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Régys Borges da Silveira
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Ilustração de cadastro alfanumérico conectado a banco de dados e sistema empresarial.

CNPJ alfanumérico no ERP: cadastros, validação e integrações

Um identificador com letras pode atravessar a tela de cadastro e falhar somente na integração bancária, no relatório ou na montagem de um documento fiscal. Essa é a dificuldade do CNPJ alfanumérico: atualizar um campo não resolve todas as suposições de que o cadastro contém apenas números.

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Um identificador com letras pode atravessar a tela de cadastro e falhar somente na integração bancária, no relatório ou na montagem de um documento fiscal. Essa é a dificuldade do CNPJ alfanumérico: atualizar um campo não resolve todas as suposições de que o cadastro contém apenas números.

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, CNPJ, identifica entidades e estabelecimentos nos procedimentos pertinentes. Seu novo formato amplia as combinações possíveis, sem transformar o identificador em valor para cálculo aritmético. Para um sistema de gestão empresarial, ou ERP, ele deve ser tratado como informação textual desde a entrada até a transmissão.

Este artigo considera as fontes consultadas em 5 de outubro de 2026 e propõe uma revisão técnica, especialmente útil para equipes Delphi. A mudança cadastral não foi criada pela reforma tributária, embora se encontre com a preparação dos sistemas fiscais. O guia de 2027 contextualiza essa preparação, e a discussão de conformidade além da autorização ajuda a avaliar os testes.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual sobre Perguntas e respostas da NFS-e: orientação operacional versus mudanças técnicas

Perguntas e Respostas da NFS-e: como separar orientação operacional das mudanças técnicas para IBS e CBS

Conferência de 23 de outubro de 2026: o FAQ oficial continua identificado como versão 1.00, de 8 de setembro de 2026. O portal registra alterações em produção restrita em 20 de outubro: reposicionamento de CST/cClassTrib, novos fatos geradores e grupo vAjusteBC.

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Conferência de 23 de outubro de 2026: o FAQ oficial continua identificado como versão 1.00, de 8 de setembro de 2026. O portal registra alterações em produção restrita em 20 de outubro: reposicionamento de CST/cClassTrib, novos fatos geradores e grupo vAjusteBC. Os anexos e XSD de homologação têm identificação 20261020; isso não deve ser confundido com o catálogo de produção. Consulte Atualizações e Implantações e a documentação de homologação para conferir o ambiente utilizado.

A evolução da NFS-e padrão nacional coloca desenvolvedores, software houses e áreas contábeis diante de uma tarefa que parece simples, mas exige método: distinguir o que é explicação operacional do que efetivamente representa uma mudança técnica aprovada e aplicável ao sistema emissor. Essa diferença importa especialmente na preparação para IBS e CBS, porque uma interpretação precipitada pode gerar desenvolvimento desnecessário, testes no ambiente errado ou comunicação fiscal inadequada ao cliente.

O ponto de partida é o material oficial de Perguntas e Respostas da NFS-e. No Portal consultado, o arquivo disponibilizado está identificado como versão 1.00, de 08/09/2026, e a página de publicação está datada de 16/09/2026. Ele ajuda a navegar por dúvidas sobre temas como cadastro, emissão, XML, APIs e IBS/CBS. Mas seu uso correto depende de reconhecer seus limites documentais.

Este artigo explica por que o FAQ é um instrumento útil de trabalho, como evitar conclusões além das evidências e de que forma equipes Delphi e profissionais da contabilidade podem estruturar uma rotina de conferência entre orientação, documentação técnica e regras fiscais.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de um notebook conectado a módulos de código, nuvem e servidor próprio, representando diferentes formas de usar modelos de IA

DeepSeek e outras alternativas para programação: modelos, preços e critérios de escolha

Depois de analisar os modelos da OpenAI, da Anthropic e do Google, vale ampliar o mapa. DeepSeek, Qwen, Mistral, Kimi e GLM oferecem caminhos que merecem avaliação quando o problema é manter software, revisar código ou automatizar uma atividade repetitiva.

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Depois de analisar os modelos da OpenAI, da Anthropic e do Google, vale ampliar o mapa. DeepSeek, Qwen, Mistral, Kimi e GLM oferecem caminhos que merecem avaliação quando o problema é manter software, revisar código ou automatizar uma atividade repetitiva.

“Menos usados” depende do público, da ferramenta e da região. Sem dados comparáveis de adoção, não seria correto transformar essa percepção em um ranking. Neste penúltimo artigo da série, o recorte são alternativas fora do trio já discutido, não modelos inferiores nem substitutos obrigatórios.

A pesquisa foi realizada em 2 de outubro de 2026. O objetivo é explicar diferenças práticas, preços de APIs, controles de raciocínio e cuidados com integração e execução própria. As aplicações sugeridas são critérios editoriais para experimentação: este artigo não apresenta um teste comparativo de desempenho em Delphi.

A troca de fornecedor não elimina as decisões sobre dados, ferramentas, permissões e avaliação. IA Além da Conversa aprofunda essas camadas e ajuda a estudar a arquitetura que permanece necessária, qualquer que seja o modelo escolhido. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar esse percurso. Se o interesse é compreender o funcionamento interno, Do Zero ao LLM com Delphi apresenta treinamento e geração em um laboratório educacional em Object Pascal, não uma alternativa pronta para substituir serviços comerciais.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração editorial de apuração cbs com registros relacionados e controles verificáveis.

Apuração assistida da CBS: como conferir antes de aceitar os valores

Receber uma apuração calculada pela administração tributária não elimina a necessidade de conferência. Se uma operação foi registrada incorretamente, um pagamento não foi relacionado ou um crédito não atende às condições legais, o problema pode aparecer no resultado mesmo quando o sistema apresenta um saldo pronto.

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Receber uma apuração calculada pela administração tributária não elimina a necessidade de conferência. Se uma operação foi registrada incorretamente, um pagamento não foi relacionado ou um crédito não atende às condições legais, o problema pode aparecer no resultado mesmo quando o sistema apresenta um saldo pronto.

A apuração assistida da Contribuição sobre Bens e Serviços, a CBS, utiliza informações para organizar o cálculo do período. O papel do contador e da empresa muda de foco: além de produzir registros, é necessário reconciliar o que foi informado, o que chegou ao ambiente oficial e o que compõe o fechamento.

Este artigo propõe uma rotina de conferência para o regime regular, com base nas fontes consultadas em 5 de outubro de 2026. Não é um tutorial de acesso a uma conta real nem demonstra homologação de integração. O guia de 2027 apresenta a transição; aqui, o foco é como avaliar o saldo antes da confirmação.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração editorial de pagamento com registros relacionados e controles verificáveis.

Split payment na prática: o que muda entre emitir, receber e recolher

Uma nota pode estar autorizada, a venda pode aparecer no contas a receber e o imposto ainda exigir conferência. Esses acontecimentos não são sinônimos.

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Uma nota pode estar autorizada, a venda pode aparecer no contas a receber e o imposto ainda exigir conferência. Esses acontecimentos não são sinônimos. A reforma tributária aproxima documentos e pagamentos, mas continua sendo necessário identificar quando a operação ocorreu, quando o dinheiro foi liquidado e como o débito tributário foi extinto.

O recolhimento na liquidação financeira, conhecido como split payment, é uma das peças desse processo. Ele prevê a separação de valores tributários no fluxo do pagamento. Para quem administra uma empresa ou desenvolve seu sistema de gestão, a pergunta útil não é apenas “qual percentual será retido?”, mas “como explicar o caminho de cada valor?”.

Este artigo considera as fontes consultadas em 5 de outubro de 2026. Explica o conceito, suas implicações e uma proposta de conciliação, sem afirmar implantação universal em uma data não confirmada. O guia da reforma em 2027 contextualiza a transição; o artigo sobre recolhimento pelo adquirente explica um mecanismo diferente.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de quatro módulos de software e dois controles de ajuste sobre mesa clara, representando modelos Claude e esforço de raciocínio.

Modelos da Anthropic para programação: preços, raciocínio e quando usar cada Claude

Uma inteligência artificial pode explicar uma função rapidamente e, na solicitação seguinte, precisar investigar vários módulos para encontrar um erro intermitente. Tratar esses dois trabalhos como iguais costuma levar a uma escolha ruim: pagar capacidade que não será aproveitada ou economizar na chamada e gastar mais tempo corrigindo a resposta.

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Uma inteligência artificial pode explicar uma função rapidamente e, na solicitação seguinte, precisar investigar vários módulos para encontrar um erro intermitente. Tratar esses dois trabalhos como iguais costuma levar a uma escolha ruim: pagar capacidade que não será aproveitada ou economizar na chamada e gastar mais tempo corrigindo a resposta. Para quem mantém sistemas empresariais, interessa o custo da alteração confiável, não apenas o preço da resposta.

A proposta deste artigo é comparar os modelos Claude da Anthropic pela perspectiva do desenvolvimento cotidiano. O recorte, consultado em 2 de outubro de 2026, reúne Haiku 4.5, Sonnet 5.5, Opus 5.5 e Fable 5.1, com preços da API, controles de raciocínio, critérios de avaliação e prazos de migração. As sugestões de uso são pontos de partida para testes, não resultados de uma competição executada neste projeto.

Se a dificuldade não é obter outra resposta, mas definir o que uma alteração deve preservar, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos, casos de fronteira e critérios de aceite ligados à implementação e aos testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como orientar sua próxima demanda com apoio de IA. Para estudar contexto, ferramentas, permissões e avaliação da solução que utiliza o modelo, a leitura complementar é IA Além da Conversa.

· Régys Borges da Silveira
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Composição colorida contrapondo geração aberta de conteúdo, à esquerda, e decisões estruturadas com probabilidades, à direita, conectadas por um núcleo híbrido e revisão humana

Jev na prática: quando usar um modelo de decisão em vez de um LLM

Durante os últimos anos, inteligência artificial aplicada a software tornou-se quase sinônimo de grandes modelos de linguagem, os LLMs. Quando um sistema precisa classificar uma solicitação, escolher uma ferramenta ou avaliar um texto, tornou-se comum enviar um prompt a um modelo generativo e pedir uma resposta em JSON.

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Durante os últimos anos, inteligência artificial aplicada a software tornou-se quase sinônimo de grandes modelos de linguagem, os LLMs. Quando um sistema precisa classificar uma solicitação, escolher uma ferramenta ou avaliar um texto, tornou-se comum enviar um prompt a um modelo generativo e pedir uma resposta em JSON. Essa solução funciona, mas levanta uma pergunta importante: se o programa precisa somente de uma decisão, por que utilizar um mecanismo projetado principalmente para gerar linguagem?

O Jev, apresentado pela TypeSafe AI em setembro de 2026, parte dessa pergunta. Em vez de escrever uma explicação, ele recebe informações sobre um caso e responde a perguntas delimitadas com valores tipados e probabilidades. A proposta chama atenção pelo custo e pela velocidade divulgados, mas o aspecto mais interessante é arquitetural: o modelo não recebe autoridade sobre o fluxo; ele fornece julgamentos que o código pode combinar, limitar e encaminhar para revisão.

Neste artigo, explicarei o paradigma que sustenta o Jev, suas três primitivas, uma integração prática e os critérios para escolher entre Jev, LLM, regras determinísticas e classificadores tradicionais. Também examinarei limitações e pesquisas iniciais, porque saída estruturada, confiança e baixo custo não tornam uma decisão automaticamente correta.

A escolha entre uma decisão tipada e uma resposta gerada só faz sentido dentro do processo que utilizará o resultado. IA Além da Conversa aprofunda a arquitetura ao redor dos modelos: contexto, ferramentas, permissões, avaliação e operação. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como definir essas fronteiras no seu projeto. Para registrar comportamentos esperados, exceções e critérios de aceite em uma implementação Delphi, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. São conexões de método, não uma afirmação de que os livros ensinam especificamente o Jev.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual sobre NFS-e sem IBS CBS: autorização não garante conformidade

NFS-e sem IBS e CBS pode ser autorizada, mas não necessariamente está conforme: o que muda em 2026

A adaptação da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) aos campos de IBS e CBS exige uma distinção que parece simples, mas tem efeito direto no desenvolvimento de sistemas e na rotina contábil: autorização técnica não é sinônimo automático de conformidade tributária. Uma nota pode passar pelo autorizador sem rejeição sistêmica e, ainda assim, estar sem uma informação…

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A adaptação da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) aos campos de IBS e CBS exige uma distinção que parece simples, mas tem efeito direto no desenvolvimento de sistemas e na rotina contábil: autorização técnica não é sinônimo automático de conformidade tributária. Uma nota pode passar pelo autorizador sem rejeição sistêmica e, ainda assim, estar sem uma informação que já se tornou obrigatória para aquela operação.

Para equipes que mantêm ERPs em Delphi, integrações fiscais e rotinas de escrituração, essa diferença muda a forma de priorizar o trabalho. Não basta testar se o XML ou a requisição é aceito. É preciso saber para quais operações o preenchimento é exigido, qual ambiente deve emitir o documento e como demonstrar a correção de inconsistências quando elas forem identificadas.

Neste artigo, vamos separar os cronogramas aplicáveis em 2026, explicar o caso particular das microempresas e empresas de pequeno porte do Simples Nacional, traduzir o impacto para software houses e contabilidades e propor um roteiro de implantação. Como os marcos de outubro, novembro e dezembro de 2026 eram futuros na data da pesquisa que embasa este texto, a leitura deve ser prospectiva e acompanhada de revisão normativa antes da entrada em produção.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de documentos fiscais conectados a um ERP, que troca dados de apuração com um serviço governamental

APIs da CBS: como integrar a apuração assistida ao ERP

A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de…

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A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de integração: os dados serão entregues de maneira assíncrona e incremental, em arquivos gerados após a solicitação, e não como uma resposta completa e imediata a cada chamada.

Essa diferença parece pequena até imaginarmos a rotina de uma empresa com milhares de documentos fiscais. O ERP precisa solicitar o processamento, guardar um tíquete, receber ou recuperar o resultado, baixar um arquivo temporário, importar apenas as alterações e preservar evidências para conciliação. Neste artigo, vou explicar o que a Receita disponibilizou, como o fluxo técnico funciona e quais decisões de arquitetura evitam perda de dados, duplicidade e exposição de credenciais. O objetivo não é fornecer um conector pronto, porque credenciais e ambientes dependem do enquadramento de cada contribuinte, mas transformar a documentação oficial em um plano de implementação verificável.

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Novos Hooks de Telemetria e Isolamento Multi-Instance no Delphi Horse: Observabilidade de Ponta com Baixíssimo Overhead

Quem desenvolve APIs robustas e de alta performance no Delphi utilizando o framework Horse sabe que a velocidade e a simplicidade sempre foram os pilares do projeto. No entanto, à medida que os sistemas crescem e migram para arquiteturas de microsserviços baseadas em contêineres e Kubernetes, duas necessidades tornam-se críticas: observabilidade em tempo real (APM) e a capacidade…

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Quem desenvolve APIs robustas e de alta performance no Delphi utilizando o framework Horse sabe que a velocidade e a simplicidade sempre foram os pilares do projeto. No entanto, à medida que os sistemas crescem e migram para arquiteturas de microsserviços baseadas em contêineres e Kubernetes, duas necessidades tornam-se críticas: observabilidade em tempo real (APM) e a capacidade de rodar múltiplos servidores isolados no mesmo processo (Multi-Instance) de forma segura.

Neste artigo, vamos explorar a nova feature do ecossistema do Horse: a introdução de Lifecycle Hooks do Servidor, Hooks Nativos de Telemetria e o suporte completo a Lifecycle de Múltiplas Instâncias Isoladas.

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WebSockets Nativos no Horse: Comunicação Bidirecional de Alta Performance no Delphi e Lazarus

No desenvolvimento de APIs modernas, a comunicação tradicional baseada em ciclos de requisição e resposta (HTTP tradicional) nem sempre é suficiente. Quando precisamos de atualizações em tempo real com baixíssima latência — como em painéis financeiros, sistemas de chat, telemetria de frotas ou dashboards de monitoramento — os WebSockets se tornam indispensáveis.

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No desenvolvimento de APIs modernas, a comunicação tradicional baseada em ciclos de requisição e resposta (HTTP tradicional) nem sempre é suficiente. Quando precisamos de atualizações em tempo real com baixíssima latência — como em painéis financeiros, sistemas de chat, telemetria de frotas ou dashboards de monitoramento — os WebSockets se tornam indispensáveis.

Com orgulho, apresentamos a nova especificação e suporte nativo a conexões bidirecionais baseadas no protocolo RFC 6455 (WebSockets) no núcleo e provedores do framework Horse. O suporte foi desenvolvido com foco em alta performance, thread-safety, concorrência e total compatibilidade com Delphi e Lazarus/FPC.

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Delphi Horse: Simplifique suas APIs com Auto-binding e Validação de DTOs

Quem desenvolve APIs em Delphi utilizando o framework Horse sabe o quanto ele é leve, rápido e extremamente eficiente. No entanto, à medida que a aplicação cresce, começamos a nos deparar com um problema comum em nossos controllers: o excesso de código repetitivo (o famoso boilerplate) para ler payloads de requisições e validar os dados de entrada.

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Quem desenvolve APIs em Delphi utilizando o framework Horse sabe o quanto ele é leve, rápido e extremamente eficiente. No entanto, à medida que a aplicação cresce, começamos a nos deparar com um problema comum em nossos controllers: o excesso de código repetitivo (o famoso boilerplate) para ler payloads de requisições e validar os dados de entrada.

Se você se cansa de escrever dezenas de linhas checando se campos obrigatórios foram preenchidos, se e-mails são válidos ou se um valor numérico está no intervalo correto, você precisa conhecer o horse-dto.

Neste artigo, vamos entender como esse middleware automatiza o processo de desserialização e validação declarativa de dados usando atributos no Delphi.

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Desligamento Suave (Graceful Shutdown) no Horse: Resiliência Enterprise para suas APIs Delphi e Lazarus

No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as…

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No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as conexões ativas dos usuários.

Com a nova atualização do Horse, o framework web minimalista mais popular do ecossistema Delphi e Lazarus, introduzimos o suporte nativo ao Graceful Shutdown (Desligamento Suave). Neste artigo, vamos entender como esse recurso funciona, quais são os ganhos reais para suas aplicações e como utilizá-lo na prática.

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Arquitetura Avançada no Delphi: Desvendando o Ciclo de Vida do Servidor e a Inicialização Estruturada (UseStartup) no Horse

No desenvolvimento de APIs modernas e microsserviços com Delphi e Lazarus, o Horse se consolidou como o framework mais querido devido à sua simplicidade, leveza e alta velocidade. No entanto, à medida que os sistemas corporativos crescem, a necessidade de organização arquitetural, controle físico sobre conexões e conformidade com nuvens (como Docker e Kubernetes) torna-se crucial.

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No desenvolvimento de APIs modernas e microsserviços com Delphi e Lazarus, o Horse se consolidou como o framework mais querido devido à sua simplicidade, leveza e alta velocidade. No entanto, à medida que os sistemas corporativos crescem, a necessidade de organização arquitetural, controle físico sobre conexões e conformidade com nuvens (como Docker e Kubernetes) torna-se crucial.

Recentemente, o ecossistema do Horse recebeu uma atualização de peso, focada justamente em infraestrutura corporativa: o suporte a Server Lifecycle Hooks (Ganchos de Ciclo de Vida do Servidor), o Graceful Shutdown (Desligamento Suave) unificado e o padrão de inicialização estruturada via UseStartup. Neste artigo, vamos explorar essas novidades e construir um exemplo didático e completo.

· Régys Borges da Silveira
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Observabilidade Máxima: Como implementar Telemetria, OpenTelemetry e Prometheus no Delphi com Horse

O desenvolvimento de APIs com Delphi utilizando o Horse revolucionou a forma como criamos serviços rápidos, minimalistas e eficientes. No entanto, à medida que nossas aplicações crescem e passam a rodar em ambientes de produção complexos, surge um grande desafio: como saber exatamente o que está acontecendo por debaixo do capô em tempo real?

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O desenvolvimento de APIs com Delphi utilizando o Horse revolucionou a forma como criamos serviços rápidos, minimalistas e eficientes. No entanto, à medida que nossas aplicações crescem e passam a rodar em ambientes de produção complexos, surge um grande desafio: como saber exatamente o que está acontecendo por debaixo do capô em tempo real?

Monitorar uma aplicação em produção apenas analisando arquivos de log estáticos (ou pior, esperando o cliente reclamar de lentidão) não é mais viável. É aqui que entra a Observabilidade e seus pilares principais: a coleta de métricas e o rastreamento distribuído (Distributed Tracing).

· Régys Borges da Silveira
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Dext: Trazendo a Arquitetura Moderna do ASP.NET Core para o Ecossistema Delphi

Conheça o framework que une Injeção de Dependência, Minimal APIs e um ORM Code-First sem sair da linguagem que você domina.

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Conheça o framework que une Injeção de Dependência, Minimal APIs e um ORM Code-First sem sair da linguagem que você domina.

Há anos, uma parte significativa da comunidade Delphi olha para o ecossistema .NET — especificamente para o ASP.NET Core — com um certo nível de admiração técnica. A facilidade de escrever APIs RESTful, a injeção de dependência nativa e a limpeza do código assíncrono são padrões que todos desejamos em nossos backends.

Muitos desenvolvedores acabam migrando seus backends para C# apenas para acessar essa arquitetura, mantendo o Delphi apenas no legado ou no front-end desktop. Mas e se fosse possível ter essa mesma experiência de desenvolvimento — Fluent APIs, Middlewares, Async/Await real — dentro do Delphi, compilando para código nativo e performático?

É exatamente essa a proposta do Dext, um novo framework open-source criado por Cesar Romero, MVP Embarcadero, que promete modernizar a stack de desenvolvimento Delphi. Neste artigo, vamos explorar o que é o Dext, como ele funciona e por que ele merece sua atenção.

Vamos neste artigo conhecer melhor esse projeto de código aberto, suas vantagens e facilidades.

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[Evento Gratuito] Semana HORSE

Serão 03 Mega Aulas Gratuitas sobre Servidores e Microserviços com Horse, Consumo dos Servidores com VCL Desktop e Firemonkey.

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Serão 03 Mega Aulas Gratuitas sobre Servidores e Microserviços com Horse, Consumo dos Servidores com VCL Desktop e Firemonkey.

Você aprenderá a usar sobre Padrões de Mercado, Organização, Boas Práticas, Distribuição em Windows e Linux e muitas dicas sobre "por onde começar". Não perca!

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· Régys Borges da Silveira
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Consumindo API REST com Delphi e Firemonkey

Este vídeo demonstra como consumir uma API REST utilizando Delphi e firemonkey, foram utilizados somente componentes nativos.

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Este vídeo demonstra como consumir uma API REST utilizando Delphi e firemonkey, foram utilizados somente componentes nativos.

· Régys Borges da Silveira
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