Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
Para compreender e aplicar
Composição ilustrativa: livro SDD em Delphi, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.

13 out 2026
Composição ilustrativa: livro Delphi Vivo, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos.

29 set 2026

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27 artigos
Ilustração conceitual de um fluxo de texto passando por tokenização, vetores, atenção e geração em um projeto Delphi.

Do zero ao LLM com Delphi: compreender modelos de linguagem construindo um

Quando um modelo de linguagem é usado por uma API, a experiência parece direta: envia-se um texto, definem-se algumas instruções e recebe-se uma continuação ou uma resposta. Para quem precisa integrar recursos de IA a um sistema, essa simplicidade é útil.

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Quando um modelo de linguagem é usado por uma API, a experiência parece direta: envia-se um texto, definem-se algumas instruções e recebe-se uma continuação ou uma resposta. Para quem precisa integrar recursos de IA a um sistema, essa simplicidade é útil. Mas ela também oculta quase todo o mecanismo que torna a saída possível.

Entre uma frase de entrada e a próxima palavra gerada existem decisões sobre como dividir texto, como representar símbolos numericamente, como calcular transformações entre vetores, como medir erros e como atualizar parâmetros. Há ainda regras arquiteturais que impedem o modelo de consultar indevidamente tokens futuros durante o treinamento de geração. Sem enxergar essas etapas, é fácil tratar o modelo como uma caixa-preta: algo que “entende” texto porque responde de maneira plausível.

Construir um modelo pequeno muda o foco. Não se trata de disputar qualidade, escala ou abrangência com modelos comerciais. Trata-se de converter conceitos abstratos em objetos, rotinas, dados de entrada, cálculos e testes que possam ser inspecionados. Um LLM educacional funciona, nesse sentido, como um laboratório: sua utilidade está menos no tamanho da resposta que produz e mais na clareza que oferece sobre o caminho até ela.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Do Zero ao LLM com Delphi.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração de quatro módulos de software e dois controles de ajuste sobre mesa clara, representando modelos Claude e esforço de raciocínio.

Modelos da Anthropic para programação: preços, raciocínio e quando usar cada Claude

Uma inteligência artificial pode explicar uma função rapidamente e, na solicitação seguinte, precisar investigar vários módulos para encontrar um erro intermitente. Tratar esses dois trabalhos como iguais costuma levar a uma escolha ruim: pagar capacidade que não será aproveitada ou economizar na chamada e gastar mais tempo corrigindo a resposta.

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Uma inteligência artificial pode explicar uma função rapidamente e, na solicitação seguinte, precisar investigar vários módulos para encontrar um erro intermitente. Tratar esses dois trabalhos como iguais costuma levar a uma escolha ruim: pagar capacidade que não será aproveitada ou economizar na chamada e gastar mais tempo corrigindo a resposta. Para quem mantém sistemas empresariais, interessa o custo da alteração confiável, não apenas o preço da resposta.

A proposta deste artigo é comparar os modelos Claude da Anthropic pela perspectiva do desenvolvimento cotidiano. O recorte, consultado em 2 de outubro de 2026, reúne Haiku 4.5, Sonnet 5.5, Opus 5.5 e Fable 5.1, com preços da API, controles de raciocínio, critérios de avaliação e prazos de migração. As sugestões de uso são pontos de partida para testes, não resultados de uma competição executada neste projeto.

Se a dificuldade não é obter outra resposta, mas definir o que uma alteração deve preservar, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos, casos de fronteira e critérios de aceite ligados à implementação e aos testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como orientar sua próxima demanda com apoio de IA. Para estudar contexto, ferramentas, permissões e avaliação da solução que utiliza o modelo, a leitura complementar é IA Além da Conversa.

· Régys Borges da Silveira
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Diagrama conceitual de um ERP em Delphi conectado a um agente de IA por um servidor MCP local

Delphi na era dos agentes: como conectar ERPs à IA com MCP

Um ERP concentra informações e regras que sustentam a operação de uma empresa: cadastro de clientes, catálogo de produtos, estoque, faturamento, políticas comerciais e rotinas administrativas. Ao mesmo tempo, agentes de IA estão mudando a expectativa sobre como as pessoas consultam e operam sistemas.

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Um ERP concentra informações e regras que sustentam a operação de uma empresa: cadastro de clientes, catálogo de produtos, estoque, faturamento, políticas comerciais e rotinas administrativas. Ao mesmo tempo, agentes de IA estão mudando a expectativa sobre como as pessoas consultam e operam sistemas. Em vez de navegar por múltiplas telas, o usuário pode formular uma intenção: “quais produtos estão abaixo do estoque mínimo?” ou “prepare um orçamento para este cliente”.

A aparente simplicidade dessas perguntas esconde uma questão de arquitetura. Um agente não deveria receber acesso genérico ao banco de dados, nem ser estimulado a reproduzir por tentativa e erro as regras que o ERP já possui. Tampouco faz sentido transformar cada detalhe interno do sistema em uma ferramenta disponível para um modelo de linguagem.

O caminho mais seguro e sustentável é expor capacidades delimitadas, com contratos claros e controles proporcionais ao risco. Nesse cenário, o Model Context Protocol (MCP) oferece uma forma de apresentar ferramentas, recursos e instruções para clientes compatíveis, enquanto o ERP permanece como fonte de verdade para suas regras de negócio.

Conheça o livro: Delphi na Era dos Agentes.

· Régys Borges da Silveira
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Ilustração conceitual de coordenação na nuvem conectada a tarefas de pesquisa e código com revisão humana.

Dot da OpenAI para delegar trabalho contínuo e integrar tarefas ao Codex

Um problema de desenvolvimento raramente termina na primeira conversa. Um cliente envia outro detalhe, uma dependência muda ou o teste revela uma condição diferente da prevista.

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Um problema de desenvolvimento raramente termina na primeira conversa. Um cliente envia outro detalhe, uma dependência muda ou o teste revela uma condição diferente da prevista. A tarefa passa a incluir não apenas produzir uma resposta, mas acompanhar o que falta, reunir novas informações e reconhecer quando uma decisão precisa voltar ao responsável.

É nesse espaço que entra o Dot da OpenAI. A novidade interessa menos pela aparência personalizável e mais pela proposta de continuidade: atribuir uma responsabilidade à IA e acompanhar sua evolução entre conversas. Isso pode ajudar no desenvolvimento e nas rotinas profissionais, desde que continuidade não seja confundida com autorização irrestrita.

Neste artigo, explico o conceito, sua relação com o Codex, onde o trabalho acontece e como formular uma primeira delegação. Os exemplos são propostas didáticas, não relatos de uma implantação testada. Disponibilidade e comportamento foram conferidos na documentação em 5 de outubro de 2026 e podem mudar.

· Régys Borges da Silveira
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Mesa clara de desenvolvimento com notebook mostrando um fluxo de decisão e computador com código desfocado, representando a escolha de modelos de IA para programar.

Modelos da OpenAI para programação: comparação, preços e quando usar cada um

Escolher um modelo de inteligência artificial para programar parece simples até aparecer a conta — ou até o modelo mais barato errar uma alteração delicada. O nome mais novo nem sempre é o melhor para toda tarefa, assim como o maior preço por token não garante o menor custo por solução concluída.

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Escolher um modelo de inteligência artificial para programar parece simples até aparecer a conta — ou até o modelo mais barato errar uma alteração delicada. O nome mais novo nem sempre é o melhor para toda tarefa, assim como o maior preço por token não garante o menor custo por solução concluída. E há uma confusão comum: assinatura do ChatGPT ou do Codex não é a mesma coisa que cobrança pela API.

Neste guia, comparo os modelos gerais que a OpenAI apresenta como opções atuais de referência — GPT-6 Astra, GPT-6.1 Sol e GPT-6 Luna — pela perspectiva de quem escreve, revisa, explica e automatiza software. Também explico o que fazer com o GPT-5.3-Codex, que aparece em conversas e artigos recentes, mas foi descontinuado. Os preços são os publicados para a API em 2 de outubro de 2026; confira a página oficial antes de adotar um orçamento, pois modelos e tarifas mudam.

Escolher o modelo é apenas uma parte do trabalho. Para estudar como contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos se combinam em uma solução operável, conheça IA Além da Conversa e leia a degustação gratuita na página do livro. Se o desafio é orientar as alterações de código com requisitos e critérios de aceite, SDD em Delphi oferece um percurso complementar. Essas leituras aprofundam o método, não indicam um fornecedor vencedor.

· Régys Borges da Silveira
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Líder analisando informações com apoio de inteligência artificial sem abrir mão do julgamento humano

Liderança ampliada: usar IA sem terceirizar o julgamento humano

A entrada da inteligência artificial na rotina de trabalho criou uma possibilidade concreta para líderes: gastar menos energia na organização inicial de informações e mais energia naquilo que exige presença, critério e responsabilidade. O problema começa quando essa possibilidade é confundida com autorização para transferir decisões à ferramenta.

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A entrada da inteligência artificial na rotina de trabalho criou uma possibilidade concreta para líderes: gastar menos energia na organização inicial de informações e mais energia naquilo que exige presença, critério e responsabilidade. O problema começa quando essa possibilidade é confundida com autorização para transferir decisões à ferramenta.

Uma resposta bem redigida, uma lista de prioridades aparentemente coerente ou um resumo de reunião não são, por si só, bons julgamentos. São materiais de trabalho. Podem acelerar uma análise, revelar lacunas e oferecer opções. Ainda assim, não conhecem por completo a história da equipe, os compromissos assumidos, as relações de confiança, os riscos de uma escolha nem os efeitos que uma mensagem terá sobre pessoas específicas.

Usar IA com maturidade na liderança depende menos de descobrir o comando perfeito e mais de estabelecer fronteiras claras: o que a tecnologia pode preparar, o que o líder precisa verificar e aquilo que continua indelegável. Essa distinção protege a qualidade das decisões e evita que a eficiência operacional seja conquistada à custa de responsabilidade humana.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Liderança Ampliada.

· Régys Borges da Silveira
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