Em novembro de 2022, milhões de pessoas tiveram uma experiência que parecia saída da ficção científica: abriram uma página na internet, escreveram uma pergunta e receberam uma resposta produzida por uma máquina. Para muita gente, aquele foi o dia em que a Inteligência Artificial nasceu.
Mas ela não nasceu ali.
Antes daquela caixa de conversa, houve mitos, autômatos, máquinas de calcular, cartões perfurados, laboratórios, grandes promessas, decepções e descobertas que mudaram nossa relação com a tecnologia.
Foi dessa percepção que nasceu meu novo livro:
Antes do ChatGPT
A incrível história da Inteligência Artificial, dos primeiros sonhos à revolução que vivemos hoje.
O livro já está disponível em formato físico, com impressão sob demanda e distribuição independente pela UICLAP.
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Uma viagem que não começa no computador
Quando pensamos em Inteligência Artificial, é natural lembrar de assistentes virtuais, geradores de imagens, robôs e ferramentas capazes de produzir textos. Entretanto, o desejo de criar seres artificiais é muito mais antigo do que os computadores.
Ele aparece em histórias da Antiguidade, em máquinas mecânicas construídas para imitar movimentos humanos e em invenções que tentavam automatizar cálculos e decisões.
Por isso, Antes do ChatGPT não começa apresentando uma lista de termos técnicos. O livro convida o leitor a viajar no tempo.
Em cada capítulo, partimos de um momento marcante: uma oficina, uma universidade, um laboratório, uma demonstração pública ou uma situação cotidiana. A partir dessa cena, acompanhamos as ideias, as pessoas e as máquinas que ajudaram a construir a Inteligência Artificial.
Um livro para quem não é da área de tecnologia
Este não é um manual de programação.
Também não é um livro acadêmico nem uma coleção de previsões sobre máquinas que dominarão o mundo.
O objetivo é explicar a Inteligência Artificial para qualquer pessoa interessada em compreender a tecnologia que já está transformando o cotidiano.
Os conceitos são apresentados por meio de histórias, analogias, humor leve e exemplos familiares. Não é necessário saber programar ou dominar matemática avançada.
O livro foi escrito especialmente para:
- pessoas sem conhecimento técnico;
- estudantes, professores e pais;
- empreendedores e profissionais de diferentes áreas;
- leitores interessados em história e tecnologia;
- aposentados curiosos;
- qualquer pessoa que queira separar informação de exagero.
O que você encontrará no livro
A viagem começa com o impacto provocado pelo ChatGPT e retorna aos antigos sonhos humanos de criar inteligência. Depois, passa pelo nascimento da computação, pelos primeiros laboratórios de IA e pelos períodos em que a tecnologia alternou grandes promessas com longos invernos.
Ao longo dos quinze capítulos, o leitor descobrirá:
- como surgiu a ideia de Inteligência Artificial;
- por que máquinas de calcular fazem parte dessa história;
- quem foram Ada Lovelace, Alan Turing e outros personagens fundamentais;
- o que aconteceu no encontro de Dartmouth, em 1956;
- por que a IA quase desapareceu em diferentes momentos;
- como uma máquina aprende, sem fórmulas complicadas;
- o que são redes neurais e aprendizado profundo;
- como sistemas passaram a reconhecer imagens, voz e linguagem;
- por que a arquitetura Transformer mudou o rumo da tecnologia;
- onde a IA já estava presente antes dos assistentes de conversa;
- como diferentes profissões estão sendo transformadas;
- quais riscos são reais e quais pertencem à ficção;
- como conversar melhor com uma ferramenta de IA;
- o que pode mudar nos próximos 5, 10, 15 e 20 anos.
Além dos capítulos, a obra contém glossário, linha do tempo, referências, indicações para continuar aprendendo e índice remissivo.
A IA já fazia parte da nossa vida
Muito antes de as conversas com uma máquina chamarem a atenção do mundo, sistemas de Inteligência Artificial já ajudavam a escolher filmes, recomendar músicas, calcular rotas, organizar resultados de busca, detectar transações suspeitas e selecionar o que aparecia nas redes sociais.
O ChatGPT não inaugurou a IA. Ele tornou a tecnologia visível e acessível para um público muito maior.
Compreender essa diferença ajuda a perceber que Inteligência Artificial não é um único produto. É um campo formado por diversas técnicas, modelos, aplicações e decisões humanas.
Nem deslumbramento, nem apocalipse
A Inteligência Artificial costuma ser apresentada de duas maneiras extremas.
Em uma delas, a tecnologia resolverá todos os problemas. Na outra, máquinas conscientes inevitavelmente dominarão o mundo.
Nenhuma dessas narrativas é suficiente para compreender o presente.
O livro separa ficção de realidade e discute problemas que já existem: desinformação, deepfakes, discriminação, vigilância, exposição de dados, dependência excessiva e uso de respostas automáticas sem verificação humana.
Entender os limites da tecnologia não significa ignorar suas possibilidades. Significa utilizá-la com mais consciência.
O que não devemos enviar para uma IA
Uma ferramenta capaz de ajudar a resumir, organizar e criar também pode receber informações que jamais deveriam ter sido compartilhadas.
Por isso, o livro apresenta cuidados simples relacionados a:
- dados pessoais e dados pessoais sensíveis;
- documentos, senhas e informações financeiras;
- informações de clientes, alunos, pacientes e funcionários;
- contratos, estratégias e dados confidenciais de empresas;
- materiais protegidos por sigilo profissional;
- conteúdos que exigem autorização;
- respostas que precisam ser verificadas antes de orientar uma decisão.
A discussão inclui privacidade, LGPD e responsabilidade, sem transformar o livro em um manual jurídico.
Por que conhecer a história importa
Quando conhecemos apenas a ferramenta mais recente, toda novidade parece uma revolução isolada.
Quando conhecemos a história, percebemos continuidades, ciclos de entusiasmo, limitações persistentes e ideias que levaram décadas para amadurecer.
Essa perspectiva nos ajuda a fazer perguntas melhores:
- O que realmente mudou?
- O que é apenas uma nova apresentação de uma ideia antiga?
- Quais promessas possuem evidências?
- Quais riscos já estão presentes?
- Que decisões ainda dependem de nós?
Conhecer o passado da Inteligência Artificial é uma forma de participar melhor das decisões sobre seu futuro.
Uma história sobre máquinas e escolhas
Escrever Antes do ChatGPT foi uma oportunidade de reunir história, tecnologia, educação e reflexão em uma narrativa destinada a leitores curiosos.
Mais do que explicar como chegamos às ferramentas atuais, o livro procura mostrar que toda tecnologia carrega decisões humanas: o que construímos, quais dados utilizamos, quais problemas escolhemos resolver e quais limites decidimos respeitar.
A história da Inteligência Artificial não terminou.
O próximo capítulo está sendo escrito agora — por empresas, governos, universidades, profissionais e por cada pessoa que decide como utilizar essas ferramentas.
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Ficha do livro
- Título: Antes do ChatGPT
- Subtítulo: A incrível história da Inteligência Artificial, dos primeiros sonhos à revolução que vivemos hoje
- Autor: Régys Borges da Silveira
- Formato: livro físico, brochura, 16 × 23 cm
- Páginas: 172
- Edição: 1ª edição
- Ano: 2026
- ISBN: 978-65-02-25443-1
- Publicação: independente
- Impressão e venda: UICLAP
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