Se existe algo que tira o sono de qualquer desenvolvedor Delphi — seja ele júnior ou sênior — é o fatídico Access Violation intermitente em produção ou aquele Memory Leak silencioso que derruba o servidor após dias de execução.
Com a chegada do Delphi 13 e a modernização da linguagem, temos ferramentas cada vez mais robustas. No entanto, a complexidade das aplicações também aumentou. Felizmente, hoje temos um novo aliado no nosso cinto de utilidades: a Inteligência Artificial Generativa (LLMs).
Neste artigo, não vamos falar sobre como pedir para a IA escrever código, mas sim como utilizá-la para realizar uma autópsia de erros. Vamos explorar como interpretar logs de ferramentas como EurekaLog, madExcept ou o nativo report do FastMM, transformando stack traces crípticos em diagnósticos lógicos precisos.
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