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Régys Borges da Silveira
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Livro: Antes do ChatGPT agora disponível no Kindle

Tenho uma ótima novidade para compartilhar: Antes do ChatGPT agora também está disponível em versão digital para Kindle.

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Tenho uma ótima novidade para compartilhar: Antes do ChatGPT agora também está disponível em versão digital para Kindle.

A edição digital acaba de chegar à Amazon e permite acompanhar toda essa viagem pela história da Inteligência Artificial diretamente no Kindle, no celular, no tablet ou no computador.

Conheça a versão Kindle de Antes do ChatGPT na Amazon

Em novembro de 2022, milhões de pessoas descobriram que podiam escrever uma pergunta em uma caixa de conversa e receber uma resposta produzida por uma máquina. Para muita gente, aquele parecia ser o nascimento da Inteligência Artificial.

Mas essa história começou muito antes.

Antes do ChatGPT, houve mitos sobre seres artificiais, autômatos mecânicos, máquinas de calcular, cartões perfurados, pesquisadores, laboratórios, grandes promessas, períodos de decepção e descobertas que mudaram nossa relação com a tecnologia.

Foi para contar essa trajetória que escrevi Antes do ChatGPT: A incrível história da Inteligência Artificial, dos primeiros sonhos à revolução que vivemos hoje.

Este não é um livro de programação. Também não é um manual técnico ou uma obra escrita apenas para especialistas.

O livro foi pensado para quem deseja entender a Inteligência Artificial sem precisar conhecer matemática avançada, computação ou termos complicados. Os conceitos aparecem naturalmente, por meio de histórias, analogias, curiosidades e exemplos que fazem parte do cotidiano.

Ao longo de quinze capítulos, viajamos dos antigos sonhos humanos de construir seres inteligentes até os modelos de linguagem e assistentes que utilizamos atualmente.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.6.0: Registry v2, pacotes verificáveis e paridade real no Linux

https://github.com/regyssilveira/Boss4Delphi

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https://github.com/regyssilveira/Boss4Delphi

O Boss4D 1.6.0 aprofunda uma transformação iniciada nas versões anteriores:deixar de ser apenas uma ferramenta para clonar dependências Git e tornar-seuma plataforma completa de gerenciamento, distribuição e auditoria de pacotespara Delphi e Lazarus.

Se a versão 1.5.0 estabeleceu as fundações para pacotes imutáveis, conformidadee execução nativa com Free Pascal, a versão 1.6.0 conecta essas peças em fluxosde produção. O Registry ganhou um protocolo mais eficiente, os pacotes podemser instalados com verificação de integridade e proveniência, a CLI Linux passoua cobrir o trabalho cotidiano de um projeto e o processo de publicação recebeunovas garantias.

Neste artigo, veremos o que mudou, quais problemas essas capacidades resolvem ecomo começar a utilizá-las.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.5.0: pacotes imutáveis, conformidade e uma CLI nativa para Linux

O Boss4D 1.5.0 marca uma mudança importante na evolução do gerenciador dedependências para Delphi e Lazarus. A nova versão amplia o projeto para além dainstalação de bibliotecas: ela cria uma base para distribuição verificável,automação de CI, conformidade de pacotes, proteção de credenciais e execuçãonativa em Linux com Free Pascal.

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O Boss4D 1.5.0 marca uma mudança importante na evolução do gerenciador dedependências para Delphi e Lazarus. A nova versão amplia o projeto para além dainstalação de bibliotecas: ela cria uma base para distribuição verificável,automação de CI, conformidade de pacotes, proteção de credenciais e execuçãonativa em Linux com Free Pascal.

Na prática, o Boss4D passa a acompanhar uma dependência durante um ciclo muitomais completo: descoberta, resolução de versão, download, instalação,empacotamento, geração de evidências, validação e publicação.

Neste artigo, veremos o que chegou na versão 1.5.0, por que essas mudanças sãorelevantes e como começar a utilizá-las.

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.4: do gerenciamento de dependências à conformidade da cadeia de software Delphi

Desde a versão 1.2.0, o Boss4D passou por uma evolução importante. O projeto deixou de atuar apenas como instalador de dependências e tornou-se uma plataforma mais completa de gerenciamento, automação, auditoria e rastreabilidade para projetos Delphi e Lazarus.

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Desde a versão 1.2.0, o Boss4D passou por uma evolução importante. O projeto deixou de atuar apenas como instalador de dependências e tornou-se uma plataforma mais completa de gerenciamento, automação, auditoria e rastreabilidade para projetos Delphi e Lazarus.

As versões 1.2.0, 1.2.1, 1.3.0 e 1.4.0 trouxeram melhorias em quatro áreas principais:

Neste artigo, veremos o que mudou e como esses recursos ajudam equipes que precisam de builds confiáveis, automação de CI e evidências técnicas sobre os componentes utilizados em suas aplicações.

· Régys Borges da Silveira
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Orquestre a IA na Prática: meu novo livro sobre Engenharia de Prompt e uso profissional da IA

O livro nasceu de uma inquietação que se tornou cada vez mais presente em meu trabalho, nas aulas, nas palestras e nas conversas com profissionais de diferentes áreas: nunca foi tão fácil pedir algo a uma Inteligência Artificial, mas isso não significa que seja fácil obter um resultado realmente útil.

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O livro nasceu de uma inquietação que se tornou cada vez mais presente em meu trabalho, nas aulas, nas palestras e nas conversas com profissionais de diferentes áreas: nunca foi tão fácil pedir algo a uma Inteligência Artificial, mas isso não significa que seja fácil obter um resultado realmente útil.

Uma resposta pode chegar em poucos segundos, estar bem escrita e parecer convincente. Ainda assim, pode ignorar uma restrição importante, utilizar uma premissa incorreta, omitir informações, expor dados que deveriam ser protegidos ou simplesmente não resolver o problema que motivou a solicitação.

A dificuldade nem sempre está na resposta. Muitas vezes, ela começa antes, na forma como definimos o que precisa ser feito.

Foi para trabalhar essa diferença entre apenas pedir e realmente conduzir que escrevi este livro.

Comprar Orquestre a IA na Prática na UICLAP

· Régys Borges da Silveira
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Livro: Antes do ChatGPT: conheça a incrível história da Inteligência Artificial

Em novembro de 2022, milhões de pessoas tiveram uma experiência que parecia saída da ficção científica: abriram uma página na internet, escreveram uma pergunta e receberam uma resposta produzida por uma máquina. Para muita gente, aquele foi o dia em que a Inteligência Artificial nasceu.

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Em novembro de 2022, milhões de pessoas tiveram uma experiência que parecia saída da ficção científica: abriram uma página na internet, escreveram uma pergunta e receberam uma resposta produzida por uma máquina. Para muita gente, aquele foi o dia em que a Inteligência Artificial nasceu.

Mas ela não nasceu ali.

Antes daquela caixa de conversa, houve mitos, autômatos, máquinas de calcular, cartões perfurados, laboratórios, grandes promessas, decepções e descobertas que mudaram nossa relação com a tecnologia.

Foi dessa percepção que nasceu meu novo livro:

A incrível história da Inteligência Artificial, dos primeiros sonhos à revolução que vivemos hoje.

O livro já está disponível em formato físico, com impressão sob demanda e distribuição independente pela UICLAP.

Conheça e compre o livro na UICLAP

· Régys Borges da Silveira
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Boss4D 1.1 e 1.2: SBOM, conformidade, auditoria e suporte a Lazarus

O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.

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O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.

É justamente nesse ponto que as versões 1.1.0 e 1.2.0 do Boss4D representam um avanço importante. Além de tornar o processo de build mais previsível, o Boss4D agora oferece uma base nativa para geração de SBOM, rastreabilidade de dependências, evidências de integridade, análise de vulnerabilidades por VEX e auditoria de releases. Na versão 1.2.0, essa evolução também alcança projetos Lazarus, permitindo que dependências Delphi e Free Pascal convivam em um fluxo de build mais consistente.

Neste artigo, vamos entender o que mudou, por que essas mudanças são importantes e como utilizar os novos recursos no dia a dia.

· Régys Borges da Silveira
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Embarcadero Conference 2026

Mais uma Conference chegando, esse ano vou falar de integração de plugins à IDE do Delphi/RAD Studio, vem comigo entender como criar seus próprios plugins e vou mostrar um pouco do RadIA como caso de uso, bora lá.

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Mais uma Conference chegando, esse ano vou falar de integração de plugins à IDE do Delphi/RAD Studio, vem comigo entender como criar seus próprios plugins e vou mostrar um pouco do RadIA como caso de uso, bora lá.

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Horse Streaming: Elevando a performance de APIs Delphi e Lazarus com Web Streams e Server-Sent Events (SSE)

Quem desenvolve APIs de alta performance no ecossistema Delphi e Lazarus conhece bem o Horse. Ele se consolidou como o framework web mais querido e utilizado devido à sua filosofia minimalista, velocidade e consumo irrisório de recursos.

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Quem desenvolve APIs de alta performance no ecossistema Delphi e Lazarus conhece bem o Horse. Ele se consolidou como o framework web mais querido e utilizado devido à sua filosofia minimalista, velocidade e consumo irrisório de recursos.

No entanto, à medida que a web evolui, novos desafios surgem. Até então, para enviar qualquer resposta HTTP, o Horse dependia de carregar todo o payload de dados na memória do servidor para depois escrevê-lo fisicamente no socket do cliente. Para grandes relatórios JSON, exportações em lote ou transmissões de dados em tempo real, isso gerava picos de consumo de memória física (heap) sob alta concorrência.

Com a chegada das arquiteturas modernas de Inteligência Artificial Generativa (onde o modelo responde palavra por palavra via tokens) e dashboards de monitoramento contínuo, a transmissão incremental de dados tornou-se mandatória. É com muito orgulho que anunciamos o suporte nativo a Web Streams e Server-Sent Events (SSE) no Horse!

· Régys Borges da Silveira
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Segurança, Uploads e JSON Schema: 3 Novos Middlewares Essenciais para Suas APIs Horse

O ecossistema Horse continua se consolidando como a escolha número um para desenvolvedores Delphi e Lazarus que buscam velocidade, leveza e simplicidade na criação de APIs REST. Mas, à medida que nossas aplicações crescem, precisamos de ferramentas profissionais para lidar com segurança, arquivos e validação.

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O ecossistema Horse continua se consolidando como a escolha número um para desenvolvedores Delphi e Lazarus que buscam velocidade, leveza e simplicidade na criação de APIs REST. Mas, à medida que nossas aplicações crescem, precisamos de ferramentas profissionais para lidar com segurança, arquivos e validação.

Hoje, trago para vocês um review completo de três novos middlewares essenciais que finalizei hoje, focados em deixar suas APIs Delphi/Lazarus blindadas, prontas para upload de arquivos e com validações de dados dinâmicas. Vamos conhecer cada um deles!

· Régys Borges da Silveira
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Novos Hooks de Telemetria e Isolamento Multi-Instance no Delphi Horse: Observabilidade de Ponta com Baixíssimo Overhead

Quem desenvolve APIs robustas e de alta performance no Delphi utilizando o framework Horse sabe que a velocidade e a simplicidade sempre foram os pilares do projeto. No entanto, à medida que os sistemas crescem e migram para arquiteturas de microsserviços baseadas em contêineres e Kubernetes, duas necessidades tornam-se críticas: observabilidade em tempo real (APM) e a capacidade…

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Quem desenvolve APIs robustas e de alta performance no Delphi utilizando o framework Horse sabe que a velocidade e a simplicidade sempre foram os pilares do projeto. No entanto, à medida que os sistemas crescem e migram para arquiteturas de microsserviços baseadas em contêineres e Kubernetes, duas necessidades tornam-se críticas: observabilidade em tempo real (APM) e a capacidade de rodar múltiplos servidores isolados no mesmo processo (Multi-Instance) de forma segura.

Neste artigo, vamos explorar a nova feature do ecossistema do Horse: a introdução de Lifecycle Hooks do Servidor, Hooks Nativos de Telemetria e o suporte completo a Lifecycle de Múltiplas Instâncias Isoladas.

· Régys Borges da Silveira
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WebSockets Nativos no Horse: Comunicação Bidirecional de Alta Performance no Delphi e Lazarus

No desenvolvimento de APIs modernas, a comunicação tradicional baseada em ciclos de requisição e resposta (HTTP tradicional) nem sempre é suficiente. Quando precisamos de atualizações em tempo real com baixíssima latência — como em painéis financeiros, sistemas de chat, telemetria de frotas ou dashboards de monitoramento — os WebSockets se tornam indispensáveis.

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No desenvolvimento de APIs modernas, a comunicação tradicional baseada em ciclos de requisição e resposta (HTTP tradicional) nem sempre é suficiente. Quando precisamos de atualizações em tempo real com baixíssima latência — como em painéis financeiros, sistemas de chat, telemetria de frotas ou dashboards de monitoramento — os WebSockets se tornam indispensáveis.

Com orgulho, apresentamos a nova especificação e suporte nativo a conexões bidirecionais baseadas no protocolo RFC 6455 (WebSockets) no núcleo e provedores do framework Horse. O suporte foi desenvolvido com foco em alta performance, thread-safety, concorrência e total compatibilidade com Delphi e Lazarus/FPC.

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gRPC com Delphi e Horse: Conectividade, Performance e Offline First no Mobile

Recentemente, o framework Horse recebeu atualizações muito importantes para suporte a gRPC utilizando o transporte nativo HTTP/2. Desde então, muitos desenvolvedores que testaram a tecnologia com Node.js ou outras linguagens começaram a se perguntar: como estruturar um cliente robusto em Delphi?

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Recentemente, o framework Horse recebeu atualizações muito importantes para suporte a gRPC utilizando o transporte nativo HTTP/2. Desde então, muitos desenvolvedores que testaram a tecnologia com Node.js ou outras linguagens começaram a se perguntar: como estruturar um cliente robusto em Delphi?

Desenvolver aplicações móveis (FMX) ou desktop integradas com gRPC exige atenção a conceitos importantes de arquitetura de software, como resiliência de rede, gerenciamento de threads e estratégias offline. Neste artigo, vamos responder às principais dúvidas sobre reconexão automática, keepalive, ciclo de vida de conexões e como aplicar Offline First de maneira eficiente.

· Régys Borges da Silveira
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Delphi Horse: Simplifique suas APIs com Auto-binding e Validação de DTOs

Quem desenvolve APIs em Delphi utilizando o framework Horse sabe o quanto ele é leve, rápido e extremamente eficiente. No entanto, à medida que a aplicação cresce, começamos a nos deparar com um problema comum em nossos controllers: o excesso de código repetitivo (o famoso boilerplate) para ler payloads de requisições e validar os dados de entrada.

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Quem desenvolve APIs em Delphi utilizando o framework Horse sabe o quanto ele é leve, rápido e extremamente eficiente. No entanto, à medida que a aplicação cresce, começamos a nos deparar com um problema comum em nossos controllers: o excesso de código repetitivo (o famoso boilerplate) para ler payloads de requisições e validar os dados de entrada.

Se você se cansa de escrever dezenas de linhas checando se campos obrigatórios foram preenchidos, se e-mails são válidos ou se um valor numérico está no intervalo correto, você precisa conhecer o horse-dto.

Neste artigo, vamos entender como esse middleware automatiza o processo de desserialização e validação declarativa de dados usando atributos no Delphi.

· Régys Borges da Silveira
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Horse e DEXT: Entenda as diferenças e saiba quando utilizar cada framework no Delphi

É extremamente comum encontrar desenvolvedores Delphi em fóruns, grupos de Telegram ou redes sociais fazendo perguntas como:

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É extremamente comum encontrar desenvolvedores Delphi em fóruns, grupos de Telegram ou redes sociais fazendo perguntas como:

Essas perguntas costumam partir de uma premissa equivocada: a de que o Horse e o DEXT disputam exatamente o mesmo espaço.

Na prática, eles possuem filosofias arquiteturais bastante diferentes. Embora ambos possam ser utilizados para criar APIs REST eficientes, eles foram concebidos para resolver problemas distintos. O objetivo deste artigo não é eleger um vencedor, mas esclarecer onde cada abordagem se destaca e ajudar você a escolher a ferramenta mais adequada para cada cenário.

· Régys Borges da Silveira
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Como Reduzir o Consumo de Memória e Otimizar a Performance do Horse com o Novo Memory Buffer Pool

No desenvolvimento de microsserviços e APIs web com Delphi e Lazarus, o Horse consolidou-se como a escolha número um devido à sua simplicidade, robustez e performance extrema. No entanto, em sistemas que processam milhares de requisições por segundo, pequenos detalhes arquiteturais podem se tornar gargalos de infraestrutura.

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No desenvolvimento de microsserviços e APIs web com Delphi e Lazarus, o Horse consolidou-se como a escolha número um devido à sua simplicidade, robustez e performance extrema. No entanto, em sistemas que processam milhares de requisições por segundo, pequenos detalhes arquiteturais podem se tornar gargalos de infraestrutura.

Recentemente, foi incorporada ao core do Horse uma melhoria estratégica muito solicitada para cenários de alta concorrência: a centralização do pool de buffers de memória (IMemoryBufferPool). Neste artigo, vamos entender qual problema essa evolução resolve debaixo do capô e como você pode, opcionalmente, extrair o máximo dela em seus próprios middlewares e rotas.

· Régys Borges da Silveira
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Conheça os 11 Middlewares Essenciais para Turbinar suas APIs Delphi e Lazarus com Horse

Se você desenvolve APIs em Delphi ou Lazarus, com certeza já conhece ou ouviu falar do Horse. Ele conquistou a comunidade Pascal por ser um framework extremamente rápido, minimalista e projetado para alta concorrência.

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Se você desenvolve APIs em Delphi ou Lazarus, com certeza já conhece ou ouviu falar do Horse. Ele conquistou a comunidade Pascal por ser um framework extremamente rápido, minimalista e projetado para alta concorrência. Porém, o verdadeiro poder do Horse se revela quando começamos a expandir suas capacidades usando middlewares.

Os middlewares funcionam como interceptadores no ciclo de vida das requisições HTTP, permitindo que você injete segurança, controle de tráfego, telemetria e automação com pouquíssimas linhas de código. Nos últimos anos, tenho trabalhado ativamente no desenvolvimento de uma suíte de middlewares focada em solucionar desafios reais de aplicações corporativas, garantindo portabilidade entre Delphi e FPC/Lazarus.

Neste artigo, apresento os 11 middlewares de minha autoria que você pode adotar hoje mesmo para elevar o nível técnico das suas APIs.

· Régys Borges da Silveira
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Desligamento Suave (Graceful Shutdown) no Horse: Resiliência Enterprise para suas APIs Delphi e Lazarus

No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as…

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No desenvolvimento de APIs e microsserviços modernos, garantir a alta disponibilidade e a integridade dos dados durante atualizações de versão é um requisito essencial. Se você implanta suas aplicações em ambientes de contêineres (como Docker e Kubernetes) ou atrás de um balanceador de carga, certamente já enfrentou o desafio de atualizar um serviço em produção sem derrubar as conexões ativas dos usuários.

Com a nova atualização do Horse, o framework web minimalista mais popular do ecossistema Delphi e Lazarus, introduzimos o suporte nativo ao Graceful Shutdown (Desligamento Suave). Neste artigo, vamos entender como esse recurso funciona, quais são os ganhos reais para suas aplicações e como utilizá-lo na prática.

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Delphi Voando Baixo: Como Levamos o gRPC no Horse a 9.7k QPS com Otimizações de Baixo Nível

No desenvolvimento de microsserviços modernos, a velocidade de comunicação entre APIs é um dos fatores mais críticos para a escalabilidade de toda a infraestrutura. É por isso que o gRPC (baseado em HTTP/2 e Protocol Buffers) tornou-se o padrão ouro de comunicação interna em gigantes da tecnologia, superando o tradicional REST/JSON em termos de vazão e uso de…

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No desenvolvimento de microsserviços modernos, a velocidade de comunicação entre APIs é um dos fatores mais críticos para a escalabilidade de toda a infraestrutura. É por isso que o gRPC (baseado em HTTP/2 e Protocol Buffers) tornou-se o padrão ouro de comunicação interna em gigantes da tecnologia, superando o tradicional REST/JSON em termos de vazão e uso de banda.

Recentemente, no ecossistema do Horse — o micro-framework web preferido dos desenvolvedores Delphi e Lazarus —, iniciamos uma jornada intensa de engenharia de software para construir um provedor gRPC nativo (Cleartext h2c) capaz de bater de frente com os gigantes do mercado, como C#, Go e Rust. O resultado? Alcançamos a marca de 9.773 QPS (requisições por segundo) com uma latência média de apenas 20ms no host local.

Neste artigo, vou revelar os bastidores técnicos de como implementamos otimizações em nível de hardware, CPU, alocação de heap e concorrência para atingir essa marca histórica de performance no Delphi.

· Régys Borges da Silveira
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Novidade no Horse: Ganchos de Ciclo de Vida (Lifecycle Hooks) Integrados ao Core!

Se você desenvolve APIs robustas e de alta performance em Delphi ou Lazarus, com certeza já conhece ou utiliza o Horse. Hoje, trazemos uma novidade incrível e muito aguardada pela comunidade que acaba de ser integrada oficialmente ao Core do framework: os Lifecycle Hooks (Ganchos de Ciclo de Vida)!

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Se você desenvolve APIs robustas e de alta performance em Delphi ou Lazarus, com certeza já conhece ou utiliza o Horse. Hoje, trazemos uma novidade incrível e muito aguardada pela comunidade que acaba de ser integrada oficialmente ao Core do framework: os Lifecycle Hooks (Ganchos de Ciclo de Vida)!

Inspirado em padrões consolidados de ecossistemas web modernos (como Fastify e Express), o Horse agora oferece 5 momentos distintos no pipeline de execução de uma requisição. Isso abre portas para você plugar regras de auditoria de dados, caching inteligente, criptografia de payloads, monitoramento de latência e muito mais, mantendo sua aplicação limpa e altamente manutenível.

· Régys Borges da Silveira
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