Se você acompanha o desenvolvimento do RadIA — o assistente de inteligência artificial open-source integrado diretamente à IDE do Delphi — sabe que o nosso objetivo é transformar a experiência de desenvolvimento Object Pascal. Desde o nosso último post, a base de código do RadIA passou por uma evolução fantástica.
Neste artigo, vou detalhar as principais novidades implementadas nas versões mais recentes, trazendo recursos avançados de conectividade corporativa, suporte a múltiplos ambientes, maior controle de prompts e novos provedores.
Se você desenvolve em Delphi, já deve ter percebido que a Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa futurista e se tornou uma ferramenta essencial para o dia a dia. Escrever código repetitivo, converter JSONs gigantescos em classes de dados e encontrar aquele famigerado memory leak são tarefas que consomem um tempo precioso.
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Se você desenvolve em Delphi, já deve ter percebido que a Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa futurista e se tornou uma ferramenta essencial para o dia a dia. Escrever código repetitivo, converter JSONs gigantescos em classes de dados e encontrar aquele famigerado memory leak são tarefas que consomem um tempo precioso.
É exatamente para resolver isso que nasceu o RadIA – um assistente de IA avançado integrado nativamente na IDE do Delphi via Open Tools API. E hoje, com a chegada da versão v0.0.6, o plugin deu um salto gigantesco em flexibilidade, produtividade e inteligência.
Neste artigo, vou apresentar as novas funcionalidades que acabamos de implementar e mostrar como elas podem transformar a forma como você programa em Delphi.
O conceito de Pair Programming (programação em par) é um dos pilares das metodologias ágeis, como o Extreme Programming (XP). Tradicionalmente, envolve dois desenvolvedores dividindo a mesma estação de trabalho: o "piloto", que escreve o código, e o "navegador", que observa, revisa e foca no design estratégico.
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O conceito de Pair Programming (programação em par) é um dos pilares das metodologias ágeis, como o Extreme Programming (XP). Tradicionalmente, envolve dois desenvolvedores dividindo a mesma estação de trabalho: o "piloto", que escreve o código, e o "navegador", que observa, revisa e foca no design estratégico.
Com a ascensão dos LLMs (Large Language Models) e ferramentas como GitHub Copilot, Cursor e Claude Dev, entramos na era do Desenvolvimento de Software 2.0. Aqui, a IA assume o papel de um piloto incansável, permitindo que o engenheiro de software ascenda definitivamente ao posto de navegador e arquiteto.