A consulta abriu, os registros apareceram na tela e o botão de salvar funcionou. Para quem desenvolve com Delphi, esse resultado tem um significado concreto: a aplicação começou a conversar com o banco.
Em muitos projetos, uma demanda chega com aparência de instrução suficiente: “incluir um campo”, “validar o cadastro”, “expor uma API” ou “automatizar uma rotina”. A implementação pode começar em minutos, especialmente quando há uma ferramenta de IA pronta para sugerir classes, métodos, SQL e testes.
Um sistema Delphi em produção raramente é apenas um conjunto de arquivos-fonte. Ele costuma concentrar regras de negócio acumuladas, integrações pouco documentadas, decisões tomadas sob restrições que já não existem e rotinas que funcionam porque foram ajustadas ao longo de muitos anos.
Um sistema Delphi que funciona há anos não é uma folha em branco. Ele reúne decisões, componentes, integrações e comportamentos que nem sempre estão registrados em um documento.
A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de…
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A Receita Federal publicou, em setembro de 2026, uma nova documentação técnica para as interfaces de programação de aplicações, as APIs, ligadas à apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A notícia chama atenção pelos serviços de consulta a débitos, créditos, pagamentos e recolhimentos, mas a mudança mais importante para quem desenvolve ERP está na forma de integração: os dados serão entregues de maneira assíncrona e incremental, em arquivos gerados após a solicitação, e não como uma resposta completa e imediata a cada chamada.
Essa diferença parece pequena até imaginarmos a rotina de uma empresa com milhares de documentos fiscais. O ERP precisa solicitar o processamento, guardar um tíquete, receber ou recuperar o resultado, baixar um arquivo temporário, importar apenas as alterações e preservar evidências para conciliação. Neste artigo, vou explicar o que a Receita disponibilizou, como o fluxo técnico funciona e quais decisões de arquitetura evitam perda de dados, duplicidade e exposição de credenciais. O objetivo não é fornecer um conector pronto, porque credenciais e ambientes dependem do enquadramento de cada contribuinte, mas transformar a documentação oficial em um plano de implementação verificável.
A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.
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A inteligência artificial está mudando a forma como interagimos com o software. Mas, quando esse software é um ERP, uma conversa não pode ser confundida com permissão para consultar, alterar ou confirmar qualquer coisa.
Foi dessa tensão entre inovação e responsabilidade que nasceu Delphi na Era dos Agentes: Construa servidores MCP e conecte sistemas e ERPs à Inteligência Artificial, meu novo livro, já disponível em edição impressa e no Kindle.
Quem trabalha com Delphi sabe que sistemas corporativos acumulam muito mais do que código. Eles concentram anos de regras de negócio, validações, decisões e conhecimento sobre a operação das empresas. A chegada dos agentes de IA cria uma oportunidade real de tornar essas capacidades acessíveis por interfaces mais naturais — sem precisar substituir aplicações maduras nem entregar o banco de dados diretamente a um modelo.
Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo.
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Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo. Uma unit pode ser usada por outra, que é usada por uma terceira, até chegar ao arquivo principal do projeto.
Foi para tornar essa investigação mais prática que criei o Delphi Unit Backtrace. A primeira versão pública já está disponível no GitHub, com executáveis para Win32 e Win64. A ferramenta recebe um arquivo .dproj e o nome da unit, descobre o fonte correspondente e percorre as dependências no sentido inverso: da unit escolhida até seus consumidores e, quando existe essa ligação, até o DPR.
Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?
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Você já ouviu falar em TDD (Test-Driven Development), mas ainda tem dúvidas sobre como essa abordagem realmente funciona?
Neste minicurso, Landerson Gomes apresenta os fundamentos do Desenvolvimento Guiado por Testes e explica a mudança de pensamento por trás dessa prática. Mais do que simplesmente criar testes para um código pronto, o TDD coloca os testes como parte do próprio processo de construção do software. Um conteúdo direto para quem deseja compreender melhor essa abordagem e começar a aplicá-la de forma consciente no desenvolvimento de software.
A inteligência artificial deixou de ser assunto apenas de programadores, pesquisadores e profissionais de tecnologia. Ela está no celular, no computador, nos mecanismos de busca, nas ferramentas de trabalho e, cada vez mais, nas pequenas tarefas que fazem parte da nossa rotina.
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A inteligência artificial deixou de ser assunto apenas de programadores, pesquisadores e profissionais de tecnologia. Ela está no celular, no computador, nos mecanismos de busca, nas ferramentas de trabalho e, cada vez mais, nas pequenas tarefas que fazem parte da nossa rotina. O problema é que existe uma distância enorme entre ter acesso à inteligência artificial e realmente saber usá-la.
Enquanto boa parte do conteúdo sobre IA fala sobre modelos, agentes, prompts avançados, automações e novas ferramentas que surgem praticamente todos os dias, existe um público muito maior tentando responder perguntas bem mais simples: O que eu posso pedir para uma IA? Como começo? Preciso saber informática? Posso confiar no que ela responde? O que não devo compartilhar? Como isso pode realmente me ajudar no trabalho, nos estudos ou em casa?
Foi pensando nessas pessoas que escrevi meu novo livro: IA, me ajuda? Como usar a inteligência artificial em casa, no trabalho e nos estudos. O livro já está disponível em edição física e Kindle e foi escrito com uma proposta bastante diferente dos meus trabalhos mais técnicos: não é necessário entender de tecnologia para começar. A ideia é colocar o livro ao lado do celular ou computador, abrir uma ferramenta de inteligência artificial e experimentar.
Não quero apenas explicar IA. Quero ajudar o leitor a usá-la. conheça o livro em: https://livros.regys.com.br/ia-me-ajuda