Como desenvolvedores Delphi, frequentemente lidamos com dois desafios arquiteturais: representar estruturas de árvore (como menus, organogramas ou composições de produtos) e evitar a explosão de classes quando uma funcionalidade precisa rodar em múltiplas plataformas ou bancos de dados.
Neste artigo, veremos como o Composite nos permite tratar objetos individuais e composições de forma uniforme, e como o Bridge desata o nó entre o “o que o objeto faz” e “como ele é implementado” no Delphi 13.
Continue lendo…