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Régys Borges da Silveira

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Tag: inteligência artificial

12 outubro 2026

Modelos Gemini para programação: preços, raciocínio e quando usar cada um

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração conceitual de módulos de software, calendário e controle giratório sobre uma bancada clara, representando escolha de modelo, preço e raciocínio

Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples até que a mesma ferramenta precisa explicar uma rotina antiga, revisar uma alteração delicada e investigar um defeito que aparece somente em produção. São problemas diferentes. Usar sempre o modelo mais caro pode desperdiçar dinheiro; insistir no mais barato pode consumir o tempo que se pretendia economizar.

No caso do Google, nomes como Flash, Flash-Lite e Pro ajudam a localizar famílias, mas não substituem a leitura da documentação. O número maior também não resolve sozinho a escolha: uma versão estável e uma versão em prévia têm implicações diferentes para quem mantém um sistema empresarial.

Este artigo apresenta os modelos relevantes para assistência textual ao desenvolvimento, os preços da Gemini Developer API e os controles de raciocínio. Também propõe um roteiro de uso em Delphi e critérios para avaliar resultados. A consulta foi realizada em 2 de outubro de 2026; preços e disponibilidade precisam ser reconferidos antes da contratação ou da implantação.

Uma janela de contexto maior ou outro modelo não resolve, por si só, o projeto da integração. IA Além da Conversa aprofunda como organizar contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos ao redor do modelo. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar esse percurso além da comparação de preços. Se a tarefa é evoluir uma aplicação Delphi existente, Delphi Vivo complementa a leitura com diagnóstico de dependências, testes e modernização incremental.

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12/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Arquitetura de Software, automação, Custos de IA, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Software, gemini, Gemini API, google, Google AI Studio, inteligência artificial, LLM, modelos de linguagem, object pascal, programação, raciocínio, revisão de código, Testes de Software Deixe um comentário
09 outubro 2026

Do zero ao LLM com Delphi: compreender modelos de linguagem construindo um

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração conceitual de um fluxo de texto passando por tokenização, vetores, atenção e geração em um projeto Delphi.

Quando um modelo de linguagem é usado por uma API, a experiência parece direta: envia-se um texto, definem-se algumas instruções e recebe-se uma continuação ou uma resposta. Para quem precisa integrar recursos de IA a um sistema, essa simplicidade é útil. Mas ela também oculta quase todo o mecanismo que torna a saída possível.

Entre uma frase de entrada e a próxima palavra gerada existem decisões sobre como dividir texto, como representar símbolos numericamente, como calcular transformações entre vetores, como medir erros e como atualizar parâmetros. Há ainda regras arquiteturais que impedem o modelo de consultar indevidamente tokens futuros durante o treinamento de geração. Sem enxergar essas etapas, é fácil tratar o modelo como uma caixa-preta: algo que “entende” texto porque responde de maneira plausível.

Construir um modelo pequeno muda o foco. Não se trata de disputar qualidade, escala ou abrangência com modelos comerciais. Trata-se de converter conceitos abstratos em objetos, rotinas, dados de entrada, cálculos e testes que possam ser inspecionados. Um LLM educacional funciona, nesse sentido, como um laboratório: sua utilidade está menos no tamanho da resposta que produz e mais na clareza que oferece sobre o caminho até ela.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Do Zero ao LLM com Delphi.

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09/10/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Aprendizado de Máquina, atenção causal, Delphi, Delphi 13, geração de texto, gradientes, inteligência artificial, LLM, modelos de linguagem, Otimização, programação, Redes Neurais, Régys Borges da Silveira, tensores, tokenização, Transformer, treinamento de modelos, vetores Deixe um comentário
07 outubro 2026

Delphi na era dos agentes: como conectar ERPs à IA com MCP

Escrito por Régys Borges da Silveira
Diagrama conceitual de um ERP em Delphi conectado a um agente de IA por um servidor MCP local

Um ERP concentra informações e regras que sustentam a operação de uma empresa: cadastro de clientes, catálogo de produtos, estoque, faturamento, políticas comerciais e rotinas administrativas. Ao mesmo tempo, agentes de IA estão mudando a expectativa sobre como as pessoas consultam e operam sistemas. Em vez de navegar por múltiplas telas, o usuário pode formular uma intenção: “quais produtos estão abaixo do estoque mínimo?” ou “prepare um orçamento para este cliente”.

A aparente simplicidade dessas perguntas esconde uma questão de arquitetura. Um agente não deveria receber acesso genérico ao banco de dados, nem ser estimulado a reproduzir por tentativa e erro as regras que o ERP já possui. Tampouco faz sentido transformar cada detalhe interno do sistema em uma ferramenta disponível para um modelo de linguagem.

O caminho mais seguro e sustentável é expor capacidades delimitadas, com contratos claros e controles proporcionais ao risco. Nesse cenário, o Model Context Protocol (MCP) oferece uma forma de apresentar ferramentas, recursos e instruções para clientes compatíveis, enquanto o ERP permanece como fonte de verdade para suas regras de negócio.

Conheça o livro: Delphi na Era dos Agentes.

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07/10/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, Integração de sistemas, Inteligência Artificial Agentes de IA, Arquitetura de Software, controle de acesso, Delphi, Delphi 13, erp, estoque, faturas, integração de sistemas, inteligência artificial, JSON-RPC, MCP, MiniERP, Model Context Protocol, Observabilidade, segurança de APIs, stdio, Testes de Software Deixe um comentário
05 outubro 2026

Liderança ampliada: usar IA sem terceirizar o julgamento humano

Escrito por Régys Borges da Silveira
Líder analisando informações com apoio de inteligência artificial sem abrir mão do julgamento humano

A entrada da inteligência artificial na rotina de trabalho criou uma possibilidade concreta para líderes: gastar menos energia na organização inicial de informações e mais energia naquilo que exige presença, critério e responsabilidade. O problema começa quando essa possibilidade é confundida com autorização para transferir decisões à ferramenta.

Uma resposta bem redigida, uma lista de prioridades aparentemente coerente ou um resumo de reunião não são, por si só, bons julgamentos. São materiais de trabalho. Podem acelerar uma análise, revelar lacunas e oferecer opções. Ainda assim, não conhecem por completo a história da equipe, os compromissos assumidos, as relações de confiança, os riscos de uma escolha nem os efeitos que uma mensagem terá sobre pessoas específicas.

Usar IA com maturidade na liderança depende menos de descobrir o comando perfeito e mais de estabelecer fronteiras claras: o que a tecnologia pode preparar, o que o líder precisa verificar e aquilo que continua indelegável. Essa distinção protege a qualidade das decisões e evita que a eficiência operacional seja conquistada à custa de responsabilidade humana.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Liderança Ampliada.

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05/10/2026 Gestão de Pessoas, Inteligência Artificial, Liderança, Produtividade conflitos, delegação, desenvolvimento de pessoas, Ética em IA, feedback, gestão de equipes, gestão de pessoas, governança, IA Generativa, inteligência artificial, julgamento humano, liderança, liderança ampliada, prioridades, produtividade, reuniões, rotina de gestão, tomada de decisão Deixe um comentário
05 outubro 2026

Jev na prática: quando usar um modelo de decisão em vez de um LLM

Escrito por Régys Borges da Silveira
Composição colorida contrapondo geração aberta de conteúdo, à esquerda, e decisões estruturadas com probabilidades, à direita, conectadas por um núcleo híbrido e revisão humana

Durante os últimos anos, inteligência artificial aplicada a software tornou-se quase sinônimo de grandes modelos de linguagem, os LLMs. Quando um sistema precisa classificar uma solicitação, escolher uma ferramenta ou avaliar um texto, tornou-se comum enviar um prompt a um modelo generativo e pedir uma resposta em JSON. Essa solução funciona, mas levanta uma pergunta importante: se o programa precisa somente de uma decisão, por que utilizar um mecanismo projetado principalmente para gerar linguagem?

O Jev, apresentado pela TypeSafe AI em setembro de 2026, parte dessa pergunta. Em vez de escrever uma explicação, ele recebe informações sobre um caso e responde a perguntas delimitadas com valores tipados e probabilidades. A proposta chama atenção pelo custo e pela velocidade divulgados, mas o aspecto mais interessante é arquitetural: o modelo não recebe autoridade sobre o fluxo; ele fornece julgamentos que o código pode combinar, limitar e encaminhar para revisão.

Neste artigo, explicarei o paradigma que sustenta o Jev, suas três primitivas, uma integração prática e os critérios para escolher entre Jev, LLM, regras determinísticas e classificadores tradicionais. Também examinarei limitações e pesquisas iniciais, porque saída estruturada, confiança e baixo custo não tornam uma decisão automaticamente correta.

A escolha entre uma decisão tipada e uma resposta gerada só faz sentido dentro do processo que utilizará o resultado. IA Além da Conversa aprofunda a arquitetura ao redor dos modelos: contexto, ferramentas, permissões, avaliação e operação. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como definir essas fronteiras no seu projeto. Para registrar comportamentos esperados, exceções e critérios de aceite em uma implementação Delphi, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. São conexões de método, não uma afirmação de que os livros ensinam especificamente o Jev.

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05/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Agentes de IA, api, Arquitetura de Software, automação, classificação, Confiança, Delphi, inteligência artificial, Jev, LLM, Machine Learning, Modelos de Decisão, Probabilidade, Python, Revisão Humana, Saída Estruturada, Sistemas Empresariais, System One, TypeSafe AI, TypeScript Deixe um comentário
05 outubro 2026

ACBr com IA na Prática para desenvolver em Delphi com mais critério

Escrito por Régys Borges da Silveira
Capa oficial do livro ACBr com IA na Prática ao lado dos conceitos contexto, ação e evidência.

Quem mantém um sistema comercial em Delphi conhece a distância entre receber uma sugestão e entregar uma alteração confiável. Uma configuração precisa corresponder ao ambiente instalado, um documento deve representar os dados corretos e uma correção precisa sobreviver à compilação, aos testes e à operação. A inteligência artificial pode ajudar nesse percurso, mas uma resposta convincente ainda não demonstra que o trabalho foi resolvido.

É com essa preocupação que apresento meu novo livro, ACBr com IA na Prática: Inteligência artificial aplicada ao dia a dia do desenvolvimento com Delphi e ACBr. A proposta é aproximar a IA dos problemas concretos de desenvolvimento, diagnóstico e manutenção, sem transferir a ela a responsabilidade por decisões técnicas ou fiscais. O centro da leitura é um método de trabalho que o desenvolvedor consegue acompanhar, conferir e repetir.

Neste artigo, explico o recorte da obra, o que o leitor encontra nos materiais e como começar a aplicar essa abordagem em uma tarefa pequena. Não é preciso dominar inteligência artificial para entender a proposta. É importante, porém, reconhecer que produtividade não deve ser medida apenas pela quantidade de código produzido ou pela velocidade da primeira resposta.

Conheça o livro ACBr com IA na Prática, consulte o sumário e leia a degustação na página oficial.

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05/10/2026 Delphi, Inteligência Artificial ACBr, Agentes de IA, Automação Comercial, Delphi, Desenvolvimento de Software, diagnóstico, DUnitX, homologação, inteligência artificial, livros, manutenção de software, nfc-e, object pascal, Régys Borges da Silveira, sistemas fiscais, skills, Testes Automatizados Deixe um comentário
02 outubro 2026

RadIA 2.17.18: o que mudou desde a versão 2.15 e como a comunidade ajudou o projeto a evoluir

Escrito por Régys Borges da Silveira
Linha de evolução do RadIA conectando as versões 2.15, 2.16 e 2.17.18 dentro de um ambiente de desenvolvimento Delphi

Quando publiquei o artigo sobre o RadIA 2.15, o projeto já havia deixado de ser apenas uma janela de conversa dentro do Delphi. Aquela versão reunia validação de código, refatoração semântica, diagnóstico do depurador, automação VCL e uma política mais clara para operações capazes de modificar um projeto.

Pouco mais de um mês depois, o número da versão chegou a 2.17.18. Seria fácil contar essa história como uma sucessão de funcionalidades, mas isso esconderia o aprendizado mais importante. O RadIA ampliou o que consegue fazer, porém a mudança mais profunda ocorreu na forma como essas capacidades são testadas, recuperadas quando algo dá errado e ajustadas a partir da experiência de quem usa o Delphi todos os dias.

Entre as tags v2.15.0, de 16 de agosto de 2026, e v2.17.18, de 29 de setembro, o histórico público do projeto registra 206 commits e mudanças em 292 arquivos, com 30.775 linhas adicionadas e 2.278 removidas. Números não medem qualidade por si sós, mas revelam a extensão do trabalho: a evolução alcançou o núcleo agentivo, a integração com a IDE, a interface, a documentação, o instalador e, sobretudo, os testes.

A ferramenta amplia as possibilidades, mas uma mudança confiável ainda começa por explicar o que deve ser feito e como conferir o resultado. SDD em Delphi aprofunda esse método com especificações, contratos, critérios de aceite e ligação entre implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como orientar suas próximas tarefas com apoio de IA. Quando essas tarefas envolvem um sistema existente que precisa continuar funcionando, Delphi Vivo complementa o percurso com modernização incremental e proteção de comportamentos. São leituras sobre engenharia, não manuais desta versão do RadIA.

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02/10/2026 Delphi, Inteligência Artificial Agentes de IA, automação de desenvolvimento, Comunidade Delphi, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, DUnitX, FireDAC, FireDAC Advisor, IDE64, inteligência artificial, MCP, Open Tools API, RAD Studio, RadIA, software livre, terminal integrado, vcl 2 comentários
01 outubro 2026

IA além da conversa: o que existe entre o modelo e uma solução confiável

Escrito por Régys Borges da Silveira
Diagrama conceitual entre um modelo de linguagem e uma solução de IA confiável, com contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e operação.

Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes. Essa capacidade é útil, mas não resolve, por si só, o problema de colocar inteligência artificial em uma atividade real de uma organização.

Uma solução operável precisa lidar com questões que não aparecem necessariamente na tela de conversa: de onde vêm as informações, quais delas estão atualizadas, quem pode vê-las, quando o sistema pode executar uma ação, como registrar o que aconteceu, como verificar a qualidade das respostas e como manter custos e riscos sob controle. O modelo é uma parte relevante do sistema, mas não é o sistema inteiro.

A diferença importa porque decisões de arquitetura tomadas cedo podem ampliar a complexidade sem melhorar o resultado. Em outros casos, uma implementação simples demais cria respostas sem evidência, acesso inadequado a dados ou automações que ninguém consegue auditar. O objetivo não deve ser construir o sistema mais sofisticado. Deve ser escolher a menor arquitetura capaz de produzir valor verificável, com segurança, governança e observabilidade.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de IA Além da Conversa.

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01/10/2026 Arquitetura de Software, Inteligência Artificial, Produto e Tecnologia Agentes de IA, arquitetura de IA, avaliação de IA, chatbot, Dados, function calling, governança de IA, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, MCP, modelos de linguagem, Observabilidade, permissões, produto digital, RAG, Segurança, workflows Deixe um comentário
17 setembro 2026

Delphi 13.2 Florence: o que muda para projetos reais

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ambiente de desenvolvimento abstrato conectado a compiladores para servidor Linux e arquitetura ARM, com módulos de interfaces modernas

A Embarcadero lançou em 17 de setembro de 2026 o RAD Studio 13.2 Florence, acompanhado do Delphi 13.2 e do C++Builder 13.2. A atualização chega seis meses depois da versão 13.1 e concentra esforços em compiladores, desempenho, Linux, Windows on Arm, produtividade dentro da IDE, interfaces modernas e integração com inteligência artificial. Há novidades visíveis, como controles VCL e o Navigator, mas as mudanças mais profundas estão na infraestrutura de compilação.

Para uma equipe que mantém aplicações reais, uma lista de recursos não responde à pergunta mais importante: vale atualizar agora? A resposta depende dos alvos usados, dos componentes de terceiros e da maturidade dos testes do projeto. Este artigo organiza as novidades por impacto, separa medições do fabricante de resultados que ainda precisam ser confirmados em cada base de código e propõe um roteiro de avaliação que não exige colocar a produção em risco.

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17/09/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, RAD Studio Arm64EC, C++ Builder, compilador delphi, Delphi 13.2, FireDAC, Firemonkey, Florence, inteligência artificial, linux, LLVM 20, MCP, migração de projetos, Navigator, object pascal, RAD Studio 13.2, Skia4Delphi, vcl, Windows on Arm Deixe um comentário
16 setembro 2026

Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial

Escrito por Régys Borges da Silveira

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.

  • Comprar o livro impresso na UICLAP
  • Comprar para Kindle na Amazon

Uma ponte entre o Delphi e os agentes de IA

Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.

O livro apresenta o Model Context Protocol (MCP) como essa ponte. Em vez de permitir acesso irrestrito, o sistema publica capacidades específicas, com contratos claros, argumentos validados e respostas controladas. A inteligência artificial pode descobrir e utilizar essas capacidades, enquanto as regras continuam no lugar em que devem estar: dentro da aplicação que conhece o negócio.

O desafio não é substituir o ERP por inteligência artificial, mas permitir que agentes utilizem suas capacidades de forma útil, segura e governável.

Do protocolo ao código executável

Esta não é uma obra apenas conceitual. Ao longo do livro, construímos em Delphi 13 um servidor MCP local, sem depender de uma biblioteca MCP externa. A implementação torna visíveis as mensagens e as decisões do protocolo, passando por JSON-RPC, transporte `stdio`, descoberta de capacidades, tools, resources e prompts.

O percurso utiliza o TechStore, um MiniERP fictício e funcional. Com ele, exploramos consultas de estoque, clientes, produtos e faturas, além da preparação controlada de um orçamento. Essa distinção é importante: preparar uma operação não significa confirmá-la. Ações críticas continuam sujeitas a autorização e decisão humana.

Ao longo da leitura, você aprenderá:

  • como agentes usam ferramentas e contexto;
  • como funciona o MCP e seu ciclo de mensagens;
  • como implementar um servidor MCP em Delphi;
  • como modelar contratos para tools, resources e prompts;
  • como conectar consultas do ERP sem expor SQL arbitrário;
  • como tratar segurança, autorização, observabilidade e testes;
  • como extrair uma regra presa a um evento VCL e transformá-la em um serviço reutilizável;
  • como publicar e testar a primeira tool de um ERP real.

Um laboratório funcional, com limites explícitos

Um dos cuidados centrais do livro é separar demonstração de produção. O exemplo é funcional, compilável e testável, mas não finge resolver sozinho temas como identidade confiável, autorização corporativa, implantação remota e observabilidade em escala. Esses limites são apresentados com clareza, junto das evidências e decisões necessárias para evoluir a arquitetura.

Meu objetivo foi oferecer não apenas código, mas critérios. Quais capacidades devem ser expostas? Quais dados precisam ser protegidos? Quando uma aprovação humana é indispensável? Como testar uma integração antes de permitir que ela afete uma operação real? Essas perguntas são tão importantes quanto fazer o primeiro pedido MCP funcionar.

Para quem é este livro

Delphi na Era dos Agentes foi escrito principalmente para desenvolvedores Delphi e profissionais que mantêm sistemas corporativos, especialmente ERPs. Ele também será útil para arquitetos de software, líderes técnicos e pessoas que precisam avaliar, com os pés no chão, como agentes de IA podem participar de processos empresariais.

Não é necessário chegar sabendo MCP. A jornada começa pelos fundamentos e avança gradualmente até uma integração completa. Quem já trabalha com Delphi encontrará uma ligação direta entre conceitos novos e problemas conhecidos da rotina de manutenção e evolução de sistemas.

Código para acompanhar a leitura

O livro possui um repositório público com o projeto completo do TechStore ERP, um projeto-modelo neutro, uma demonstração VCL e testes executáveis. A proposta é que você leia com o código aberto, compile cada marco e compare as mensagens do protocolo com o comportamento da aplicação.

Acessar os exemplos no GitHub

Onde comprar

A primeira edição foi publicada em 16 de setembro de 2026. Você pode escolher entre o eBook Kindle — também disponível no Kindle Unlimited — e o livro impresso no formato 16 × 23 cm, com 244 páginas.

  • Comprar o livro impresso na UICLAP
  • Comprar para Kindle na Amazon

Depois de mais de 20 anos trabalhando com sistemas corporativos e automação comercial, publicar este livro é uma forma de compartilhar um caminho que considero especialmente promissor para a comunidade Delphi: aproveitar o que os agentes de IA têm de melhor sem abandonar a precisão, o controle e a responsabilidade que o software empresarial exige.

Espero que a leitura ajude você a transformar curiosidade em prática — e a construir sua primeira integração MCP com segurança.

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16/09/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, automação empresarial, Delphi, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, erp, integração de sistemas, inteligência artificial, JSON-RPC, MCP, Model Context Protocol, segurança de software, servidor MCP, sistemas corporativos Deixe um comentário
06 setembro 2026

Qual IA usar para programar? Comparando GPT, Gemini e DeepSeek em custo e capacidade

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação. Hoje, com ferramentas como Codex e outros agentes de desenvolvimento, podemos entregar tarefas muito maiores: analisar um repositório, compreender uma arquitetura existente, alterar vários arquivos, executar comandos, compilar o projeto, rodar testes, investigar erros e continuar trabalhando até encontrar uma solução.

Essa evolução trouxe um problema que até pouco tempo praticamente não existia: qual modelo devemos utilizar para programar?

A resposta parece simples. Se existe um modelo mais poderoso, basta utilizá-lo. Porém, quando começamos a usar agentes diariamente, essa estratégia pode se tornar desnecessariamente cara. Modelos diferentes possuem preços bastante diferentes e, principalmente, tarefas de desenvolvimento possuem níveis de complexidade completamente distintos. Utilizar o modelo mais poderoso disponível para alterar um campo de uma API ou criar um CRUD pode representar desperdício de capacidade e dinheiro.

No extremo oposto, escolher sempre o modelo mais barato também não é necessariamente uma boa estratégia. Uma tarefa complexa entregue a um modelo menos capaz pode exigir várias tentativas, consumir mais tokens, produzir alterações incorretas e demandar intervenção humana. No final, aquilo que parecia barato pode custar mais.

Neste artigo quero analisar justamente esse problema, comparando algumas das principais opções disponíveis atualmente para desenvolvimento de software: DeepSeek V4 Flash, DeepSeek V4 Pro, Gemini 3.1 Pro, GPT-5.6 Terra, GPT-5.6 Sol e GPT-6 Astra.

Mais importante do que simplesmente declarar qual deles é “o melhor”, quero chegar a uma pergunta que considero muito mais relevante para quem utiliza IA profissionalmente:

Quanto de inteligência realmente precisamos comprar para cada tarefa de desenvolvimento?

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06/09/2026 Notícias Agentes de IA, AI Code Router, codex, DeepSeek, Desenvolvimento Assistido por IA, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento Delphi, Engenharia de Software, gemini, GPT, IA Generativa, IA para Programação, inteligência artificial, Node.js, Programação com IA Deixe um comentário
01 setembro 2026

Do Zero ao LLM com Delphi: inteligência artificial para quem quer entender de verdade, construa, execute e treine seu próprio modelo

Escrito por Régys Borges da Silveira

Inteligência artificial parece um assunto reservado a quem domina álgebra linear, cálculo, estatística e ciência de dados. Para muitos programadores, a impressão é que existe uma longa lista de pré-requisitos antes mesmo de escrever a primeira linha de código.

Eu escrevi Do Zero ao LLM com Delphi: Construa, treine e execute seu próprio modelo de linguagem para mostrar que existe outro caminho.

Se você já programa em Delphi, conhece variáveis, condições, laços, funções e arrays, já possui a base necessária para começar. Não é preciso chegar ao livro sabendo o que são tensores, gradientes, Softmax, atenção ou Transformers. Esses conceitos são construídos ao longo da leitura, passo a passo, a partir da linguagem que o desenvolvedor Delphi já conhece, hoje tenho a alegria de anunciar o lançamento do livro.

Você não precisa estudar toda a matemática antes de começar

A matemática faz parte da inteligência artificial. Fingir que ela não existe seria trocar uma dificuldade real por uma explicação superficial. Mas isso não significa que você precise concluir cursos inteiros de álgebra, cálculo e estatística antes de compreender como um modelo de linguagem funciona.

No livro, cada conceito matemático nasce de um problema concreto, antes de apresentar uma fórmula, observamos o comportamento que precisamos implementar. Trabalhamos com poucos números, fazemos contas que podem ser acompanhadas no papel e, em seguida, transformamos cada operação em código Object Pascal. A notação formal aparece como uma segunda camada de compreensão, não como uma barreira na entrada.

Você não precisa memorizar símbolos para avançar. Precisa entender perguntas práticas como estas:

  • Como o texto é transformado em números?
  • O que uma matriz representa dentro do modelo?
  • Como uma rede mede o próprio erro?
  • De onde vem um gradiente e para que ele serve?
  • Como o mecanismo de atenção decide quais posições observar?
  • O que realmente acontece quando um modelo prevê o próximo token?

Cada resposta é construída, implementada e verificada em Delphi, com todo o código funcional desenvolvido ao longo do livro e disponível em um repositório público no GitHub para você baixar, executar, testar e modificar.

conheça o livro e adquira seu exemplar.

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31 agosto 2026

Uma nova página para encontrar o livro certo para o seu próximo desafio

Escrito por Régys Borges da Silveira

Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

Esse lugar agora existe.

Criei uma nova página dedicada aos meus livros: livros.regys.com.br.

Mais do que apresentar capas e links de compra, a página foi pensada como uma biblioteca guiada. Você pode conhecer a proposta de cada obra, descobrir para quem ela foi escrita e entender que transformação aquela leitura pretende provocar.

Qual desafio você quer enfrentar agora?

Talvez você queira compreender o que realmente existe por trás da inteligência artificial, para além das caixas de conversa e das respostas instantâneas.

Talvez esteja procurando uma maneira mais consciente de usar IA no trabalho, sem abrir mão do julgamento, da segurança e da responsabilidade.

Pode ser que seu desafio esteja na liderança de pessoas, na sala de aula, na modernização de um sistema Delphi ou na construção de software com especificações mais claras.

Ou talvez você simplesmente queira descobrir como chegamos até este momento da história — e por que a inteligência artificial começou muito antes do ChatGPT.

A nova página permite começar justamente por essa pergunta: o que você deseja compreender, decidir ou construir?

Oito livros, diferentes caminhos

Atualmente, a biblioteca reúne oito obras sobre inteligência artificial, engenharia de software, Delphi, educação e liderança:

  • IA Além da Conversa
  • Orquestre a IA na Prática
  • Liderança Ampliada
  • Entre o Quadro e o Prompt
  • Antes do ChatGPT
  • Do Zero ao LLM com Delphi
  • SDD em Delphi
  • Delphi Vivo

São livros destinados a públicos diferentes, mas conectados por um mesmo princípio: tornar assuntos complexos compreensíveis e, principalmente, aplicáveis ao mundo real.

Na página de cada obra, você encontrará as perguntas que orientaram sua criação, os assuntos abordados, os resultados esperados e também indicações claras sobre para quem aquele livro pode — ou não — ser adequado.

Porque escolher um livro não deveria depender apenas de uma capa interessante. A melhor leitura é aquela que encontra você diante de uma pergunta que realmente importa.

Uma biblioteca que também conta uma trajetória

Ao reunir essas obras, percebi que a página revela algo além de um catálogo.

Ela registra parte de uma trajetória construída entre desenvolvimento de software, docência, liderança, pesquisa e curiosidade. Mostra como perguntas surgidas em projetos, salas de aula, equipes e sistemas reais acabaram se transformando em livros.

Algumas dessas perguntas são técnicas:

Como um modelo de linguagem realmente aprende?

Outras são profissionais:

Como usar inteligência artificial sem terceirizar o pensamento?

E há aquelas profundamente humanas:

Em um mundo de respostas instantâneas, como aprender a formular problemas melhores?

Cada livro explora uma parte dessa conversa.

Talvez sua próxima leitura esteja esperando por você

Você não precisa chegar à página sabendo qual livro procura.

Entre, observe as capas, leia as propostas e siga a pergunta que mais despertar sua curiosidade. Talvez você encontre uma resposta que estava buscando. Talvez descubra uma pergunta que ainda não havia formulado.

Convido você a conhecer a nova biblioteca:

Conheça meus livros e escolha sua próxima leitura

Há ideias que apenas informam. Outras mudam a maneira como compreendemos, decidimos e construímos.

Espero que uma delas encontre você por lá.

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31/08/2026 Notícias arquitetura de IA, carreira profissional, Delphi, Desenvolvimento de Software, educação e tecnologia, Engenharia de Software, IA Generativa, inteligência artificial, inteligência artificial na educação, liderança, livros de tecnologia, livros sobre IA, modernização de sistemas, Transformação Digital Deixe um comentário
26 agosto 2026

IA Além da Conversa: meu novo livro sobre como transformar modelos de linguagem em soluções reais

Escrito por Régys Borges da Silveira

Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

Essa facilidade, porém, pode criar uma impressão enganosa: a de que uma boa conversa já representa uma solução completa. Não representa.

Quando um sistema precisa consultar informações confiáveis, manter estado, utilizar ferramentas, respeitar permissões, produzir efeitos externos e operar de maneira segura, o modelo de linguagem passa a ser apenas uma parte da arquitetura.

Foi a partir dessa diferença que escrevi IA Além da Conversa: Como transformar modelos de linguagem em soluções inteligentes, seguras e operáveis.

Comprar a edição física na Uiclap

Amazon digital: https://www.amazon.com.br/dp/B0HGNP6P1Y

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26/08/2026 Notícias Agentes de IA, arquitetura de IA, Automação Inteligente, bancos vetoriais, Engenharia de Software, function calling, governança de IA, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, MCP, modelos de linguagem, Observabilidade, RAG, segurança de IA Deixe um comentário
25 agosto 2026

Delphi Vivo: meu novo livro sobre como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo

Escrito por Régys Borges da Silveira

Há sistemas Delphi que sustentam empresas inteiras há muitos anos, eles faturam, controlam estoque, emitem documentos fiscais, conversam com bancos, integram setores e preservam regras que foram construídas depois de incidentes, mudanças legais, negociações e necessidades que já não cabem em uma documentação simples.

Esses sistemas continuam importantes. O problema é que, com o tempo, cada mudança começa a custar mais, a versão do Delphi fica para trás. Componentes deixam de receber atualizações. O build depende de uma máquina específica. Regras de negócio aparecem em Forms, DataModules, SQL, triggers e integrações. Testes automatizados são poucos ou inexistentes. A equipe sabe que precisa avançar, mas não consegue demonstrar que a próxima alteração preservará aquilo que mantém a empresa funcionando.

Foi a partir dessa realidade que escrevi Delphi Vivo: Como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo.

O livro já está disponível em edição impressa pela UICLAP e em versão digital para Kindle na Amazon.

  • Comprar a edição impressa na UICLAP
  • Comprar a edição digital na Amazon
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25/08/2026 Notícias Arquitetura de Software, CI/CD, Delphi, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, DUnitX, erp, Firebird, FireDAC, inteligência artificial, modernização de software, Observabilidade, Refatoração, sistemas legados, vcl Deixe um comentário
21 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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21/08/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Prompts, Engenharia de Software, FireDAC, Firemonkey, inteligência artificial, object pascal, RAD Studio, SDD, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
20 agosto 2026

Entre o Quadro e o Prompt: meu novo livro sobre inteligência artificial e prática docente

Escrito por Régys Borges da Silveira

A inteligência artificial chegou à educação cercada de possibilidades, dúvidas e receios. Entre promessas de produtividade e discussões sobre os limites da tecnologia, uma pergunta continua sendo essencial: como utilizar a IA sem retirar do professor aquilo que torna seu trabalho verdadeiramente humano?

Foi a partir dessa inquietação que nasceu meu novo livro, Entre o Quadro e o Prompt: Pedagogia, autoria e inteligência artificial na prática docente.

O livro já está publicado e foi escrito para professores, coordenadores pedagógicos, gestores, formadores e estudantes de licenciatura que desejam compreender e utilizar a inteligência artificial de maneira prática, crítica e responsável.

  • Livro impresso: Comprar na UICLAP
  • Livro digital: https://www.amazon.com.br/dp/B0HFXN7PVL
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20/08/2026 Notícias autoria docente, avaliação educacional, educação, Entre o Quadro e o Prompt, ética em inteligência artificial, formação de professores, IA na educação, inovação pedagógica, inteligência artificial, Método ORQUESTRA, planejamento de aulas, prática docente, professores, prompts, tecnologia educacional Deixe um comentário
20 agosto 2026

RadIA 2.15: validação de código, refatoração semântica, automação VCL e uma camada adicional de segurança

Escrito por Régys Borges da Silveira

Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.

As versões 2.15.0 e 2.15.1 ampliaram a integração com o código Delphi, fortaleceram a automação de aplicações VCL em execução, melhoraram o processo de diagnóstico e adicionaram novas proteções às interfaces baseadas em WebView2.

Neste artigo, veremos o que mudou e como essas melhorias afetam o uso diário do RadIA.

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20/08/2026 Notícias Delphi, Delphi 12, Delphi 13, DelphiLint, depuração, Desenvolvimento de Software, DUnitX, inteligência artificial, object pascal, programação assistida, RAD Studio, RadIA, Refatoração, SonarQube, Testes Automatizados Deixe um comentário
19 agosto 2026

RadIA 2.14.0: mais confiança para compreender e transformar projetos Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Integrar inteligência artificial a uma IDE vai muito além de colocar um chat ao lado do editor. Para ajudar de verdade, a ferramenta precisa compreender o projeto que está aberto, reconhecer os tipos envolvidos, acompanhar arquivos ainda em edição e saber quando possui informações suficientes para sugerir uma alteração.

O RadIA 2.14.0 avança justamente nessa direção. A nova versão fortalece o motor semântico para Object Pascal e amplia a validação das decisões tomadas dentro do Delphi. O objetivo não é apenas encontrar mais símbolos ou oferecer mais sugestões, mas tornar cada resposta mais previsível, explicável e segura.

Essa evolução também muda a forma como avaliamos a qualidade do produto. Em vez de perguntar somente se uma unit compila, a validação passa a acompanhar jornadas completas: criar um projeto, abrir o formulário no Designer, editar, compilar, testar, iniciar uma sessão de depuração e interagir com a aplicação em execução.

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19/08/2026 Notícias Automação de Testes, Code Insight, código aberto, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, depuração, Desenvolvimento de Software, inteligência artificial, Motor Semântico, object pascal, programação assistida, RAD Studio, RadIA, vcl Deixe um comentário
18 agosto 2026

RadIA 2.13.0: produtividade segura e modernização assistida para projetos Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

O RadIA 2.13.0 amplia o conjunto de ferramentas integradas ao RAD Studio com foco em produtividade segura, diagnóstico e modernização de projetos existentes. A nova versão adiciona geração de documentação e mocks, análise de stack traces, gerenciamento de cache, revisão automática ao salvar, Clean Uses, assistência para threads e PPL, retrofit OpenAPI/Swagger e um fluxo controlado para adoção de DEXT e decomposição de forms.

O ponto comum entre essas funcionalidades é a segurança. Quando uma operação pode alterar arquivos, o RadIA prepara uma preview revisável, exige consentimento antes da aplicação e mantém mecanismos de reversão. O objetivo não é apenas gerar mais código, mas reduzir o trabalho repetitivo sem transformar automação em risco para o projeto.

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18/08/2026 Notícias Clean Uses, Delphi, Desenvolvimento de Software, dext, DUnitX, inteligência artificial, Modernização de Código, object pascal, OpenAPI, PPL, produtividade, RAD Studio, RadIA, SonarQube, Swagger Deixe um comentário
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