A consulta abriu, os registros apareceram na tela e o botão de salvar funcionou. Para quem desenvolve com Delphi, esse resultado tem um significado concreto: a aplicação começou a conversar com o banco.
Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.
Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos.
A reforma tributária do consumo aproxima o direito ao crédito do efetivo tratamento do débito na operação. Isso muda uma premissa importante para quem desenvolve sistemas empresariais: emitir e escriturar corretamente o documento fiscal continuará sendo essencial, mas nem sempre bastará para concluir o ciclo do crédito.
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A reforma tributária do consumo aproxima o direito ao crédito do efetivo tratamento do débito na operação. Isso muda uma premissa importante para quem desenvolve sistemas empresariais: emitir e escriturar corretamente o documento fiscal continuará sendo essencial, mas nem sempre bastará para concluir o ciclo do crédito. O ERP precisará acompanhar também como o débito de IBS e CBS foi extinto e relacionar esse evento à compra que deu origem ao crédito. É nesse contexto que aparece o recolhimento pelo adquirente, conhecido pela sigla RAD.
O mecanismo ganhou atenção porque permite que o comprador, em uma situação delimitada pela lei, recolha o IBS e a CBS incidentes na própria operação. A ideia parece simples, mas pode gerar interpretações perigosas. O RAD não é uma autorização genérica para pagar o tributo de qualquer fornecedor, não substitui o split payment quando este puder ser utilizado e tampouco deve ser tratado no sistema como uma retenção tradicional. A seguir, vamos examinar o artigo 36 da Lei Complementar nº 214/2025, os efeitos para fornecedor e adquirente e os controles técnicos necessários antes de colocar a funcionalidade em produção.
A Embarcadero lançou em 17 de setembro de 2026 o RAD Studio 13.2 Florence, acompanhado do Delphi 13.2 e do C++Builder 13.2. A atualização chega seis meses depois da versão 13.1 e concentra esforços em compiladores, desempenho, Linux, Windows on Arm, produtividade dentro da IDE, interfaces modernas e integração com inteligência artificial.
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A Embarcadero lançou em 17 de setembro de 2026 o RAD Studio 13.2 Florence, acompanhado do Delphi 13.2 e do C++Builder 13.2. A atualização chega seis meses depois da versão 13.1 e concentra esforços em compiladores, desempenho, Linux, Windows on Arm, produtividade dentro da IDE, interfaces modernas e integração com inteligência artificial. Há novidades visíveis, como controles VCL e o Navigator, mas as mudanças mais profundas estão na infraestrutura de compilação.
Para uma equipe que mantém aplicações reais, uma lista de recursos não responde à pergunta mais importante: vale atualizar agora? A resposta depende dos alvos usados, dos componentes de terceiros e da maturidade dos testes do projeto. Este artigo organiza as novidades por impacto, separa medições do fabricante de resultados que ainda precisam ser confirmados em cada base de código e propõe um roteiro de avaliação que não exige colocar a produção em risco.
A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de…
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A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de integração: os dados serão entregues de maneira assíncrona e incremental, em arquivos gerados após a solicitação, e não como uma resposta completa e imediata a cada chamada.
Essa diferença parece pequena até imaginarmos a rotina de uma empresa com milhares de documentos fiscais. O ERP precisa solicitar o processamento, guardar um tíquete, receber ou recuperar o resultado, baixar um arquivo temporário, importar apenas as alterações e preservar evidências para conciliação. Neste artigo, vou explicar o que a Receita disponibilizou, como o fluxo técnico funciona e quais decisões de arquitetura evitam perda de dados, duplicidade e exposição de credenciais. O objetivo não é fornecer um conector pronto, porque credenciais e ambientes dependem do enquadramento de cada contribuinte, mas transformar a documentação oficial em um plano de implementação verificável.
Se você desenvolve em Delphi há algum tempo, certamente já sentiu o peso das Generics.Collections. Embora tenham revolucionado a forma como manipulamos dados, elas trouxeram dois grandes vilões silenciosos: o Code Bloat (inchaço de código) e o aumento drástico no tempo de compilação.
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Se você desenvolve em Delphi há algum tempo, certamente já sentiu o peso das Generics.Collections. Embora tenham revolucionado a forma como manipulamos dados, elas trouxeram dois grandes vilões silenciosos: o Code Bloat (inchaço de código) e o aumento drástico no tempo de compilação.
No artigo de hoje, vamos explorar como o Project Dext resolveu esses problemas, trazendo uma nova arquitetura de coleções que não só compila mais rápido, mas entrega uma performance que deixa a RTL (Runtime Library) padrão comendo poeira.
A manutenção de sistemas legados em Delphi (VCL) é um desafio comum no mercado brasileiro. Décadas de desenvolvimento muitas vezes resultam em "God Classes", acoplamento excessivo e uso ineficiente de memória.
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A manutenção de sistemas legados em Delphi (VCL) é um desafio comum no mercado brasileiro. Décadas de desenvolvimento muitas vezes resultam em "God Classes", acoplamento excessivo e uso ineficiente de memória. Este artigo explora como utilizar Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) para refatorar código espaguete, otimizar manipulação de strings e implementar Injeção de Dependência (DI), transformando código arcaico em arquiteturas limpas e testáveis.
Neste artigo vou abordar algumas técnicas de prompt e o uso extensivo da IA para modernização do seu código legado, transformando o velho no novo de forma simples e descomplicada.
Por décadas, o ecossistema Delphi prosperou baseando-se na estabilidade e na tipagem forte do Object Pascal. No entanto, a recente explosão dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) — como GPT-4, Claude 3.5 Sonnet e Gemini — introduziu um novo paradigma.
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Por décadas, o ecossistema Delphi prosperou baseando-se na estabilidade e na tipagem forte do Object Pascal. No entanto, a recente explosão dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) — como GPT-4, Claude 3.5 Sonnet e Gemini — introduziu um novo paradigma. Não estamos mais falando apenas de compilação de código, mas de geração e interpretação semântica.
Este artigo visa "quebrar o gelo", desmistificando como essas IAs interagem com o Object Pascal e como você, desenvolvedor Delphi, pode transitar de um codificador manual para um "Programador Aumentado".