O gerenciamento de dependências deixou de ser apenas uma questão de baixar bibliotecas e configurar paths. Em projetos modernos, especialmente nos que sustentam operações críticas, também precisamos responder com precisão: quais componentes entraram em uma versão, de onde vieram, qual revisão foi utilizada, quais licenças foram declaradas e se uma vulnerabilidade conhecida realmente afeta o produto entregue.
É justamente nesse ponto que as versões 1.1.0 e 1.2.0 do Boss4D representam um avanço importante. Além de tornar o processo de build mais previsível, o Boss4D agora oferece uma base nativa para geração de SBOM, rastreabilidade de dependências, evidências de integridade, análise de vulnerabilidades por VEX e auditoria de releases. Na versão 1.2.0, essa evolução também alcança projetos Lazarus, permitindo que dependências Delphi e Free Pascal convivam em um fluxo de build mais consistente.
Neste artigo, vamos entender o que mudou, por que essas mudanças são importantes e como utilizar os novos recursos no dia a dia.
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