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Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual sobre Delphi e IA: quem está no comando do código? Conexão Dev

Conexão Dev 08 | Delphi e IA: quem está no comando do código?

A inteligência artificial está transformando o desenvolvimento de software. Como aproveitar esse potencial mantendo o pensamento crítico, a segurança e a responsabilidade pelo código?

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A inteligência artificial está transformando o desenvolvimento de software. Como aproveitar esse potencial mantendo o pensamento crítico, a segurança e a responsabilidade pelo código?

No episódio #8 do Conexão Dev, recebemos Régys Borges da Silveira para uma conversa sobre Delphi, inteligência artificial e o poder de compartilhar conhecimento. Da trajetória no ACBr à atuação como professor no SENAI e autor de livros, Régys conta como o aprendizado contínuo conecta suas experiências.

Neste episódio, você vai acompanhar:

· Régys Borges da Silveira
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Composição ilustrativa: livro FireDAC na Prática, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

FireDAC na Prática: conheça meu livro sobre acesso a dados com Delphi

A consulta abriu, os registros apareceram na tela e o botão de salvar funcionou. Para quem desenvolve com Delphi, esse resultado tem um significado concreto: a aplicação começou a conversar com o banco.

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A consulta abriu, os registros apareceram na tela e o botão de salvar funcionou. Para quem desenvolve com Delphi, esse resultado tem um significado concreto: a aplicação começou a conversar com o banco. Mas ele também deixa uma pergunta importante. O que acontecerá quando uma gravação falhar pela metade, outro usuário alterar o mesmo cadastro ou a aplicação precisar funcionar fora da máquina de desenvolvimento?

É a partir dessa distância entre o primeiro resultado e o comportamento esperado em produção que apresento meu livro FireDAC na Prática: Do primeiro acesso ao banco às técnicas avançadas com Delphi. A proposta é acompanhar a construção do acesso a dados, relacionando componentes, consultas e configurações às decisões que precisam ser tomadas em um sistema real.

Neste artigo, quero mostrar o que você encontrará na obra, quais problemas orientam a leitura e como experimentar o conteúdo antes de decidir pela compra. O livro já tem uma página com sumário, degustação e opções de edição. Antes de apresentar esse percurso, vale olhar com atenção para uma situação que ajuda a explicar por que o assunto merece estudo.

· Régys Borges da Silveira
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Linha de evolução do RadIA conectando as versões 2.15, 2.16 e 2.17.18 dentro de um ambiente de desenvolvimento Delphi

RadIA 2.17.18: o que mudou desde a versão 2.15 e como a comunidade ajudou o projeto a evoluir

Quando publiquei o artigo sobre o RadIA 2.15, o projeto já havia deixado de ser apenas uma janela de conversa dentro do Delphi. Aquela versão reunia validação de código, refatoração semântica, diagnóstico do depurador, automação VCL e uma política mais clara para operações capazes de modificar um projeto.

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Quando publiquei o artigo sobre o RadIA 2.15, o projeto já havia deixado de ser apenas uma janela de conversa dentro do Delphi. Aquela versão reunia validação de código, refatoração semântica, diagnóstico do depurador, automação VCL e uma política mais clara para operações capazes de modificar um projeto.

Pouco mais de um mês depois, o número da versão chegou a 2.17.18. Seria fácil contar essa história como uma sucessão de funcionalidades, mas isso esconderia o aprendizado mais importante. O RadIA ampliou o que consegue fazer, porém a mudança mais profunda ocorreu na forma como essas capacidades são testadas, recuperadas quando algo dá errado e ajustadas a partir da experiência de quem usa o Delphi todos os dias.

Entre as tags v2.15.0, de 16 de agosto de 2026, e v2.17.18, de 29 de setembro, o histórico público do projeto registra 206 commits e mudanças em 292 arquivos, com 30.775 linhas adicionadas e 2.278 removidas. Números não medem qualidade por si sós, mas revelam a extensão do trabalho: a evolução alcançou o núcleo agentivo, a integração com a IDE, a interface, a documentação, o instalador e, sobretudo, os testes.

A ferramenta amplia as possibilidades, mas uma mudança confiável ainda começa por explicar o que deve ser feito e como conferir o resultado. SDD em Delphi aprofunda esse método com especificações, contratos, critérios de aceite e ligação entre implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como orientar suas próximas tarefas com apoio de IA. Quando essas tarefas envolvem um sistema existente que precisa continuar funcionando, Delphi Vivo complementa o percurso com modernização incremental e proteção de comportamentos. São leituras sobre engenharia, não manuais desta versão do RadIA.

· Régys Borges da Silveira
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Delphi Unit Backtrace: descubra quem usa uma unit e como ela chega ao DPR

Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo.

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Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo. Uma unit pode ser usada por outra, que é usada por uma terceira, até chegar ao arquivo principal do projeto.

Foi para tornar essa investigação mais prática que criei o Delphi Unit Backtrace. A primeira versão pública já está disponível no GitHub, com executáveis para Win32 e Win64. A ferramenta recebe um arquivo .dproj e o nome da unit, descobre o fonte correspondente e percorre as dependências no sentido inverso: da unit escolhida até seus consumidores e, quando existe essa ligação, até o DPR.

· Régys Borges da Silveira
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Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

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A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

· Régys Borges da Silveira
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RadIA 2.15: validação de código, refatoração semântica, automação VCL e uma camada adicional de segurança

Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.

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Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.

As versões 2.15.0 e 2.15.1 ampliaram a integração com o código Delphi, fortaleceram a automação de aplicações VCL em execução, melhoraram o processo de diagnóstico e adicionaram novas proteções às interfaces baseadas em WebView2.

Neste artigo, veremos o que mudou e como essas melhorias afetam o uso diário do RadIA.

· Régys Borges da Silveira
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RadIA 2.14.0: mais confiança para compreender e transformar projetos Delphi

Integrar inteligência artificial a uma IDE vai muito além de colocar um chat ao lado do editor. Para ajudar de verdade, a ferramenta precisa compreender o projeto que está aberto, reconhecer os tipos envolvidos, acompanhar arquivos ainda em edição e saber quando possui informações suficientes para sugerir uma alteração.

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Integrar inteligência artificial a uma IDE vai muito além de colocar um chat ao lado do editor. Para ajudar de verdade, a ferramenta precisa compreender o projeto que está aberto, reconhecer os tipos envolvidos, acompanhar arquivos ainda em edição e saber quando possui informações suficientes para sugerir uma alteração.

O RadIA 2.14.0 avança justamente nessa direção. A nova versão fortalece o motor semântico para Object Pascal e amplia a validação das decisões tomadas dentro do Delphi. O objetivo não é apenas encontrar mais símbolos ou oferecer mais sugestões, mas tornar cada resposta mais previsível, explicável e segura.

Essa evolução também muda a forma como avaliamos a qualidade do produto. Em vez de perguntar somente se uma unit compila, a validação passa a acompanhar jornadas completas: criar um projeto, abrir o formulário no Designer, editar, compilar, testar, iniciar uma sessão de depuração e interagir com a aplicação em execução.

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RadIA 2.13.0: produtividade segura e modernização assistida para projetos Delphi

O RadIA 2.13.0 amplia o conjunto de ferramentas integradas ao RAD Studio com foco em produtividade segura, diagnóstico e modernização de projetos existentes. A nova versão adiciona geração de documentação e mocks, análise de stack traces, gerenciamento de cache, revisão automática ao salvar, Clean Uses, assistência para threads e PPL, retrofit OpenAPI/Swagger e um fluxo controlado para adoção…

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O RadIA 2.13.0 amplia o conjunto de ferramentas integradas ao RAD Studio com foco em produtividade segura, diagnóstico e modernização de projetos existentes. A nova versão adiciona geração de documentação e mocks, análise de stack traces, gerenciamento de cache, revisão automática ao salvar, Clean Uses, assistência para threads e PPL, retrofit OpenAPI/Swagger e um fluxo controlado para adoção de DEXT e decomposição de forms.

O ponto comum entre essas funcionalidades é a segurança. Quando uma operação pode alterar arquivos, o RadIA prepara uma preview revisável, exige consentimento antes da aplicação e mantém mecanismos de reversão. O objetivo não é apenas gerar mais código, mas reduzir o trabalho repetitivo sem transformar automação em risco para o projeto.

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RadIA da 2.10 à 2.12.3: mais simples por fora, mais sólido por dentro

A versão 2.10 marcou uma mudança importante no RadIA. Foi nela que o projeto ganhou uma camada semântica estrutural própria para Object Pascal, aproximando o agente do código real, dos símbolos, dos tipos, da herança e das interfaces presentes em um projeto Delphi.

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A versão 2.10 marcou uma mudança importante no RadIA. Foi nela que o projeto ganhou uma camada semântica estrutural própria para Object Pascal, aproximando o agente do código real, dos símbolos, dos tipos, da herança e das interfaces presentes em um projeto Delphi.

Depois dessa fundação, surgiu uma pergunta inevitável: como entregar toda essa capacidade sem exigir que o usuário compreenda a arquitetura interna do produto antes de conseguir utilizá-lo?

O desafio não era remover recursos. Também não era transformar o RadIA em um assistente limitado, capaz apenas de gerar pequenos trechos de código. A proposta sempre foi mais ampla: integrar chat, agente, editor, compilação, testes, debugger, Form Designer, terminal, conhecimento local, MCP, extensões e automações dentro do Delphi.

O verdadeiro desafio era reduzir a carga cognitiva sem reduzir o produto.

Esse foi o eixo principal do trabalho realizado entre as versões 2.10 e 2.12.3. Nesse período, o RadIA ganhou uma jornada inicial mais direta, passou a explicar melhor o que está fazendo, deixou escolhas importantes visíveis, organizou sua presença dentro da IDE e recebeu novos testes de integração para situações que só aparecem quando o software encontra a vida real: uma IDE sem projeto aberto, uma janela acoplada, uma troca rápida entre projetos ou um módulo recriado internamente pela Open Tools API.

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Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

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A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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RadIA 2.10: uma nova camada de inteligência para o desenvolvimento Delphi

Desde o início, a proposta do RadIA nunca foi apenas colocar uma janela de chat dentro do Delphi. A ideia é construir uma experiência de desenvolvimento assistida por inteligência artificial que compreenda o ambiente da IDE, trabalhe com o projeto real e ajude o desenvolvedor desde a criação do código até a compilação, os testes e o diagnóstico…

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Desde o início, a proposta do RadIA nunca foi apenas colocar uma janela de chat dentro do Delphi. A ideia é construir uma experiência de desenvolvimento assistida por inteligência artificial que compreenda o ambiente da IDE, trabalhe com o projeto real e ajude o desenvolvedor desde a criação do código até a compilação, os testes e o diagnóstico de problemas.

A versão 2.10 representa um passo importante nessa direção. O principal avanço é a introdução de um motor semântico estrutural próprio para Object Pascal, integrado ao Delphi 12 e ao Delphi 13. Com ele, o RadIA passa a entender melhor a organização do código, os símbolos, os relacionamentos entre tipos, a herança e as interfaces do projeto.

Na prática, isso reduz a distância entre uma IA que apenas recebe texto e uma ferramenta que realmente compreende o contexto em que o desenvolvedor está trabalhando.

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RadIA 2.8.0: assistência semântica integrada ao editor Delphi

O RadIA 2.8.0 é uma release de integração fina com o editor Delphi.

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O RadIA 2.8.0 é uma release de integração fina com o editor Delphi.

Depois da versão 2.7.0 consolidar uma base funcional mais previsível, com criação de projetos por linguagem natural, navegação Code/Design, revisão por bloco e evidências reproduzíveis, a 2.8.0 avança em uma camada mais próxima do uso diário: o contexto semântico do editor.

Essa evolução é importante porque, na prática, a qualidade de uma resposta de IA dentro da IDE depende muito do contexto que ela recebe. Não basta saber que existe um projeto Delphi aberto. É preciso entender qual unit está ativa, qual símbolo está sob o cursor, quais imports estão disponíveis e quais declarações próximas ajudam a explicar a intenção do usuário.

Ao mesmo tempo, esse tipo de integração precisa ser cuidadoso. O editor Delphi já possui seu próprio CodeInsight e sua própria experiência nativa. O objetivo do RadIA 2.8.0 não é substituir isso, mas complementar o fluxo com uma camada observável, limitada e segura de contexto para a IA.

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RadIA 2.7.0: uma base funcional determinística para programar Delphi com IA dentro da IDE

O RadIA nasceu com uma proposta simples de explicar e difícil de executar bem: levar inteligência artificial para dentro do Delphi sem transformar a IDE em apenas mais uma janela de chat. A ideia sempre foi que a IA pudesse participar do fluxo real de desenvolvimento, com acesso controlado a contexto, projeto, editor, designer, build, testes, debugger e…

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O RadIA nasceu com uma proposta simples de explicar e difícil de executar bem: levar inteligência artificial para dentro do Delphi sem transformar a IDE em apenas mais uma janela de chat. A ideia sempre foi que a IA pudesse participar do fluxo real de desenvolvimento, com acesso controlado a contexto, projeto, editor, designer, build, testes, debugger e evidências.

A versão 2.7.0 é importante porque não tenta vender uma novidade isolada. Ela fecha uma baseline funcional determinística. Em outras palavras: pega capacidades que vinham amadurecendo nas versões anteriores e as consolida em um conjunto mais previsível, mais validado e mais fácil de demonstrar.

O foco desta release é clareza operacional. O RadIA precisa entender melhor a intenção do usuário, escolher o caminho certo dentro da IDE, pedir consentimento quando houver risco, executar ações reais e deixar evidências suficientes para que o desenvolvedor confie no resultado.

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RadIA 2.9.0: um agente que entende o ambiente Delphi e moderniza legado com segurança

O RadIA 2.9.0 representa uma mudança de escala na experiência de IA dentro do Delphi.

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O RadIA 2.9.0 representa uma mudança de escala na experiência de IA dentro do Delphi.

Na versão 2.8.0, o foco foi aproximar a IA do ponto real de trabalho. Ghost Text, ações contextuais e agente passaram a compartilhar informações como unit ativa, símbolo sob o cursor, imports e declarações próximas. Foi uma evolução fundamental: em vez de responder apenas com conhecimento genérico, o RadIA passou a compreender melhor o trecho que o desenvolvedor estava editando.

A 2.9.0 parte dessa base e avança para uma pergunta mais difícil: depois de entender o código atual, como um agente pode agir levando em conta as particularidades do Delphi?

Isso envolve muito mais do que conhecer a sintaxe de Object Pascal. Uma decisão correta pode depender da versão e da arquitetura da IDE, do framework VCL ou FMX, da plataforma de destino, dos packages, das bibliotecas presentes no projeto, do vínculo entre .pas e .dfm, das regras de ownership e até do histórico tecnológico de uma aplicação criada com BDE, ADO ou dbExpress.

É nesse espaço que a versão 2.9.0 trabalha. Ela transforma o RadIA em um agente mais consciente do ecossistema Delphi, com novas formas de observar, orientar, validar e modernizar um projeto sem abrir mão de consentimento, limites e evidências.

· Régys Borges da Silveira
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RadIA 2.6.2: do chat com IA ao agente que cria, compila, depura e valida projetos Delphi

Desde o ultimo artigo, publicado na versao 2.3.0, o RadIA deixou de ser apenas uma plataforma com contexto compactado e avancou para uma experiencia agentiva mais completa dentro do Delphi. A sequencia 2.3.1 ate 2.6.2 trouxe rotas de execucao mais claras, ChatGPT Pro via Codex CLI, terminal de alta fidelidade, publicacao de skills para CLIs, criacao de projetos…

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Desde o ultimo artigo, publicado na versao 2.3.0, o RadIA deixou de ser apenas uma plataforma com contexto compactado e avancou para uma experiencia agentiva mais completa dentro do Delphi. A sequencia 2.3.1 ate 2.6.2 trouxe rotas de execucao mais claras, ChatGPT Pro via Codex CLI, terminal de alta fidelidade, publicacao de skills para CLIs, criacao de projetos por prompt, validacao com build, debugger e DUnitX, alem de correcoes importantes de usabilidade e instalacao.

No artigo da versao 2.3.0, o foco principal foi o RTK interno do RadIA: uma camada para reduzir o volume de resultados enviados ao modelo sem perder a evidencia original. Aquela entrega tratava um problema essencial para agentes de IA: contexto nao e infinito, e um runtime serio precisa saber o que deve lembrar, o que pode resumir e o que precisa preservar integralmente.

De la para ca, o RadIA evoluiu em outra direcao igualmente importante: transformar essa base agentiva em uma experiencia mais pratica, mais visivel e mais proxima do trabalho diario no Delphi.

Entre as versoes 2.3.1 e 2.6.2, o projeto avancou em cinco frentes:

O resultado e um RadIA menos dependente de explicacao previa. O usuario pode conversar, pedir uma acao, criar um projeto, aprovar um plano, ver a IDE trabalhar, acompanhar build, testes e debugger, e conferir a versao instalada nas proprias janelas.

· Régys Borges da Silveira
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RadIA 2.3.0: como compactar o contexto da IA pode mudar a forma de programar no Delphi

Se você acompanha o RadIA, já sabe que a proposta do projeto não é colocar apenas mais uma janela de chat dentro do Delphi. O objetivo é permitir que a inteligência artificial participe de fluxos reais de desenvolvimento: inspecionar o projeto aberto, localizar símbolos, alterar arquivos, compilar, executar testes, analisar diffs e apresentar evidências verificáveis.

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Se você acompanha o RadIA, já sabe que a proposta do projeto não é colocar apenas mais uma janela de chat dentro do Delphi. O objetivo é permitir que a inteligência artificial participe de fluxos reais de desenvolvimento: inspecionar o projeto aberto, localizar símbolos, alterar arquivos, compilar, executar testes, analisar diffs e apresentar evidências verificáveis.

Esse tipo de experiência tem um desafio que normalmente aparece somente quando o agente começa a executar tarefas longas: o volume de contexto cresce muito rápido.

Uma compilação pode produzir centenas de hints. Uma suíte de testes pode repetir milhares de linhas de sucesso. Um diff pode ter centenas de kilobytes. Uma busca na base de conhecimento pode retornar trechos extensos. Se todo esse conteúdo continuar sendo reenviado integralmente ao modelo a cada nova decisão, a IA passa a gastar contexto, tempo e possivelmente dinheiro relendo informações que já foram processadas.

O RadIA 2.3.0 enfrenta esse problema com um RTK interno, escrito em Delphi e integrado diretamente ao Agent Runtime.

RTK, neste contexto, é uma camada de compactação de resultados de ferramentas. Em vez de entregar ao modelo todo o payload bruto em cada passo, o RadIA cria uma projeção menor, determinística e orientada às evidências que realmente importam. O resultado original não é apagado: ele permanece armazenado e pode ser recuperado por resumo ou por faixa sem executar a ferramenta novamente.

O efeito esperado é simples de explicar: menos ruído no contexto, mais espaço para raciocínio, menos repetição e maior capacidade de sustentar tarefas longas.

A versão 2.3.0 do RadIA reduz o volume de resultados reenviado aos modelos sem descartar a evidência original. Em dez execuções Release, o benchmark controlado mediu 96,71% de redução no corpus completo e 75,65% quando removemos o stress test de 1 MiB. Este artigo explica o que esses números realmente demonstram, o que eles não demonstram e por que tratar contexto como recurso pode ser uma evolução importante na programação assistida por IA.

Mas antes de falar em economia, precisamos responder à pergunta mais importante: os benchmarks são reais e confiáveis?

· Régys Borges da Silveira
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RadIA 2.2.2: jornadas DEXT conversacionais, ajuda integrada e uma experiência de IA mais previsível no Delphi

O RadIA 2.2.2 transforma comandos de automação em jornadas guiadas que preservam o contexto, adiciona geração de servidores DEXT minimalistas ou com controllers e deixa a configuração de modelos, CLI e MCP muito mais clara.

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O RadIA 2.2.2 transforma comandos de automação em jornadas guiadas que preservam o contexto, adiciona geração de servidores DEXT minimalistas ou com controllers e deixa a configuração de modelos, CLI e MCP muito mais clara.

O RadIA é open source. Código-fonte, documentação, histórico e instruções de compilação estão no repositório oficial no GitHub.

Se você acompanha o desenvolvimento do RadIA, sabe que o nosso objetivo nunca foi criar apenas mais uma janela de chat dentro do Delphi. A proposta é usar inteligência artificial para executar fluxos reais de desenvolvimento: entender o projeto aberto, propor um plano, criar ou alterar arquivos, compilar, executar testes e apresentar evidências do resultado.

A versão 2.2.2 avança justamente nessa direção. Ela introduz jornadas conversacionais para criação de APIs DEXT, melhora a descoberta dos recursos do próprio plugin e resolve pontos importantes de previsibilidade na seleção de modelos, no limite de tokens e na configuração de CLI e MCP.

Em outras palavras: o RadIA ficou mais fácil de descobrir, mais claro de configurar e mais seguro de usar em tarefas longas.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.6.0: Registry v2, pacotes verificáveis e paridade real no Linux

https://github.com/regyssilveira/Boss4Delphi

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https://github.com/regyssilveira/Boss4Delphi

O Boss4D 1.6.0 aprofunda uma transformação iniciada nas versões anteriores:deixar de ser apenas uma ferramenta para clonar dependências Git e tornar-seuma plataforma completa de gerenciamento, distribuição e auditoria de pacotespara Delphi e Lazarus.

Se a versão 1.5.0 estabeleceu as fundações para pacotes imutáveis, conformidadee execução nativa com Free Pascal, a versão 1.6.0 conecta essas peças em fluxosde produção. O Registry ganhou um protocolo mais eficiente, os pacotes podemser instalados com verificação de integridade e proveniência, a CLI Linux passoua cobrir o trabalho cotidiano de um projeto e o processo de publicação recebeunovas garantias.

Neste artigo, veremos o que mudou, quais problemas essas capacidades resolvem ecomo começar a utilizá-las.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.4: do gerenciamento de dependências à conformidade da cadeia de software Delphi

Desde a versão 1.2.0, o Boss4D passou por uma evolução importante. O projeto deixou de atuar apenas como instalador de dependências e tornou-se uma plataforma mais completa de gerenciamento, automação, auditoria e rastreabilidade para projetos Delphi e Lazarus.

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Desde a versão 1.2.0, o Boss4D passou por uma evolução importante. O projeto deixou de atuar apenas como instalador de dependências e tornou-se uma plataforma mais completa de gerenciamento, automação, auditoria e rastreabilidade para projetos Delphi e Lazarus.

As versões 1.2.0, 1.2.1, 1.3.0 e 1.4.0 trouxeram melhorias em quatro áreas principais:

Neste artigo, veremos o que mudou e como esses recursos ajudam equipes que precisam de builds confiáveis, automação de CI e evidências técnicas sobre os componentes utilizados em suas aplicações.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.1 e 1.2: SBOM, conformidade, auditoria e suporte a Lazarus

O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.

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O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.

É justamente nesse ponto que as versões 1.1.0 e 1.2.0 do Boss4D representam um avanço importante. Além de tornar o processo de build mais previsível, o Boss4D agora oferece uma base nativa para geração de SBOM, rastreabilidade de dependências, evidências de integridade, análise de vulnerabilidades por VEX e auditoria de releases. Na versão 1.2.0, essa evolução também alcança projetos Lazarus, permitindo que dependências Delphi e Free Pascal convivam em um fluxo de build mais consistente.

Neste artigo, vamos entender o que mudou, por que essas mudanças são importantes e como utilizar os novos recursos no dia a dia.

· Régys Borges da Silveira
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