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Régys Borges da Silveira

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Tag: object pascal

12 outubro 2026

Modelos Gemini para programação: preços, raciocínio e quando usar cada um

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração conceitual de módulos de software, calendário e controle giratório sobre uma bancada clara, representando escolha de modelo, preço e raciocínio

Escolher uma inteligência artificial para programar parece simples até que a mesma ferramenta precisa explicar uma rotina antiga, revisar uma alteração delicada e investigar um defeito que aparece somente em produção. São problemas diferentes. Usar sempre o modelo mais caro pode desperdiçar dinheiro; insistir no mais barato pode consumir o tempo que se pretendia economizar.

No caso do Google, nomes como Flash, Flash-Lite e Pro ajudam a localizar famílias, mas não substituem a leitura da documentação. O número maior também não resolve sozinho a escolha: uma versão estável e uma versão em prévia têm implicações diferentes para quem mantém um sistema empresarial.

Este artigo apresenta os modelos relevantes para assistência textual ao desenvolvimento, os preços da Gemini Developer API e os controles de raciocínio. Também propõe um roteiro de uso em Delphi e critérios para avaliar resultados. A consulta foi realizada em 2 de outubro de 2026; preços e disponibilidade precisam ser reconferidos antes da contratação ou da implantação.

Uma janela de contexto maior ou outro modelo não resolve, por si só, o projeto da integração. IA Além da Conversa aprofunda como organizar contexto, dados, ferramentas, permissões, avaliação e custos ao redor do modelo. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar esse percurso além da comparação de preços. Se a tarefa é evoluir uma aplicação Delphi existente, Delphi Vivo complementa a leitura com diagnóstico de dependências, testes e modernização incremental.

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12/10/2026 Desenvolvimento de Software, Inteligência Artificial Arquitetura de Software, automação, Custos de IA, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Software, gemini, Gemini API, google, Google AI Studio, inteligência artificial, LLM, modelos de linguagem, object pascal, programação, raciocínio, revisão de código, Testes de Software Deixe um comentário
08 outubro 2026

Modelos da Anthropic para programação: preços, raciocínio e quando usar cada Claude

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração de quatro módulos de software e dois controles de ajuste sobre mesa clara, representando modelos Claude e esforço de raciocínio.

Uma inteligência artificial pode explicar uma função rapidamente e, na solicitação seguinte, precisar investigar vários módulos para encontrar um erro intermitente. Tratar esses dois trabalhos como iguais costuma levar a uma escolha ruim: pagar capacidade que não será aproveitada ou economizar na chamada e gastar mais tempo corrigindo a resposta. Para quem mantém sistemas empresariais, interessa o custo da alteração confiável, não apenas o preço da resposta.

A proposta deste artigo é comparar os modelos Claude da Anthropic pela perspectiva do desenvolvimento cotidiano. O recorte, consultado em 2 de outubro de 2026, reúne Haiku 4.5, Sonnet 5.5, Opus 5.5 e Fable 5.1, com preços da API, controles de raciocínio, critérios de avaliação e prazos de migração. As sugestões de uso são pontos de partida para testes, não resultados de uma competição executada neste projeto.

Se a dificuldade não é obter outra resposta, mas definir o que uma alteração deve preservar, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos, casos de fronteira e critérios de aceite ligados à implementação e aos testes. Conheça a proposta e leia a degustação gratuita para avaliar como orientar sua próxima demanda com apoio de IA. Para estudar contexto, ferramentas, permissões e avaliação da solução que utiliza o modelo, a leitura complementar é IA Além da Conversa.

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08/10/2026 Inteligência Artificial agentes de programação, Anthropic, api, cache, Claude, Claude Code, Claude Fable, Claude Haiku, Claude Opus, Claude Sonnet, Delphi, depuração, descontinuação de modelos, Desenvolvimento de Software, object pascal, programação, raciocínio, revisão de código, Testes de Software, tokens Deixe um comentário
05 outubro 2026

ACBr com IA na Prática para desenvolver em Delphi com mais critério

Escrito por Régys Borges da Silveira
Capa oficial do livro ACBr com IA na Prática ao lado dos conceitos contexto, ação e evidência.

Quem mantém um sistema comercial em Delphi conhece a distância entre receber uma sugestão e entregar uma alteração confiável. Uma configuração precisa corresponder ao ambiente instalado, um documento deve representar os dados corretos e uma correção precisa sobreviver à compilação, aos testes e à operação. A inteligência artificial pode ajudar nesse percurso, mas uma resposta convincente ainda não demonstra que o trabalho foi resolvido.

É com essa preocupação que apresento meu novo livro, ACBr com IA na Prática: Inteligência artificial aplicada ao dia a dia do desenvolvimento com Delphi e ACBr. A proposta é aproximar a IA dos problemas concretos de desenvolvimento, diagnóstico e manutenção, sem transferir a ela a responsabilidade por decisões técnicas ou fiscais. O centro da leitura é um método de trabalho que o desenvolvedor consegue acompanhar, conferir e repetir.

Neste artigo, explico o recorte da obra, o que o leitor encontra nos materiais e como começar a aplicar essa abordagem em uma tarefa pequena. Não é preciso dominar inteligência artificial para entender a proposta. É importante, porém, reconhecer que produtividade não deve ser medida apenas pela quantidade de código produzido ou pela velocidade da primeira resposta.

Conheça o livro ACBr com IA na Prática, consulte o sumário e leia a degustação na página oficial.

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05/10/2026 Delphi, Inteligência Artificial ACBr, Agentes de IA, Automação Comercial, Delphi, Desenvolvimento de Software, diagnóstico, DUnitX, homologação, inteligência artificial, livros, manutenção de software, nfc-e, object pascal, Régys Borges da Silveira, sistemas fiscais, skills, Testes Automatizados Deixe um comentário
04 outubro 2026

Horse, Prometheus e Grafana: passo a passo para monitorar sua API Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ilustração de componentes conectados representando aplicação, coleta e visualização de métricas.

Uma API responder a uma chamada não significa que sabemos como ela se comporta ao longo do dia. Quantas requisições chegaram? Qual rota ficou lenta? O aumento de tráfego trouxe mais erros? Para responder, precisamos medir o funcionamento da aplicação e observar essas medidas ao longo do tempo, sem depender apenas de alguém perceber que o sistema está demorando.

Neste tutorial vamos construir um laboratório local com o Horse, meu middleware horse-prometheus, o coletor Prometheus e o Grafana. O objetivo é chegar a um painel compreensível, passando por verificações intermediárias. Não basta copiar uma consulta e encontrar um gráfico: precisamos entender de onde o número veio e o que ele permite concluir.

O cenário principal é Windows com uma aplicação console Delphi e Docker Desktop executando contêineres Linux. Os arquivos usam Prometheus 3.5.0 e Grafana 12.2.0, versões fixadas para evitar mudanças silenciosas. O exemplo compilou no Delphi 10 Seattle com Horse 3.3.10 e middleware 1.0.1, e a coleta e os quatro gráficos foram conferidos no laboratório. Não é um ensaio de desempenho nem configuração de produção; outras plataformas não foram testadas.

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04/10/2026 Desenvolvimento de Software APIs, Delphi, Docker, Docker Compose, Grafana, horse, http, latencia, metricas, Middleware, Monitoramento, object pascal, Observabilidade, Prometheus, PromQL, séries temporais Deixe um comentário
25 setembro 2026

NF-e de devolução bloqueada: como referenciar cada item da nota original no ACBr

Escrito por Régys Borges da Silveira
Monitor mostra itens de um documento fiscal ligados aos itens correspondentes de uma nota de devolução em um escritório claro.

Sistemas emissores que continuam informando a chave da nota original apenas no grupo NFref estão encontrando um bloqueio concreto na autorização da NF-e de devolução. A SEFAZ já está aplicando em produção a validação que exige a referência dentro do produto de cada item devolvido. Quando o grupo prod/DFeReferenciado não é gerado no det, a nota pode ser recusada pela rejeição 321, identificando o item sem o vínculo exigido.

Não se trata apenas de informar a chave em outro lugar. Para cada produto da devolução, o ERP precisa transmitir a chave do documento de origem e o número que o produto ocupava naquela nota. Isso vale para devoluções parciais e também para a devolução integral: se a nota original possui cem itens e todos estão sendo devolvidos, os cem itens da nova NF-e precisam carregar a própria referência.

Para compreender o contexto mais amplo dessas adaptações, vale consultar o guia do ACBrNFe para a NT 2025.002 e o cronograma de obrigatoriedade dos documentos fiscais na Reforma Tributária. Este artigo se concentra em uma mudança operacional específica: a ligação entre cada item devolvido e o item correspondente do documento original.

Neste artigo, vamos entender por que a devolução está sendo bloqueada, quais dados devem acompanhar cada item, como tratar a devolução integral e como preencher o grupo DFeReferenciado usando o ACBrNFe em Delphi.

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25/09/2026 Desenvolvimento de Software, Nota Fiscal Eletrônica, Reforma Tributária ACBr, acbrnfe, cbs, Delphi, DFeReferenciado, documento fiscal referenciado, erp, ibs, NF-e, nota de devolução, nota fiscal eletrônica, NT 2025.002, object pascal, reforma tributária, rejeição 1102, rejeição 321, sefaz, XML Deixe um comentário
18 setembro 2026

IA na prática com Delphi, Lazarus e ACBr: aprendizados do Papo Pro

Escrito por Régys Borges da Silveira
Desenvolvedor em estúdio de podcast diante de microfones, uma tela de código e uma representação abstrata de inteligência artificial conectada a etapas de especificação, testes e segurança

Em 17 de setembro de 2026 participei do episódio “Produtividade Pro: IA na Prática com Delphi, Lazarus e ACBr”, do Papo Pro ACBr. A conversa, com pouco mais de uma hora, passou por ferramentas, código legado, agentes, segurança e formação profissional, mas uma ideia conecta todos esses assuntos: inteligência artificial só produz ganho sustentável quando está inserida em um processo de engenharia que define o trabalho, limita o escopo e verifica o resultado.

Esse ponto merece atenção porque o debate sobre IA costuma começar pela ferramenta ou pelo chamado “prompt perfeito”. Para quem mantém um ERP em Delphi, desenvolve com Lazarus ou integra documentos fiscais por meio do ACBr, porém, o problema real raramente cabe em uma pergunta isolada. Há regras de negócio acumuladas durante anos, dependências visuais, bancos de dados, serviços externos e obrigações fiscais que não admitem uma resposta apenas plausível. Neste artigo, organizo os principais aprendizados do episódio e mostro como convertê-los em um fluxo de adoção prático, com critérios para especificação, validação, segurança e evolução da equipe.

Se sua dificuldade é transformar um pedido à IA em trabalho que possa ser conferido, SDD em Delphi aprofunda especificações, contratos e critérios de aceite ligados a código e testes. Consulte o sumário e a degustação gratuita na página do livro para avaliar essa base de engenharia. Ao longo deste artigo, outras leituras complementam os temas de manutenção e integração, conforme a necessidade.

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18/09/2026 Delphi, Inteligência Artificial ACBr, Agentes de IA, Arquitetura de Software, automação, codex, Delphi, Engenharia de Software, erp, IA Generativa, lazarus, LLM, MCP, modernização de legado, object pascal, Privacidade, produtividade, Qualidade de Software, Segurança, Testes Automatizados Deixe um comentário
17 setembro 2026

Delphi 13.2 Florence: o que muda para projetos reais

Escrito por Régys Borges da Silveira
Ambiente de desenvolvimento abstrato conectado a compiladores para servidor Linux e arquitetura ARM, com módulos de interfaces modernas

A Embarcadero lançou em 17 de setembro de 2026 o RAD Studio 13.2 Florence, acompanhado do Delphi 13.2 e do C++Builder 13.2. A atualização chega seis meses depois da versão 13.1 e concentra esforços em compiladores, desempenho, Linux, Windows on Arm, produtividade dentro da IDE, interfaces modernas e integração com inteligência artificial. Há novidades visíveis, como controles VCL e o Navigator, mas as mudanças mais profundas estão na infraestrutura de compilação.

Para uma equipe que mantém aplicações reais, uma lista de recursos não responde à pergunta mais importante: vale atualizar agora? A resposta depende dos alvos usados, dos componentes de terceiros e da maturidade dos testes do projeto. Este artigo organiza as novidades por impacto, separa medições do fabricante de resultados que ainda precisam ser confirmados em cada base de código e propõe um roteiro de avaliação que não exige colocar a produção em risco.

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17/09/2026 Delphi, Desenvolvimento de Software, RAD Studio Arm64EC, C++ Builder, compilador delphi, Delphi 13.2, FireDAC, Firemonkey, Florence, inteligência artificial, linux, LLVM 20, MCP, migração de projetos, Navigator, object pascal, RAD Studio 13.2, Skia4Delphi, vcl, Windows on Arm Deixe um comentário
16 setembro 2026

Delphi Unit Backtrace: descubra quem usa uma unit e como ela chega ao DPR

Escrito por Régys Borges da Silveira

Quem mantém um projeto Delphi grande conhece a pergunta: se eu alterar ou remover esta unit, quais partes da aplicação serão afetadas? Encontrar as referências diretas na cláusula uses ajuda, mas nem sempre mostra o caminho completo. Uma unit pode ser usada por outra, que é usada por uma terceira, até chegar ao arquivo principal do projeto.

Foi para tornar essa investigação mais prática que criei o Delphi Unit Backtrace. A primeira versão pública já está disponível no GitHub, com executáveis para Win32 e Win64. A ferramenta recebe um arquivo .dproj e o nome da unit, descobre o fonte correspondente e percorre as dependências no sentido inverso: da unit escolhida até seus consumidores e, quando existe essa ligação, até o DPR.

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16/09/2026 Notícias análise de dependências, Arquitetura de Software, cláusula uses, Código Legado, Delphi, Delphi 13, Delphi Unit Backtrace, Desenvolvimento Delphi, Ferramentas Delphi, grafo de dependências, object pascal, Open Source, RAD Studio, Refatoração, units Delphi Deixe um comentário
04 setembro 2026

Atropos: como otimizar automaticamente a cláusula uses no Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Quem trabalha há bastante tempo com Delphi provavelmente já encontrou units com cláusulas uses enormes, formadas por dezenas de dependências que ninguém sabe ao certo se ainda são necessárias. Algumas foram adicionadas automaticamente pela IDE, outras eram utilizadas por trechos de código que já não existem e muitas permanecem na seção interface mesmo sendo necessárias apenas na implementação. Embora pareça um problema meramente estético, esse acúmulo pode aumentar o acoplamento entre as units, dificultar a manutenção e ampliar desnecessariamente o impacto de cada alteração realizada no projeto.

Remover essas dependências manualmente nem sempre é simples. Excluir uma unit da cláusula uses, compilar o projeto e repetir o processo até encontrar todas as dependências desnecessárias pode consumir muito tempo, principalmente em sistemas antigos ou de grande porte. Além disso, algumas units possuem efeitos colaterais durante a inicialização da aplicação e não podem ser removidas apenas porque seus símbolos não aparecem diretamente no código. É nesse cenário que o Atropos se apresenta como uma ferramenta interessante para a comunidade Delphi.

O Atropos é um projeto open source (github.com/ViniAbreu/Atropos) criado para analisar e otimizar automaticamente as cláusulas uses de projetos Delphi. A ferramenta identifica units aparentemente não utilizadas, verifica quais dependências podem ser transferidas da seção interface para a seção implementation e modifica os arquivos de código. Depois disso, ela tenta compilar o projeto para confirmar que as alterações continuam válidas. Se a compilação falhar, os arquivos modificados são restaurados automaticamente.

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04/09/2026 Notícias Arquitetura de Software, Atropos, cláusula uses, Clean Code, Código Legado, Delphi, DelphiAST, dependências de software, Desenvolvimento Delphi, Ferramentas Delphi, object pascal, Open Source, Otimização de Código, performance no Delphi, Refatoração Deixe um comentário
01 setembro 2026

Do Zero ao LLM com Delphi: inteligência artificial para quem quer entender de verdade, construa, execute e treine seu próprio modelo

Escrito por Régys Borges da Silveira

Inteligência artificial parece um assunto reservado a quem domina álgebra linear, cálculo, estatística e ciência de dados. Para muitos programadores, a impressão é que existe uma longa lista de pré-requisitos antes mesmo de escrever a primeira linha de código.

Eu escrevi Do Zero ao LLM com Delphi: Construa, treine e execute seu próprio modelo de linguagem para mostrar que existe outro caminho.

Se você já programa em Delphi, conhece variáveis, condições, laços, funções e arrays, já possui a base necessária para começar. Não é preciso chegar ao livro sabendo o que são tensores, gradientes, Softmax, atenção ou Transformers. Esses conceitos são construídos ao longo da leitura, passo a passo, a partir da linguagem que o desenvolvedor Delphi já conhece, hoje tenho a alegria de anunciar o lançamento do livro.

Você não precisa estudar toda a matemática antes de começar

A matemática faz parte da inteligência artificial. Fingir que ela não existe seria trocar uma dificuldade real por uma explicação superficial. Mas isso não significa que você precise concluir cursos inteiros de álgebra, cálculo e estatística antes de compreender como um modelo de linguagem funciona.

No livro, cada conceito matemático nasce de um problema concreto, antes de apresentar uma fórmula, observamos o comportamento que precisamos implementar. Trabalhamos com poucos números, fazemos contas que podem ser acompanhadas no papel e, em seguida, transformamos cada operação em código Object Pascal. A notação formal aparece como uma segunda camada de compreensão, não como uma barreira na entrada.

Você não precisa memorizar símbolos para avançar. Precisa entender perguntas práticas como estas:

  • Como o texto é transformado em números?
  • O que uma matriz representa dentro do modelo?
  • Como uma rede mede o próprio erro?
  • De onde vem um gradiente e para que ele serve?
  • Como o mecanismo de atenção decide quais posições observar?
  • O que realmente acontece quando um modelo prevê o próximo token?

Cada resposta é construída, implementada e verificada em Delphi, com todo o código funcional desenvolvido ao longo do livro e disponível em um repositório público no GitHub para você baixar, executar, testar e modificar.

conheça o livro e adquira seu exemplar.

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01/09/2026 Notícias Backpropagation, Ciência de Dados, Delphi, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, IA Generativa, inteligência artificial, LLM, Machine Learning, modelos de linguagem, object pascal, Processamento de Linguagem Natural, Programação Delphi, Redes Neurais, Transformer Deixe um comentário
21 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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21/08/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Prompts, Engenharia de Software, FireDAC, Firemonkey, inteligência artificial, object pascal, RAD Studio, SDD, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
20 agosto 2026

RadIA 2.15: validação de código, refatoração semântica, automação VCL e uma camada adicional de segurança

Escrito por Régys Borges da Silveira

Desde a versão 2.14, o RadIA passou por uma evolução importante. O foco deixou de estar apenas na expansão do catálogo de ferramentas e avançou para algo mais ambicioso: permitir que o desenvolvedor Delphi compreenda, altere, valide, execute e investigue uma aplicação dentro de um fluxo integrado e verificável.

As versões 2.15.0 e 2.15.1 ampliaram a integração com o código Delphi, fortaleceram a automação de aplicações VCL em execução, melhoraram o processo de diagnóstico e adicionaram novas proteções às interfaces baseadas em WebView2.

Neste artigo, veremos o que mudou e como essas melhorias afetam o uso diário do RadIA.

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20/08/2026 Notícias Delphi, Delphi 12, Delphi 13, DelphiLint, depuração, Desenvolvimento de Software, DUnitX, inteligência artificial, object pascal, programação assistida, RAD Studio, RadIA, Refatoração, SonarQube, Testes Automatizados Deixe um comentário
19 agosto 2026

RadIA 2.14.0: mais confiança para compreender e transformar projetos Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Integrar inteligência artificial a uma IDE vai muito além de colocar um chat ao lado do editor. Para ajudar de verdade, a ferramenta precisa compreender o projeto que está aberto, reconhecer os tipos envolvidos, acompanhar arquivos ainda em edição e saber quando possui informações suficientes para sugerir uma alteração.

O RadIA 2.14.0 avança justamente nessa direção. A nova versão fortalece o motor semântico para Object Pascal e amplia a validação das decisões tomadas dentro do Delphi. O objetivo não é apenas encontrar mais símbolos ou oferecer mais sugestões, mas tornar cada resposta mais previsível, explicável e segura.

Essa evolução também muda a forma como avaliamos a qualidade do produto. Em vez de perguntar somente se uma unit compila, a validação passa a acompanhar jornadas completas: criar um projeto, abrir o formulário no Designer, editar, compilar, testar, iniciar uma sessão de depuração e interagir com a aplicação em execução.

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19/08/2026 Notícias Automação de Testes, Code Insight, código aberto, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, depuração, Desenvolvimento de Software, inteligência artificial, Motor Semântico, object pascal, programação assistida, RAD Studio, RadIA, vcl Deixe um comentário
18 agosto 2026

RadIA 2.13.0: produtividade segura e modernização assistida para projetos Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

O RadIA 2.13.0 amplia o conjunto de ferramentas integradas ao RAD Studio com foco em produtividade segura, diagnóstico e modernização de projetos existentes. A nova versão adiciona geração de documentação e mocks, análise de stack traces, gerenciamento de cache, revisão automática ao salvar, Clean Uses, assistência para threads e PPL, retrofit OpenAPI/Swagger e um fluxo controlado para adoção de DEXT e decomposição de forms.

O ponto comum entre essas funcionalidades é a segurança. Quando uma operação pode alterar arquivos, o RadIA prepara uma preview revisável, exige consentimento antes da aplicação e mantém mecanismos de reversão. O objetivo não é apenas gerar mais código, mas reduzir o trabalho repetitivo sem transformar automação em risco para o projeto.

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18/08/2026 Notícias Clean Uses, Delphi, Desenvolvimento de Software, dext, DUnitX, inteligência artificial, Modernização de Código, object pascal, OpenAPI, PPL, produtividade, RAD Studio, RadIA, SonarQube, Swagger Deixe um comentário
17 agosto 2026

RadIA da 2.10 à 2.12.3: mais simples por fora, mais sólido por dentro

Escrito por Régys Borges da Silveira

A versão 2.10 marcou uma mudança importante no RadIA. Foi nela que o projeto ganhou uma camada semântica estrutural própria para Object Pascal, aproximando o agente do código real, dos símbolos, dos tipos, da herança e das interfaces presentes em um projeto Delphi.

Depois dessa fundação, surgiu uma pergunta inevitável: como entregar toda essa capacidade sem exigir que o usuário compreenda a arquitetura interna do produto antes de conseguir utilizá-lo?

O desafio não era remover recursos. Também não era transformar o RadIA em um assistente limitado, capaz apenas de gerar pequenos trechos de código. A proposta sempre foi mais ampla: integrar chat, agente, editor, compilação, testes, debugger, Form Designer, terminal, conhecimento local, MCP, extensões e automações dentro do Delphi.

O verdadeiro desafio era reduzir a carga cognitiva sem reduzir o produto.

Esse foi o eixo principal do trabalho realizado entre as versões 2.10 e 2.12.3. Nesse período, o RadIA ganhou uma jornada inicial mais direta, passou a explicar melhor o que está fazendo, deixou escolhas importantes visíveis, organizou sua presença dentro da IDE e recebeu novos testes de integração para situações que só aparecem quando o software encontra a vida real: uma IDE sem projeto aberto, uma janela acoplada, uma troca rápida entre projetos ou um módulo recriado internamente pela Open Tools API.

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17/08/2026 Notícias Agentes de IA, automação, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, Experiência do Usuário, inteligência artificial, object pascal, Open Tools API, produtividade, Programação Assistida por IA, RAD Studio, RadIA, Testes Automatizados Deixe um comentário
16 agosto 2026

Livro: SDD em Delphi: especificações melhores para desenvolver software com apoio de IA

Escrito por Régys Borges da Silveira

A Inteligência Artificial já consegue gerar classes, telas, serviços, testes, consultas SQL, documentação e até estruturas inteiras de projetos. Para quem desenvolve em Delphi, isso abre possibilidades importantes: compreender código legado, reduzir trabalho repetitivo, revisar alterações, criar testes para comportamentos existentes e acelerar a implementação de novas funcionalidades.

Mas a velocidade trouxe uma pergunta que nem sempre recebe a atenção necessária: o que exatamente estamos pedindo para a IA construir?

Uma resposta pode parecer tecnicamente correta, compilar e ainda resolver o problema errado. Pode ignorar uma regra de negócio que estava apenas na memória de alguém, alterar um contrato utilizado por outro módulo, criar uma dependência incompatível com a versão do Delphi ou propor uma refatoração elegante que elimina um comportamento necessário do sistema legado.

A IA não remove a necessidade de compreender o problema. Na verdade, quanto mais rápida se torna a implementação, mais importante fica a qualidade do entendimento que vem antes dela.

Foi a partir dessa constatação que escrevi SDD em Delphi: Como especificar, projetar e desenvolver software Delphi com apoio de IA.

Versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua194302/

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16/08/2026 Notícias Agentes de IA, Arquitetura de Software, Delphi, Desenvolvimento de Software, Engenharia de Prompts, Engenharia de Software, FireDAC, Firemonkey, inteligência artificial, object pascal, RAD Studio, SDD, sistemas legados, Testes Automatizados, vcl Deixe um comentário
15 agosto 2026

RadIA 2.10: uma nova camada de inteligência para o desenvolvimento Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

Desde o início, a proposta do RadIA nunca foi apenas colocar uma janela de chat dentro do Delphi. A ideia é construir uma experiência de desenvolvimento assistida por inteligência artificial que compreenda o ambiente da IDE, trabalhe com o projeto real e ajude o desenvolvedor desde a criação do código até a compilação, os testes e o diagnóstico de problemas.

A versão 2.10 representa um passo importante nessa direção. O principal avanço é a introdução de um motor semântico estrutural próprio para Object Pascal, integrado ao Delphi 12 e ao Delphi 13. Com ele, o RadIA passa a entender melhor a organização do código, os símbolos, os relacionamentos entre tipos, a herança e as interfaces do projeto.

Na prática, isso reduz a distância entre uma IA que apenas recebe texto e uma ferramenta que realmente compreende o contexto em que o desenvolvedor está trabalhando.

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15/08/2026 Notícias Assistente de Código, Code Completion, Delphi, Delphi 12, Delphi 13, Desenvolvimento de Software, Ghost Text, IA Generativa, inteligência artificial, Motor Semântico, object pascal, Programação Pascal, RAD Studio, RadIA Deixe um comentário
14 agosto 2026

RadIA 2.8.0: assistência semântica integrada ao editor Delphi

Escrito por Régys Borges da Silveira

O RadIA 2.8.0 é uma release de integração fina com o editor Delphi.

Depois da versão 2.7.0 consolidar uma base funcional mais previsível, com criação de projetos por linguagem natural, navegação Code/Design, revisão por bloco e evidências reproduzíveis, a 2.8.0 avança em uma camada mais próxima do uso diário: o contexto semântico do editor.

Essa evolução é importante porque, na prática, a qualidade de uma resposta de IA dentro da IDE depende muito do contexto que ela recebe. Não basta saber que existe um projeto Delphi aberto. É preciso entender qual unit está ativa, qual símbolo está sob o cursor, quais imports estão disponíveis e quais declarações próximas ajudam a explicar a intenção do usuário.

Ao mesmo tempo, esse tipo de integração precisa ser cuidadoso. O editor Delphi já possui seu próprio CodeInsight e sua própria experiência nativa. O objetivo do RadIA 2.8.0 não é substituir isso, mas complementar o fluxo com uma camada observável, limitada e segura de contexto para a IA.

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14/08/2026 Notícias agente de IA, CodeInsight, Delphi, editor Delphi, Ghost Text, inteligência artificial, object pascal, Open Source, produtividade, RAD Studio, RadIA, revisão de código Deixe um comentário
13 agosto 2026

RadIA 2.7.0: uma base funcional determinística para programar Delphi com IA dentro da IDE

Escrito por Régys Borges da Silveira

O RadIA nasceu com uma proposta simples de explicar e difícil de executar bem: levar inteligência artificial para dentro do Delphi sem transformar a IDE em apenas mais uma janela de chat. A ideia sempre foi que a IA pudesse participar do fluxo real de desenvolvimento, com acesso controlado a contexto, projeto, editor, designer, build, testes, debugger e evidências.

A versão 2.7.0 é importante porque não tenta vender uma novidade isolada. Ela fecha uma baseline funcional determinística. Em outras palavras: pega capacidades que vinham amadurecendo nas versões anteriores e as consolida em um conjunto mais previsível, mais validado e mais fácil de demonstrar.

O foco desta release é clareza operacional. O RadIA precisa entender melhor a intenção do usuário, escolher o caminho certo dentro da IDE, pedir consentimento quando houver risco, executar ações reais e deixar evidências suficientes para que o desenvolvedor confie no resultado.

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13/08/2026 Notícias Agentes de IA, Delphi, DUnitX, geração de projetos, ide, inteligência artificial, object pascal, Open Source, produtividade, RAD Studio, RadIA, revisão de código Deixe um comentário
12 agosto 2026

RadIA 2.9.0: um agente que entende o ambiente Delphi e moderniza legado com segurança

Escrito por Régys Borges da Silveira

O RadIA 2.9.0 representa uma mudança de escala na experiência de IA dentro do Delphi.

Na versão 2.8.0, o foco foi aproximar a IA do ponto real de trabalho. Ghost Text, ações contextuais e agente passaram a compartilhar informações como unit ativa, símbolo sob o cursor, imports e declarações próximas. Foi uma evolução fundamental: em vez de responder apenas com conhecimento genérico, o RadIA passou a compreender melhor o trecho que o desenvolvedor estava editando.

A 2.9.0 parte dessa base e avança para uma pergunta mais difícil: depois de entender o código atual, como um agente pode agir levando em conta as particularidades do Delphi?

Isso envolve muito mais do que conhecer a sintaxe de Object Pascal. Uma decisão correta pode depender da versão e da arquitetura da IDE, do framework VCL ou FMX, da plataforma de destino, dos packages, das bibliotecas presentes no projeto, do vínculo entre .pas e .dfm, das regras de ownership e até do histórico tecnológico de uma aplicação criada com BDE, ADO ou dbExpress.

É nesse espaço que a versão 2.9.0 trabalha. Ela transforma o RadIA em um agente mais consciente do ecossistema Delphi, com novas formas de observar, orientar, validar e modernizar um projeto sem abrir mão de consentimento, limites e evidências.

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12/08/2026 Notícias ADO, agente de IA, bde, DBExpress, Delphi, DFM, FireDAC, Form Designer, inteligência artificial, modernização de legado, object pascal, Open Source, RAD Studio, RadIA, vcl Deixe um comentário
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