No desenvolvimento de APIs modernas e microsserviços, é muito comum nos depararmos com o seguinte cenário: você precisa expor uma API pública para consumo externo na porta 80, mas ao mesmo tempo precisa expor um painel administrativo ou endpoints de monitoramento de métricas em uma porta interna reservada (como a porta 8080).
No ecossistema Delphi e Lazarus, o Horse consolidou-se como o framework web mais popular, leve e minimalista. No entanto, historicamente o framework operava sob uma fachada central baseada em métodos de classe estáticos (singletons globais). É exatamente aqui que entra a nova e poderosa funcionalidade da arquitetura Multi-Instance.
Neste artigo, vamos explorar como o Horse foi redesenhado para suportar servidores logicamente isolados rodando concorrentemente no mesmo processo de aplicação, e entender o “pulo do gato” de infraestrutura para colocar isso de pé em produção.
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