas.

A versão 2.3.0 do RadIA reduz o volume de resultados reenviado aos modelos sem descartar a evidência original. Em dez execuções Release, o benchmark controlado mediu 96,71% de redução no corpus completo e 75,65% quando removemos o stress test de 1 MiB. Este artigo explica o que esses números realmente demonstram, o que eles não demonstram e por que tratar contexto como recurso pode ser uma evolução importante na programação assistida por IA.

Mas antes de falar em economia, precisamos responder à pergunta mais importante: os benchmarks são reais e confiáveis?

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08/08/2026 Notícias Agentes de IA, contexto, Delphi, Desenvolvimento de Software, inteligência artificial, object pascal, Open Source, Otimização, produtividade, RAD Studio, RadIA, RTK, tokens Deixe um comentário
07 agosto 2026

RadIA 2.2.1: de assistente de código a parceiro de jornada dentro do Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Repositório: https://github.com/regyssilveira/RadIA-Plugin

Em poucas versões, o RadIA evoluiu de um assistente integrado ao editor para uma plataforma agêntica com 124 ferramentas, capaz de participar de jornadas completas de criação, build, testes, depuração, diagnóstico de memória e validação de correções.

Quem desenvolve em Delphi sabe que escrever código é apenas uma parte do trabalho. O ciclo real inclui compreender projetos antigos, localizar units, interpretar mensagens do compilador, criar e executar testes, reproduzir erros que só aparecem em runtime, analisar a pilha de chamadas e, nos casos mais difíceis, perseguir vazamentos de memória.

Foi olhando para essa jornada completa que o RadIA evoluiu.

Na versão 1.0.0, ele já era muito mais do que uma janela de chat. O plugin se integrava ao editor do Delphi, entendia o contexto da unit ativa, trabalhava com vários provedores de IA, criava e revisava código, preparava alterações seguras e acessava recursos da IDE por ferramentas estruturadas.

Agora, na versão 2.2.1, o RadIA chega a outro estágio: ele não apenas sugere o que o desenvolvedor poderia fazer. Com autorização, limites claros e etapas revisáveis, ele consegue participar da execução do trabalho dentro da própria IDE.

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07/08/2026 Notícias Agentes de IA, Automação de Testes, Debugger, Delphi, Delphi IDE, Desenvolvimento de Software, DUnitX, FastMM5, Ferramentas para Desenvolvedores, inteligência artificial, memory leaks, object pascal, Open Tools API, Programação Delphi, RadIA Deixe um comentário
07 julho 2026

AgentKit4D: O Kit de Qualidade Definitivo para Projetos Delphi na Era das IAs

Escrito por Régys Borges da Silveira

O desenvolvimento de software com Delphi tem passado por uma evolução incrível nos últimos anos. Com compiladores modernos, suporte a multiplataforma e frameworks inovadores, a linguagem continua sendo a espinha dorsal de sistemas robustos em todo o mundo. E agora, estamos vivenciando uma nova revolução: o uso de assistentes de inteligência artificial (coding agents) no dia a dia da programação, como Cursor, GitHub Copilot, Claude e Gemini.

No entanto, essa ajuda tecnológica traz um desafio clássico para o ecossistema Delphi. As IAs, por mais inteligentes que sejam, nem sempre conhecem de forma nativa as particularidades do gerenciamento de memória do Delphi, a correta ordem de destruição de objetos, ou a sintaxe moderna do framework Dext. Como resultado, é comum que elas sugiram códigos propensos a memory leaks (vazamentos de memória) ou que violem as regras de análise estática.

É exatamente para solucionar essa lacuna que tenho o orgulho de apresentar o AgentKit4D (Delphi Agent Quality Kit). Um projeto desenvolvido para atuar como uma ponte de qualidade de código estrita, alinhando desenvolvedores humanos e assistentes de IA sob as melhores práticas da engenharia de software moderno.

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07/07/2026 Notícias Agentes de IA, AgentKit4D, Anthropic, Automação Inteligente, Delphi, Desenvolvimento Delphi, gemini, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, MCP, Model Context Protocol, object pascal, Open Source, OpenAI Deixe um comentário
21 abril 2026

IA para Desenvolvimento de ERP Web em 2026: Comparativo Real entre Codex, Antigravity e Claude

Escrito por Régys Borges da Silveira

O desenvolvimento de sistemas ERP sempre esteve diretamente ligado às tecnologias dominantes de cada época. Durante muitos anos, ferramentas como Delphi foram protagonistas na construção de aplicações robustas, especialmente no ambiente desktop, oferecendo alta produtividade e forte integração com regras de negócio complexas. Ainda hoje, inúmeros sistemas críticos em operação utilizam Delphi como base, o que torna sua relevância inquestionável no cenário corporativo.

Com a evolução tecnológica, surgiram novas demandas como escalabilidade, acesso via navegador e integração entre múltiplas plataformas. Nesse contexto, arquiteturas modernas baseadas em React no frontend e frameworks como NestJS e Next.js no backend passaram a dominar o desenvolvimento de ERPs web, trazendo maior flexibilidade e alcance.

Paralelamente a essa transformação, a inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio e passou a atuar como parte ativa no processo de desenvolvimento. Modelos como Codex, Antigravity e Claude são capazes de projetar, implementar e otimizar sistemas completos, atuando desde a definição arquitetural até a geração de código em larga escala.

Diante desse cenário híbrido — onde sistemas legados em Delphi convivem com aplicações web modernas — torna-se essencial compreender como utilizar a IA de forma estratégica. Este artigo apresenta um comparativo prático entre os principais modelos de IA para codificação, analisando custo, benefício e assertividade, além de propor uma abordagem eficiente para seu uso no desenvolvimento de ERPs modernos e na evolução de sistemas existentes.

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21/04/2026 Notícias Agentes de IA, antigravity ai, APIs REST, Arquitetura de Software, claude ai, codex, delphi programação, Desenvolvimento de Software, ERP web, fullstack, integração de sistemas, inteligência artificial, modernização de sistemas, nestjs, nextjs, produtividade com IA, React, sistemas ERP Deixe um comentário
16 março 2026

IA Agêntica: O Futuro da Automação de Fluxos de Trabalho

Escrito por Régys Borges da Silveira

A evolução da Inteligência Artificial nos trouxe de um cenário de simples consultas e respostas para uma era de execução e autonomia. Se antes estávamos maravilhados com a capacidade de um chatbot em resumir textos ou responder perguntas, hoje o foco mudou para a IA Agêntica.

Neste artigo, vamos explorar como essa tecnologia está transformando a automação de processos, saindo das conversas passivas para agentes que tomam decisões e executam tarefas complexas dentro de sistemas críticos como ERPs e CRMs.

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16/03/2026 Notícias Agentes de IA, Automação de Processos, CRM, erp, Futuro do Trabalho, IA Agêntica, IA para Empresas, inteligência artificial, Transformação Digital, Workflow Deixe um comentário
30 dezembro 2025

Do Chat à Execução: O que a compra da Manus pela Meta revela sobre o futuro da Produtividade

Escrito por Régys Borges da Silveira

Se você achou que 2025 terminaria apenas com “chatbots mais espertos”, a notícia da última segunda-feira (29/12) mudou o jogo. A Meta (dona do WhatsApp, Instagram e Facebook) anunciou a aquisição da Manus, uma startup que nasceu na China e se consolidou em Singapura como a líder em Agentes de IA de propósito geral.

O movimento não é apenas mais uma aquisição; é a terceira maior da história da Meta (atrás apenas de WhatsApp e Scale AI), estimada em mais de US$ 2 bilhões. Mas por que isso importa para quem desenvolve software e busca produtividade?

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30/12/2025 Notícias Agentes de IA, automação, Execution Layer, Futuro da Tecnologia, Inovação, inteligência artificial, Manus AI, Mark Zuckerberg, Meta, produtividade Deixe um comentário
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