Gerenciar dependências é apenas uma parte do trabalho em projetos Delphi. Quando o projeto utiliza componentes visuais, pacotes runtime e design-time, diferentes versões da IDE e pipelines de integração contínua, instalar uma biblioteca deixa de ser uma simples operação de download.
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Gerenciar dependências é apenas uma parte do trabalho em projetos Delphi. Quando o projeto utiliza componentes visuais, pacotes runtime e design-time, diferentes versões da IDE e pipelines de integração contínua, instalar uma biblioteca deixa de ser uma simples operação de download.
A versão 1.7.0 do Boss4D foi construída para enfrentar esse cenário completo. Ela amplia o gerenciador de dependências para cuidar também da compilação, instalação e recuperação de componentes, sem abandonar a compatibilidade com projetos BOSS nem o suporte ao Lazarus.
O resultado é uma versão especialmente importante para equipes que precisam reproduzir ambientes Delphi, automatizar builds e manter evidências sobre os pacotes utilizados.
No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as…
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No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as conexões ativas dos usuários.
Com a nova atualização do Horse, o framework web minimalista mais popular do ecossistema Delphi e Lazarus, introduzimos o suporte nativo ao Graceful Shutdown (Desligamento Suave). Neste artigo, vamos entender como esse recurso funciona, quais são os ganhos reais para suas aplicações e como utilizá-lo na prática.
O desenvolvimento de APIs com Delphi utilizando o Horse revolucionou a forma como criamos serviços rápidos, minimalistas e eficientes. No entanto, à medida que nossas aplicações crescem e passam a rodar em ambientes de produção complexos, surge um grande desafio: como saber exatamente o que está acontecendo por debaixo do capô em tempo real?
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O desenvolvimento de APIs com Delphi utilizando o Horse revolucionou a forma como criamos serviços rápidos, minimalistas e eficientes. No entanto, à medida que nossas aplicações crescem e passam a rodar em ambientes de produção complexos, surge um grande desafio: como saber exatamente o que está acontecendo por debaixo do capô em tempo real?
Monitorar uma aplicação em produção apenas analisando arquivos de log estáticos (ou pior, esperando o cliente reclamar de lentidão) não é mais viável. É aqui que entra a Observabilidade e seus pilares principais: a coleta de métricas e o rastreamento distribuído (Distributed Tracing).
A maioria dos sistemas Delphi possui uma característica em comum: são aplicações que evoluem durante muitos anos. ERPs, sistemas fiscais, aplicações industriais, financeiras e governamentais frequentemente acumulam milhares de linhas de código, dezenas de módulos e diversas equipes ao longo do tempo.
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A maioria dos sistemas Delphi possui uma característica em comum: são aplicações que evoluem durante muitos anos. ERPs, sistemas fiscais, aplicações industriais, financeiras e governamentais frequentemente acumulam milhares de linhas de código, dezenas de módulos e diversas equipes ao longo do tempo.
Nesse cenário, manter a qualidade do código passa a ser um desafio cada vez maior.
Questões como duplicidade de código, métodos excessivamente complexos, padrões inconsistentes, problemas de manutenção e até possíveis bugs podem se acumular silenciosamente durante anos.
É exatamente para esse tipo de situação que o SonarQube foi criado.
O SonarQube é uma das ferramentas de análise estática de código mais utilizadas do mercado e permite monitorar continuamente a qualidade dos projetos através de métricas, regras de validação e indicadores de manutenção.
Neste artigo vamos configurar uma instalação completa utilizando Docker, habilitar o suporte a Delphi através do Marketplace e executar nossa primeira análise de código.
Durante décadas, a instalação de componentes e bibliotecas sempre foi uma das tarefas mais trabalhosas para desenvolvedores Delphi. Embora fornecedores como TMS Software, DevExpress, Fast Reports, ACBr e diversos projetos open source tenham evoluído seus mecanismos de distribuição, a realidade ainda envolve instaladores específicos, configurações manuais, ajustes em Library Path, compilação de pacotes e resolução de dependências.
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Durante décadas, a instalação de componentes e bibliotecas sempre foi uma das tarefas mais trabalhosas para desenvolvedores Delphi. Embora fornecedores como TMS Software, DevExpress, Fast Reports, ACBr e diversos projetos open source tenham evoluído seus mecanismos de distribuição, a realidade ainda envolve instaladores específicos, configurações manuais, ajustes em Library Path, compilação de pacotes e resolução de dependências.
Enquanto outras plataformas adotaram soluções modernas como npm, NuGet, Maven e pip, o ecossistema Delphi permaneceu dependente de abordagens tradicionais para gerenciamento de componentes.
Com o lançamento do projeto open source Smart Setup, a TMS Software propõe uma mudança significativa nesse cenário. Mais do que um simples instalador, o projeto surge como uma plataforma para automação de builds, gerenciamento de dependências e distribuição de bibliotecas Delphi, C++Builder e Lazarus/FPC.
A pergunta que surge é inevitável: Será que finalmente estamos diante de um verdadeiro gerenciador de pacotes para Delphi?