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Régys Borges da Silveira
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Tag: IA Generativa

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Líder analisando informações com apoio de inteligência artificial sem abrir mão do julgamento humano

Liderança ampliada: usar IA sem terceirizar o julgamento humano

A entrada da inteligência artificial na rotina de trabalho criou uma possibilidade concreta para líderes: gastar menos energia na organização inicial de informações e mais energia naquilo que exige presença, critério e responsabilidade. O problema começa quando essa possibilidade é confundida com autorização para transferir decisões à ferramenta.

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A entrada da inteligência artificial na rotina de trabalho criou uma possibilidade concreta para líderes: gastar menos energia na organização inicial de informações e mais energia naquilo que exige presença, critério e responsabilidade. O problema começa quando essa possibilidade é confundida com autorização para transferir decisões à ferramenta.

Uma resposta bem redigida, uma lista de prioridades aparentemente coerente ou um resumo de reunião não são, por si só, bons julgamentos. São materiais de trabalho. Podem acelerar uma análise, revelar lacunas e oferecer opções. Ainda assim, não conhecem por completo a história da equipe, os compromissos assumidos, as relações de confiança, os riscos de uma escolha nem os efeitos que uma mensagem terá sobre pessoas específicas.

Usar IA com maturidade na liderança depende menos de descobrir o comando perfeito e mais de estabelecer fronteiras claras: o que a tecnologia pode preparar, o que o líder precisa verificar e aquilo que continua indelegável. Essa distinção protege a qualidade das decisões e evita que a eficiência operacional seja conquistada à custa de responsabilidade humana.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Liderança Ampliada.

· Régys Borges da Silveira
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Diagrama conceitual entre um modelo de linguagem e uma solução de IA confiável, com contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e operação.

IA além da conversa: o que existe entre o modelo e uma solução confiável

Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes.

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Um chatbot pode impressionar em poucos minutos. Ele resume um texto, explica um procedimento, sugere uma mensagem e responde com fluência a perguntas formuladas de maneiras diferentes. Essa capacidade é útil, mas não resolve, por si só, o problema de colocar inteligência artificial em uma atividade real de uma organização.

Uma solução operável precisa lidar com questões que não aparecem necessariamente na tela de conversa: de onde vêm as informações, quais delas estão atualizadas, quem pode vê-las, quando o sistema pode executar uma ação, como registrar o que aconteceu, como verificar a qualidade das respostas e como manter custos e riscos sob controle. O modelo é uma parte relevante do sistema, mas não é o sistema inteiro.

A diferença importa porque decisões de arquitetura tomadas cedo podem ampliar a complexidade sem melhorar o resultado. Em outros casos, uma implementação simples demais cria respostas sem evidência, acesso inadequado a dados ou automações que ninguém consegue auditar. O objetivo não deve ser construir o sistema mais sofisticado. Deve ser escolher a menor arquitetura capaz de produzir valor verificável, com segurança, governança e observabilidade.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de IA Além da Conversa.

· Régys Borges da Silveira
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Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em…

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Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

Se sua dificuldade é transformar um pedido à IA em trabalho que possa ser conferido, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos e critérios de aceite ligados a código e testes. Consulte o sumário e a degustação gratuita na página do livro para avaliar essa base de engenharia. Ao longo deste artigo, outras leituras complementam os temas de manutenção e integração, conforme a necessidade.

· Régys Borges da Silveira
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Qual IA usar para programar? Comparando GPT, Gemini e DeepSeek em custo e capacidade

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação.

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A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação. Hoje, com ferramentas como Codex e outros agentes de desenvolvimento, podemos entregar tarefas muito maiores: analisar um repositório, compreender uma arquitetura existente, alterar vários arquivos, executar comandos, compilar o projeto, rodar testes, investigar erros e continuar trabalhando até encontrar uma solução.

Essa evolução trouxe um problema que até pouco tempo praticamente não existia: qual modelo devemos utilizar para programar?

A resposta parece simples. Se existe um modelo mais poderoso, basta utilizá-lo. Porém, quando começamos a usar agentes diariamente, essa estratégia pode se tornar desnecessariamente cara. Modelos diferentes possuem preços bastante diferentes e, principalmente, tarefas de desenvolvimento possuem níveis de complexidade completamente distintos. Utilizar o modelo mais poderoso disponível para alterar um campo de uma API ou criar um CRUD pode representar desperdício de capacidade e dinheiro.

No extremo oposto, escolher sempre o modelo mais barato também não é necessariamente uma boa estratégia. Uma tarefa complexa entregue a um modelo menos capaz pode exigir várias tentativas, consumir mais tokens, produzir alterações incorretas e demandar intervenção humana. No final, aquilo que parecia barato pode custar mais.

Neste artigo quero analisar justamente esse problema, comparando algumas das principais opções disponíveis atualmente para desenvolvimento de software: DeepSeek V4 Flash, DeepSeek V4 Pro, Gemini 3.1 Pro, GPT-5.6 Terra, GPT-5.6 Sol e GPT-6 Astra.

Mais importante do que simplesmente declarar qual deles é "o melhor", quero chegar a uma pergunta que considero muito mais relevante para quem utiliza IA profissionalmente:

Quanto de inteligência realmente precisamos comprar para cada tarefa de desenvolvimento?

· Régys Borges da Silveira
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Do Zero ao LLM com Delphi: inteligência artificial para quem quer entender de verdade, construa, execute e treine seu próprio modelo

Inteligência artificial parece um assunto reservado a quem domina álgebra linear, cálculo, estatística e ciência de dados. Para muitos programadores, a impressão é que existe uma longa lista de pré-requisitos antes mesmo de escrever a primeira linha de código.

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Inteligência artificial parece um assunto reservado a quem domina álgebra linear, cálculo, estatística e ciência de dados. Para muitos programadores, a impressão é que existe uma longa lista de pré-requisitos antes mesmo de escrever a primeira linha de código.

Eu escrevi Do Zero ao LLM com Delphi: Construa, treine e execute seu próprio modelo de linguagem para mostrar que existe outro caminho.

Se você já programa em Delphi, conhece variáveis, condições, laços, funções e arrays, já possui a base necessária para começar. Não é preciso chegar ao livro sabendo o que são tensores, gradientes, Softmax, atenção ou Transformers. Esses conceitos são construídos ao longo da leitura, passo a passo, a partir da linguagem que o desenvolvedor Delphi já conhece, hoje tenho a alegria de anunciar o lançamento do livro.

A matemática faz parte da inteligência artificial. Fingir que ela não existe seria trocar uma dificuldade real por uma explicação superficial. Mas isso não significa que você precise concluir cursos inteiros de álgebra, cálculo e estatística antes de compreender como um modelo de linguagem funciona.

No livro, cada conceito matemático nasce de um problema concreto, antes de apresentar uma fórmula, observamos o comportamento que precisamos implementar. Trabalhamos com poucos números, fazemos contas que podem ser acompanhadas no papel e, em seguida, transformamos cada operação em código Object Pascal. A notação formal aparece como uma segunda camada de compreensão, não como uma barreira na entrada.

Você não precisa memorizar símbolos para avançar. Precisa entender perguntas práticas como estas:

Cada resposta é construída, implementada e verificada em Delphi, com todo o código funcional desenvolvido ao longo do livro e disponível em um repositório público no GitHub para você baixar, executar, testar e modificar.

conheça o livro e adquira seu exemplar.

· Régys Borges da Silveira
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Uma nova página para encontrar o livro certo para o seu próximo desafio

Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

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Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

Esse lugar agora existe.

Criei uma nova página dedicada aos meus livros: livros.regys.com.br.

· Régys Borges da Silveira
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IA Além da Conversa: meu novo livro sobre como transformar modelos de linguagem em soluções reais

Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

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Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

Essa facilidade, porém, pode criar uma impressão enganosa: a de que uma boa conversa já representa uma solução completa. Não representa.

Quando um sistema precisa consultar informações confiáveis, manter estado, utilizar ferramentas, respeitar permissões, produzir efeitos externos e operar de maneira segura, o modelo de linguagem passa a ser apenas uma parte da arquitetura.

Foi a partir dessa diferença que escrevi IA Além da Conversa: Como transformar modelos de linguagem em soluções inteligentes, seguras e operáveis.

Comprar a edição física na Uiclap

Amazon digital: https://www.amazon.com.br/dp/B0HGNP6P1Y

· Régys Borges da Silveira
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RadIA 2.10: uma nova camada de inteligência para o desenvolvimento Delphi

Desde o início, a proposta do RadIA nunca foi apenas colocar uma janela de chat dentro do Delphi. A ideia é construir uma experiência de desenvolvimento assistida por inteligência artificial que compreenda o ambiente da IDE, trabalhe com o projeto real e ajude o desenvolvedor desde a criação do código até a compilação, os testes e o diagnóstico…

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Desde o início, a proposta do RadIA nunca foi apenas colocar uma janela de chat dentro do Delphi. A ideia é construir uma experiência de desenvolvimento assistida por inteligência artificial que compreenda o ambiente da IDE, trabalhe com o projeto real e ajude o desenvolvedor desde a criação do código até a compilação, os testes e o diagnóstico de problemas.

A versão 2.10 representa um passo importante nessa direção. O principal avanço é a introdução de um motor semântico estrutural próprio para Object Pascal, integrado ao Delphi 12 e ao Delphi 13. Com ele, o RadIA passa a entender melhor a organização do código, os símbolos, os relacionamentos entre tipos, a herança e as interfaces do projeto.

Na prática, isso reduz a distância entre uma IA que apenas recebe texto e uma ferramenta que realmente compreende o contexto em que o desenvolvedor está trabalhando.

· Régys Borges da Silveira
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Livro: Orquestre a IA na Prática agora também está disponível em versão digital

Tenho uma ótima novidade para compartilhar: a versão digital de Orquestre a IA na Prática já está disponível na Amazon.

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Tenho uma ótima novidade para compartilhar: a versão digital de Orquestre a IA na Prática já está disponível na Amazon.

Desde o lançamento da edição impressa, algumas pessoas me perguntaram quando o livro poderia ser lido no Kindle. Essa opção finalmente chegou.

Agora você pode começar a leitura poucos minutos após a compra e levar o conteúdo para onde quiser, seja em um dispositivo Kindle, no celular, no tablet ou no computador por meio dos aplicativos de leitura da Amazon.

Conheça e adquira a versão digital na Amazon

A Inteligência Artificial já faz parte da rotina de profissionais das mais diferentes áreas. Ela ajuda a escrever, pesquisar, programar, analisar informações, preparar materiais, automatizar processos e explorar novas ideias.

Ter acesso a essas ferramentas, porém, não significa saber conduzi-las.

Uma resposta pode chegar rapidamente, parecer convincente e ainda assim ignorar requisitos, utilizar uma premissa incorreta, omitir informações importantes ou não resolver o problema que motivou a solicitação.

Foi para trabalhar essa diferença entre apenas pedir e realmente conduzir que escrevi Orquestre a IA na Prática.

O livro não apresenta palavras mágicas nem uma coleção de comandos prontos. Ele propõe uma forma estruturada de pensar: compreender o objetivo, organizar o contexto, definir critérios de qualidade, estabelecer limites, avaliar o resultado e aprimorar o processo.

· Régys Borges da Silveira
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Orquestre a IA na Prática: meu novo livro sobre Engenharia de Prompt e uso profissional da IA

O livro nasceu de uma inquietação que se tornou cada vez mais presente em meu trabalho, nas aulas, nas palestras e nas conversas com profissionais de diferentes áreas: nunca foi tão fácil pedir algo a uma Inteligência Artificial, mas isso não significa que seja fácil obter um resultado realmente útil.

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O livro nasceu de uma inquietação que se tornou cada vez mais presente em meu trabalho, nas aulas, nas palestras e nas conversas com profissionais de diferentes áreas: nunca foi tão fácil pedir algo a uma Inteligência Artificial, mas isso não significa que seja fácil obter um resultado realmente útil.

Uma resposta pode chegar em poucos segundos, estar bem escrita e parecer convincente. Ainda assim, pode ignorar uma restrição importante, utilizar uma premissa incorreta, omitir informações, expor dados que deveriam ser protegidos ou simplesmente não resolver o problema que motivou a solicitação.

A dificuldade nem sempre está na resposta. Muitas vezes, ela começa antes, na forma como definimos o que precisa ser feito.

Foi para trabalhar essa diferença entre apenas pedir e realmente conduzir que escrevi este livro.

Comprar Orquestre a IA na Prática na UICLAP

· Régys Borges da Silveira
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AgentKit4D: O Kit de Qualidade Definitivo para Projetos Delphi na Era das IAs

O desenvolvimento de software com Delphi tem passado por uma evolução incrível nos últimos anos. Com compiladores modernos, suporte a multiplataforma e frameworks inovadores, a linguagem continua sendo a espinha dorsal de sistemas robustos em todo o mundo.

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O desenvolvimento de software com Delphi tem passado por uma evolução incrível nos últimos anos. Com compiladores modernos, suporte a multiplataforma e frameworks inovadores, a linguagem continua sendo a espinha dorsal de sistemas robustos em todo o mundo. E agora, estamos vivenciando uma nova revolução: o uso de assistentes de inteligência artificial (coding agents) no dia a dia da programação, como Cursor, GitHub Copilot, Claude e Gemini.

No entanto, essa ajuda tecnológica traz um desafio clássico para o ecossistema Delphi. As IAs, por mais inteligentes que sejam, nem sempre conhecem de forma nativa as particularidades do gerenciamento de memória do Delphi, a correta ordem de destruição de objetos, ou a sintaxe moderna do framework Dext. Como resultado, é comum que elas sugiram códigos propensos a memory leaks (vazamentos de memória) ou que violem as regras de análise estática.

É exatamente para solucionar essa lacuna que tenho o orgulho de apresentar o AgentKit4D (Delphi Agent Quality Kit). Um projeto desenvolvido para atuar como uma ponte de qualidade de código estrita, alinhando desenvolvedores humanos e assistentes de IA sob as melhores práticas da engenharia de software moderno.

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Low-Code/No-Code com IA: Democratizando o Desenvolvimento

A transformação digital deixou de ser um diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. No entanto, o "gargalo" sempre foi o mesmo: a escassez de desenvolvedores qualificados e o alto custo de manutenção de software sob medida.

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A transformação digital deixou de ser um diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. No entanto, o "gargalo" sempre foi o mesmo: a escassez de desenvolvedores qualificados e o alto custo de manutenção de software sob medida.

É aqui que a convergência entre o movimento Low-Code/No-Code (LCNC) e a Inteligência Artificial está mudando o jogo, permitindo que empresas de setores tradicionais criem soluções robustas sem depender exclusivamente de um exército de codificadores.

· Régys Borges da Silveira
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