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Régys Borges da Silveira

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Tag: APIs

13 outubro 2026

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Escrito por Régys Borges da Silveira
Representação conceitual de especificação, código Delphi, testes e inteligência artificial conectados por rastreabilidade

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes. O problema não é a velocidade em si. É a possibilidade de acelerar uma interpretação que nunca foi confirmada.

Uma demanda curta quase sempre contém decisões ocultas. O que exatamente deve acontecer? Para quem? Em quais condições? O que conta como erro? Que dados não podem ser alterados? Qual tela, serviço ou processo legado será afetado? Sem respostas, o código pode estar sintaticamente correto e, ainda assim, materializar um comportamento inadequado.

O desenvolvimento orientado por especificação — frequentemente resumido como SDD, de Specification-Driven Development — propõe inverter uma ordem comum: antes de pedir código, define-se o comportamento que o software deve apresentar e as condições pelas quais esse comportamento será considerado aceitável. Código, arquitetura, testes e contribuições de IA passam a responder a essa referência.

Isso não exige transformar toda demanda em um documento extenso. Exige reduzir ambiguidades relevantes, tornar decisões inspecionáveis e construir uma cadeia entre intenção, implementação e verificação. Em Delphi, essa prática é útil tanto em aplicações visuais VCL e FireMonkey quanto em APIs, integrações e sistemas legados.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de SDD em Delphi.

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13/10/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de software, Inteligência Artificial Agentes de IA, APIs, Arquitetura de Software, casos de fronteira, contratos de software, critérios de aceite, Delphi, desenvolvimento orientado por especificação, especificação de software, Firemonkey, inteligência artificial, MCP, RAG, rastreabilidade, SDD, sistemas legados, Testes de Software, vcl Deixe um comentário
04 outubro 2026

Horse, Prometheus e Grafana: passo a passo para monitorar sua API Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração de componentes conectados representando aplicação, coleta e visualização de métricas.

Uma API responder a uma chamada não significa que sabemos como ela se comporta ao longo do dia. Quantas requisições chegaram? Qual rota ficou lenta? O aumento de tráfego trouxe mais erros? Para responder, precisamos medir o funcionamento da aplicação e observar essas medidas ao longo do tempo, sem depender apenas de alguém perceber que o sistema está demorando.

Neste tutorial vamos construir um laboratório local com o Horse, meu middleware horse-prometheus, o coletor Prometheus e o Grafana. O objetivo é chegar a um painel compreensível, passando por verificações intermediárias. Não basta copiar uma consulta e encontrar um gráfico: precisamos entender de onde o número veio e o que ele permite concluir.

O cenário principal é Windows com uma aplicação console Delphi e Docker Desktop executando contêineres Linux. Os arquivos usam Prometheus 3.5.0 e Grafana 12.2.0, versões fixadas para evitar mudanças silenciosas. O exemplo compilou no Delphi 10 Seattle com Horse 3.3.10 e middleware 1.0.1, e a coleta e os quatro gráficos foram conferidos no laboratório. Não é um ensaio de desempenho nem configuração de produção; outras plataformas não foram testadas.

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04/10/2026 Desenvolvimento de Software APIs, Delphi, Docker, Docker Compose, Grafana, horse, http, latencia, metricas, Middleware, Monitoramento, object pascal, Observabilidade, Prometheus, PromQL, séries temporais Deixe um comentário
29 setembro 2026

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Escrito por Régys Borges da Silveira
Código Delphi em editor ao lado de um diagrama de modernização incremental de sistema legado

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos. Essa realidade pode gerar duas reações igualmente arriscadas: não mexer em nada ou decidir reescrever tudo.

A primeira conserva problemas conhecidos e reduz, aos poucos, a capacidade de adaptação. A segunda troca riscos visíveis por riscos novos: funcionalidades esquecidas, diferenças de comportamento, longos períodos sem entrega relevante e uma convivência difícil entre o sistema antigo e o substituto em construção. Entre esses extremos há uma disciplina de engenharia: modernizar progressivamente, em mudanças pequenas, verificáveis e reversíveis.

Modernizar não significa aplicar tecnologias recentes a qualquer custo. Significa aumentar a capacidade de entender, alterar, testar, entregar e operar o software com menos incerteza. Em um sistema Delphi, isso pode envolver desde tornar a compilação repetível até reduzir o acoplamento entre formulários VCL, regras de negócio e acesso a dados. O ponto de partida não é uma lista de ferramentas; é um diagnóstico honesto do risco.

Conheça o livro e leia uma degustação: acesse a página oficial de Delphi Vivo.

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29/09/2026 Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Sistemas legados APIs, Arquitetura de Software, builds reproduzíveis, CI/CD, Delphi, DUnitX, Firebird, FireDAC, manutenção de software, modernização incremental, Observabilidade, Refatoração, Régys Borges da Silveira, rollback, segurança de software, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
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