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Régys Borges da Silveira
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Ilustração de conferência do cadastro de emitente entre arquivo e documento fiscal.

NT 2026.007: cadastro do emitente e validações da NF-e sem inscrição estadual

Um emissor de NF-e costuma tratar a inscrição estadual como informação indispensável do cadastro da empresa. Retirar essa obrigatoriedade de uma tela, entretanto, não resolve a implementação da NT 2026.007.

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Um emissor de NF-e costuma tratar a inscrição estadual como informação indispensável do cadastro da empresa. Retirar essa obrigatoriedade de uma tela, entretanto, não resolve a implementação da NT 2026.007. A ausência da IE passa a participar de decisões sobre o modelo do documento, a identificação do emitente, o serviço autorizador e os grupos tributários enviados no XML.

A versão 1.10 também altera verificações cadastrais e condições dos testes. Isso alcança rotinas que podem estar espalhadas pelo ERP: cadastro de empresas, seleção de endereço de serviço, geração dos itens, recepção de rejeições e registro de eventos. Uma alteração localizada apenas no serializador pode produzir um XML aparentemente coerente, mas incompatível com o fluxo de autorização.

Este artigo apresenta um roteiro de implementação dessas mudanças, com atenção às condições e às exceções de cada regra. O foco é preparar o emissor e a equipe de suporte, sem repetir o panorama das demais notas técnicas. A conferência documental foi realizada em 14 de outubro de 2026 e considera a NT 2026.007 v1.10, a informação técnica da tabela de CFOP e o comunicado posterior sobre o cronograma.

· Régys Borges da Silveira
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cfx

CFX (Código Fiscal Expandido): A Evolução do CFOP e a Estratégia para a Era IBS/CBS no seu ERP

Se você desenvolve software fiscal no Brasil, o CFOP (Código Fiscal de Operações e de Prestações) é a espinha dorsal das suas regras de negócio. Há décadas, o seu ERP decide tributação baseando-se em: Origem x Destino e Regime do ICMS (5.102, 6.102, 5.405...), com a Reforma Tributária, essa lógica morreu.

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Se você desenvolve software fiscal no Brasil, o CFOP (Código Fiscal de Operações e de Prestações) é a espinha dorsal das suas regras de negócio. Há décadas, o seu ERP decide tributação baseando-se em: Origem x Destino e Regime do ICMS (5.102, 6.102, 5.405...), com a Reforma Tributária, essa lógica morreu.

O novo sistema (IBS e CBS) não se importa se a venda é intermunicipal ou interestadual. A tributação passa a ser no destino e baseada no tipo da operação e na classificação do produto/serviço, e não mais na geografia do emissor. É aqui que nasce o CFX (Código Fiscal Expandido) e a necessidade urgente de refatorar a arquitetura fiscal do seu software.

Neste artigo, vamos dissecar tecnicamente o que é o CFX, como ele difere do novo campo oficial cClassTrib e como preparar o banco de dados do seu ERP para essa transição.

· Régys Borges da Silveira
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[IMPORTANTE] Mudanças nos CFOP’s, nível nacional

Fonte: https://sigaofisco.com.br/icms-cfops-de-substituicao-tributaria-serao-extintos-a-partir-de-2022/

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Fonte: https://sigaofisco.com.br/icms-cfops-de-substituicao-tributaria-serao-extintos-a-partir-de-2022/

O Ajuste SINIEF nº 16/2020, publicado no DOU de 03.08.2020, divulgou uma nova relação de CFOPs para escrituração fiscal das operações e prestações por contribuintes em âmbito nacional. O ajuste deu nova redação integral ao Anexo II do Convênio s/nº de 1970, que estabelece a maior parte dos procedimentos de emissão de documentos fiscais e escrituração fiscal em operações com mercadorias. Destacamos as seguintes mudanças, que o contribuinte e os sistemas informatizados que o prestam suporte deverão observar a partir de 01.01.2022:

a) Extinção dos CFOPs relativos à Substituição Tributária

· Régys Borges da Silveira
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