Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.
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Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.
As versões 2.15.0 e 2.15.1 ampliaram a integração com o código Delphi, fortaleceram a automação de aplicações VCL em execução, melhoraram o processo de diagnóstico e adicionaram novas proteções às interfaces baseadas em WebView2.
Neste artigo, veremos o que mudou e como essas melhorias afetam o uso diário do RadIA.
O RadIA 2.13.0 amplia o conjunto de ferramentas integradas ao RAD Studio com foco em produtividade segura, diagnóstico e modernização de projetos existentes. A nova versão adiciona geração de documentação e mocks, análise de stack traces, gerenciamento de cache, revisão automática ao salvar, Clean Uses, assistência para threads e PPL, retrofit OpenAPI/Swagger e um fluxo controlado para adoção…
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O RadIA 2.13.0 amplia o conjunto de ferramentas integradas ao RAD Studio com foco em produtividade segura, diagnóstico e modernização de projetos existentes. A nova versão adiciona geração de documentação e mocks, análise de stack traces, gerenciamento de cache, revisão automática ao salvar, Clean Uses, assistência para threads e PPL, retrofit OpenAPI/Swagger e um fluxo controlado para adoção de DEXT e decomposição de forms.
O ponto comum entre essas funcionalidades é a segurança. Quando uma operação pode alterar arquivos, o RadIA prepara uma preview revisável, exige consentimento antes da aplicação e mantém mecanismos de reversão. O objetivo não é apenas gerar mais código, mas reduzir o trabalho repetitivo sem transformar automação em risco para o projeto.
Se você desenvolve em Delphi, com certeza já conhece ou ouviu falar do Boss, o gerenciador de dependências que revolucionou a forma como organizamos, instalamos e compartilhamos código na nossa comunidade. Hoje, tenho o enorme prazer de apresentar o Boss4D (Boss4Delphi), uma versão do Boss modernizada, robusta, altamente testada e alinhada com as melhores práticas de Engenharia de Software modernas e…
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Se você desenvolve em Delphi, com certeza já conhece ou ouviu falar do Boss, o gerenciador de dependências que revolucionou a forma como organizamos, instalamos e compartilhamos código na nossa comunidade. Hoje, tenho o enorme prazer de apresentar o Boss4D (Boss4Delphi), uma versão do Boss modernizada, robusta, altamente testada e alinhada com as melhores práticas de Engenharia de Software modernas e totalmente feito em Delphi e aberto, regyssilveira/Boss4Delphi.
Neste artigo vamos ver o que mudou e passar por todas as novidades que o projeto traz.
Se você desenvolve em Delphi, sabe que integrar componentes com a IDE através da Open Tools API (OTA) sempre foi um desafio — principalmente quando o assunto é testabilidade. Manter a IDE responsiva enquanto threads em background realizam chamadas de rede assíncronas para APIs de Inteligência Artificial exige uma arquitetura blindada.
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Se você desenvolve em Delphi, sabe que integrar componentes com a IDE através da Open Tools API (OTA) sempre foi um desafio — principalmente quando o assunto é testabilidade. Manter a IDE responsiva enquanto threads em background realizam chamadas de rede assíncronas para APIs de Inteligência Artificial exige uma arquitetura blindada.
Nas últimas semanas, o Rad IA (nosso assistente de IA focado em Delphi) passou por uma transformação profunda. Saímos de um acoplamento direto com a IDE e APIs de rede para um modelo arquitetural moderno, com inversão de controle, isolamento completo em testes unitários offline e testes automatizados de estresse de rede.
Neste artigo, vou guiar você pela jornada técnica das versões v0.0.26, v0.0.27 e a recém-lançada v0.0.28, detalhando os padrões de projeto (Design Patterns) aplicados que você também pode adotar nos seus projetos Delphi.
Quando falamos sobre qualidade de software, um dos primeiros assuntos que surgem é a criação de testes automatizados. Entretanto, existe uma pergunta que muitas equipes deixam de fazer: os testes realmente estão exercitando as partes mais importantes do sistema?
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Quando falamos sobre qualidade de software, um dos primeiros assuntos que surgem é a criação de testes automatizados. Entretanto, existe uma pergunta que muitas equipes deixam de fazer: os testes realmente estão exercitando as partes mais importantes do sistema?
Em projetos Delphi isso é ainda mais relevante. Grande parte das aplicações corporativas desenvolvidas com a linguagem possui anos de evolução, milhares de linhas de código e regras de negócio extremamente complexas. Sistemas fiscais, ERPs, aplicações financeiras e integrações governamentais normalmente acumulam conhecimento de negócio ao longo de décadas, tornando qualquer alteração um potencial risco.
É justamente nesse cenário que o Code Coverage se torna uma ferramenta valiosa. Ele permite medir quais partes do código foram efetivamente executadas durante os testes automatizados, fornecendo uma visão objetiva sobre o nível de proteção existente no sistema.
Neste artigo veremos o que é cobertura de código, por que ela é importante, como implementá-la em Delphi utilizando o Delphi Code Coverage e o Delphi Code Coverage Wizard Plus, além de entender como integrar os resultados ao SonarQube para acompanhar a qualidade do projeto ao longo do tempo.
A maioria dos sistemas Delphi possui uma característica em comum: são aplicações que evoluem durante muitos anos. ERPs, sistemas fiscais, aplicações industriais, financeiras e governamentais frequentemente acumulam milhares de linhas de código, dezenas de módulos e diversas equipes ao longo do tempo.
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A maioria dos sistemas Delphi possui uma característica em comum: são aplicações que evoluem durante muitos anos. ERPs, sistemas fiscais, aplicações industriais, financeiras e governamentais frequentemente acumulam milhares de linhas de código, dezenas de módulos e diversas equipes ao longo do tempo.
Nesse cenário, manter a qualidade do código passa a ser um desafio cada vez maior.
Questões como duplicidade de código, métodos excessivamente complexos, padrões inconsistentes, problemas de manutenção e até possíveis bugs podem se acumular silenciosamente durante anos.
É exatamente para esse tipo de situação que o SonarQube foi criado.
O SonarQube é uma das ferramentas de análise estática de código mais utilizadas do mercado e permite monitorar continuamente a qualidade dos projetos através de métricas, regras de validação e indicadores de manutenção.
Neste artigo vamos configurar uma instalação completa utilizando Docker, habilitar o suporte a Delphi através do Marketplace e executar nossa primeira análise de código.