Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
Início / Acervo

Tag: Qualidade de Software

14 resultado(s)

Ilustração de uma peça com pequena falha examinada por uma lupa, representando a revisão de testes.

Como gerar testes com IA e descobrir quando eles não provam nada

A IA entrega uma função e, logo depois, uma coleção de testes. Tudo passa.

Ver resumo completo

A IA entrega uma função e, logo depois, uma coleção de testes. Tudo passa. A equipe interpreta o resultado como confirmação de qualidade, mas ainda falta uma pergunta: o que faria esses testes falharem? Se eles apenas reproduzem a lógica escrita pela própria ferramenta, o mesmo erro pode aparecer nos dois lados da comparação e permanecer invisível.

Este é o quinto capítulo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Vamos construir a diferença entre executar código e verificar um requisito, usando uma demonstração pequena em Delphi. O objetivo é aproveitar a IA para ampliar a análise e preparar testes, sem aceitar uma lista de resultados aprovados como certificado geral de correção.

Para transformar uma demanda em verificações que tenham uma razão para existir, SDD em Delphi aprofunda a ligação entre especificação, critérios de aceite, casos de fronteira, implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como levar esse método à próxima revisão de código, em vez de medir qualidade apenas pela quantidade de testes aprovados. Quando o desafio é proteger comportamentos de um sistema existente durante sua evolução, Delphi Vivo oferece o percurso complementar de modernização incremental.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração de uma estrutura preservada enquanto um pequeno módulo é substituído com cuidado.

Como usar IA em um projeto Delphi existente sem perder o controle

Um sistema Delphi que funciona há anos não é uma folha em branco. Ele reúne decisões, componentes, integrações e comportamentos que nem sempre estão registrados em um documento.

Ver resumo completo

Um sistema Delphi que funciona há anos não é uma folha em branco. Ele reúne decisões, componentes, integrações e comportamentos que nem sempre estão registrados em um documento. Quando pedimos à IA para melhorar uma rotina, a sugestão pode parecer elegante e ainda assim remover uma exceção importante, mudar uma assinatura usada por outro módulo ou depender de um recurso que o ambiente não oferece.

Este é o quarto capítulo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Vamos transformar o contexto e as instruções anteriores em um fluxo de trabalho: compreender o ambiente, delimitar uma mudança, proteger o comportamento e revisar a evidência produzida. O objetivo não é impedir a evolução, mas torná-la examinável antes de chegar ao usuário.

Se sua rotina envolve melhorar um sistema que não pode parar, Delphi Vivo aprofunda a modernização incremental: diagnóstico de dependências, compilação reproduzível, proteção de comportamentos com testes, separação de responsabilidades e retorno seguro de uma mudança. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como organizar esse percurso sem começar por uma reescrita. Para descrever exatamente o que a IA pode alterar e como verificar a entrega, SDD em Delphi complementa a leitura com requisitos, contratos e critérios de aceite.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração conceitual de uma pasta de regras e um pequeno manual de procedimentos ao lado de uma chave de acesso.

AGENTS.md, instruções e skills: como orientar uma IA dentro do projeto

A equipe pede que a IA preserve assinaturas públicas, evite dependências novas e execute os testes existentes. Na tarefa seguinte, repete as mesmas orientações.

Ver resumo completo

A equipe pede que a IA preserve assinaturas públicas, evite dependências novas e execute os testes existentes. Na tarefa seguinte, repete as mesmas orientações. Algumas ficam esquecidas; outras aparecem em mensagens diferentes e passam a se contradizer. O problema não é apenas escrever melhor o pedido, mas manter um lugar confiável para o conhecimento que deve acompanhar o trabalho.

Este é o terceiro artigo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Depois de organizar o contexto, vamos separar instruções de projeto, procedimentos reutilizáveis e a solicitação específica de cada tarefa. O objetivo é entender AGENTS.md e skills sem tratá-los como mecanismos mágicos de controle ou autorização.

Um arquivo de instruções ganha utilidade quando suas orientações podem ser ligadas a requisitos, código e evidência de revisão. SDD em Delphi desenvolve essa ligação por meio de especificações, contratos, critérios de aceite e rastreabilidade, inclusive no trabalho com apoio de IA. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como organizar o método no seu projeto, em vez de apenas acumular regras em arquivos. Para estudar as camadas de contexto, ferramentas e operação que cercam essas instruções, a leitura complementar é IA Além da Conversa.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração conceitual de documentos selecionados e organizados para preparar uma tarefa de desenvolvimento.

Engenharia de contexto: por que um bom prompt não basta para programar com IA

A inteligência artificial sugere uma solução elegante, mas usa uma biblioteca que o projeto não possui, ignora uma regra existente ou altera o módulo errado. A reação mais comum é reformular o pedido, trocar de modelo ou aumentar o esforço de raciocínio.

Ver resumo completo

A inteligência artificial sugere uma solução elegante, mas usa uma biblioteca que o projeto não possui, ignora uma regra existente ou altera o módulo errado. A reação mais comum é reformular o pedido, trocar de modelo ou aumentar o esforço de raciocínio. Antes disso, vale uma pergunta: quais informações estavam disponíveis quando a resposta foi produzida?

Este é o segundo artigo da série IA na prática: do protótipo à operação responsável. Depois de separar experimentação e desenvolvimento controlado, o próximo passo é organizar aquilo que o modelo precisa saber. Vamos explicar engenharia de contexto, aplicar o conceito a uma tarefa Delphi e propor um modo de manter informações úteis sem transformar cada pedido em um arquivo gigantesco.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração conceitual de um protótipo de papel e uma estrutura organizada com pontos de verificação.

Vibe coding: o que é, quando ajuda e quando vira um problema

Uma pessoa descreve uma ideia, a inteligência artificial monta uma tela e, depois de algumas mensagens, o programa começa a funcionar. A experiência é atraente: o intervalo entre imaginar e experimentar diminui.

Ver resumo completo

Uma pessoa descreve uma ideia, a inteligência artificial monta uma tela e, depois de algumas mensagens, o programa começa a funcionar. A experiência é atraente: o intervalo entre imaginar e experimentar diminui. O problema aparece quando esse primeiro resultado passa a ser tratado como um produto pronto, sem que alguém compreenda o que foi construído.

Este artigo abre a série IA na prática: do protótipo à operação responsável. A trilha vai percorrer contexto, instruções de projeto, manutenção Delphi, testes, execução local, documentos, integrações e segurança. Começamos pelo modo de trabalhar: o que significa vibe coding, onde a experimentação ajuda e em que momento precisamos mudar de postura.

Quando o protótipo começa a receber regras de negócio, o desafio deixa de ser pedir outra tela: é explicar o comportamento esperado e demonstrar que ele foi preservado. SDD em Delphi aprofunda esse percurso com especificações, contratos, critérios de aceite e ligação entre implementação e testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como esse método pode orientar sua próxima demanda. Para quem coordena a equipe, Liderança Ampliada complementa a leitura ao tratar a IA como apoio à preparação de decisões, sem transferir a responsabilidade humana.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração de oito fichas de alternativas ao redor de uma prancheta central com critérios de escolha.

Como escolher modelos de IA para programação: comparação final da série

Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples enquanto a pergunta é “qual modelo é melhor?”. A dificuldade aparece quando precisamos decidir o que usar para corrigir uma rotina, investigar um defeito intermitente, revisar uma alteração delicada ou trabalhar durante meses no mesmo sistema.

Ver resumo completo

Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples enquanto a pergunta é “qual modelo é melhor?”. A dificuldade aparece quando precisamos decidir o que usar para corrigir uma rotina, investigar um defeito intermitente, revisar uma alteração delicada ou trabalhar durante meses no mesmo sistema. Nesses casos, qualidade, tempo, integração e custo precisam ser avaliados juntos.

Ao longo desta série, examinamos diferentes famílias, seus preços, recursos e cuidados de uso. Neste encerramento, a proposta muda: em vez de repetir os catálogos, vamos colocar OpenAI, Anthropic, Google Gemini, DeepSeek, Qwen, Mistral, Kimi e GLM na mesma estrutura de decisão. O objetivo é transformar informação sobre modelos em um procedimento útil para o desenvolvimento de software.

As características documentadas foram conferidas em 2 de outubro de 2026. As recomendações abaixo são critérios editoriais para orientar testes, não resultados de um experimento comparativo realizado pela série. Não há aqui uma classificação comprovada de desempenho em Delphi, nem fundamento para declarar um vencedor universal.

Depois de escolher uma configuração, ainda precisamos definir como ela recebe contexto, usa ferramentas e produz uma entrega verificável. IA Além da Conversa aprofunda essa passagem da comparação de modelos para o projeto de uma solução, incluindo dados, permissões, avaliação e custos. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar seu próximo passo. Para aplicar o método à definição de demandas, contratos e critérios de aceite em Object Pascal, a leitura complementar é SDD em Delphi.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração conceitual de uma lupa examinando a ligação entre um documento e módulos de regras de um sistema empresarial.

cClassTrib no ERP: seis cenários para revisar a parametrização fiscal

O sistema foi atualizado, os campos da reforma tributária apareceram na tela e uma nota foi autorizada. Isso demonstra que a emissão funcionou naquele cenário, mas ainda deixa uma pergunta importante: a parametrização representa corretamente as operações da empresa?

Ver resumo completo

O sistema foi atualizado, os campos da reforma tributária apareceram na tela e uma nota foi autorizada. Isso demonstra que a emissão funcionou naquele cenário, mas ainda deixa uma pergunta importante: a parametrização representa corretamente as operações da empresa? O Portal Nacional da NF-e esclarece o alcance da autorização de uso: ela envolve verificações formais e de regras de conteúdo, sem transferir ao Fisco a responsabilidade pelo mérito da operação declarada. Por isso, contador e desenvolvedor precisam comparar decisões fiscais, dados do cadastro e informações efetivamente geradas.

A revisão proposta acompanha o caminho da decisão fiscal até a emissão: começa pelo preenchimento do cadastro, verifica a coerência dos códigos e o contexto da operação, confere o XML e a vigência das regras e, por fim, reúne as evidências dos testes. Ao longo desse percurso, é preciso distinguir uma rejeição técnica de um enquadramento fiscal inadequado, pois cada problema exige uma investigação diferente.

O blog já explicou por que uma nota autorizada pode estar tributariamente errada. Aqui, vamos transformar o entendimento em seis cenários de revisão do sistema de gestão empresarial, o ERP. O foco é a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), com fontes conferidas em 13 de outubro de 2026. Os testes propostos são procedimentos didáticos; não representam execução em um emissor real nem homologação de integração.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em…

Ver resumo completo

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

Se sua dificuldade é transformar um pedido à IA em trabalho que possa ser conferido, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos e critérios de aceite ligados a código e testes. Consulte o sumário e a degustação gratuita na página do livro para avaliar essa base de engenharia. Ao longo deste artigo, outras leituras complementam os temas de manutenção e integração, conforme a necessidade.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

TDD: entenda o Desenvolvimento Guiado por Testes

Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

Ver resumo completo

Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

Neste minicurso, Landerson Gomes apresenta os fundamentos do Desenvolvimento Guiado por Testes e explica a mudança de pensamento por trás dessa prática. Mais do que simplesmente criar testes para um código pronto, o TDD coloca os testes como parte do próprio processo de construção do software. Um conteúdo direto para quem deseja compreender melhor essa abordagem e começar a aplicá-la de forma consciente no desenvolvimento de software.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Code Coverage em Delphi: Como Medir a Qualidade dos Seus Testes e Integrar com SonarQube

Quando falamos sobre qualidade de software, um dos primeiros assuntos que surgem é a criação de testes automatizados. Entretanto, existe uma pergunta que muitas equipes deixam de fazer: os testes realmente estão exercitando as partes mais importantes do sistema?

Ver resumo completo

Quando falamos sobre qualidade de software, um dos primeiros assuntos que surgem é a criação de testes automatizados. Entretanto, existe uma pergunta que muitas equipes deixam de fazer: os testes realmente estão exercitando as partes mais importantes do sistema?

Em projetos Delphi isso é ainda mais relevante. Grande parte das aplicações corporativas desenvolvidas com a linguagem possui anos de evolução, milhares de linhas de código e regras de negócio extremamente complexas. Sistemas fiscais, ERPs, aplicações financeiras e integrações governamentais normalmente acumulam conhecimento de negócio ao longo de décadas, tornando qualquer alteração um potencial risco.

É justamente nesse cenário que o Code Coverage se torna uma ferramenta valiosa. Ele permite medir quais partes do código foram efetivamente executadas durante os testes automatizados, fornecendo uma visão objetiva sobre o nível de proteção existente no sistema.

Neste artigo veremos o que é cobertura de código, por que ela é importante, como implementá-la em Delphi utilizando o Delphi Code Coverage e o Delphi Code Coverage Wizard Plus, além de entender como integrar os resultados ao SonarQube para acompanhar a qualidade do projeto ao longo do tempo.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Clean Code com Delphi 13: Unit Testing como Documentação – Escrevendo Código Testável

Muitos desenvolvedores Delphi veem os testes unitários como uma perda de tempo ou um fardo adicional. No entanto, o Código Limpo nos ensina que testes e código de produção são igualmente importantes.

Ver resumo completo

Muitos desenvolvedores Delphi veem os testes unitários como uma perda de tempo ou um fardo adicional. No entanto, o Código Limpo nos ensina que testes e código de produção são igualmente importantes. Um código sem testes não é apenas perigoso; ele é, por definição, "sujo", pois não oferece a confiança necessária para futuras refatorações.

No Delphi 13, utilizamos o DUnitX como o framework padrão para garantir que cada pequena engrenagem do nosso sistema funcione exatamente como planejado.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Clean Code com Delphi 13: Refatoração de Código Legado – Deixando o Código Melhor que o Encontrou

Refatoração é o processo de alterar um sistema de software de modo que não mude o comportamento externo do código, mas melhore sua estrutura interna. No contexto do Código Limpo, a refatoração não é um evento isolado ou uma "parada para manutenção", mas um hábito contínuo conhecido como a Regra do Escoteiro: "Deixe o código sempre um pouco…

Ver resumo completo

Refatoração é o processo de alterar um sistema de software de modo que não mude o comportamento externo do código, mas melhore sua estrutura interna. No contexto do Código Limpo, a refatoração não é um evento isolado ou uma "parada para manutenção", mas um hábito contínuo conhecido como a Regra do Escoteiro: "Deixe o código sempre um pouco mais limpo do que você o encontrou".

No Delphi 13 (Athens), refatorar código legado é essencial para reduzir a dívida técnica e permitir que o sistema continue evoluindo sem colapsar sob sua própria complexidade.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Clean Code com Delphi 13: Comentários e Formatação – O Código deve Contar uma História

Existe uma máxima no Código Limpo que choca muitos desenvolvedores: "O uso adequado de comentários é para compensar a nossa falha em expressar a intenção através do código." No Delphi 13, com sua sintaxe verbosa e expressiva, temos todas as ferramentas para escrever sistemas que se explicam sozinhos.

Ver resumo completo

Existe uma máxima no Código Limpo que choca muitos desenvolvedores: "O uso adequado de comentários é para compensar a nossa falha em expressar a intenção através do código." No Delphi 13, com sua sintaxe verbosa e expressiva, temos todas as ferramentas para escrever sistemas que se explicam sozinhos.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Clean Code com Delphi 13: Funções e Procedimentos – O Poder da Responsabilidade Única

No desenvolvimento de software, as funções são a primeira linha de organização. No Delphi, onde a sintaxe procedure e function define o ritmo do sistema, a qualidade desses blocos determina se o projeto será sustentável ou se tornará um "legado intocável".

Ver resumo completo

No desenvolvimento de software, as funções são a primeira linha de organização. No Delphi, onde a sintaxe procedure e function define o ritmo do sistema, a qualidade desses blocos determina se o projeto será sustentável ou se tornará um "legado intocável".

O capítulo de funções do Clean Code pode ser resumido em uma frase de Robert C. Martin: "A primeira regra das funções é que elas devem ser pequenas. A segunda regra é que elas devem ser ainda menores."

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →