Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
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Tag: Segurança

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Ilustração de documento externo separado da autorização para executar ações.

Prompt injection: como um documento pode tentar manipular seu agente de IA

Um assistente recebeu uma tarefa simples: consultar a política comercial e explicar as condições de uma proposta. No meio do documento, porém, existe um trecho que manda alterar o destinatário e considerar a operação aprovada.

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Um assistente recebeu uma tarefa simples: consultar a política comercial e explicar as condições de uma proposta. No meio do documento, porém, existe um trecho que manda alterar o destinatário e considerar a operação aprovada. A pergunta central não é apenas se a inteligência artificial reconhecerá a tentativa. É também se o sistema permitirá que uma frase encontrada em um arquivo se transforme em autorização para agir.

Esse problema sintetiza os principais cuidados da série sobre IA na prática porque reúne as decisões discutidas nos capítulos anteriores: contexto, documentos, ferramentas, testes e supervisão. Quanto mais útil fica uma integração, mais importante é distinguir o que o sistema pode ler daquilo que ele pode executar. Neste artigo, vamos explicar a injeção de instruções, analisar um exemplo fictício e construir critérios para revisar agentes conectados a sistemas empresariais. Não se trata de um teste de invasão nem de uma avaliação de um modelo específico.

Se o agente já lê documentos e usa ferramentas, a próxima decisão é como preservar identidade, permissões e responsabilidade fora da resposta do modelo. IA Além da Conversa aprofunda essas camadas junto com contexto, avaliação e operação. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como incorporar esses controles ao desenho da sua solução. Para estudar capacidades delimitadas de um ERP em Object Pascal, Delphi na Era dos Agentes complementa a leitura com contratos, aprovação e um laboratório MCP. Nenhuma dessas leituras é uma garantia de imunidade a ataques.

· Régys Borges da Silveira
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Diagrama conceitual entre um modelo de linguagem e uma solução de IA confiável, com contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e operação.

IA além da conversa: o que existe entre o modelo e uma solução confiável

Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes.

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Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes. Essa capacidade é útil, mas não resolve, por si só, o problema de colocar inteligência artificial em uma atividade real de uma organização.

Uma solução operável precisa lidar com questões que não aparecem necessariamente na tela de conversa: de onde vêm as informações, quais delas estão atualizadas, quem pode vê-las, quando o sistema pode executar uma ação, como registrar o que aconteceu, como verificar a qualidade das respostas e como manter custos e riscos sob controle. O modelo é uma parte relevante do sistema, mas não é o sistema inteiro.

A diferença importa porque decisões de arquitetura tomadas cedo podem ampliar a complexidade sem melhorar o resultado. Em outros casos, uma implementação simples demais cria respostas sem evidência, acesso inadequado a dados ou automações que ninguém consegue auditar. O objetivo não deve ser construir o sistema mais sofisticado. Deve ser escolher a menor arquitetura capaz de produzir valor verificável, com segurança, governança e observabilidade.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de IA Além da Conversa.

· Régys Borges da Silveira
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Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em…

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Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

Se sua dificuldade é transformar um pedido à IA em trabalho que possa ser conferido, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos e critérios de aceite ligados a código e testes. Consulte o sumário e a degustação gratuita na página do livro para avaliar essa base de engenharia. Ao longo deste artigo, outras leituras complementam os temas de manutenção e integração, conforme a necessidade.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de documentos fiscais conectados a um ERP, que troca dados de apuração com um serviço governamental

APIs da CBS: como integrar a apuração assistida ao ERP

A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de…

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A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de integração: os dados serão entregues de maneira assíncrona e incremental, em arquivos gerados após a solicitação, e não como uma resposta completa e imediata a cada chamada.

Essa diferença parece pequena até imaginarmos a rotina de uma empresa com milhares de documentos fiscais. O ERP precisa solicitar o processamento, guardar um tíquete, receber ou recuperar o resultado, baixar um arquivo temporário, importar apenas as alterações e preservar evidências para conciliação. Neste artigo, vou explicar o que a Receita disponibilizou, como o fluxo técnico funciona e quais decisões de arquitetura evitam perda de dados, duplicidade e exposição de credenciais. O objetivo não é fornecer um conector pronto, porque credenciais e ambientes dependem do enquadramento de cada contribuinte, mas transformar a documentação oficial em um plano de implementação verificável.

· Régys Borges da Silveira
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Modernizando APIs Delphi e Lazarus: Conheça 5 Novos Middlewares Indispensáveis para o Framework Horse

Quem me acompanha por aqui sabe o quanto eu defendo a criação de APIs web modernas, escaláveis e robustas utilizando o Delphi. O ecossistema evoluiu drasticamente nos últimos anos com o amadurecimento de soluções como o micro-framework Horse e a chegada do inovador Dext Framework (um framework full-stack completo que traz padrões modernos semelhantes ao .NET Core para…

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Quem me acompanha por aqui sabe o quanto eu defendo a criação de APIs web modernas, escaláveis e robustas utilizando o Delphi. O ecossistema evoluiu drasticamente nos últimos anos com o amadurecimento de soluções como o micro-framework Horse e a chegada do inovador Dext Framework (um framework full-stack completo que traz padrões modernos semelhantes ao .NET Core para o Object Pascal). Juntos, eles provam que é possível desenvolver soluções de altíssima performance para a web com a mesma maturidade, recursos e segurança que costumamos ver em plataformas como Node.js, .NET ou Go.

No entanto, manter um core enxuto significa que a evolução de recursos adicionais deve acontecer através de um ecossistema de middlewares. Nos últimos dias, estive trabalhando ativamente no desenvolvimento e refinamento de cinco novos middlewares de alta performance e padrão enterprise para suprir necessidades cruciais de segurança, otimização e observabilidade em aplicações Delphi e Lazarus no Horse.

Neste artigo, vou detalhar o que cada um deles faz, por que você deve utilizá-los em seus projetos e como começar de forma simples e rápida.

· Régys Borges da Silveira
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Para onde está indo a privacidade?

Ano passado eu iniciei uma Pós-gradução em Segurança da Informação, sempre gostei da área e achei interessante, aprendi muita coisa interessante neste curso e percebi que muito do que achamos ser fechado pode ser facilmente descoberto, hoje lendo um artigo do Blog Inovação Tecnologica me fez pensar até quando estaremos realmente seguros, tudo tem caminhado para um momento…

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Ano passado eu iniciei uma Pós-gradução em Segurança da Informação, sempre gostei da área e achei interessante, aprendi muita coisa interessante neste curso e percebi que muito do que achamos ser fechado pode ser facilmente descoberto, hoje lendo um artigo do Blog Inovação Tecnologica me fez pensar até quando estaremos realmente seguros, tudo tem caminhado para um momento onde a privacidade não vai existir mais e saber algo de alguém vai se tornar trivial para qualquer um. Fica aqui o link para o artigo, vale a pena conferir: Vírus de Estado: Quando os governos se tornam hackers Pegando o gancho…

· Régys Borges da Silveira
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