O uso de strings é uma das operações mais elementares em qualquer aplicação Delphi. No entanto, a forma como manipulamos esses dados pode ser a diferença entre um sistema fluido e um que sofre com latência excessiva e fragmentação de memória.

Neste artigo, vamos descer ao nível dos bits para entender o comportamento do gerenciador de memória do Delphi e estabelecer critérios técnicos sobre quando utilizar a concatenação tradicional e quando migrar para o TStringBuilder.

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