Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
Início / Acervo

Categoria: Notícias

791 resultado(s)

Fluxo ilustrativo em que o adquirente recolhe o tributo e o pagamento comercial segue para o fornecedor

RAD no IBS e na CBS: quando o adquirente pode recolher o tributo

A reforma tributária do consumo aproxima o direito ao crédito do efetivo tratamento do débito na operação. Isso muda uma premissa importante para quem desenvolve sistemas empresariais: emitir e escriturar corretamente o documento fiscal continuará sendo essencial, mas nem sempre bastará para concluir o ciclo do crédito.

Ver resumo completo

A reforma tributária do consumo aproxima o direito ao crédito do efetivo tratamento do débito na operação. Isso muda uma premissa importante para quem desenvolve sistemas empresariais: emitir e escriturar corretamente o documento fiscal continuará sendo essencial, mas nem sempre bastará para concluir o ciclo do crédito. O ERP precisará acompanhar também como o débito de IBS e CBS foi extinto e relacionar esse evento à compra que deu origem ao crédito. É nesse contexto que aparece o recolhimento pelo adquirente, conhecido pela sigla RAD.

O mecanismo ganhou atenção porque permite que o comprador, em uma situação delimitada pela lei, recolha o IBS e a CBS incidentes na própria operação. A ideia parece simples, mas pode gerar interpretações perigosas. O RAD não é uma autorização genérica para pagar o tributo de qualquer fornecedor, não substitui o split payment quando este puder ser utilizado e tampouco deve ser tratado no sistema como uma retenção tradicional. A seguir, vamos examinar o artigo 36 da Lei Complementar nº 214/2025, os efeitos para fornecedor e adquirente e os controles técnicos necessários antes de colocar a funcionalidade em produção.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →
Ilustração de documentos fiscais conectados a um ERP, que troca dados de apuração com um serviço governamental

APIs da CBS: como integrar a apuração assistida ao ERP

A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de…

Ver resumo completo

A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de integração: os dados serão entregues de maneira assíncrona e incremental, em arquivos gerados após a solicitação, e não como uma resposta completa e imediata a cada chamada.

Essa diferença parece pequena até imaginarmos a rotina de uma empresa com milhares de documentos fiscais. O ERP precisa solicitar o processamento, guardar um tíquete, receber ou recuperar o resultado, baixar um arquivo temporário, importar apenas as alterações e preservar evidências para conciliação. Neste artigo, vou explicar o que a Receita disponibilizou, como o fluxo técnico funciona e quais decisões de arquitetura evitam perda de dados, duplicidade e exposição de credenciais. O objetivo não é fornecer um conector pronto, porque credenciais e ambientes dependem do enquadramento de cada contribuinte, mas transformar a documentação oficial em um plano de implementação verificável.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Ver resumo completo

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.

Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Delphi Unit Backtrace: descubra quem usa uma unit e como ela chega ao DPR

Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo.

Ver resumo completo

Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo. Uma unit pode ser usada por outra, que é usada por uma terceira, até chegar ao arquivo principal do projeto.

Foi para tornar essa investigação mais prática que criei o Delphi Unit Backtrace. A primeira versão pública já está disponível no GitHub, com executáveis para Win32 e Win64. A ferramenta recebe um arquivo .dproj e o nome da unit, descobre o fonte correspondente e percorre as dependências no sentido inverso: da unit escolhida até seus consumidores e, quando existe essa ligação, até o DPR.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

TDD: entenda o Desenvolvimento Guiado por Testes

Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

Ver resumo completo

Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

Neste minicurso, Landerson Gomes apresenta os fundamentos do Desenvolvimento Guiado por Testes e explica a mudança de pensamento por trás dessa prática. Mais do que simplesmente criar testes para um código pronto, o TDD coloca os testes como parte do próprio processo de construção do software. Um conteúdo direto para quem deseja compreender melhor essa abordagem e começar a aplicá-la de forma consciente no desenvolvimento de software.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

IA, me ajuda? — Inteligência artificial para quem só quer saber como usá-la

A inteligência artificial deixou de ser assunto apenas de programadores, pesquisadores e profissionais de tecnologia. Ela está no celular, no computador, nos mecanismos de busca, nas ferramentas de trabalho e, cada vez mais, nas pequenas tarefas que fazem parte da nossa rotina.

Ver resumo completo

A inteligência artificial deixou de ser assunto apenas de programadores, pesquisadores e profissionais de tecnologia. Ela está no celular, no computador, nos mecanismos de busca, nas ferramentas de trabalho e, cada vez mais, nas pequenas tarefas que fazem parte da nossa rotina. O problema é que existe uma distância enorme entre ter acesso à inteligência artificial e realmente saber usá-la.

Enquanto boa parte do conteúdo sobre IA fala sobre modelos, agentes, prompts avançados, automações e novas ferramentas que surgem praticamente todos os dias, existe um público muito maior tentando responder perguntas bem mais simples: O que eu posso pedir para uma IA? Como começo? Preciso saber informática? Posso confiar no que ela responde? O que não devo compartilhar? Como isso pode realmente me ajudar no trabalho, nos estudos ou em casa?

Foi pensando nessas pessoas que escrevi meu novo livro: IA, me ajuda? Como usar a inteligência artificial em casa, no trabalho e nos estudos. O livro já está disponível em edição física e Kindle e foi escrito com uma proposta bastante diferente dos meus trabalhos mais técnicos: não é necessário entender de tecnologia para começar. A ideia é colocar o livro ao lado do celular ou computador, abrir uma ferramenta de inteligência artificial e experimentar.

Não quero apenas explicar IA. Quero ajudar o leitor a usá-la. conheça o livro em: https://livros.regys.com.br/ia-me-ajuda

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Qual IA usar para programar? Comparando GPT, Gemini e DeepSeek em custo e capacidade

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação.

Ver resumo completo

A Inteligência Artificial está mudando rapidamente a forma como desenvolvemos software. Há pouco tempo, utilizar IA durante a programação significava principalmente pedir a geração de uma função, explicar um erro, completar um trecho de código ou produzir alguma documentação. Hoje, com ferramentas como Codex e outros agentes de desenvolvimento, podemos entregar tarefas muito maiores: analisar um repositório, compreender uma arquitetura existente, alterar vários arquivos, executar comandos, compilar o projeto, rodar testes, investigar erros e continuar trabalhando até encontrar uma solução.

Essa evolução trouxe um problema que até pouco tempo praticamente não existia: qual modelo devemos utilizar para programar?

A resposta parece simples. Se existe um modelo mais poderoso, basta utilizá-lo. Porém, quando começamos a usar agentes diariamente, essa estratégia pode se tornar desnecessariamente cara. Modelos diferentes possuem preços bastante diferentes e, principalmente, tarefas de desenvolvimento possuem níveis de complexidade completamente distintos. Utilizar o modelo mais poderoso disponível para alterar um campo de uma API ou criar um CRUD pode representar desperdício de capacidade e dinheiro.

No extremo oposto, escolher sempre o modelo mais barato também não é necessariamente uma boa estratégia. Uma tarefa complexa entregue a um modelo menos capaz pode exigir várias tentativas, consumir mais tokens, produzir alterações incorretas e demandar intervenção humana. No final, aquilo que parecia barato pode custar mais.

Neste artigo quero analisar justamente esse problema, comparando algumas das principais opções disponíveis atualmente para desenvolvimento de software: DeepSeek V4 Flash, DeepSeek V4 Pro, Gemini 3.1 Pro, GPT-5.6 Terra, GPT-5.6 Sol e GPT-6 Astra.

Mais importante do que simplesmente declarar qual deles é "o melhor", quero chegar a uma pergunta que considero muito mais relevante para quem utiliza IA profissionalmente:

Quanto de inteligência realmente precisamos comprar para cada tarefa de desenvolvimento?

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Atropos: como otimizar automaticamente a cláusula uses no Delphi

Quem trabalha há bastante tempo com Delphi provavelmente já encontrou units com cláusulas uses enormes, formadas por dezenas de dependências que ninguém sabe ao certo se ainda são necessárias. Algumas foram adicionadas automaticamente pela IDE, outras eram utilizadas por trechos de código que já não existem e muitas permanecem na seção interface mesmo sendo necessárias apenas na implementação.

Ver resumo completo

Quem trabalha há bastante tempo com Delphi provavelmente já encontrou units com cláusulas uses enormes, formadas por dezenas de dependências que ninguém sabe ao certo se ainda são necessárias. Algumas foram adicionadas automaticamente pela IDE, outras eram utilizadas por trechos de código que já não existem e muitas permanecem na seção interface mesmo sendo necessárias apenas na implementação. Embora pareça um problema meramente estético, esse acúmulo pode aumentar o acoplamento entre as units, dificultar a manutenção e ampliar desnecessariamente o impacto de cada alteração realizada no projeto.

Remover essas dependências manualmente nem sempre é simples. Excluir uma unit da cláusula uses, compilar o projeto e repetir o processo até encontrar todas as dependências desnecessárias pode consumir muito tempo, principalmente em sistemas antigos ou de grande porte. Além disso, algumas units possuem efeitos colaterais durante a inicialização da aplicação e não podem ser removidas apenas porque seus símbolos não aparecem diretamente no código. É nesse cenário que o Atropos se apresenta como uma ferramenta interessante para a comunidade Delphi.

O Atropos é um projeto open source (github.com/ViniAbreu/Atropos) criado para analisar e otimizar automaticamente as cláusulas uses de projetos Delphi. A ferramenta identifica units aparentemente não utilizadas, verifica quais dependências podem ser transferidas da seção interface para a seção implementation e modifica os arquivos de código. Depois disso, ela tenta compilar o projeto para confirmar que as alterações continuam válidas. Se a compilação falhar, os arquivos modificados são restaurados automaticamente.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Do Zero ao LLM com Delphi: inteligência artificial para quem quer entender de verdade, construa, execute e treine seu próprio modelo

Inteligência artificial parece um assunto reservado a quem domina álgebra linear, cálculo, estatística e ciência de dados. Para muitos programadores, a impressão é que existe uma longa lista de pré-requisitos antes mesmo de escrever a primeira linha de código.

Ver resumo completo

Inteligência artificial parece um assunto reservado a quem domina álgebra linear, cálculo, estatística e ciência de dados. Para muitos programadores, a impressão é que existe uma longa lista de pré-requisitos antes mesmo de escrever a primeira linha de código.

Eu escrevi Do Zero ao LLM com Delphi: Construa, treine e execute seu próprio modelo de linguagem para mostrar que existe outro caminho.

Se você já programa em Delphi, conhece variáveis, condições, laços, funções e arrays, já possui a base necessária para começar. Não é preciso chegar ao livro sabendo o que são tensores, gradientes, Softmax, atenção ou Transformers. Esses conceitos são construídos ao longo da leitura, passo a passo, a partir da linguagem que o desenvolvedor Delphi já conhece, hoje tenho a alegria de anunciar o lançamento do livro.

A matemática faz parte da inteligência artificial. Fingir que ela não existe seria trocar uma dificuldade real por uma explicação superficial. Mas isso não significa que você precise concluir cursos inteiros de álgebra, cálculo e estatística antes de compreender como um modelo de linguagem funciona.

No livro, cada conceito matemático nasce de um problema concreto, antes de apresentar uma fórmula, observamos o comportamento que precisamos implementar. Trabalhamos com poucos números, fazemos contas que podem ser acompanhadas no papel e, em seguida, transformamos cada operação em código Object Pascal. A notação formal aparece como uma segunda camada de compreensão, não como uma barreira na entrada.

Você não precisa memorizar símbolos para avançar. Precisa entender perguntas práticas como estas:

Cada resposta é construída, implementada e verificada em Delphi, com todo o código funcional desenvolvido ao longo do livro e disponível em um repositório público no GitHub para você baixar, executar, testar e modificar.

conheça o livro e adquira seu exemplar.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Uma nova página para encontrar o livro certo para o seu próximo desafio

Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

Ver resumo completo

Durante muito tempo, meus livros estiveram espalhados entre publicações, lojas e artigos do blog. Cada obra nasceu de uma pergunta diferente, mas faltava um lugar que reunisse todas elas e ajudasse cada leitor a encontrar a leitura mais adequada ao momento que está vivendo.

Esse lugar agora existe.

Criei uma nova página dedicada aos meus livros: livros.regys.com.br.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

A IA respondeu. Mas você colocaria essa resposta em produção?

Criar uma demonstração com inteligência artificial ficou fácil.

Ver resumo completo

Criar uma demonstração com inteligência artificial ficou fácil.

O verdadeiro desafio começa quando o sistema precisa consultar dados confiáveis, manter contexto, utilizar ferramentas, respeitar permissões, controlar custos e continuar funcionando quando alguma etapa falha.

É essa passagem do protótipo para a solução real que você encontra em:

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Conheça um caminho prático para testar, refatorar e modernizar aplicações existentes sem interromper o negócio.

Existe um momento conhecido por quase toda equipe que mantém um sistema Delphi antigo. O sistema continua funcionando.

Ver resumo completo

Existe um momento conhecido por quase toda equipe que mantém um sistema Delphi antigo. O sistema continua funcionando. Ele processa vendas, faturamento, estoque, contratos e decisões importantes para a empresa. Mas qualquer alteração começa a parecer perigosa.

As regras estão espalhadas por Forms, DataModules, consultas SQL e componentes acumulados durante anos. Há poucos testes. O build depende de uma máquina específica. Algumas bibliotecas não possuem mais atualização. E sempre que surge uma proposta de modernização, alguém pergunta: “Não seria melhor reescrever tudo?”

Foi para responder a esse cenário que escrevi Delphi Vivo: Como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo. O livro apresenta uma estratégia progressiva para recuperar a capacidade de evoluir sistemas Delphi sem desprezar o conhecimento e o valor que eles já carregam.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

IA Além da Conversa: meu novo livro sobre como transformar modelos de linguagem em soluções reais

Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

Ver resumo completo

Usar um modelo de linguagem ficou fácil. Em poucos segundos, conseguimos conversar com uma inteligência artificial, resumir documentos, gerar código, organizar informações e explorar ideias.

Essa facilidade, porém, pode criar uma impressão enganosa: a de que uma boa conversa já representa uma solução completa. Não representa.

Quando um sistema precisa consultar informações confiáveis, manter estado, utilizar ferramentas, respeitar permissões, produzir efeitos externos e operar de maneira segura, o modelo de linguagem passa a ser apenas uma parte da arquitetura.

Foi a partir dessa diferença que escrevi IA Além da Conversa: Como transformar modelos de linguagem em soluções inteligentes, seguras e operáveis.

Comprar a edição física na Uiclap

Amazon digital: https://www.amazon.com.br/dp/B0HGNP6P1Y

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Nasce a Estante Tech: um espaço para os livros da comunidade Delphi e de tecnologia

Quem trabalha com tecnologia sabe que boa parte do conhecimento que utilizamos no dia a dia não nasceu apenas dentro de uma sala de aula ou de uma documentação oficial. Ele nasceu da experiência.

Ver resumo completo

Quem trabalha com tecnologia sabe que boa parte do conhecimento que utilizamos no dia a dia não nasceu apenas dentro de uma sala de aula ou de uma documentação oficial. Ele nasceu da experiência.

De alguém que passou anos desenvolvendo sistemas, enfrentou problemas reais, pesquisou soluções, errou, acertou e, em algum momento, decidiu transformar parte desse conhecimento em um livro.

A comunidade Delphi brasileira possui muitos profissionais com esse perfil. Desenvolvedores, professores, especialistas, MVPs e outros profissionais que, além de escrever código, dedicam tempo a compartilhar aquilo que aprenderam.

O problema é que nem sempre esses livros são fáceis de encontrar. Foi pensando nisso que nasceu a Estante Tech.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Delphi Vivo: meu novo livro sobre como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo

Há sistemas Delphi que sustentam empresas inteiras há muitos anos, eles faturam, controlam estoque, emitem documentos fiscais, conversam com bancos, integram setores e preservam regras que foram construídas depois de incidentes, mudanças legais, negociações e necessidades que já não cabem em uma documentação simples.

Ver resumo completo

Há sistemas Delphi que sustentam empresas inteiras há muitos anos, eles faturam, controlam estoque, emitem documentos fiscais, conversam com bancos, integram setores e preservam regras que foram construídas depois de incidentes, mudanças legais, negociações e necessidades que já não cabem em uma documentação simples.

Esses sistemas continuam importantes. O problema é que, com o tempo, cada mudança começa a custar mais, a versão do Delphi fica para trás. Componentes deixam de receber atualizações. O build depende de uma máquina específica. Regras de negócio aparecem em Forms, DataModules, SQL, triggers e integrações. Testes automatizados são poucos ou inexistentes. A equipe sabe que precisa avançar, mas não consegue demonstrar que a próxima alteração preservará aquilo que mantém a empresa funcionando.

Foi a partir dessa realidade que escrevi Delphi Vivo: Como modernizar sistemas existentes sem reescrever tudo.

O livro já está disponível em edição impressa pela UICLAP e em versão digital para Kindle na Amazon.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Liderança Ampliada: quando as respostas se tornam instantâneas, o desafio é revelar o problema certo

A inteligência artificial tornou muitas respostas praticamente instantâneas. Em poucos segundos, podemos resumir documentos, organizar informações, comparar alternativas, preparar apresentações, revisar textos e estruturar planos de ação.

Ver resumo completo

A inteligência artificial tornou muitas respostas praticamente instantâneas. Em poucos segundos, podemos resumir documentos, organizar informações, comparar alternativas, preparar apresentações, revisar textos e estruturar planos de ação.

Mesmo assim, muitos líderes continuam sem tempo para liderar.

As agendas permanecem ocupadas, as reuniões continuam longas, decisões importantes são adiadas e conversas necessárias não acontecem. Em algumas organizações, a adoção da inteligência artificial apenas aumentou a quantidade de mensagens, relatórios, análises e tarefas produzidas.

Foi a partir dessa contradição que escrevi Liderança Ampliada: como liderar pessoas, decisões e resultados em um mundo com inteligência artificial.

O livro não parte da pergunta “qual ferramenta devemos usar?”. Ele começa com uma questão anterior e mais importante:

Se a tecnologia está tornando o trabalho mais rápido, por que ainda falta tempo para liderar?

A resposta não está somente na velocidade das ferramentas. Está na forma como definimos problemas, estabelecemos prioridades, tomamos decisões e organizamos o trabalho.

Quando as respostas se tornam instantâneas, a vantagem de quem lidera está em revelar o problema certo.

Livro físico na UICLAP: https://loja.uiclap.com/titulo/ua195687

Livro digital na amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B0HG1YLVJN

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Ver resumo completo

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

Entre o Quadro e o Prompt: meu novo livro sobre inteligência artificial e prática docente

A inteligência artificial chegou à educação cercada de possibilidades, dúvidas e receios. Entre promessas de produtividade e discussões sobre os limites da tecnologia, uma pergunta continua sendo essencial: como utilizar a IA sem retirar do professor aquilo que torna seu trabalho verdadeiramente humano?

Ver resumo completo

A inteligência artificial chegou à educação cercada de possibilidades, dúvidas e receios. Entre promessas de produtividade e discussões sobre os limites da tecnologia, uma pergunta continua sendo essencial: como utilizar a IA sem retirar do professor aquilo que torna seu trabalho verdadeiramente humano?

Foi a partir dessa inquietação que nasceu meu novo livro, Entre o Quadro e o Prompt: Pedagogia, autoria e inteligência artificial na prática docente.

O livro já está publicado e foi escrito para professores, coordenadores pedagógicos, gestores, formadores e estudantes de licenciatura que desejam compreender e utilizar a inteligência artificial de maneira prática, crítica e responsável.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →

RadIA 2.15: validação de código, refatoração semântica, automação VCL e uma camada adicional de segurança

Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.

Ver resumo completo

Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.

As versões 2.15.0 e 2.15.1 ampliaram a integração com o código Delphi, fortaleceram a automação de aplicações VCL em execução, melhoraram o processo de diagnóstico e adicionaram novas proteções às interfaces baseadas em WebView2.

Neste artigo, veremos o que mudou e como essas melhorias afetam o uso diário do RadIA.

· Régys Borges da Silveira
Ler artigo →