Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
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Tag: Engenharia de Software

18 resultado(s)

Ilustração conceitual de módulos de software, calendário e controle giratório sobre uma bancada clara, representando escolha de modelo, preço e raciocínio

Modelos Gemini para programação: preços, raciocínio e quando usar cada um

Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples até que a mesma ferramenta precisa explicar uma rotina antiga, revisar uma alteração delicada e investigar um defeito que aparece somente em produção. São problemas diferentes.

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Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples até que a mesma ferramenta precisa explicar uma rotina antiga, revisar uma alteração delicada e investigar um defeito que aparece somente em produção. São problemas diferentes. Usar sempre o modelo mais caro pode desperdiçar dinheiro; insistir no mais barato pode consumir o tempo que se pretendia economizar.

No caso do Google, nomes como Flash, Flash-Lite e Pro ajudam a localizar famílias, mas não substituem a leitura da documentação. O número maior também não resolve sozinho a escolha: uma versão estável e uma versão em prévia têm implicações diferentes para quem mantém um sistema empresarial.

Este artigo apresenta os modelos relevantes para assistência textual ao desenvolvimento, os preços da Gemini Developer API e os controles de raciocínio. Também propõe um roteiro de uso em Delphi e critérios para avaliar resultados. A consulta foi realizada em 2 de outubro de 2026; preços e disponibilidade precisam ser reconferidos antes da contratação ou da implantação.

Uma janela de contexto maior ou outro modelo não resolve, por si só, o projeto da integração. IA Além da Conversa aprofunda como organizar contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos ao redor do modelo. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar esse percurso além da comparação de preços. Se a tarefa é evoluir uma aplicação Delphi existente, Delphi Vivo complementa a leitura com diagnóstico de dependências, testes e modernização incremental.

· Régys Borges da Silveira
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Mesa clara de desenvolvimento com notebook mostrando um fluxo de decisão e computador com código desfocado, representando a escolha de modelos de IA para programar.

Modelos da OpenAI para programação: comparação, preços e quando usar cada um

Escolher um modelo de inteligência artificial para programar parece simples até aparecer a conta — ou até o modelo mais barato errar uma alteração delicada. O nome mais novo nem sempre é o melhor para toda tarefa, assim como o maior preço por token não garante o menor custo por solução concluída.

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Escolher um modelo de inteligência artificial para programar parece simples até aparecer a conta — ou até o modelo mais barato errar uma alteração delicada. O nome mais novo nem sempre é o melhor para toda tarefa, assim como o maior preço por token não garante o menor custo por solução concluída. E há uma confusão comum: assinatura do ChatGPT ou do Codex não é a mesma coisa que cobrança pela API.

Neste guia, comparo os modelos gerais que a OpenAI apresenta como opções atuais de referência — GPT-6 Astra, GPT-6.1 Sol e GPT-6 Luna — pela perspectiva de quem escreve, revisa, explica e automatiza software. Também explico o que fazer com o GPT-5.3-Codex, que aparece em conversas e artigos recentes, mas foi descontinuado. Os preços são os publicados para a API em 2 de outubro de 2026; confira a página oficial antes de adotar um orçamento, pois modelos e tarifas mudam.

Escolher o modelo é apenas uma parte do trabalho. Para estudar como contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos se combinam em uma solução operável, conheça IA Além da Conversa e leia a degustação gratuita na página do livro. Se o desafio é orientar as alterações de código com requisitos e critérios de aceite, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. Essas leituras aprofundam o método, não indicam um fornecedor vencedor.

· Régys Borges da Silveira
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Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em…

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Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

Se sua dificuldade é transformar um pedido à IA em trabalho que possa ser conferido, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos e critérios de aceite ligados a código e testes. Consulte o sumário e a degustação gratuita na página do livro para avaliar essa base de engenharia. Ao longo deste artigo, outras leituras complementam os temas de manutenção e integração, conforme a necessidade.

· Régys Borges da Silveira
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TDD: entenda o Desenvolvimento Guiado por Testes

Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

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Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

Neste minicurso, Landerson Gomes apresenta os fundamentos do Desenvolvimento Guiado por Testes e explica a mudança de pensamento por trás dessa prática. Mais do que simplesmente criar testes para um código pronto, o TDD coloca os testes como parte do próprio processo de construção do software. Um conteúdo direto para quem deseja compreender melhor essa abordagem e começar a aplicá-la de forma consciente no desenvolvimento de software.

· Régys Borges da Silveira
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Qual IA usar para programar? Comparando GPT, Gemini e DeepSeek em custo e capacidade

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação.

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A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação. Hoje, com ferramentas como Codex e outros agentes de desenvolvimento, podemos entregar tarefas muito maiores: analisar um repositório, compreender uma arquitetura existente, alterar vários arquivos, executar comandos, compilar o projeto, rodar testes, investigar erros e continuar trabalhando até encontrar uma solução.

Essa evolução trouxe um problema que até pouco tempo praticamente não existia: qual modelo devemos utilizar para programar?

A resposta parece simples. Se existe um modelo mais poderoso, basta utilizá-lo. Porém, quando começamos a usar agentes diariamente, essa estratégia pode se tornar desnecessariamente cara. Modelos diferentes possuem preços bastante diferentes e, principalmente, tarefas de desenvolvimento possuem níveis de complexidade completamente distintos. Utilizar o modelo mais poderoso disponível para alterar um campo de uma API ou criar um CRUD pode representar desperdício de capacidade e dinheiro.

No extremo oposto, escolher sempre o modelo mais barato também não é necessariamente uma boa estratégia. Uma tarefa complexa entregue a um modelo menos capaz pode exigir várias tentativas, consumir mais tokens, produzir alterações incorretas e demandar intervenção humana. No final, aquilo que parecia barato pode custar mais.

Neste artigo quero analisar justamente esse problema, comparando algumas das principais opções disponíveis atualmente para desenvolvimento de software: DeepSeek V4 Flash, DeepSeek V4 Pro, Gemini 3.1 Pro, GPT-5.6 Terra, GPT-5.6 Sol e GPT-6 Astra.

Mais importante do que simplesmente declarar qual deles é "o melhor", quero chegar a uma pergunta que considero muito mais relevante para quem utiliza IA profissionalmente:

Quanto de inteligência realmente precisamos comprar para cada tarefa de desenvolvimento?

· Régys Borges da Silveira
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Uma nova página para encontrar o livro certo para o seu próximo desafio

Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

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Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

Esse lugar agora existe.

Criei uma nova página dedicada aos meus livros: livros.regys.com.br.

· Régys Borges da Silveira
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IA Além da Conversa: meu novo livro sobre como transformar modelos de linguagem em soluções reais

Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

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Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

Essa facilidade, porém, pode criar uma impressão enganosa: a de que uma boa conversa já representa uma solução completa. Não representa.

Quando um sistema precisa consultar informações confiáveis, manter estado, utilizar ferramentas, respeitar permissões, produzir efeitos externos e operar de maneira segura, o modelo de linguagem passa a ser apenas uma parte da arquitetura.

Foi a partir dessa diferença que escrevi IA Além da Conversa: Como transformar modelos de linguagem em soluções inteligentes, seguras e operáveis.

Comprar a edição física na Uiclap

Amazon digital: https://www.amazon.com.br/dp/B0HGNP6P1Y

· Régys Borges da Silveira
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Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

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A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

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A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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Code Coverage em Delphi: Como Medir a Qualidade dos Seus Testes e Integrar com SonarQube

Quando falamos sobre qualidade de software, um dos primeiros assuntos que surgem é a criação de testes automatizados. Entretanto, existe uma pergunta que muitas equipes deixam de fazer: os testes realmente estão exercitando as partes mais importantes do sistema?

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Quando falamos sobre qualidade de software, um dos primeiros assuntos que surgem é a criação de testes automatizados. Entretanto, existe uma pergunta que muitas equipes deixam de fazer: os testes realmente estão exercitando as partes mais importantes do sistema?

Em projetos Delphi isso é ainda mais relevante. Grande parte das aplicações corporativas desenvolvidas com a linguagem possui anos de evolução, milhares de linhas de código e regras de negócio extremamente complexas. Sistemas fiscais, ERPs, aplicações financeiras e integrações governamentais normalmente acumulam conhecimento de negócio ao longo de décadas, tornando qualquer alteração um potencial risco.

É justamente nesse cenário que o Code Coverage se torna uma ferramenta valiosa. Ele permite medir quais partes do código foram efetivamente executadas durante os testes automatizados, fornecendo uma visão objetiva sobre o nível de proteção existente no sistema.

Neste artigo veremos o que é cobertura de código, por que ela é importante, como implementá-la em Delphi utilizando o Delphi Code Coverage e o Delphi Code Coverage Wizard Plus, além de entender como integrar os resultados ao SonarQube para acompanhar a qualidade do projeto ao longo do tempo.

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SonarQube e Delphi: Como Configurar Análise de Qualidade de Código em Projetos Delphi

A maioria dos sistemas Delphi possui uma característica em comum: são aplicações que evoluem durante muitos anos. ERPs, sistemas fiscais, aplicações industriais, financeiras e governamentais frequentemente acumulam milhares de linhas de código, dezenas de módulos e diversas equipes ao longo do tempo.

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A maioria dos sistemas Delphi possui uma característica em comum: são aplicações que evoluem durante muitos anos. ERPs, sistemas fiscais, aplicações industriais, financeiras e governamentais frequentemente acumulam milhares de linhas de código, dezenas de módulos e diversas equipes ao longo do tempo.

Nesse cenário, manter a qualidade do código passa a ser um desafio cada vez maior.

Questões como duplicidade de código, métodos excessivamente complexos, padrões inconsistentes, problemas de manutenção e até possíveis bugs podem se acumular silenciosamente durante anos.

É exatamente para esse tipo de situação que o SonarQube foi criado.

O SonarQube é uma das ferramentas de análise estática de código mais utilizadas do mercado e permite monitorar continuamente a qualidade dos projetos através de métricas, regras de validação e indicadores de manutenção.

Neste artigo vamos configurar uma instalação completa utilizando Docker, habilitar o suporte a Delphi através do Marketplace e executar nossa primeira análise de código.

· Régys Borges da Silveira
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Delphi em 2026: Por Que a Plataforma Continua Mais Relevante do Que Nunca

De tempos em tempos surge a mesma pergunta em fóruns, redes sociais e grupos de tecnologia:

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De tempos em tempos surge a mesma pergunta em fóruns, redes sociais e grupos de tecnologia:

"Delphi ainda existe?"

A pergunta normalmente vem de profissionais que não acompanham o ecossistema há anos ou que tiveram contato apenas com versões antigas da ferramenta, a realidade é que Delphi não apenas continua existindo, como segue evoluindo de forma consistente, incorporando recursos modernos, novas plataformas, integração com inteligência artificial e melhorias contínuas na linguagem Object Pascal.

Mais importante do que isso: enquanto muitas tecnologias surgem e desaparecem em ciclos cada vez mais curtos, Delphi continua sendo responsável por sistemas críticos utilizados diariamente em bancos, indústrias, hospitais, órgãos públicos, varejo, logística e empresas de software em todo o mundo.

· Régys Borges da Silveira
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TMS Smart Setup: O Gerenciador de Pacotes que Pode Transformar o Ecossistema Delphi

Durante décadas, a instalação de componentes e bibliotecas sempre foi uma das tarefas mais trabalhosas para desenvolvedores Delphi. Embora fornecedores como TMS Software, DevExpress, Fast Reports, ACBr e diversos projetos open source tenham evoluído seus mecanismos de distribuição, a realidade ainda envolve instaladores específicos, configurações manuais, ajustes em Library Path, compilação de pacotes e resolução de dependências.

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Durante décadas, a instalação de componentes e bibliotecas sempre foi uma das tarefas mais trabalhosas para desenvolvedores Delphi. Embora fornecedores como TMS Software, DevExpress, Fast Reports, ACBr e diversos projetos open source tenham evoluído seus mecanismos de distribuição, a realidade ainda envolve instaladores específicos, configurações manuais, ajustes em Library Path, compilação de pacotes e resolução de dependências.

Enquanto outras plataformas adotaram soluções modernas como npm, NuGet, Maven e pip, o ecossistema Delphi permaneceu dependente de abordagens tradicionais para gerenciamento de componentes.

Com o lançamento do projeto open source Smart Setup, a TMS Software propõe uma mudança significativa nesse cenário. Mais do que um simples instalador, o projeto surge como uma plataforma para automação de builds, gerenciamento de dependências e distribuição de bibliotecas Delphi, C++Builder e Lazarus/FPC.

A pergunta que surge é inevitável: Será que finalmente estamos diante de um verdadeiro gerenciador de pacotes para Delphi?

· Régys Borges da Silveira
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Modelos de IA para Desenvolvimento de ERP Web (React, Next.js, NestJS e Delphi): Qual Escolher?

A inteligência artificial já não é apenas uma ferramenta de apoio no desenvolvimento de software — ela se tornou parte ativa do processo de engenharia. Em sistemas ERP, onde a complexidade é elevada e a manutenção é contínua, o uso de IA pode representar uma diferença significativa em produtividade, qualidade e custo.

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A inteligência artificial já não é apenas uma ferramenta de apoio no desenvolvimento de software — ela se tornou parte ativa do processo de engenharia. Em sistemas ERP, onde a complexidade é elevada e a manutenção é contínua, o uso de IA pode representar uma diferença significativa em produtividade, qualidade e custo.

Esse cenário se torna ainda mais relevante quando consideramos ambientes híbridos, muito comuns no mercado brasileiro, onde aplicações modernas em React, Next.js e NestJS convivem com sistemas legados em Delphi, muitas vezes integrados a bibliotecas como ACBr para emissão de documentos fiscais.

Diante disso, surge a pergunta:qual modelo de IA escolher para desenvolver e manter um ERP moderno com integração Delphi?

Neste artigo, vamos analisar:

· Régys Borges da Silveira
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Desenvolvimento de Software 2.0: IA como Parceira de Pareamento (Pair Programming)

O conceito de Pair Programming (programação em par) é um dos pilares das metodologias ágeis, como o Extreme Programming (XP). Tradicionalmente, envolve dois desenvolvedores dividindo a mesma estação de trabalho: o "piloto", que escreve o código, e o "navegador", que observa, revisa e foca no design estratégico.

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O conceito de Pair Programming (programação em par) é um dos pilares das metodologias ágeis, como o Extreme Programming (XP). Tradicionalmente, envolve dois desenvolvedores dividindo a mesma estação de trabalho: o "piloto", que escreve o código, e o "navegador", que observa, revisa e foca no design estratégico.

Com a ascensão dos LLMs (Large Language Models) e ferramentas como GitHub Copilot, Cursor e Claude Dev, entramos na era do Desenvolvimento de Software 2.0. Aqui, a IA assume o papel de um piloto incansável, permitindo que o engenheiro de software ascenda definitivamente ao posto de navegador e arquiteto.

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Clean Code com Delphi 13: SOLID no Delphi – O Ápice do Código Limpo

Os princípios SOLID (acrônimo introduzido por Robert C. Martin) são os cinco pilares da programação orientada a objetos que, quando aplicados ao Delphi 13, combatem os três grandes vilões do software: Rigidez (difícil de mudar), Fragilidade (muda num lugar e quebra em outro) e Imobilidade (impossível de reutilizar).

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Os princípios SOLID (acrônimo introduzido por Robert C. Martin) são os cinco pilares da programação orientada a objetos que, quando aplicados ao Delphi 13, combatem os três grandes vilões do software: Rigidez (difícil de mudar), Fragilidade (muda num lugar e quebra em outro) e Imobilidade (impossível de reutilizar).

Vamos detalhar como cada um desses princípios se manifesta no universo Object Pascal:

· Régys Borges da Silveira
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Design Patterns em Delphi 13: O Mapa da Mina (Resumo da Série)

Após uma jornada técnica profunda composta por 12 artigos, consolidamos a aplicação dos padrões de projeto clássicos da Gang of Four (GoF) sob a ótica das potentes evoluções do Delphi 13 (Athens). Ao longo desta série, ficou claro que o uso de padrões de projeto não é um exercício estético de "escrever código bonito" ou uma sofisticação desnecessária.

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Após uma jornada técnica profunda composta por 12 artigos, consolidamos a aplicação dos padrões de projeto clássicos da Gang of Four (GoF) sob a ótica das potentes evoluções do Delphi 13 (Athens). Ao longo desta série, ficou claro que o uso de padrões de projeto não é um exercício estético de "escrever código bonito" ou uma sofisticação desnecessária. Pelo contrário: trata-se da sobrevivência técnica da sua aplicação.

Implementar Design Patterns no Delphi moderno significa construir sistemas resilientes às mudanças inevitáveis de requisitos, capazes de escalar sem gerar dívidas técnicas impagáveis e prontos para absorver inovações tecnológicas sem a necessidade de reescritas dolorosas. Este guia final serve como o seu mapa estratégico para transformar teoria em código de alta performance e fácil manutenção.

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Design Patterns em Delphi 13: Composite e Bridge – Hierarquias e Abstrações

Como desenvolvedores Delphi, frequentemente lidamos com dois desafios arquiteturais: representar estruturas de árvore (como menus, organogramas ou composições de produtos) e evitar a explosão de classes quando uma funcionalidade precisa rodar em múltiplas plataformas ou bancos de dados.

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Como desenvolvedores Delphi, frequentemente lidamos com dois desafios arquiteturais: representar estruturas de árvore (como menus, organogramas ou composições de produtos) e evitar a explosão de classes quando uma funcionalidade precisa rodar em múltiplas plataformas ou bancos de dados.

Neste artigo, veremos como o Composite nos permite tratar objetos individuais e composições de forma uniforme, e como o Bridge desata o nó entre o "o que o objeto faz" e "como ele é implementado" no Delphi 13.

· Régys Borges da Silveira
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