Tecnologia além do código.
Régys Borges da Silveira
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Composição ilustrativa: livro SDD em Delphi, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

SDD em Delphi: quando a especificação orienta o código e a IA

Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.

13 out 2026
Composição ilustrativa: livro Delphi Vivo, de Régys Borges da Silveira, em destaque sobre uma mesa de trabalho.

Delphi Vivo: como modernizar sistemas sem reescrever tudo

Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos.

29 set 2026

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1.136 artigos
Ilustração de documentos fiscais conectados a um ERP, que troca dados de apuração com um serviço governamental

APIs da CBS: como integrar a apuração assistida ao ERP

A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de…

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A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de integração: os dados serão entregues de maneira assíncrona e incremental, em arquivos gerados após a solicitação, e não como uma resposta completa e imediata a cada chamada.

Essa diferença parece pequena até imaginarmos a rotina de uma empresa com milhares de documentos fiscais. O ERP precisa solicitar o processamento, guardar um tíquete, receber ou recuperar o resultado, baixar um arquivo temporário, importar apenas as alterações e preservar evidências para conciliação. Neste artigo, vou explicar o que a Receita disponibilizou, como o fluxo técnico funciona e quais decisões de arquitetura evitam perda de dados, duplicidade e exposição de credenciais. O objetivo não é fornecer um conector pronto, porque credenciais e ambientes dependem do enquadramento de cada contribuinte, mas transformar a documentação oficial em um plano de implementação verificável.

· Régys Borges da Silveira
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Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial

A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

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A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.

Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.

Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.

· Régys Borges da Silveira
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Delphi Unit Backtrace: descubra quem usa uma unit e como ela chega ao DPR

Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo.

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Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo. Uma unit pode ser usada por outra, que é usada por uma terceira, até chegar ao arquivo principal do projeto.

Foi para tornar essa investigação mais prática que criei o Delphi Unit Backtrace. A primeira versão pública já está disponível no GitHub, com executáveis para Win32 e Win64. A ferramenta recebe um arquivo .dproj e o nome da unit, descobre o fonte correspondente e percorre as dependências no sentido inverso: da unit escolhida até seus consumidores e, quando existe essa ligação, até o DPR.

· Régys Borges da Silveira
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TDD: entenda o Desenvolvimento Guiado por Testes

Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

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Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?

Neste minicurso, Landerson Gomes apresenta os fundamentos do Desenvolvimento Guiado por Testes e explica a mudança de pensamento por trás dessa prática. Mais do que simplesmente criar testes para um código pronto, o TDD coloca os testes como parte do próprio processo de construção do software. Um conteúdo direto para quem deseja compreender melhor essa abordagem e começar a aplicá-la de forma consciente no desenvolvimento de software.

· Régys Borges da Silveira
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IA, me ajuda? — Inteligência artificial para quem só quer saber como usá-la

A inteligência artificial deixou de ser assunto apenas de programadores, pesquisadores e profissionais de tecnologia. Ela está no celular, no computador, nos mecanismos de busca, nas ferramentas de trabalho e, cada vez mais, nas pequenas tarefas que fazem parte da nossa rotina.

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A inteligência artificial deixou de ser assunto apenas de programadores, pesquisadores e profissionais de tecnologia. Ela está no celular, no computador, nos mecanismos de busca, nas ferramentas de trabalho e, cada vez mais, nas pequenas tarefas que fazem parte da nossa rotina. O problema é que existe uma distância enorme entre ter acesso à inteligência artificial e realmente saber usá-la.

Enquanto boa parte do conteúdo sobre IA fala sobre modelos, agentes, prompts avançados, automações e novas ferramentas que surgem praticamente todos os dias, existe um público muito maior tentando responder perguntas bem mais simples: O que eu posso pedir para uma IA? Como começo? Preciso saber informática? Posso confiar no que ela responde? O que não devo compartilhar? Como isso pode realmente me ajudar no trabalho, nos estudos ou em casa?

Foi pensando nessas pessoas que escrevi meu novo livro: IA, me ajuda? Como usar a inteligência artificial em casa, no trabalho e nos estudos. O livro já está disponível em edição física e Kindle e foi escrito com uma proposta bastante diferente dos meus trabalhos mais técnicos: não é necessário entender de tecnologia para começar. A ideia é colocar o livro ao lado do celular ou computador, abrir uma ferramenta de inteligência artificial e experimentar.

Não quero apenas explicar IA. Quero ajudar o leitor a usá-la. conheça o livro em: https://livros.regys.com.br/ia-me-ajuda

· Régys Borges da Silveira
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Um próximo passo para cada interesse.

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