Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
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Tag: Programação com IA

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Ilustração de uma peça com pequena falha examinada por uma lupa, representando a revisão de testes.

Como gerar testes com IA e descobrir quando eles não provam nada

A IA entrega uma função e, logo depois, uma coleção de testes. Tudo passa.

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A IA entrega uma função e, logo depois, uma coleção de testes. Tudo passa. A equipe interpreta o resultado como confirmação de qualidade, mas ainda falta uma pergunta: o que faria esses testes falharem? Se eles apenas reproduzem a lógica escrita pela própria ferramenta, o mesmo erro pode aparecer nos dois lados da comparação e permanecer invisível.

Este é o quinto capítulo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Vamos construir a diferença entre executar código e verificar um requisito, usando uma demonstração pequena em Delphi. O objetivo é aproveitar a IA para ampliar a análise e preparar testes, sem aceitar uma lista de resultados aprovados como certificado geral de correção.

Para transformar uma demanda em verificações que tenham uma razão para existir, SDD em Delphi aprofunda a ligação entre especificação, critérios de aceite, casos de fronteira, implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como levar esse método à próxima revisão de código, em vez de medir qualidade apenas pela quantidade de testes aprovados. Quando o desafio é proteger comportamentos de um sistema existente durante sua evolução, Delphi Vivo oferece o percurso complementar de modernização incremental.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de uma estrutura preservada enquanto um pequeno módulo é substituído com cuidado.

Como usar IA em um projeto Delphi existente sem perder o controle

Um sistema Delphi que funciona há anos não é uma folha em branco. Ele reúne decisões, componentes, integrações e comportamentos que nem sempre estão registrados em um documento.

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Um sistema Delphi que funciona há anos não é uma folha em branco. Ele reúne decisões, componentes, integrações e comportamentos que nem sempre estão registrados em um documento. Quando pedimos à IA para melhorar uma rotina, a sugestão pode parecer elegante e ainda assim remover uma exceção importante, mudar uma assinatura usada por outro módulo ou depender de um recurso que o ambiente não oferece.

Este é o quarto capítulo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Vamos transformar o contexto e as instruções anteriores em um fluxo de trabalho: compreender o ambiente, delimitar uma mudança, proteger o comportamento e revisar a evidência produzida. O objetivo não é impedir a evolução, mas torná-la examinável antes de chegar ao usuário.

Se sua rotina envolve melhorar um sistema que não pode parar, Delphi Vivo aprofunda a modernização incremental: diagnóstico de dependências, compilação reproduzível, proteção de comportamentos com testes, separação de responsabilidades e retorno seguro de uma mudança. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como organizar esse percurso sem começar por uma reescrita. Para descrever exatamente o que a IA pode alterar e como verificar a entrega, SDD em Delphi complementa a leitura com requisitos, contratos e critérios de aceite.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de uma pasta de regras e um pequeno manual de procedimentos ao lado de uma chave de acesso.

AGENTS.md, instruções e skills: como orientar uma IA dentro do projeto

A equipe pede que a IA preserve assinaturas públicas, evite dependências novas e execute os testes existentes. Na tarefa seguinte, repete as mesmas orientações.

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A equipe pede que a IA preserve assinaturas públicas, evite dependências novas e execute os testes existentes. Na tarefa seguinte, repete as mesmas orientações. Algumas ficam esquecidas; outras aparecem em mensagens diferentes e passam a se contradizer. O problema não é apenas escrever melhor o pedido, mas manter um lugar confiável para o conhecimento que deve acompanhar o trabalho.

Este é o terceiro artigo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Depois de organizar o contexto, vamos separar instruções de projeto, procedimentos reutilizáveis e a solicitação específica de cada tarefa. O objetivo é entender AGENTS.md e skills sem tratá-los como mecanismos mágicos de controle ou autorização.

Um arquivo de instruções ganha utilidade quando suas orientações podem ser ligadas a requisitos, código e evidência de revisão. SDD em Delphi desenvolve essa ligação por meio de especificações, contratos, critérios de aceite e rastreabilidade, inclusive no trabalho com apoio de IA. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como organizar o método no seu projeto, em vez de apenas acumular regras em arquivos. Para estudar as camadas de contexto, ferramentas e operação que cercam essas instruções, a leitura complementar é IA Além da Conversa.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de documentos selecionados e organizados para preparar uma tarefa de desenvolvimento.

Engenharia de contexto: por que um bom prompt não basta para programar com IA

A inteligência artificial sugere uma solução elegante, mas usa uma biblioteca que o projeto não possui, ignora uma regra existente ou altera o módulo errado. A reação mais comum é reformular o pedido, trocar de modelo ou aumentar o esforço de raciocínio.

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A inteligência artificial sugere uma solução elegante, mas usa uma biblioteca que o projeto não possui, ignora uma regra existente ou altera o módulo errado. A reação mais comum é reformular o pedido, trocar de modelo ou aumentar o esforço de raciocínio. Antes disso, vale uma pergunta: quais informações estavam disponíveis quando a resposta foi produzida?

Este é o segundo artigo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Depois de separar experimentação e desenvolvimento controlado, o próximo passo é organizar aquilo que o modelo precisa saber. Vamos explicar engenharia de contexto, aplicar o conceito a uma tarefa Delphi e propor um modo de manter informações úteis sem transformar cada pedido em um arquivo gigantesco.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de um protótipo de papel e uma estrutura organizada com pontos de verificação.

Vibe coding: o que é, quando ajuda e quando vira um problema

Uma pessoa descreve uma ideia, a inteligência artificial monta uma tela e, depois de algumas mensagens, o programa começa a funcionar. A experiência é atraente: o intervalo entre imaginar e experimentar diminui.

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Uma pessoa descreve uma ideia, a inteligência artificial monta uma tela e, depois de algumas mensagens, o programa começa a funcionar. A experiência é atraente: o intervalo entre imaginar e experimentar diminui. O problema aparece quando esse primeiro resultado passa a ser tratado como um produto pronto, sem que alguém compreenda o que foi construído.

Este artigo abre a série IA na prática: do protótipo à operação responsável. A trilha vai percorrer contexto, instruções de projeto, manutenção Delphi, testes, execução local, documentos, integrações e segurança. Começamos pelo modo de trabalhar: o que significa vibe coding, onde a experimentação ajuda e em que momento precisamos mudar de postura.

Quando o protótipo começa a receber regras de negócio, o desafio deixa de ser pedir outra tela: é explicar o comportamento esperado e demonstrar que ele foi preservado. SDD em Delphi aprofunda esse percurso com especificações, contratos, critérios de aceite e ligação entre implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como esse método pode orientar sua próxima demanda. Para quem coordena a equipe, Liderança Ampliada complementa a leitura ao tratar a IA como apoio à preparação de decisões, sem transferir a responsabilidade humana.

· Régys Borges da Silveira
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Qual IA usar para programar? Comparando GPT, Gemini e DeepSeek em custo e capacidade

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação.

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A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação. Hoje, com ferramentas como Codex e outros agentes de desenvolvimento, podemos entregar tarefas muito maiores: analisar um repositório, compreender uma arquitetura existente, alterar vários arquivos, executar comandos, compilar o projeto, rodar testes, investigar erros e continuar trabalhando até encontrar uma solução.

Essa evolução trouxe um problema que até pouco tempo praticamente não existia: qual modelo devemos utilizar para programar?

A resposta parece simples. Se existe um modelo mais poderoso, basta utilizá-lo. Porém, quando começamos a usar agentes diariamente, essa estratégia pode se tornar desnecessariamente cara. Modelos diferentes possuem preços bastante diferentes e, principalmente, tarefas de desenvolvimento possuem níveis de complexidade completamente distintos. Utilizar o modelo mais poderoso disponível para alterar um campo de uma API ou criar um CRUD pode representar desperdício de capacidade e dinheiro.

No extremo oposto, escolher sempre o modelo mais barato também não é necessariamente uma boa estratégia. Uma tarefa complexa entregue a um modelo menos capaz pode exigir várias tentativas, consumir mais tokens, produzir alterações incorretas e demandar intervenção humana. No final, aquilo que parecia barato pode custar mais.

Neste artigo quero analisar justamente esse problema, comparando algumas das principais opções disponíveis atualmente para desenvolvimento de software: DeepSeek V4 Flash, DeepSeek V4 Pro, Gemini 3.1 Pro, GPT-5.6 Terra, GPT-5.6 Sol e GPT-6 Astra.

Mais importante do que simplesmente declarar qual deles é "o melhor", quero chegar a uma pergunta que considero muito mais relevante para quem utiliza IA profissionalmente:

Quanto de inteligência realmente precisamos comprar para cada tarefa de desenvolvimento?

· Régys Borges da Silveira
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