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Régys Borges da Silveira
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Tag: segurança de software

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Composição ilustrativa: livro Delphi Vivo, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos.

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Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos. Essa realidade pode gerar duas reações igualmente arriscadas: não mexer em nada ou decidir reescrever tudo.

A primeira conserva problemas conhecidos e reduz, aos poucos, a capacidade de adaptação. A segunda troca riscos visíveis por riscos novos: funcionalidades esquecidas, diferenças de comportamento, longos períodos sem entrega relevante e uma convivência difícil entre o sistema antigo e o substituto em construção. Entre esses extremos há uma disciplina de engenharia: modernizar progressivamente, em mudanças pequenas, verificáveis e reversíveis.

Modernizar não significa aplicar tecnologias recentes a qualquer custo. Significa aumentar a capacidade de entender, alterar, testar, entregar e operar o software com menos incerteza. Em um sistema Delphi, isso pode envolver desde tornar a compilação repetível até reduzir o acoplamento entre formulários VCL, regras de negócio e acesso a dados. O ponto de partida não é uma lista de ferramentas; é um diagnóstico honesto do risco.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Delphi Vivo.

· Régys Borges da Silveira
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Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

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A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.

Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.7.0: componentes, múltiplas versões do Delphi e uma cadeia de entrega verificável

Gerenciar dependências é apenas uma parte do trabalho em projetos Delphi. Quando o projeto utiliza componentes visuais, pacotes runtime e design-time, diferentes versões da IDE e pipelines de integração contínua, instalar uma biblioteca deixa de ser uma simples operação de download.

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Gerenciar dependências é apenas uma parte do trabalho em projetos Delphi. Quando o projeto utiliza componentes visuais, pacotes runtime e design-time, diferentes versões da IDE e pipelines de integração contínua, instalar uma biblioteca deixa de ser uma simples operação de download.

A versão 1.7.0 do Boss4D foi construída para enfrentar esse cenário completo. Ela amplia o gerenciador de dependências para cuidar também da compilação, instalação e recuperação de componentes, sem abandonar a compatibilidade com projetos BOSS nem o suporte ao Lazarus.

O resultado é uma versão especialmente importante para equipes que precisam reproduzir ambientes Delphi, automatizar builds e manter evidências sobre os pacotes utilizados.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.4: do gerenciamento de dependências à conformidade da cadeia de software Delphi

Desde a versão 1.2.0, o Boss4D passou por uma evolução importante. O projeto deixou de atuar apenas como instalador de dependências e tornou-se uma plataforma mais completa de gerenciamento, automação, auditoria e rastreabilidade para projetos Delphi e Lazarus.

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Desde a versão 1.2.0, o Boss4D passou por uma evolução importante. O projeto deixou de atuar apenas como instalador de dependências e tornou-se uma plataforma mais completa de gerenciamento, automação, auditoria e rastreabilidade para projetos Delphi e Lazarus.

As versões 1.2.0, 1.2.1, 1.3.0 e 1.4.0 trouxeram melhorias em quatro áreas principais:

Neste artigo, veremos o que mudou e como esses recursos ajudam equipes que precisam de builds confiáveis, automação de CI e evidências técnicas sobre os componentes utilizados em suas aplicações.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.1 e 1.2: SBOM, conformidade, auditoria e suporte a Lazarus

O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.

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O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.

É justamente nesse ponto que as versões 1.1.0 e 1.2.0 do Boss4D representam um avanço importante. Além de tornar o processo de build mais previsível, o Boss4D agora oferece uma base nativa para geração de SBOM, rastreabilidade de dependências, evidências de integridade, análise de vulnerabilidades por VEX e auditoria de releases. Na versão 1.2.0, essa evolução também alcança projetos Lazarus, permitindo que dependências Delphi e Free Pascal convivam em um fluxo de build mais consistente.

Neste artigo, vamos entender o que mudou, por que essas mudanças são importantes e como utilizar os novos recursos no dia a dia.

· Régys Borges da Silveira
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